Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Governo Aécio: Parque do Rio Doce ganha Unidade de Apoio a Pesquisa e Fiscalização do Revés de Belém e o Centro de Visitantes do Macuco

O secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, inaugurou nesta quinta-feira (25), a Unidade de Apoio à Pesquisa e Fiscalização do Revés de Belém e o Centro de Visitantes do Macuco, no Parque Estadual do Rio Doce. As edificações fazem parte das obras de melhoria da infraestrutura da unidade de conservação administrada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) que estão em curso desde 2003.

Na parte da manhã, foi inaugurada a Unidade de Apoio a Pesquisa e Fiscalização do Revés de Belém em uma ponte construída sobre o rio Doce, no município de Bom Jesus do Galho. A estrutura é composta por três edificações, sendo dois laboratórios e um posto de vigilância. Cada uma das unidades possui um alojamento anexo para fiscais e pesquisadores e servirá como um posto avançado de pesquisa e fiscalização. O local onde está localizada a ponte foi doado ao Estado e incorporada à área do Parque. Foram investidos R$ 447 mil na construção do complexo na ponte Revés do Belém,

À tarde, foi inaugurado o Centro de Visitantes do Macuco, no bairro de mesmo nome, no município de Timóteo. O local é a porta de entrada do Perd do município. A obra incluiu a construção da casa onde está localizado o Centro e a reforma de outras três casas que servem de morada e apoio aos funcionários do Parque e teve investimentos de R$ 220 mil. No Centro são apresentados aos visitantes informações sobre as características da biodiversidade existente na unidade de conservação.

O local dá acesso à trilha da lagoa Juquita, em cuja região vivem inúmeras espécies da fauna e da flora. Para realizar a caminhada é necessário o acompanhamento de um guia credenciado pelo Parque. Para isso, membros da comunidade participaram de cursos de formação de monitores ambientais e credenciados numa forma de gerar emprego e renda para as comunidades locais.

Marco Ambiental

A ponte em forma de arco, conhecida na região como ponte perdida, foi erguida sobre o Rio Doce em 1966, como primeiro passo da tentativa de implantação de uma estrada projetada para ligar os municípios de Timóteo e Coronel Fabriciano ao de Caratinga. A 80 quilômetros da portaria do Parque, no município de Bom Jesus do Galho, o local é considerado um marco da luta de entidades conservacionistas pela proteção da Unidade. Em 1973, a mobilização impediu a construção da rodovia, que dividiria a área do Parque. Na solenidade foram entregues placas homenageando os ambientalistas Célio Moreira, Mário Viegas, Hugo Werneck e Célio Vale, que foram pioneiros na luta na defesa da área.

Um dos ambientalistas homenageados, o atual diretor de Biodiversidade do IEF, Célio Murilo Valle, lembrou que a preservação depende da população local. “A natureza somente será preservada se a comunidade se sentir preservada”, afirmou. Representando o falecido Mário Viegas, o atual presidente da Sociedade Ornitológica Mineira (SOM), Carlos Cavalcanti, observou que a inauguração da unidade de fiscalização e pesquisa é triunfo do bem. “A ponte ganha um dos maiores monumentos em homenagem à preservação”, destacou. “É uma ponte ganhada”.

José Carlos Carvalho afirmou que a estrutura instalada no Revés do Belém facilitará o trabalho de pesquisa, fiscalização e conservação da sociedade. Ele observou que a transformação da ponte em plataforma para conservação da biodiversidade mostra a evolução da sociedade cada vez mais preocupada com a questão ambiental. Ele lembrou que seu envolvimento com o Parque começou ainda antes de conhecer a região. “Em 1972, ainda estudante da Universidade Rural do Rio de Janeiro, participei de um movimento contra a construção da estrada, colhendo assinaturas na região da Cinelândia”, destacou.

O Parque Estadual do Rio Doce foi a primeira unidade de conservação estadual criada em Minas Gerais, e está situado na porção sudoeste do Estado, a 248 km de Belo Horizonte, na região do Vale do Aço, inserido nos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo. Desde 2003, a unidade de conservação recebeu investimentos de cerca de R$ 6 milhões do Programa de Proteção da Mata Atlântica (Promata), uma parceria entre os governos da Alemanha e de Minas Gerais, do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e do orçamento do IEF.

Rede Mata Atlântica

Às 15h, teve início a reunião da Rede de Organizações Não Governamentais da Mata Atlântica (RMA). Até o dia 26, ambientalistas, empresários e representantes do setor público debaterão termas relacionadas à defesa e estudo do bioma, especialmente, a Lei Florestal Mineira, o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e o Atlas da Biodiversidade Mineiros. A Rede RMA reúne cerca de 300 entidades filiadas, distribuídas nos 17 estados que se encontram no domínio do bioma (RS, SC, PR, SP, RJ, MG, GO, MS, ES, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI).

