Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Governo Aécio estimula construção de casas sustentáveis

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24/08/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , | Deixe um comentário

Bacia do Rio Santo Antonio terá plano de sustentabilidade coordenado pelo Governo Aécio Neves

A sociedade da bacia do rio Santo Antônio, afluente do rio Doce, discutiu sexta-feira (21), em Itambé do Mato Dentro, na região Central do Estado, os estudos sobre a situação da qualidade e disponibilidade das águas na região até 2030. Os dados são do prognóstico do Plano Integrado de Recursos Hídricos do Rio Doce, que está em elaboração para toda a bacia, abrangendo seis sub-bacias mineiras e três capixabas.

O prognóstico foi elaborado por meio de projeção dos cenários futuros com base na evolução demográfica, no desempenho dos setores econômicos e na evolução dos setores que utilizam água. Os cenários foram projetados para o período de 24 anos, considerando como base o ano de 2006 e 2030 como último ano da projeção. “O prognóstico não é um instrumento de previsão, mas uma ferramenta de planejamento que oferece condições de avaliar, no presente, situações hipotéticas futuras”, explicou o coordenador do plano, Alexandre Carvalho.

Na bacia do Santo Antônio, a tendência é o aumento de apenas 1,1% no consumo de água para diversos usos, passando de 901 litros/s, em 2006, para 911 litros/s, em 2030. O aumento mais significativo será do consumo urbano, que pode passar de 190 litros/s, em 2006, para 270 litros/s, em 2030. A demanda para consumo industrial também irá se elevar, passando de 255litros/s, em 2006, para 276litros/s, em 2030. O consumo de água para abastecimento rural, irrigação e dessedentação de animais na bacia aponta para uma redução. “O Santo Antônio é a sub-bacia do rio Doce que, atualmente, tem o maior saldo positivo no balanço hídrico, ou seja, um saldo de 13220 litros/s, o que deve se manter em 2030”, afirmou Carvalho.

De acordo com Alexandre Carvalho, os índices de qualidade das águas na bacia do rio Santo Antônio estão dentro dos parâmetros de qualidade estabelecidos na legislação. “O principal impacto que se projeta para 2030 é de contaminação sanitária, uma vez que o aumento da população irá acarretar no aumento de esgoto doméstico e, consequentemente, de carga orgânica nos cursos de água”, explicou. Atualmente, habitam na bacia cerca de 187 mil pessoas e, em 2030, serão aproximadamente 209 mil habitantes.

Para Leonardo Mitre, membro do CBH santo Antônio, os estudos de prognóstico da bacia devem ser ampliados e contemplar também projetos de empreendimentos que ainda estão em processo de regularização ambiental e não apenas os já regularizados ou os usos já outorgados. “É fundamental que se conheça os empreendimentos previstos para a região e que são de conhecimento das Secretarias de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelAgricultura, Pecuária e Abastecimento , dentre outras”, explicou.

Considerando toda a bacia do rio Doce, estima-se um aumento de cerca de 55% da demanda por água na região, passando de 29733 litros/s, em 2006, para 45963 litros/s, em 2030. A maior retirada é para irrigação, que tende manter sua participação atual no cenário de 2030, ou seja, 51%. A segunda maior parcela é o abastecimento humano, que hoje é responsável por 25,7% da retirada total, e em 2030 deve diminuir para 21,5%. A retirada de água para a indústria tem a maior projeção de crescimento (123,4%), e tende a passar de uma participação atual de 16,6% na retirada total para 23,9%, em 2030.

Os maiores volumes de retirada por sub-bacias estão concentrados, atualmente, nas unidades São José (21,6%), no Espírito Santo, e Piracicaba (16,9%), Piranga (14,4%) e Suaçuí Grande (11,7%), em Minas Gerais. As sub-bacias dos rios São José e Piracicaba projetam um aumento de sua participação no cenário de 2030, 37,5% e 19,1%, respectivamente. As sub-bacias dos rios Suaçuí Grande e Caratinga registram taxas negativas de crescimento da retirada, -17,3% e -15,0%, respectivamente.

Reuniões

As reuniões públicas do Plano Integrado da Bacia do Rio Doce começaram em Minas Gerais, no dia 17 de agosto, na bacia do rio Piranga, seguida da bacia do rio Manhuaçu (18 de agosto), Caratinga (19 de agosto) e Piracicaba (20 de agosto). Os próximos encontros acontecerão no Espírito Santo, nos municípios de Colatina (25 de agosto), São Gabriel da Palha (26 de agosto) e Afonso Cláudio (27 de agosto). O encerramento será em Governador Valadares, no Leste de Minas, situado na bacia do rio Suaçui, no dia 28 de agosto.

