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Gestão Verde: Serra do Caparaó em Minas se destaca em variedade de samambaias

Governo de Minas: Serra do Caparaó detém a maior variedade de espécies de samambaias

Pesquisador identificou na região 292 plantas, inclusive exemplares raros. Estudo foi desenvolvido entre 2010 e 2011, afirma o Hoje em Dia

De acordo com o Hoje em Dia, o Parque Nacional do Caparaó, na divisa de Minas Gerais com o Espírito Santo, abriga a maior variedade de espécies de samambaias do Brasil. O pesquisador responsável pelo estudo catalogou 292 espécies – sendo que oito foram consideradas novas para a ciência, distribuídas em 22 famílias e 76 gêneros. Até então, a serra do Caraça, em Minas Gerais, detinha a maior variedade (234), diz a reportagem.

Leia abaixo a reportagem na íntegra.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/serra-do-caparao-detem-a-maior-variedade-de-especies-de-samambaias/

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Governo Anastasia cria Comissão de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher

Gestão Eficiente: Governo de Minas lança comissão para enfrentamento à violência contra mulheres

Minas Gerais ganha, a partir desta segunda-feira (5), um novo instrumento para combate à violência doméstica e familia

Divulgação/Seds
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Onze instituições assinaram a resolução conjunta que cria a comissão

Nesta segunda-feira (5), 11 instituições assinaram uma resolução conjunta que cria a Comissão Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. O grupo irá sistematizar discussões e proposição de medidas que previnam e reprimam a violência de gênero no Estado.

A comissão é formada pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), Polícia Militar, Polícia Civil, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Secretaria de Estado de Saúde (SES), Secretaria de Estado de Educação (SEE), Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Assembleia Legislativa. “A proposta é fazer aquilo que é mais simples, que é dialogar. Propomos a articulação de todos os órgãos para tentar reverter o cenário perverso que é o do machismo”, explica a coordenadora de Políticas para Mulheres da Sedese, Eliana Piola.

O secretário-adjunto de Defesa Social, Denilson Feitoza, ressaltou que a violência contra a mulher tem várias vertentes, não só física. “A violência está debaixo dos nossos olhos e a gente só é capaz de enfrentar quando reconhece o problema”, alerta.

Antes da própria regulamentação da comissão, as instituições já iniciaram debates que renderam resultados práticos. Um deles é a decisão de reservar parte das tornozeleiras eletrônicas adquiridas pelo Estado para monitoramento de agressores enquadrados pela Lei Maria da Penha. A utilização do equipamento será definida pela Justiça e deverá ser iniciada até o final de 2012. O secretário Denilson Feitoza explicou que nos casos mais graves é possível que a vítima também tenha um dispositivo que anuncie a aproximação indevida.

Também foi discutido pelo grupo, entre outros pontos, o encaminhamento de agressores a grupos reflexivos do programa Central de Acompanhamento de Penas e Medidas Alternativas (Ceapa) e a inserção de um campo específico de violência doméstica no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds).

Para a defensora pública geral, Andrea Abritta Garzon Tonet, é fundamental que o Estado atue em rede para combater a violência contra a mulher. “Se as instituições estão unidas é porque, em pleno século XXI, a mulher ainda é vítima de violência doméstica. Precisamos comemorar, mas precisamos refletir porque o preconceito ainda é muito grande contra a mulher, contra os gays, contra raças. Essa é uma caminhada conjunta, em que homens e mulheres têm que se unir”, disse.

Dados

Um grupo formado a partir da comissão e coordenado pela delegada Kelly de Fátima Fonseca realizou um estudo dos dados de violência doméstica e familiar contra a mulher na Região Metropolitana de Belo Horizonte no primeiro semestre de 2012. Os crimes utilizados no diagnóstico são aqueles previstos na Lei Maria da Penha: violências física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.

No primeiro semestre, houve, na Região Metropolitana, 3.329 casos de violência física contra mulheres, 3.364 casos de violência psicológica, 71 de violência sexual, 286 de violência patrimonial e 89 de violência moral. “A chance de uma mulher sofrer violência física no ambiente doméstico e familiar é muito superior à dos homens”, avalia o secretário Denilson Feitoza.

Em 34% dos casos de violência, o relacionamento entre a vítima e o agressor era de cônjuge e companheiro. Em 25% de ex-cônjuge e companheiro. Casos de violência entre irmãos foram responsáveis por 9% do total, enquanto aqueles entre filhos e enteados ficaram com 8%. Em 7% dos casos a violência foi cometida por namorados e em 6% por pais ou responsáveis legais. Por fim, outros parentescos e outros relacionamentos foram responsáveis por 8% e 3% dos casos, respectivamente.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-lanca-comissao-para-enfrentamento-a-violencia-contra-mulheres/

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Aécio 2014: presidente – PSDB fala em renovação com aval do senador

Aécio: presidente – 2014 – “ A partir de agora, estarei trabalhando pela renovação do PSDB”, disse o senador.

