Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Oficinas de férias do Centro Mineiro de Referência em Resíduos vão até 28 de janeiro

As oficinas de férias no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) começaram na manhã desta terça-feira (12), com muito entusiasmo e novidade. As atividades, que inicialmente foram idealizadas para o público infantil, atraíram um grande público adulto. A primeira oficina aconteceu na cozinha experimental do CMRR, com o tema “Reaproveitamento de Alimentos”, atraindo cerca de 30 alunos nos turnos da manhã e tarde.

Os alunos prepararam bolo de laranja com casca, suco da horta feito com talos de couve, limão e suco de maracujá e pão de milho americano. Sob a orientação da estagiária de nutrição, Larissa Bruschi, as crianças aproveitaram a oportunidade para desenvolver as habilidades em um local geralmente frequentado pelos adultos, a cozinha.

Além de auxiliar as crianças, os adultos aprenderam também como evitar o desperdício e tornar os pratos ainda mais nutritivos. A aluna Alice Kin ficou surpresa em saber que pode-se fazer um bolo com a casca da laranja. “Sempre joguei a casca dos alimentos fora, achei excelente aprender a utilizá-los”, relatou. O coordenador do Programa Portas Abertas, Daniel Gonçalves, achou a experiência de interação entre crianças e adultos muito válida. “É com os adultos que as crianças aprendem a cozinhar e propiciar este momento de troca foi uma experiência muito válida”, avaliou.

As oficinas continuam com várias modalidades. Elas acontecem até o dia 28 de janeiro, nos turnos da manhã (9h às 11h) e tarde (14h30 às 16h30). O CMRR fica na avenida Belém, 40, esquina com avenida dos Andradas, no bairro Esplanada. Mais informações e inscrições pelo telefone (31) 3465-1227.

Oficinas de Férias – Janeiro de 2010

12/01

Oficina Aproveitando Alimentos

Descrição: “Mao na massa” para aprender aproveitar integralmente os alimentos

Horário: 9h às 11h

Idade: A partir de 9 anos

13/01 (Inscrições encerradas)

Oficina: Confecção de Papel Artesanal

Descrição: Confecção de papel artesanal a partir do reaproveitamento de papeis obsoletos.

Horário: 9h às 11h e 14h30 às 16h30

Idade: a partir dos 7 anos

14/01

Oficina: Conexões Complexas

Descrição: Dinâmicas em equipe para a discussão da “Teia da Vida”

Horário: 9h às 11h e 14h30 às 16h30

Idade: a partir dos 12 anos

19/01

Oficina Mosaico

Descrição: Confecção de Mosaicos a partir do reaproveitamento de embalagens.

Horário: 9h às 11h

Idade: a partir dos 12 anos

20/01

Oficina Confecção de Papel Artesanal

Descrição: Confecção de papel artesanal a partir do reaproveitamento de papeis obsoletos.

Horário: 9h ás 11h e 14h30 às 16h30

Idade: a partir dos 7 anos

21/01

Oficina Vaso Pet

Descrição: Confecção de vasos de planta com reaproveitamento de garrafas pet. Após a construção dos vasos, as crianças aprenderão a plantas as mudas.

Horário: 9h às 11h

Idade: a partir de 10 anos

26/01

Oficina Compostagem doméstica

Descrição: Aprenda a transformar, em casa, o lixo orgânico em adubo.

Horário: 9h às 11h e 14h30 às 16h30

Idades: A partir de 12 anos

27/01

Oficina Confecção de Papel Artesanal

Descrição: Confecção de papel artesanal a partir do reaproveitamento de papeis obsoletos.

Horário: 9h às 11h e 14h30 às 16h30

Idade: a partir dos 7 anos

28/01

Oficina Vaso Pet

Descrição: Confecção de vasos de planta com reaproveitamento de garrafas pet. Após a construção dos vasos, as crianças aprenderão a plantas as mudas.

Horário: 9h às 11h e 14h30 às 16h30

Idades: A partir de 10 anos

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13/01/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Centro Mineiro de Referência em Resíduos abre inscrição para curso de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil

Estão abertas as inscrições para 80 vagas do curso de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil, do Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR). Dividido em duas turmas, o curso visa mostrar a oportunidade de geração de trabalho e renda a partir da transformação de resíduos. Com 40 horas/aulas, a primeira turma terá início em 22 de fevereiro e a segunda começa em 15 de março. As aulas serão de segunda à sexta, das 14h às 17h30, no CMRR.