O Plano é um instrumento de gestão das águas, que estabelecerá metas comuns para a bacia, além da montagem do programa de investimentos e um roteiro de implementação do Plano. Ele abrange a bacia do Doce, destacando seis bacias afluentes mineiras e três capixabas. A previsão de conclusão é para o fim de 2009 e a expectativa para a implantação dos programas e ações é de 10 anos. O Plano é elaborado pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (Iema) e Agência Nacional de Águas (ANA), com o apoio dos Comitês de Bacia Hidrográfica.

24/08/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , | Deixe um comentário

Programa de recuperação do Rio das Velhas será apresentado em seminário do Governo da Bahia

A secretária-executiva do Projeto Estruturador Revitalização da Bacia do Rio das Velhas – Meta 2010 , Myriam Mousinho, participa nesta terça-feira (25) do seminário sobre Proteção e Revitalização dos Rios Urbanos, no Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá), órgão do estado da Bahia. O seminário acontecerá em Salvador e tem como objetivo discutir a situação das águas no espaço urbano, as perspectivas de proteção e as experiências positivas nacionais de revitalização de rios que cortam as cidades em todo o país.

Myriam Mousinho abordará a Meta 2010 e os resultados obtidos até o momento. “É a primeira vez que o projeto será discutido fora de Minas Gerais e percebemos que o Rio das Velhas está em destaque no seminário, pois em quatro palestras sobre rios urbanos, encontramos duas falando a respeito da bacia do Velhas”, ressalta a secretária-executiva. A Meta será apresentada no painel “Experiências Exitosas de Despoluição dos Rios”. O coordenador de Programas de Recuperação de Bacias, Ricardo Aroeira, irá representar a Secretaria Municipal de Políticas Urbanas de Minas Gerais e enfocar o Programa Drenurbs: Reabilitação Ambiental das Águas Urbanas de Belo Horizonte.

De acordo com a secretária-executiva, o evento será um importante momento para enriquecer a discussão sobre revitalização com outros estados. Na ocasião, os projetos da Meta 2010 e de seus parceiros serão contextualizados e apresentados juntamente com as ações em andamento.

No seminário, haverá espaço para debater idéias e apresentar os projetos de recuperação de rios contaminados por esgotos industriais e domésticos que cortam os grandes centros urbanos. Após o tratamento dos esgotos, os rios se recuperam e suas águas podem ser usadas para banho, consumo e pesca. “Participar desta discussão mostra o reconhecimento, pelos outros estados, do trabalho feito pelo Governo Aécio Neves ”, afirma Mousinho.

Meta 2010

Como Projeto Estruturador do Governo de Minas, pretende promover a melhoria da qualidade das águas da Bacia do Rio das Velhas, no seu trecho mais poluído, próximo à Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O objetivo é que a água seja enquadrada na “classe II”, o que significa que poderá ser destinada ao abastecimento doméstico, após tratamento convencional, às atividades de lazer, à irrigação de hortaliças e plantas frutíferas e à criação de peixes.

O Projeto tem como meta aumentar o Índice de Qualidade da Água (IQA) de 59,5%, em 2005, para 67%, em 2011, e atingir 75%, em 2023. Entre as ações de governo, está a implementação de obras de saneamento nas principais sub-bacias da RMBH, com intervenções como ampliação da coleta de esgotos e implantação de estações de tratamento. Além disso, para a melhoria da qualidade das águas, Myriam Mousinho destaca o envolvimento do cidadão como fundamental: “2010 será um marco de recuperação, mas uma série de ações preventivas da comunidade é necessária para a preservação da bacia”, esclarece.

24/08/2009 Posted by | Sem categoria | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio inaugura no Ceará Parque de Energia Eólica parceria entre a CEMIG e IMPSA

Usina do Parque Eólico de Praias de Parajuru, projeto implantado pela Cemig e a IMPSAO governador Aécio Neves participou, quinta-feira (20), em Beberibe (CE), da inauguração de usina do Parque Eólico de Praias de Parajuru, projeto implantado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a IMPSA, empresa argentina, líder latino-americana em energias renováveis. O empreendimento, localizado a 103 km de Fortaleza, é o primeiro das três usinas que serão instaladas pelo grupo no Ceará, totalizando investimento de R$ 550 milhões. Durante a solenidade, o governador ressaltou que a Cemig vai continuar investindo em energias alternativas inclusive em Minas Gerais.