Aécio: presidente – 2014

Aécio: Facebook – visite a página: O endereço do perfil é http://www.facebook.com/AecioNevesOficial

 Aécio: presidente   2014 e a renovação do PSDB

Aécio: presidente 2014 – senador na caminha da vitória de Marcio Lacerda em Belo Horizonte

Fonte: Tereza Cruvinel – Correio Brazilense

Sotaque de candidato

”Dilma tem quase 80% de popularidade, mas perdeu em quatro das cinco capitais nas quais esteve fazendo campanha. Ela foi a São Paulo, Salvador, Manaus, Belo Horizonte e Campinas. Perdeu em todas, exceto em São Paulo, onde o cabo eleitoral decisivo não foi ela”, Aécio Neves, senador do PSDB-MG

“Eu farei o meu papel. A eternização do PT no poder não fará bem à democracia.” Qual o papel? O de candidato a presidente da República? O senador Aécio Neves tangencia a pergunta e a palavra candidato: “O papel que o partido me delegar. Mas, a partir de agora, estarei trabalhando pela renovação do PSDB, pela mudança de sua fisionomia, a atualização de seu discurso, o resgate de seu papel na democratização e na modernização do Brasil”, diz o senador, agora falando (quase) como presidenciável.

Entre abril e maio, diz Aécio, o PSDB fará um grande evento nacional, por ocasião de sua convenção, que elegerá a nova direção. “Vamos apresentar um projeto alternativo para o Brasil, revelando caras novas para sua implantação e apontando as deficiências do atual governo. Há espaço para o PSDB e vamos entrar em campo com muita disposição para conquistá-lo.” O discurso pró-renovação não parece comportar a proposta da eleição de José Serra para a presidência do partido. Mas ele mesmo evita o assunto, dizendo ter lamentado muito a derrota tucana em São Paulo, porque ele proporcionou ao PT uma parte do fôlego perdido com o mensalão.

Os efeitos das eleições municipais, diz Aécio, são importantes durante um período, mas logo se dissipam, porque outros fatores passam a pesar no tabuleiro nacional. ”Para nós, duas coisas foram importantes. Primeiro, o PDSB foi confirmado como contrapolo de poder no Brasil. Depois, conquistamos posições importantes no Norte e no Nordeste, de onde havíamos praticamente desaparecido. Mais que nossas vitórias ali, as derrotas do PT têm um significado importante. Elas indicam que o messianismo de Lula está se volatizando e que os benefícios dados à região, como o Bolsa Família, já estão eleitoralmente precificados.” Vale dizer, o retorno em forma de votos já foi colhido em eleições passadas.

Some-se a esses resultados, prossegue ele, o fato de que o PSDB, já dispondo de uma base estável, ainda que não majoritária, na Região Sul, continua sendo a maior força partidária no Sudeste. “Isso não pode ser subestimado numa disputa presidencial. O PT conquistou a prefeitura da capital paulista, mas o PSDB continua tendo os governos de Minas e de São Paulo. Nossa vitória em todo o estado de Minas foi muito expressiva. O Rio ainda é algo indefinido, com a prefeitura e o governo estadual nas mãos do PMDB.Vamos investir muito em nossa relação com o Rio, junto à população e aos setores que formam opinião, na cultura, nas artes e no mundo acadêmico”, diz Aécio.

Dilma será um páreo duro? “Ela tem quase 80% de popularidade, mas perdeu em quatro das cinco capitais nas quais esteve fazendo campanha. Ela foi a São Paulo, Salvador, Manaus, Belo Horizonte e Campinas. Perdeu em todas, exceto em São Paulo, onde o cabo eleitoral decisivo não foi ela.”

Nem é preciso perguntar sobre alianças, especialmente com o PSB de Eduardo Campos, hipótese que tem rendido tanta especulação. “Estamos numa situação confortável porque somos oposição. Nessa condição, não enfrentamos dilemas, como o de ficar ou sair do governo, buscar uma vice ou lançar candidato próprio. O PSB hoje é um partido da base governista. Devemos respeitar isso. Quem tem que se preocupar com a hipótese de o partido lançar candidato próprio é a presidente, é o governo. Agora, se em algum momento eles (o PSB) quiserem se juntar a nós para oferecermos um projeto alternativo ao Brasil, serão bem vindos.De alianças, vamos tratar no momento certo”, diz ainda Aécio. Ou seja, quando o candidato, que só pode ser ele, vier a ser lançado.

Aécio teve na segunda-feira uma conversa de cinco horas com o ex-presidente Fernando Henrique, que, segundo o senador, tem sido um forte inspirador da renovação partidária e deve ter papel mais ativo no processo, como presidente de honra do PSDB. Não disse, mas está implícito: FH será uma espécie de patrono de sua candidatura na arena paulista. Esse é o tom quase presidenciável adotado por Aécio depois das eleições.