A presidente da Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente, Maria Dalce Ricas, explica que um dos principais objetivos é a elaboração de um documento com propostas e diretrizes para a Política de Proteção da Biodiversidade do Estado. “A definição de áreas prioritárias para a conservação é essencial para a elaboração de políticas públicas e a identificação dessas áreas precisa ser baseada em critérios científicos”, afirma. O encontro foi aberto pelo professor da Universidade Federal de Lavras, José Roberto Scolforo, que apresentou uma palestra sobre o ZEE mineiro, do qual foi um dos coordenadores.

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26/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio: Parque do Rio Doce ganha novas instalações e recebe investimentos R$ 3,5 milhões em obras de reforma e ampliação da infraestrutura

O governador Aécio Neves e o vice-governador Antonio Anastasia inauguraram, nesta sexta-feira (26), as novas instalações do Parque Estadual do Rio Doce, localizado entre os municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo, no Vale do Aço. Foram R$ 3,5 milhões em obras de reforma e ampliação da infraestrutura do parque, consolidando-o como uma das unidades de conservação mais bem equipadas do país para o turismo ecológico, pesquisas científicas, educação ambiental e combate a incêndios florestais.

“Estamos inaugurando o mais bem equipado parque florestal do país, o Parque do Rio Doce. Primeira reserva florestal protegida de Minas Gerais, ele é hoje um exemplo daquilo que está sendo feito em outras regiões do Estado, como no Ibitipoca, na região da Zona da Mata. Há hoje uma consciência ambiental nova em Minas, e é isso que nos traz aqui hoje”, disse Aécio Neves, em entrevista após a visita ao parque.

Os investimentos nas melhorias do Parque Estadual do Rio Doce contaram com recursos do Programa de Proteção da Mata Atlântica (Promata) – parceria entre o governo da Alemanha e o Governo Aécio Neves – do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e do Instituto Estadual de Florestas (IEF).

Entre as melhorias feitas no parque estão a reforma do posto de fiscalização na estrada entre Marliéia e Pingo d’Agua, da unidade de apoio à Pesquisa e Fiscalização, o Centro de Treinamento, viveiros, galpão de sementes, posto de vigilância e alojamento para fiscais e pesquisadores, além do centro de visitantes.

“Esse parque que aqui está, mais do que a sua extraordinária estrutura, seja de pesquisa, educação ambiental, seja de lazer, significa que Minas Gerais assumiu e assume de forma muito clara a sua responsabilidade com a preservação da nossa biodiversidade. Nenhum outro estado brasileiro avançou tanto nas suas áreas protegidas”, disse o governador.

Participaram do evento, junto ao governador e vice-governador, ambientalistas de todo o país, que compõem a Rede de ONGs da Mata Atlântica, que participaram do “Encontro sobre a biodiversidade mineira”, executivos de empresas instaladas no Vale do Aço, acadêmicos e representantes da empresa Vale.

Pacto pela mata atlântica

Durante a solenidade no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais aderiu ao Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, projeto que tem objetivo de recuperar 15 milhões de hectares até o ano de 2050 nos estados brasileiros. O pacto é um instrumento de articulação entre os projetos de instituições públicas e privadas, governos e empresas para gerar resultados na conservação da biodiversidade. O pacto é uma iniciativa da The Nature Conservancy, que reúne 16 organizações de todo o país.

“O Governo Aécio Neves, como vimos aqui, vem sendo aplaudido e reconhecido não só em Minas, mas no Brasil e até internacionalmente pela sua preocupação com o meio ambiete. A presença das entidades ambientalistas aqui é nesse sentido. O governador disse bem. Nós não conseguimos resolver 100% dos problemas e jamais alguém conseguirá. Mas avançamos muito positivamente, inclusive na consciência ecológica da população mineira da necessidade da preservação do meio ambiente”, disse Antonio Anastasia.

O Parque do Rio Doce abriga a maior área de Mata Atlântica de Minas em seus 36.970 hectares e é considerado Reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). É um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica em Minas Gerais e um dos mais procurados por turistas. Em 2009 recebeu 18 mil visitantes.

No parque podem ser encontradas cerca de 10 mil categorias de espécies da Mata Atlântica. Já foram identificados 325 espécies de aves e 77 mamíferos, inclusive espécies ameaçadas de extinção como a onça-pintada, o macuco e o mono-carvoeiro, maior primata das Américas.