Os objetivos do curso são conscientizar sobre os impactos da construção civil nos aspectos econômico, social e ambiental, conhecer as regulamentações mais atuais que indicam os caminhos básicos para a correta gestão de resíduos da construção civil, reconhecer as etapas da boa gestão de resíduos, listar a classificação dos tipos de resíduos gerados pelas obras, bem como identificar os respectivos tratamentos ou disposições indicados pelas normas técnicas e identificar principais itens constituintes de um Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC).

O curso é uma realização do CMRR, do Governo de Minas, da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), com o apoio do Sindicato da Indústria de Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon/MG) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae/MG). O edital está publicado no site do CMRR.

SERVIÇO:

Curso de Gerenciamento em Resíduos de Construção Civil

Data: Primeira turma – 22/02 a 05/03

Segunda Turma – 15 a 26 de março

Horário: 14h às 17h30

Local: Centro Mineiro de Referência em Resíduos – avenida Belém, 40, bairro Esplanada (esquina com Avenida dos Andradas)

Investimento:

R$80,00 (oitenta reais) – para estudantes;

R$100,00 (cem reais) – para associados do Sinduscon

R$120,00 (cento e vinte reais) – para demais interessados.

13/01/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio Neves: Programa Certifica Minas Café já tem mais de 1 mil propriedades certificadas por boas práticas agrícolas de gestão socioambiental

O programa Certifica Minas Café fez em 2009 a certificação de 641 fazendas, aumentando para 1.024 o número de propriedades com essa classificação no Estado, informa o assessor especial de Café da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Bernardino Cangussu. Ele diz que o número atual equivale a quase o triplo das fazendas mineiras de café que obtiveram a certificação internacional na primeira etapa do programa, em 2008.

“Em 2010 deve aumentar para 1.200 o número de fazendas de café com certificação”, acrescenta Cangussu. O objetivo do programa é fazer a adequação das fazendas para a utilização das boas práticas agrícolas de gestão de propriedade, preservação ambiental, viabilidade econômica das ações, segurança alimentar e respeito social. “A certificação é um meio para garantir o aumento da competitividade do café de Minas Gerais nos mercados internacionais”, prossegue o assessor. Ele explica que as condições de sustentabilidade são exigidas por esses mercados.

Cangussu explica que o Certifica Minas Café é realizado pela Seapa, por intermédio de suas entidades vinculadas. Os interessados em participar do programa devem procurar a Emater-MG para fazer sua inscrição. A empresa responde pela assistência técnica para adequação das propriedades às normas e práticas da certificação. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) faz as auditorias preliminares de adequação das propriedades.

Já a certificadora suíça IMO (Instituto de Mercado Ecológico), credenciada pelo Governo Aécio Neves, responde pela auditoria final de acreditação das propriedades. De acordo com o assessor, a IMO está há mais de 20 anos no mercado e atua em mais de 50 países, sendo pioneira no ramo de produtos certificados na Europa.

Valorização do produto

Segundo Cangussu, o Governo do Estado presta assistência técnica, por meio da Emater-MG, a 1.800 propriedades no Programa Certifica Minas Café entre certificadas e em processo de certificação. As propriedades certificadas já estão se beneficiando, ele observa. A Secretaria de Estado de Agricultura assinou em julho de 2009, com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), um termo de cooperação que disponibilizará às indústrias filiadas ao Programa de Cafés Sustentáveis (certificação das indústrias) desta entidade os cafés de qualidade dos produtores certificados no Certifica Minas Café.

“Isso significa a criação de um canal de comercialização direto entre o produtor e a indústria, possibilitando o pagamento de prêmio sobre a qualidade dos cafés, que varia de 10 a 25% sobre o preço do dia, e depositando 5% das vendas para um fundo que será revertido para os cafeicultores e pequenas torrefações”, ressalta o assessor. “As indústrias que adquirirem cafés certificados dentro do programa poderão utilizar o selo Certifica Minas Café – Abic nas embalagens dos cafés.”

