Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio presidente: PSDB-MG faz encontro e prefeitos confirmam apoio ao senador

Aécio presidente: Para o deputado e presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana, 9,9 entre 10 tucanos “olham para 2014 e veem o retrato de Aécio”.

Aécio presidente

 Aécio presidente: prefeitos mineiros reforçam apoio

Fonte: Estado de Minas

Mineiros engrossam o coro para candidatura de Aécio a presidente da República

Lançado na véspera por caciques tucanos como o nome do partido à Presidência, Aécio tem candidatura defendida pela cúpula da legenda no estado durante encontro de prefeitos eleitos

Um dia depois de ter o nome lançado pelos caciques tucanos em Brasília como candidato a presidente em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB) recebeu o apoio dos correligionários mineiros. Nessa terça-feira, em Belo Horizonte, durante encontro dos prefeitos e vice-prefeitos eleitos pelo PSDB em Minas Geraiscom os líderes do partido a tônica foi de defesa do nome do ex-governador, que não participou do evento.

Para o governador Antonio Anastasia (PSDB) existe há muito tempo a vontade dele e dos demais membros do partido de ver Aécio candidato a presidente. “Já havia esse movimento em 2010, e o próprio Aécio naquele momento achou por bem não indicar seu nome e apoiar José Serra. Agora, me parece que há uma grande inclinação consolidada a favor do senador. Mas dependerá da sua vontade, da sua disposição, que acho que existe, em ser o candidato do PSDB a presidente da República em 2014”, afirmou Anastasia.

O governador ministrou uma curta palestra aos prefeitos eleitos. Os tucanos conquistaram 143 prefeituras e compuseram chapa com 115 vice-prefeitos. Além dos prefeitos e vices, participaram do encontro representantes das bancadas estaduais e federais do PSDB. O deputado federal Carlos Masconi (PSDB) disse que a principal bandeira do partido é: “Lutar pela candidatura do nosso grande líder Aécio à Presidência”.

Outro representante tucano na Câmara, Domingos Sávio, subiu o tom: “É a hora do Aécio. É a hora de Minas mostrar o que fez de sério”. O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Dinis Pinheiro, também foi enfático ao falar o nome do senador. “Esperança de um novo tempo com um homem que dará dias melhores ao nosso povo. Esse homem se chama Aécio Neves”, afirmou Pinheiro.

Enquanto o nome de Aécio é dado como certo pelos tucanos mineiros em 2014, Anastasia prefere não falar de seu futuro, com a possibilidade de concorrer a uma vaga no Senado. “As eleições em Minas Gerais vão depender de composições para os cargos majoritários, incluindo as alianças para que senador Aécio seja o candidato a presidente”, entende o governador.O presidente estadual doPSDB, deputado federal Marcus Pestana, garante que a oposição terá candidato. “É da democracia a alternância de poder”, afirma. Para o deputado, 9,9 entre 10 tucanos “olham para 2014 e veem o retrato de Aécio”. O que é preciso administrar é o tempo do lançamento da candidatura.

Pestana cita frases do avô de Aécio, o ex-presidente Tancredo Neves. “É preciso deixar a onda bater várias vezes antes de apurar o que tem na espuma”, destaca o deputado. Outra expressão usada por Tancredo e repetida por Pestana é: “Candidato não pode ficar muito tempo exposto no sereno”.

PRÓXIMOS PASSOS Apesar de pregar cautela, Pestana disse que o PSDB já precisa pensar em organizar a ação de comunicação, com a contratação de um marqueteiro e de um instituto de pesquisa para traçar os passos de Aécio Neves no caminho dacandidatura à Presidência. Outra ideia defendida por Pestana e que foi lançada pelo ex-governador do Ceará, Tasso Jeiressati, é de que Aécio se torne presidente nacional do partido, substituindo o deputado federal pernambucano Sérgio Guerra, que deixa a legenda em maio do próximo ano.