Lista de Zonas Úmidas

O Parque do Rio Doce recebeu também, durante a solenidade, o certificado de inclusão da Unidade na Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional, a Lista Ramsar. Será a primeira área de Minas Gerais e a nona do Brasil a fazer parte da lista. São consideradas zonas úmidas, áreas de pântanos e corpos de água, naturais ou artificiais, permanentes ou temporários.

O Parque Estadual do Rio Doce está inserido na região considerada o terceiro maior ecossistema lacustre do Brasil, perdendo apenas para o Pantanal e a Amazônia. A região possui 40 lagos naturais.

Educação

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente lançou, durante a solenidade, o material técnico e educativo que será usado na implantação do Programa Ambientação em unidades de conservação do Estado, a começar pelo Parque do Rio Doce. O trabalho busca sensibilizar os funcionários públicos para as práticas ambientalmente corretas, buscando reduzir o uso de recursos naturais e estimular a destinação adequada dos resíduos.

“Esse parque, do qual todos devemos nos orgulhar, em importância biológica, transcende as fronteiras de Minas, para situar-se como uma das mais importantes unidades de conservação de mata atlântica do Brasil”, disse o secretário de Estado de Meio Ambiente, José Carlos Carvalho.

O secretario afirmou que o Centro de Pesquisa do Parque do Rio Doce é o mais bem montado das unidades de conservação brasileira, onde mais de 100 trabalhos de pesquisa, de tese de mestrado e doutorado já foram realizadas sobre a biodiversidade da mata atlântica.

Unidades de Conservação

Desde 2003, houve aumento de 30% nas áreas verdes de proteção integral em Minas Gerais. O Estado possui 200 unidades de conservação, totalizando dois milhões de hectares de áreas protegidas, dos quais 515 mil são de máxima proteção. Os investimentos nas Unidades de Conservação nos últimos cinco anos superam R$ 230 milhões.

Somente nos últimos cinco anos, o IEF criou 506 mil hectares de novas áreas protegidas. Nessas unidades, além do turismo ecológico, ocorrem ações de educação ambiental e pesquisas científicas.

Além disso, o Governo de Minas está investindo R$ 43,3 milhões na melhoria de cem quilômetros de estradas que levam a sete parques estaduais implantados no Estado, por meio do programa “Melhoria de Acesso aos Parques”. Esse investimento garante ao visitante um acesso de qualidade às belezas naturais dos parques. Por se tratar de áreas de preservação, estão sendo utilizados broquetes e calçamento, e não apenas asfalto.

26/02/2010 Posted by | Meio Ambiente | , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio Neves presta conta e apresenta na Alemg Relatório de Sustentabilidade com diagnóstico da gestão ambiental em Minas

O Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) apresentou nesta terça-feira (23), em audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o Relatório de Sustentabilidade 2008. O documento contém o diagnóstico da gestão ambiental no Estado e tem o objetivo de prestar contas à sociedade das atividades desenvolvidas pelo Sisema. É também um instrumento de gestão para direcionar as tomadas de decisões públicas que envolvam o meio ambiente em Minas Gerais.

De acordo com o subsecretário de Inovação e Logística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Thiago Grego, este é o primeiro relato de sustentabilidade elaborado por um órgão público no Brasil. O estudo segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), organização não governamental, que estabeleceu o padrão mais difundido internacionalmente para o relato sobre as atividades que envolvem o tripé da sustentabilidade: social, ambiental e econômico.

Thiago Grego informou que o documento traz 79 indicadores, sendo nove econômicos, 30 ambientais e 40 sociais. Ele ressaltou, ainda, que o relatório mostra os avanços conquistados na gestão ambiental, mas também os pontos em que é preciso melhorar e avançar. “Com este relatório, o governo assume compromissos públicos com metas definidas”, explicou.

A superintendente executiva da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), Maria Dalce Ricas, elogiou a iniciativa pioneira do governo, e destacou alguns avanços obtidos na gestão ambiental em Minas, como no gerenciamento dos resíduos sólidos, no controle das barragens e a elaboração do zoneamento ecológico econômico. Ela também sugeriu alguns aperfeiçoamentos que considerou necessários ao documento, como aprofundar os estudos sobre a regionalização do Sisema e a gestão das unidades de conservação.

Para o coordenador do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas, Mário Dantas, é perceptível a evolução da gestão ambiental em Minas. “O Estado é exemplo no setor ambiental e protagonista de um novo modelo de gestão ambiental no país”, ressaltou. Ele defendeu o trabalho sistêmico dos órgãos de meio ambiente no Estado, e a continuidade deste trabalho ao longo dos próximos governos.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ALMG, deputado Fábio Avelar, destacou a coragem do Sisema em elaborar o documento, que pode expor o órgão às críticas. “É obrigação da sociedade cobrar outros relatórios anuais, com os aperfeiçoamentos apontados”, disse.