Cangussu diz que a atuação do Governo de Minas na área do café corresponde à importância do produto para o Estado. “Somos o maior produtor e exportador de cafés do Brasil”, ele explica. A safra mineira de 2010 está estimada entre 23,2 milhões e 24,7 milhões de sacas, podendo alcançar 50,7% da produção nacional, observa ainda o assessor. Para dar suporte ao desenvolvimento da cafeicultura, o governo estadual disponibiliza assistência técnica qualificada em praticamente todos os municípios cafeeiros. Além disso, há cursos de aperfeiçoamento da atividade, provas gratuitas para os produtores conhecerem a qualidade dos seus cafés e Concursos de Qualidade dos Cafés para promoção da atividade. Em 2009, o produtor campeão do concurso vendeu cafés a R$ 2.500,00 a saca.

O assessor ainda destaca que o Governo do Estado também alterou os padrões de cafés adquiridos pelo poder executivo mineiro. “Esta medida trará reflexos positivos para a qualidade dos cafés de Minas”, finaliza.

13/01/2010 Posted by | Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Instituto Mineiro de Agropecuária, órgão do Governo Aécio Neves, reprime transporte irregular de animais e vegetais

O Governo Aécio Neves, por meio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), realizou 1.022 fiscalizações de trânsito de animais, vegetais, e seus produtos e subprodutos durante o ano de 2009. A meta, de 960 blitze, foi superada. Cada uma das 20 Coordenadorias Regionais do Instituto realizou pelo menos quatro blitze por mês. No ano de 2008 foram feitas 792 fiscalizações, superando a meta de 720.

As atividades de fiscalização móvel são constantemente intensificadas para o alcance das metas do Projeto Estruturador Certifica Minas, coordenado pelo IMA. Para facilitar os trabalhos das blitze, o IMA conta com veículos equipados de computador de bordo e GPS. Os equipamentos permitem a emissão imediata do Documento de Arrecadação Estadual (DAE), ao sistema informatizado da instituição para verificar a situação dos proprietários, das cargas e das propriedades rurais.

Além disso, cada uma das 16 Barreiras Sanitárias fixas, estrategicamente localizadas nas estradas mineiras, possui um sistema de comunicação em tempo real sobre a situação do transito de animais e vegetais.

De acordo com o coordenador de Apoio à Operação Fiscal do IMA, Ronaldo Miranda, as infrações mais comuns são a falta de documento sanitário, como a Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) e a Guia de Trânsito Animal (GTA), o mau acondicionamento da carga e o trânsito de produtos clandestinos. No ano de 2009, foram aplicadas 932 multas em decorrência dessas infrações.

Para o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, é necessário manter a qualidade e a agilidade das ações de fiscalização no Estado. “As inspeções são fundamentais para impedir o comércio de produtos irregulares, que representam risco à saúde dos consumidores mineiros, e assim garantir a sanidade agropecuária em Minas Gerais”, afirma.

As fiscalizações do transito visam à verificação do cumprimento da legislação de sanidade animal e vegetal no Estado para impedir que os produtos impróprios para venda e consumo, cheguem aos consumidores finais.

As barreiras fixas do IMA funcionam 24 horas por dia, em regime de plantão. A maioria opera junto às barreiras fiscais da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) e conta com o apoio das polícias Militar de Minas Gerais e Rodoviária Federal.

Transporte de animais e vegetais

Para que aves, animais aquáticos, bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos, suínos, equídeos e outros, sejam transportados, o condutor deve, obrigatoriamente, estar de posse da Guia de Transito Animal (GTA). Este documento para o transporte de algumas espécies de animais só pode ser emitido nos escritórios do IMA, sendo que outras, também por médicos veterinários habilitados pelo Ministério da Agricultura, devendo o produtor ou o transportador em caso de dúvida procurar o escritório do IMA mais próximo.

A Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) é o documento exigido para acompanhar o transporte da carga de vegetais e partes de vegetais que podem disseminar pragas. A PTV também pode ser emitida no escritório do IMA mediante a apresentação do Certificado Fitossanitário de Origem (CFO), ou Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC), emitido por engenheiro agrônomo habilitado no Instituto.

13/01/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , | Deixe um comentário