Para Pestana, a possibilidade do Aécio se tornar presidente da legenda está colocada e será observada no tempo certo, ou seja, até abril, pouco antes da convenção partidária que definirá o novo presidente da legenda. Um dos objetivos dos partidários dessa tese é destacar Aécio na propaganda televisiva a que o PSDB tem direito. No primeiro semestre o partido terá direito a 40 inserções de 30 segundos e mais um programa de 10 minutos.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defende no partido uma discussão para definir qual será a visão de futuro para o país. Outra estratégia da bancada mineira para fortalecer o projeto da candidatura de Aécio foi abrir mão da liderança da bancada na Câmara dos Deputados. “A liderança da bancada caberia a Minas Gerais e os deputados Domingos Sávio e Paulo Abi-Ackel abriram mão. Provavelmente, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) será o futuro líder”, antecipa Pestana sobre a votação que ocorrerá na semana que vem.

RECLAMAÇÕES Os prefeitos reclamaram muito da distribuição de recursos da União. A principal queixa é em relação ao veto da presidente Dilma Rousseff, que limitou a distribuição dos royalties do petróleo e tirou a oportunidade de os municípios mineiros arrecadarem até R$ 500 milhões a mais por ano. O prefeito de Lambari, Sérgio Teixeira (PSDB), reclama que a cidade no Sul de Minas tem uma carência grande na saúde e precisa construir uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) orçada em R$ 1,2 milhão.

Em Itamarandiba o prefeito eleito, Erildo Gomes (PSDB), já contava com o dinheiro para reformar o mercado municipal e pavimentar algumas ruas. A cidade no Vale do Jequitinhonha é considerada a capital brasileira do eucalipto.

Aécio: presidente: Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/12/05/interna_politica,334495/mineiros-engrossam-o-coro-para-candidatura-de-aecio-a-presidente-da-republica.shtml

05/12/2012 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , , | Comentários desativados em Aécio presidente: PSDB-MG faz encontro e prefeitos confirmam apoio ao senador

Aécio presidente: PSDB-MG faz encontro e prefeitos confirmam apoio ao senador

Aécio presidente: Para o deputado e presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana, 9,9 entre 10 tucanos “olham para 2014 e veem o retrato de Aécio”.

Aécio presidente

 Aécio presidente: prefeitos mineiros reforçam apoio

Fonte: Estado de Minas

Mineiros engrossam o coro para candidatura de Aécio a presidente da República

Lançado na véspera por caciques tucanos como o nome do partido à Presidência, Aécio tem candidatura defendida pela cúpula da legenda no estado durante encontro de prefeitos eleitos

Um dia depois de ter o nome lançado pelos caciques tucanos em Brasília como candidato a presidente em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB) recebeu o apoio dos correligionários mineiros. Nessa terça-feira, em Belo Horizonte, durante encontro dos prefeitos e vice-prefeitos eleitos pelo PSDB em Minas Geraiscom os líderes do partido a tônica foi de defesa do nome do ex-governador, que não participou do evento.

Para o governador Antonio Anastasia (PSDB) existe há muito tempo a vontade dele e dos demais membros do partido de ver Aécio candidato a presidente. “Já havia esse movimento em 2010, e o próprio Aécio naquele momento achou por bem não indicar seu nome e apoiar José Serra. Agora, me parece que há uma grande inclinação consolidada a favor do senador. Mas dependerá da sua vontade, da sua disposição, que acho que existe, em ser o candidato do PSDB a presidente da República em 2014”, afirmou Anastasia.

O governador ministrou uma curta palestra aos prefeitos eleitos. Os tucanos conquistaram 143 prefeituras e compuseram chapa com 115 vice-prefeitos. Além dos prefeitos e vices, participaram do encontro representantes das bancadas estaduais e federais do PSDB. O deputado federal Carlos Masconi (PSDB) disse que a principal bandeira do partido é: “Lutar pela candidatura do nosso grande líder Aécio à Presidência”.

Outro representante tucano na Câmara, Domingos Sávio, subiu o tom: “É a hora do Aécio. É a hora de Minas mostrar o que fez de sério”. O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Dinis Pinheiro, também foi enfático ao falar o nome do senador. “Esperança de um novo tempo com um homem que dará dias melhores ao nosso povo. Esse homem se chama Aécio Neves”, afirmou Pinheiro.