A versão digital do relatório 2008 está disponível no site www.meioambiente.mg.gov.br, nas versões em português, inglês e espanhol.

Relatório 2009

O Relatório de Sustentabilidade 2009 está em elaboração e também será construído com a participação da sociedade, por meio de consultas públicas, previstas para iniciar em março. O subsecretário da Semad, Thiago Grego, ressalta a importância da participação da sociedade na construção do documento para que este alcance os aperfeiçoamentos necessários.

24/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio por meio da Fapemig apoia projetos de reaproveitamento de resíduos

O aproveitamento de resíduos faz parte da pauta sustentabilidade, tão falada nos últimos tempos, e traz benefícios como a redução do desperdício, dos impactos ambientais e o aumento do crescimento econômico. Diante disto, pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (Ufla) trabalham no desenvolvimento de novos produtos, destinados à alimentação humana e animal, a partir do aproveitamento de resíduos agroindustriais. “O projeto foi aprovado no edital para grupos emergentes de pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e a ele estão submetidos três subprojetos relacionados ao aproveitamento de resíduos”, explica o coordenador dos trabalhos, Carlos José Pimenta, do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade.

Seguindo essa linha, o grupo da Ufla resolveu unir ao sabor da tradicional mistura de café com leite o doce, outra tradição mineira. O doce de café com leite é uma inovação. Primeiro, por se tratar de um produto inexistente no mercado. Segundo, por utilizar um resíduo em sua produção, o soro de leite, muitas vezes descartado pela indústria de laticínios. “Precisávamos chegar na formulação ideal para fazer o doce e encontrar a melhor maneira de inserir nele o café”, conta a responsável pela pesquisa, Larissa Ferreira.

Primeiro foi feita uma análise de concentração do café, para que não ficasse fraco nem forte, mas ideal. Em seguida, foram testadas as concentrações do soro de leite e realizados testes sensoriais. “Os resultados ficaram próximos, o que dificultou a escolha da quantidade ideal”, relata Ferreira. Futuramente, a intenção dos pesquisadores é também substituir o amido pela mucilagem do café, uma substância viscosa localizada entre a casca e a semente do grão. Ela tem propriedades nutricionais similares e funciona com o mesmo princípio, de dar viscosidade. “Até o momento, a substância é descartada na natureza, o que constitui um dos maiores problemas ambientais do descascamento do café. Aproveitar esse resíduo é um projeto inédito”, adianta Carlos José Pimenta.

O doce de café com leite já pode ser considerado um produto, mas ainda não está no mercado. O último passo para que esteja pronto para as vendas é definir sua vida de prateleira, ou seja, o prazo de validade. O processo não é simples, pois é preciso investigar quanto tempo suas características físicas e químicas permanecem estáveis. Este será o projeto de doutorado de Larissa Ferreira. Enquanto a pesquisadora não conclui a investigação, os apreciadores de doces e de café com leite devem esperar mais um pouco para experimentar o novo sabor.

Ração

Em outra linha, a pesquisa da Ufla está relacionada à piscicultura. A partir do aproveitamento de diferentes tipos de resíduos, os pesquisadores pretendem reduzir custos para os pequenos produtores e diminuir o impacto ambiental. Um dos trabalhos utiliza a melancia. Na produção de frutas minimamente processadas, aquelas que encontramos nos supermercados descascadas, cortadas, embaladas e prontas para o consumo, retira-se somente a polpa e a casca vira resíduo. “Aproveitamos a casca da melancia para obter um tipo de ração”, explica Pimenta.

A partir dos resultados positivos, os pesquisadores investigaram mais dois tipos de resíduos para a alimentação de peixes: a casca do café e os resíduos da filetagem dos próprios peixes. “Utilizamos o mesmo processo para obter a ração a partir da casca do café. Conseguimos otimizá-lo a partir da experiência anterior com a melancia”, relata Carlos José Pimenta. A casca do café, quando reaproveitada, serve de adubo orgânico. Utilizá-la para alimentação de peixes é uma novidade. “Os resultados também foram positivos e similares aos da casca da melancia”, completa. A filetagem, por sua vez, propõe utilizar as sobras do peixe, antes descartadas, para alimentá-lo. Segundo Pimenta, é o projeto mais viável para pequenos produtores.