“Para nós, mineiros, é um privilégio muito grande podermos construir essa parceria. E continuaremos a fazer outras parcerias em outras partes do Brasil. A Cemig, que tem 90% da sua energia limpa, agora pretende ampliar esse percentual. E a experiência eólica para nós é muito importante e acho que outros parques serão construídos, não apenas aqui no Ceará, mas até mesmo em Minas, porque estamos fazendo uma pesquisa grande dos potenciais também das nossas montanhas”, declarou Aécio Neves, em entrevista, durante a inauguração da usina no Ceará.

Parque eólico

O Parque Eólico de Praias de Parajuru, com extensão de 325 hectares, tem 19 aerogeradores de 1,5 MW. Ele faz parte de um complexo que abrange outras duas centrais eólicas, na Praia do Morgado e Volta do Rio, ambos localizados no município de Acaraú, a 250 km de distância de Fortaleza, com capacidade instalada de geração de 28,8 MW e 42 MW, respectivamente.

“Esse é apenas o primeiro dos vários investimentos que vamos fazer no Ceará. Nossa empresa de energia é a empresa que mais investe hoje em geração no Brasil, incluindo as estatais nacionais. É a demonstração de que estamos superando as fronteiras geográficas e até mesmo fronteiras partidárias”, afirmou Aécio Neves.

Juntos, os três parques eólicos cearenses possuem uma capacidade total instalada de 99,6 MW e irão gerar, durante sua implantação, cerca de 7,6 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Os equipamentos serão fornecidos pela própria IMPSA, por meio da fábrica de aerogeradores recém inaugurada, em Pernambuco.

Mapeamento eólico

A Cemig está finalizando o Mapeamento do Potencial Eólico de todo o estado de Minas Gerais, onde também estarão identificados os locais promissores no estado para a implantação de empreendimentos de geração de energia eólica. O trabalho estará concluído até outubro próximo.

A estatal mineira foi a primeira companhia do país a operar usinas eólicas, com a construção da Usina Morro do Camelinho, em 1994, que também foi a primeira a fornecer energia para o sistema elétrico nacional.

O investimento em usinas eólicas faz parte da estratégia da Cemig de crescer de forma sustentável econômica, social e ambientalmente. A empresa tem posição de destaque no cenário nacional, com participação de mais de 90% de fontes limpas em sua matriz.

Parceria

O parque eólico no Ceará é resultado de parceria feita entre a Cemig e a IMPSA, onde a estatal mineira adquiriu 49% da participação societária nos três parques eólicos, pagando R$ 213 milhões pelas ações. Os parques eólicos estão incluídos no Proinfa (Programa de Incentivo a Fontes Alternativas de Energia Elétrica), do governo federal.

A empresa argentina IMPSA é a maior empreendedora de parques eólicos no Brasil e está trabalhando, também, na implantação de outros dez parques no Estado de Santa Catarina, de 218 MW, com investimento de R$ 1,3 bilhão, em 2009.

Sustentabilidade

Os programas da Cemig para contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa incluem investimentos em energia renovável, em programas de eficiência energética, na produção e plantio de mudas e na manutenção de reservas ambientais. Incluem também programas voltados à sustentabilidade, na preservação dos peixes nativos de Minas Gerais, e na promoção da arborização adequada nos centros urbanos.

A energia gerada pelas usinas de Praias do Parajuru (28,8 MW), Volta do Rio (42 MW) e Praia de Morgado (28,8 MW), que totalizam 99,6 MW de potencia instalada, evitam o lançamento anual de cerca de 146 mil toneladas de CO2 e de 920 toneladas de SO2 (dióxido de enxofre) na atmosfera, caso essa energia fosse gerada por termelétricas convencionais.

A energia eólica cresce a uma taxa anual próxima de 30%, nos últimos 10 anos, constituindo-se na fonte energética que mais cresce no mundo. A energia eólica representa uma das maiores fontes geradoras de emprego industrial nessa nova era. No final de 1996, a capacidade instalada mundial era de cerca de 6.100 MW e em 2000 superou a 16.700 MW. A Alemanha responde pela maior parte desse boom, com mais de 6.000 MW, seguida pelos Estados Unidos, Espanha e Dinamarca, com 2.550 MW, 2.250 MW e 2.140 MW, respectivamente.

Expansão

A Cemig está em pleno processo de expansão no Brasil e no exterior, com mais de 10 milhões de consumidores. Desde o início de 2006, a Cemig inaugurou quatro usinas em Minas: Irapé, Aimorés, Capim Branco I e Capim Branco II, com investimentos de R$ 2,8 bilhões. Desse total, R$ 1,7 bilhão foi aplicado pela Cemig e pelo Governo de Minas.