Julgamento
Do ex-deputado José Genoino, aguardando a fixação de sua pena pelo STF: “Na democracia, condenações do STF devem ser cumpridas. Nunca dissemos o contrário. Mas isso não suprime o direito de questioná-la, de lutar até o fim pela demonstração de inocência. Para isso, existem os recursos e outros instrumentos jurídicos”. O PT reunirá a Executiva hoje, mas não abordará o assunto. Ficará nos louros da eleição municipal.

No comando
Não se sabe o que pensa Dilma, mas, no PSD e alhures, todo mundo acha que o ministro do partido será o próprio prefeito Gilberto Kassab. Há quem pense na senadora Kátia Abreu para a pasta da Agricultura, mas ela tem dito a amigos que prefere ser presidente. Se Kassab virar ministro, como vice-presidente ela assumirá o comando do partido.

Aécio: presidente – 2014 – Link da matéria: http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2012/11/01/interna_politica,60147/tereza-cruvinel.shtml

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PSDB 2014: FHC explica renovação do partido

PSDB: FHC explica renovação do partido para 2014. “O eleitor mostrou que não tem donos”, advertiu o ex-presidente.

PSDB: 2014

Aécio: Facebook – visite a página: O endereço do perfil é http://www.facebook.com/AecioNevesOficial

 PSDB: FHC explica renovação do partido

PSDB: FHC explica renovação do partido para 2014. “O eleitor mostrou que não tem donos”, advertiu o ex-presidente.

Fonte: Gabriel Manzano – O Estado de S.Paulo

PSDB precisa de discurso convincente, avalia FHC

Após defender renovação do partido, ex-presidente agora diz que ideias novas são mais importantes que troca de gerações na legenda

O PSDB precisa, daqui por diante, de “um discurso convincente, afim com os problemas atuais do País“. Mas esse novo discurso não significa que o partido deva necessariamente sair à cata de nomes novos. “Juventude, em si, não produz ideias novas”, adverte. “O mais importante são as ideias, não necessariamente novas mas renovadas para fazer frente às conjunturas”.É com essas palavras que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso define os horizontes do tucanato depois das eleições de domingo, em que o partido teve vitórias a festejar mas amargou uma derrota na batalha mais importante.

A entrevista do ex-presidente ao Estado se segue às declarações do candidato derrotado José Serra, segundo o qual falar em mudanças no PSDB seria um modo de se submeter à estratégia do PT. Antes dessa fala de Serra, FHC havia dito que o momento “é de mudança de gerações”, mas “isso não quer dizer que os antigos líderes vão desaparecer, eles têm de empurrar os novos para a frente”.

Nesta entrevista, FHC discorda de várias análises feitas sobre o futuro do partido. Uma delas é que o PSDB paga o preço por ser uma sigla muito “paulista”. Outra, detecta domínios regionais ou eleitorados cativos. “O eleitor mostrou que não tem donos”, advertiu o ex-presidente.

Há um nascente debate, dentro e fora do tucanato, sobre as perspectivas do PSDB depois das eleições de domingo. O que é prioritário no momento? Nomes novos ou um discurso novo?
Fernando Henrique CardosoO mais importante é um discurso convincente, afim com os problemas atuais do País e do povo e transmitido com linguagem simples e moderna. Claro que sempre é necessário abrir as portas da carreira política aos mais jovens. Mas juventude, em si, não produz ideias novas e o importante são ideias, não necessariamente novas, mas renovadas para fazer frente às conjunturas.

O PSDB paga o preço hoje por não ter reagido em outros tempos, quando o PT “roubou” sua mensagem?
Fernando Henrique CardosoSem dúvida o PSDB poderia ter sido mais enérgico na defesa do que fez e em desmascarar a apropriação indébita e a propaganda enganosa. Mas águas passadas não movem moinhos.

Uma das críticas ao partido, partida de tucanos não paulistas, é que o PSDB teria se concentrado demais em São Paulo. Foi um erro? Como sair dessa situação?
Fernando Henrique Cardoso – O partido nunca esteve concentrado apenas em São Paulo. Não se esqueça de que ele governa também Minas e o Paraná, além de Goiás, Alagoas, Tocantins e Roraima. E agora ganhou nas principais capitais do Norte, Belém e Manaus, e em algumas do Nordeste. A noção de que se trata de um partido “paulista” é irmã gêmea da outra, de que ele é um partido que defende “os ricos”. Estigmas plantados por adversários, que se repetem como se fossem verdades.

O que o eleitor ensinou aos políticos nestas eleições?
Fernando Henrique Cardoso – O eleitor mostrou que não tem “donos”. Votou contra Lula no Amazonas, no Recife, em Campinas, etc., assim como derrotou os tucanos em São Paulo. O eleitorado reage às mensagens e aos candidatos que lhe são propostos, dando pouca atenção aos padrinhos – e mesmo aos partidos. Naturalmente tanto estes como aqueles têm certo peso, mas convém não exagerar.

PSDB: 2014 – Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,psdb-precisa-de-discurso-convincente-avalia-fhc,954084,0.htm

05/11/2012 Posted by | 2014, Eleições 2012, Política | , , , , , , , | Comentários desativados em PSDB 2014: FHC explica renovação do partido