24/02/2010 Posted by | Ação Sustentável | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio Neves melhora infraestrutura do Parque Estadual do Rio Doce

Nos dias 25 e 26 de fevereiro, o Governo Aécio Neves entrega a comunidade uma séria de melhorias no Parque Estadual do Rio Doce, na região Sudoeste do Estado. São obras e reformas que consolidam a posição da Unidade de Conservação (UC) como uma das mais bem estruturadas do país. Nas obras que serão entregues foram investidos cerca de R$ 3,5 milhões.

A partir 2003, a infraestrutura do Parque Estadual do Rio Doce foi quase inteiramente reformada. Recursos provenientes de parcerias viabilizaram a recuperação e a construção de estruturas para a eficiente administração da unidade de conservação e preservação da biodiversidade. Neste período foram investidos no Rio Doce cerca de R$ 6 milhões em melhorias.

No dia 25 serão inauguradas pelo secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, a Unidade de Apoio a Pesquisa e Fiscalização do Revés de Belém e o Centro de Visitantes do Macuco. Somadas, as duas estruturas receberem aporte de R$ 660 mil.

No dia 26, às 11h, o Governador do Estado, Aécio Neves, e o vice-governador Antonio Anastasia, inauguram o Posto de fiscalização do Salão Dourado, o Centro de Visitantes, Centro de Treinamento, Centro de Pesquisa, Viveiro e Galpão de Sementes e o Deck da Casa de Tábuas e Prainha, com investimentos de aproximadamente R$ 2,7 milhões.

Os investimentos em unidades de conservação pelo governo estadual já se traduziu em resultados na gestão e na preservação da biodiversidade, que levaram o Governo de Minas a ser reconhecido em junho de 2009 como o estado brasileiro com o maior índice de implantação, investimento e planejamento de unidades de conservação. Esta é uma das conclusões do Diagnóstico da Situação Financeira de Sistema de Unidades de Conservação, iniciativa da The Nature Conservancy (TNC) em parceria com a Conservação Internacional (CI), SOS Mata Atlântica e Fundo Brasileiro para Biodiversidade.

Ao mesmo tempo, o Parque receberá ambientalistas de todo o país que estarão reunidos para o “Encontro sobre a biodiversidade mineira” que reunirá autoridades públicas, acadêmicas, empresários e representantes da Rede de Organizações Não Governamentais da Mata Atlântica (RMA). A Semad também lançará, no dia 26, material técnico e educativo que será utilizado na implantação do Programa Ambientação em unidades de conservação do Estado, a começar o Parque do Rio Doce. O trabalho busca sensibilizar os funcionários públicos para as práticas ambientalmente corretas visando reduzir o uso de recursos naturais e estimular a destinação adequada de resíduos. No mesmo dia, em solenidade com a presença do Governador do Estado, o Parque também receberá o certificado de inclusão da Unidade na Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional, a Lista Ramsar.

Na oportunidade, Minas Gerais aderirá ao Pacto pela Restauração da Mata Atlântica que tem o objetivo de restaurar 15 milhões de hectares até o ano de 2050 nos estados brasileiros onde o bioma ocorre. O pacto busca articular os projetos de instituições públicas e privadas, governos, empresas e proprietários para gerar resultados na conservação da biodiversidade. A iniciativa da The Nature Conservancy (TNC) já reúne 16 organizações de todo o país.

Primeira unidade de conservação estadual criada em Minas Gerais, o Parque Estadual do Rio Doce está situado na porção sudoeste do Estado, a 248 km de Belo Horizonte, na região do Vale do Aço, inserido nos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo.

O Parque, por abrigar a maior área de Mata Atlântica de Minas em seus 36.970 hectares, é considerado Reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O Parque Estadual do Rio Doce é um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica em Minas Gerais e um dos mais procurados pelos turistas. Em 2009, recebeu cerca de 18 mil visitantes.

As primeiras iniciativas para preservar a região aconteceram no início da década de 1930, pelo arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, conhecido como bispo das matas virgens. O bispo visitou a região para assistir às populações que locais que sofriam com um surto de febre amarela. Num esforço para desmistificar a mata como causadora da doença ele criou a Romaria que, ainda hoje, é realizada para celebrar o aniversário da unidade de conservação. Os esforços de Dom Helvécio tiveram sucesso em 14 de julho de 1944, quando foi assinado o Decreto Lei nº 1.119 que criou oficialmente o Parque, a primeira Unidade de Conservação Estadual.

Fauna e Flora

A Mata Atlântica abriga a maior biodiversidade por hectare entre as florestas tropicais. As variações climáticas e de relevo favorecem a diversificação de espécies no bioma. Somente no Parque Estadual do Rio Doce podem ser encontradas cerca de dez mil categorias, 134 famílias cerca de 1,1 mil espécies vegetais típicas. Esse número pode ser maior já que ainda são poucos os estudos realizados.