Enquanto o nome de Aécio é dado como certo pelos tucanos mineiros em 2014, Anastasia prefere não falar de seu futuro, com a possibilidade de concorrer a uma vaga no Senado. “As eleições em Minas Gerais vão depender de composições para os cargos majoritários, incluindo as alianças para que senador Aécio seja o candidato a presidente”, entende o governador.O presidente estadual doPSDB, deputado federal Marcus Pestana, garante que a oposição terá candidato. “É da democracia a alternância de poder”, afirma. Para o deputado, 9,9 entre 10 tucanos “olham para 2014 e veem o retrato de Aécio”. O que é preciso administrar é o tempo do lançamento da candidatura.

Pestana cita frases do avô de Aécio, o ex-presidente Tancredo Neves. “É preciso deixar a onda bater várias vezes antes de apurar o que tem na espuma”, destaca o deputado. Outra expressão usada por Tancredo e repetida por Pestana é: “Candidato não pode ficar muito tempo exposto no sereno”.

PRÓXIMOS PASSOS Apesar de pregar cautela, Pestana disse que o PSDB já precisa pensar em organizar a ação de comunicação, com a contratação de um marqueteiro e de um instituto de pesquisa para traçar os passos de Aécio Neves no caminho dacandidatura à Presidência. Outra ideia defendida por Pestana e que foi lançada pelo ex-governador do Ceará, Tasso Jeiressati, é de que Aécio se torne presidente nacional do partido, substituindo o deputado federal pernambucano Sérgio Guerra, que deixa a legenda em maio do próximo ano.

Para Pestana, a possibilidade do Aécio se tornar presidente da legenda está colocada e será observada no tempo certo, ou seja, até abril, pouco antes da convenção partidária que definirá o novo presidente da legenda. Um dos objetivos dos partidários dessa tese é destacar Aécio na propaganda televisiva a que o PSDB tem direito. No primeiro semestre o partido terá direito a 40 inserções de 30 segundos e mais um programa de 10 minutos.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defende no partido uma discussão para definir qual será a visão de futuro para o país. Outra estratégia da bancada mineira para fortalecer o projeto da candidatura de Aécio foi abrir mão da liderança da bancada na Câmara dos Deputados. “A liderança da bancada caberia a Minas Gerais e os deputados Domingos Sávio e Paulo Abi-Ackel abriram mão. Provavelmente, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) será o futuro líder”, antecipa Pestana sobre a votação que ocorrerá na semana que vem.

RECLAMAÇÕES Os prefeitos reclamaram muito da distribuição de recursos da União. A principal queixa é em relação ao veto da presidente Dilma Rousseff, que limitou a distribuição dos royalties do petróleo e tirou a oportunidade de os municípios mineiros arrecadarem até R$ 500 milhões a mais por ano. O prefeito de Lambari, Sérgio Teixeira (PSDB), reclama que a cidade no Sul de Minas tem uma carência grande na saúde e precisa construir uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) orçada em R$ 1,2 milhão.

Em Itamarandiba o prefeito eleito, Erildo Gomes (PSDB), já contava com o dinheiro para reformar o mercado municipal e pavimentar algumas ruas. A cidade no Vale do Jequitinhonha é considerada a capital brasileira do eucalipto.

Aécio: presidente: Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/12/05/interna_politica,334495/mineiros-engrossam-o-coro-para-candidatura-de-aecio-a-presidente-da-republica.shtml

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Marcus Pestana diz que governo do PT estimula divisão do país

Marcus Pestana: presidente do PSDB de MG alerta que intransigência do Governo do PT pode “vir a significar mais inseguranças e novos apagões no futuro”.

Marcus Pestana: MP 579

Por Redatores da Turma do Chapéu em 5 de dezembro de 2012

O governo do PT anuncia reduções da tarifa de energia e manda a conta para as concessionárias pagarem, e culpa a oposição quando não aceitam. O deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG, comenta que o PT estimula “de forma irresponsável, a falsa divisão do país em dois: de um lado, os que desejariam baixar a conta de luz e, de outro, os que estariam defendendo os interesses das empresas”. Pestana lembra que Aécio Neves contribuiu para a redução das tarifas de energia, insentando de ICMS na conta de luz cerca de metade das famílias mineiras em seu governo.