O seu desenvolvimento recente fez com que o valor de mercado da Cemig saltasse de R$ 4 bilhões para R$ 20 bilhões, desde 2003. Em 2008, foi a única empresa do setor na América Latina escolhida pelo Dow Jones Sustainability Index como uma das melhores empresas de energia do mundo.

Em 2006, o consórcio Cemig, Andrade Gutierrez, Luce Brasil e Pactual Energia, comprou a Light, consolidando sua presença fora das fronteiras de Minas. Com a compra da Light, a Cemig é a líder do mercado brasileiro de venda a consumidores finais e a quinta maior geradora.

A Cemig adquiriu, em abril passado, a holding de transmissão de eletricidade Terna, por R$ 2,2 bilhões. A empresa era controlada pela italiana Terna SpA, e atua em 11 estados do pais. A Cemig passou a ter 85,27% do capital votante e cerca de 65,8% do capital total da Terna Participações. Com a operação, a Cemig ampliou sua rede de transmissão de energia para 9.508 km, crescimento de 65%. Além disso, a companhia aumentou a participação no setor de transmissão brasileiro de 5,4% para 12,6%.

Em maio passado, o governador Aécio Neves oficializou, durante encontro com o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, o interesse da Cemig em fazer parceria com a Companhia Energética de Brasília (CEB), por meio de aquisição de ações da empresa. A Cemig obteve lucro líquido de R$ 1,9 bilhão em 2008, representando um crescimento de 8,26% sobre o ano anterior.

24/08/2009 Posted by | Sem categoria | , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio Neves amplia programa ambiental em prédio públicos

O lançamento do Programa AmbientAÇÃO no Prédio Verde da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, reuniu, nesta quinta-feira (20), os servidores da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG) e da Subsecretaria de Comunicação Social (Subsecom) da Secretaria de Estado de Governo (Segov) no pátio interno, para uma breve solenidade.

presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), José Cláudio Junqueira, falou sobre importância de adoção da coleta seletiva. “Este prédio gera cerca de 750 quilos de resíduos por mês, dos quais 500 quilos são recicláveis. Com a destinação correta destes resíduos para reutilização e reciclagem, teremos um ganho ambiental, pois eles deixarão de ir para o aterro sanitário, aumentando assim a vida útil desse empreendimento”, declarou.

Junqueira veio acompanhado dos coordenadores do AmbientAÇÃO, Mirian Dias Baggio e Ricardo Botelho. Eles foram recebidos pela vice-presidente do Iepha/MG, Maria Marta Martins de Araújo, pela superintendente de Planejamento, Gestão e Finanças da Setur, Tânia Mara Domingos, e pelo assessor de gabinete da Subsecom, José Geraldo Cerqueira de Melo.

A superintendente da Setur leu para os presentes uma mensagem da secretária de Estado de Turismo, Érica Drumond. “O Programa AmbientAÇÃO é uma iniciativa nobre que, além de melhorar o lugar de trabalho, representa um passo decisivo na conscientização para o futuro. Um gesto que servirá de exemplo para as nossas gerações. Nossa missão agora é estendermos o que praticamos aqui também para os nossos filhos e para as nossas casas. No turismo, temos como meta divulgarmos os atrativos e os destinos, mas sempre com o olhar atento para o cuidado ambiental e a preservação dos valores culturais locais”.

A vice-presidente do Iepha/MG, Maria Marta de Araújo, destacou a importância da educação como mecanismo para alcançarmos mudanças de hábitos e atitudes. O Programa Ambientação trouxe esta perspectiva. “Mudanças de hábitos e atitudes ocorrem a partir de pequenas ações do cotidiano”, complementou.

A Bileca, namorada do Bileco, mascote do AmbientAÇÃO, cumpriu a promessa e voltou ao prédio verde. Ela participou da colocação dos coletores seletivos na última segunda-feira. Bileca fez uma pesquisa no prédio e descobriu como está sendo feito o descarte dos resíduos. Ela deu nota 10 para o quarto andar, 5 para o primeiro e quanto ao segundo, ela vai avaliar e passa a nota depois.

Programa AmbientAÇÃO

O Programa está inserido no Projeto Estruturador Resíduos Sólidos daSecretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), que orienta e determina a disposição adequada destes resíduos e estimula o desenvolvimento de novas tecnologias para aproveitamento dos resíduos. O AmbientAÇÃO é um programa de educação ambiental em prédios do governo de Minas Gerais. Até o momento, o programa está implantado em 44 instituições do Governo Estadual totalizando 74 edificações.

24/08/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , | Deixe um comentário