Já foram identificados no interior do Parque 325 espécies de aves e 77 de mamíferos. Na unidade é possível encontrar espécies ameaçadas de extinção como a onça-pintada, o macuco e o mono-carvoeiro, maior primata das Américas. Também habitam a unidade animais conhecidos da fauna brasileira, como a capivara, a anta, o macaco-prego, o sauá, a paca e a cotia.

Entre as espécies da avifauna podem ser observados o beija-flor-besourinho, o chauá, o jacu-açu, a saíra e a anumará, entre outras. Nas lagoas existentes no Parque podem ser encontradas 28 das 35 espécies de peixes típicas na bacia do Rio Doce, entre eles bagres, carás, cumbacas, e traíras.

24/02/2010 Posted by | Ação Sustentável | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio Neves inicia pesquisa que poderá reduzir danos ambientais em aterrros sanitários – uso de fosfogesso vai diminuir em até 50% volume de resíduos sólidos

A Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), órgão do Governo Aécio Neves, por meio da Gerência de Gestão de Resíduos Sólidos (Geres), inaugurou nesta sexta-feira (19), no aterro sanitário de Contagem, duas células de pesquisa para estudo do uso de fosfogesso em aterros sanitários. O projeto de pesquisa será realizado pela Feam por meio de uma bolsa incentivo da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Um convênio realizado entre a Feam e a Prefeitura de Contagem permitiu a construção, no aterro sanitário, de duas células de disposição de resíduos sólidos urbanos, bem como suas respectivas unidades de controle (sistemas de frenagem de percolado e gás, impermeabilização e recobertura final). A Feam fará a comparação dos dados obtidos nas duas células, uma com aplicação de camadas intermediárias de fosfogesso com os resíduos sólidos urbanos e a outra, controlada sem fosfogesso. “A expectativa é que tenhamos dados mais representativos após um ano, quando completaremos um ciclo hidrológico, entretanto, a avaliação será realizada durante todo o ano”, ressaltou o analista ambiental da Feam, Bruno de Mattos.

O sulfato de cálcio dihidratado, conhecido como fosfogesso, é resultante do processo produtivo de uma das etapas para a produção de fertilizantes. A principal forma de destinação desse resíduo, tanto no Brasil como no mundo, é a estocagem em pilhas. Entretanto estas pilhas, que hoje possuem milhões de toneladas estocadas, representam um grande passivo ambiental em Minas Gerais, estimado em cerca de 38 milhões, sendo a geração anual de cerca de três milhões de toneladas. Outro destino do resíduo é o uso do fosfogesso na agricultura, como corretivo de solo. “Este estudo pretende, além de verificar a eficácia e eficiência do uso do fosfogesso para aumento da vida útil de aterros sanitários, encontrar alternativas para o grande passivo ambiental existente em Minas Gerais”, afirmou a coordenadora do estudo, a gerente de Resíduos Sólidos da Feam, Eleonora Deschamps.

Os técnicos da Feam Bruno de Mattos e Eleonora Deschamps, em recente visita técnica ao Institute of Phosphate Reserarch (FIPR) nos Estados Unidos, debateram com técnicos do instituto americano o uso do fosfogesso para recobertura de aterro sanitário. De acordo com eles, a aceleração da decomposição da matéria orgânica com o uso desse resíduo se justifica pelo fato do fosfogesso conter sulfatos, que podem ser considerados fontes de alimento para as bactérias decompositoras.

O uso alternativo do fosfogesso foi testado em escala laboratorial pelo FIPR e os resultados demonstraram que houve uma redução de 30 a 50% no volume de resíduo sólido. “Essa iniciativa é inédita no Brasil. No mundo, o que conhecemos é a pesquisa realizada pela Universidade de Orlando em parceria com o Florida Institute of Phosphate Research (FIPR), em escola laboratorial, enquanto a nossa será feita em escala real”, afirma Bruno de Mattos. Após a avaliação dos resultados apresentados nas células experimentais, a Feam poderá propor o uso do fosfogesso nos aterros sanitários em todo o Estado de Minas Gerais.

20/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , | 1 Comentário

Parque Estadual Nova Baden é alternativa de visita dentro do Circuito das Águas, em Lambari, no Sul do Estado

O Parque Estadual Nova Baden é famoso por sua beleza singular e por sua localização privilegiada dentro do Circuito das Águas, na cidade de Lambari, no Sul do Estado. A unidade de conservação é um lugar ideal para se visitar com a família com trilhas de fácil acesso.