A energia dos brasileiros

Marcus Pestana

Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG

Marcus Pestana

Estado de Minas, 05/12/2012

A sociedade brasileira assiste ao importante debate sobre os riscos para o país decorrentes da forma autoritária com que o governo do PT vem impondo mudanças que afetam fortemente o setor energético brasileiro. É verdadeiramente justa e necessária a redução do custo da energia pago pelo consumidor e pelo nosso setor produtivo.

Mas, como já disse o PSDB, a Presidência da República, em vez de estimular o debate em torno de tema de tamanha importância para o país, em vez de convocar o Congresso a participar dessa discussão, em vez de ouvir as ponderações feitas por especialistas, age de forma autoritária e confunde discordância com desafio. Tenta inibir o debate legítimo enviando recados ao Congresso de que não aceitará mudanças na MP 579, como se o Parlamento fosse um anexo do Palácio do Planalto.

Mais que isso: o governo federal e o PT estimulam, de forma irresponsável, a falsa divisão do país em dois: de um lado, os que desejariam baixar a conta de luz e, de outro, os que estariam defendendo os interesses das empresas. Nada mais falso. Se divisão há, mais justo talvez fosse reparti-la entre os que defendem um governo e os que defendem o país.

A cada dia, novas vozes alertam para os equívocos da MP, que podem vir a significar mais inseguranças e novos apagões no futuro. Recentemente, até mesmo o presidente da Eletrobras no governo Lula, Luiz Pinguelli Rosa, afirmou que as medidas propostas pelo governo federal são equivocadas, não vão baixar a conta, além de gerar demissões e comprometer investimentos. Em poucos dias, testemunhamos, perplexos, o valor de um dos maiores patrimônios do país, construído por gerações de brasileiros, a Eletrobras, ser reduzido de forma dramática à metade.

O PT se apresenta, agora, como se baixar a conta de luz fosse uma antiga preocupação do partido. Nunca foi. Basta ver que, de forma contraditória, há menos de dois anos, a última iniciativa do então presidente Lula foi prorrogar por 25 anos a RGR, um dos mais de 10 tributos federais cobrados na conta de luz e um dos únicos que a presidente Dilma propõe rever, o que demonstra a ausência de planejamento do governo federal numa área tão vital ao desenvolvimento nacional.

Nas administrações estaduais, governos do PSDB são mais comprometidos com essa bandeira e tendem a dar isenções de ICMS – único imposto cobrado pelos estados – a famílias de baixo consumo, em níveis superiores aos concedidos por governantes do PT. São Paulo e Minas Gerais isentam da cobrança de ICMS as famílias que consomem até 90KW. Em Minas, significa que cerca da metade das famílias não paga imposto estadual na conta de luz. Nas faixas de consumo mais elevado, o ICMS cobrado é de 25% e 30%, respectivamente.

Enquanto isso, Rio Grande do Sul, governado pelo PT, não oferece isenção alguma às famílias de baixa renda. Lá, consumidores começam pagando 12% de ICMS, que se transformam em 25% nas faixas de consumo mais elevado. Era o que acontecia na Bahia, até recentemente. Os consumidores começavam pagando 25% e passavam a pagar 27%. Só agora o governo do estado começou a isentar consumidores apenas na faixa até 50kW/hora. Em outras palavras, esses dois estados governados pelo PT cobram alíquotas de ICMS semelhantes aos do PSDB sem, no entanto, oferecer a mesma contrapartida social à população.

Se o governo federal seguisse o exemplo dos governadores do PSDB e isentasse de encargos federais a conta de luz de famílias até determinadas faixas de consumo, milhões de brasileiros já poderiam ter uma diminuição imediata nos valores pagos de até 20%.

O próprio setor produtivo, que poderia ser inicialmente favorecido com a diminuição do custo de produção, poderá ser, num momento seguinte, ainda mais prejudicado, com a alta provocada por uma possível escassez de oferta. Diminuir o valor da conta de luz dos brasileiros é um desafio que merece receber o apoio unânime e solidário de todos. Portanto, melhor teria agido o governo se houvesse, de forma mais transparente e democrática, convocado o país a esse debate, em vez de definir, de forma unilateral, caminhos e prazos.

05/12/2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | Comentários desativados em Marcus Pestana diz que governo do PT estimula divisão do país