Entre as atividades, destacam-se as trilhas interpretativas, como a dos Troncos e a dos Palmitos, batizadas em referência a elementos de fácil identificação para os turistas durante as caminhadas. Um dos pontos mais visitados é a cachoeira Sete Quedas, também acessível por outras trilhas. A gerente do parque, Evânia Santana, observa que as atividades são acompanhadas por guias que orientam os visitantes e esclarecem dúvidas.

A gerente do parque ressalta que a unidade de conservação (UC) é um local tradicional de reunião de grupos religiosos, que encontram dentro do parque um ambiente de harmonia com a natureza e suas crenças. O Centro de Visitantes do Parque ocupa o casarão que era a sede da fazenda de Américo Werneck, construído no século XIX e que completou 120 anos em 2009.

A taxa de visitação do Parque é de R$ 2, contudo a entrada é gratuita pra crianças com idade inferior a 10 anos, cidadãos com idade superior a 60 anos e moradores do bairro Nova Baden na cidade de Lambari. A UC não conta com área para acampamento, e o valor para utilizar o estacionamento é de R$ 2 por veiculo.

O parque

Nova Baden possui uma área de 214,47 hectares, nos quais os recursos hídricos destacam-se. Várias nascentes existem no interior da mata, sendo a mais importante a cachoeira Sete Quedas.

A unidade de conservação abriga valiosos exemplares da fauna e a flora da Mata Atlântica. Entre as diversas espécies da flora estão o jequitibá, o cedro, a peroba, palmito, o jacarandá, o pinheiro brasileiro e o cedro. O clima úmido propicia a formação de um ecossistema rico em musgos, liquens, bromélias e orquídeas.

O parque é uma importante reserva de diversas espécies de anfíbios, mamíferos e aves. Dentre as espécies, destacam-se os primatas barbado, sauá, mico e macaco-prego, além da jaguatirica, quatis, tatu e tamanduá-mirim.

16/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Água, Meio Ambiente | , , , , , | Deixe um comentário

Parque Estadual do Itacolomi foi alternativa ao Carnaval de Ouro Preto

O Parque Estadual do Itacolomi oferece experiências diferenciadas aos foliões que passam o Carnaval em Ouro Preto. A unidade de conservação integra diversão e conscientização ambiental, demonstrando a importância de respeitar e conservar a natureza.

Além do contato com o verde, através das trilhas interpretativas, expedições e lagoa com tirolesa, os turistas podem conhecer outros aspectos do parque, como as atrações histórico-culturais como a Casa Bandeirista (com exposição dos Viajantes Naturalistas). O espaço, construído entre 1706 e 1708, é a antiga sede da fazenda São José do Manso e um ótimo exemplo de arquitetura colonial. É considerada por especialistas como o primeiro prédio público do Estado. Outras atrações são o Museu do Chá e Centro de Visitantes Interativo.

A infraestrutura da unidade de conservação conta com alojamentos, restaurante, playground, área de camping com capacidade para 30 barracas, estacionamento e quadra de areia. Além disso, o Parque disponibiliza sua infraestrutura em apoio à pesquisadores e visitantes. A taxa de entrada para visitantes é de R$ 6, e para campistas de R$ 15. A capacidade máxima do Parque é de 800 pessoas. O horário de funcionamento é de 8h às 17h.

O Itacolomi conta com uma área de cerca de 7,5 mil hectares onde predominam as quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, aparecem os campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas. O Pico do Itacolomi conta com 1.772 metros de altitude, os antigos viajantes da Estrada Real o chamavam de “Farol do bandeirantes”. A unidade de conservação abriga muitas nascentes, escondidas nas matas, que deságuam, em sua maioria, no rio Gualaxo do Sul, afluente do rio Doce. Os mais importantes são os córregos do Manso, dos Prazeres, Domingos e do Benedito, o rio Acima e o ribeirão Belchior.

Diversas espécies de animais ameaçados de extinção podem ser encontrados na unidade de conservação, como o lobo guará, a ave-pavó, a onça parda e o andorinhão de coleira. Também podem ser vistas espécies de macacos, micos, tatus, pacas, capivaras e gatos mouriscos. Levantamentos identificaram mais de 200 espécies de aves, como jacus, siriemas e beija-flores.

Mais informações: www.parquesdeminas.mg.gov.br

16/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio tem programa de redução de poluição do ETE Onça reconhecido pela ANA

A Estação de Tratamento de Esgoto Onça teve sua eficiência reconhecida pelo Programa de Despoluição de Bacias (Prodes). A ETE já recebeu R$ 4 milhões referente às duas parcelas correspondentes aos dois últimos trimestres de 2009, como pagamento pelos excelentes resultados obtidos em serviços de tratamento de esgoto. O programa, administrado pela Agência Nacional de Águas (ANA), consiste em um estímulo financeiro concedido aos prestadores de serviços de saneamento que investem na implantação e operação de estações de tratamento de esgotos.

O Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (Prodes) foi criado pela ANA em março de 2001, com a finalidade de incentivar a implantação de estações de tratamento de esgotos, reduzindo, assim, os níveis de poluição nas bacias hidrográficas do país. O Prodes, também conhecido como “programa de compra de esgoto tratado”, é uma iniciativa inovadora, pois não financia obras ou equipamentos e paga pelos resultados alcançados, ou seja, pelo esgoto efetivamente tratado.

O contrato de pagamento pelo esgoto tratado é firmado pelo governo federal, por intermédio da ANA, diretamente com o prestador do serviço de saneamento. A liberação dos recursos se dá a partir da conclusão da obra e início da operação da ETE, em parcelas vinculadas ao cumprimento de metas de abatimento de cargas poluidoras e demais compromissos contratuais. No caso da ETE Onça, o contrato prevê o pagamento de 12 parcelas trimestrais, totalizando cerca de R$ 24 milhões. Este é o maior valor já aprovado e liberado pela Agência Nacional das Águas por meio do Programa de Despoluição de Bacias.

Recentemente, foram iniciadas as atividades da segunda etapa, tratamento secundário, da ETE Onça. Ocupando 653 mil metros quadrados, sendo 240 mil m2 de edificações, a ETE Onça é a maior estação de tratamento da América Latina em área construída. A primeira etapa foi finalizada em 2006, com um custo de R$ 105 milhões. Com mais R$ 70 milhões, foi realizada a segunda etapa. A despoluição do Onça ajudará na recuperação do rio das Velhas, já que o ribeirão é um de seus principais afluentes. Desde 2003, a quantidade de esgoto tratado que chega ao Velhas subiu de 2% para 70%.

A ETE Betim Central, em fase final de obra e com capacidade instalada para tratar 500 litros de esgoto por segundo, encontra-se na fase de ratificação de metas pela ANA. Alguns ajustes propostos pela agência dependem de obras já em andamento. O início da certificação está previsto para ocorrer em 2012.

12/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , | Deixe um comentário

Eficiência energética: Governo Aécio Neves e Cemig vão instalar 15 mil aquecedores solares em conjuntos habitcionais

O mês de março próximo marcará o início da implementação do convênio entre  a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas) e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) para instalação, durante o ano de 2010, de aquecedores solares em até 15 mil unidades de conjuntos habitacionais construídos nas diversas regiões mineiras.

Reunião nesse sentido foi realizada nesta quinta-feira (11) entre a equipe da Diretoria de Desenvolvimento e Construção da Cohab Minas, tendo à frente o diretor José Antônio Cintra, e representantes da Cemig, com o objetivo de estabelecer a logística da operação, nivelar procedimentos entre as duas empresas e definir o roteiro das primeiras 44 cidades a serem beneficiadas.

Licitação realizada pela Cemig foi vencida pela empresa Aquecemax, que ficou responsável pela instalação de 14.600 sistemas. Mais 3.700 unidades estão previstas e poderão ser adquiridas e instaladas por meio de aditivos ao contrato atual. Ficou definido que Cohab Minas e Cemig acompanharão a implantação dos equipamentos. O convênio resulta da aplicação do Programa de Eficiência Energética da Cemig e  da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Benefícios
O projeto de instalação de aquecedores solares é voltado para conjuntos de casas populares construídas pela Cohab Minas com consumo médio de 150 kWh/mês. Serão instaladas também, por ano, 25 mil lâmpadas fluorescentes compactas de 25 Watts, de baixo consumo, cinco em cada casa.

Os equipamentos do sistema de aquecimento solar são doados pela Cemig e substituem principalmente os chuveiros elétricos. A capacidade é de 200 litros de água aquecida, suficientes para uso em cinco banhos diários. Nos dias mais frios, os sistemas podem funcionar com o auxílio de chuveiros elétricos de baixa potência.

Participaram da reunião, por parte da Cemig, o gestor do Programa de Eficiência Energética, Luiz Afonso Vaz, a responsável pela planificação do programa Viviane Pereira, e o gestor do projeto de aquecimento solar, Davidson Andreoni Rocha. Por parte da Cohab, além do diretor de Construção, participaram os gerentes de Projetos, Ivaci Cunha, e de Construção, Adenilson Dias, e a engenheira Maria Lúcia Teixeira Costa, que coordenará pela Cohab Minas a implantação dos aquecedores solares.

12/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , | Deixe um comentário