Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio 2014: senador vai percorrer Norte e Nordeste

Aécio 2014: “Ele vai para Tocantins, Alagoas e Pará. No fim do mês deve ser no Paraná”, declarou presidente do PSDB-MG.

Aécio Neves 2014: Norte e Nordeste

Fonte: Hoje em Dia

Senador Aécio Neves começa ofensiva no Norte e Nordeste

Com vistas às eleições de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB) fechou uma agenda política no Norte e Nordeste do país, regiões onde o governo da Presidente Dilma Rousseff (PT) possui os maiores índices de aprovação. O objetivo das viagens, que serão realizadas nos próximos dias, é a busca do consenso pela indicação de Neves à presidência nacional do PSDB.

Ocupar a cadeira de dirigente nacional é estratégia central para aumentar a visibilidade e a presença do senador mineiro em todas as regiões do país. Ele quer capitalizar seu poder eleitoral para o pleito do ano que vem, quando vai concorrer com a presidente Dilma.

Na última terça-feira (2), o senador se reuniu com deputados de São Paulo, estado considerado prioritário, tanto por já ter sido foco de oposição aos projetos do senador, quanto por ser o maior colégio eleitoral do país.

“Ele vai para Tocantins, Alagoas e Pará. No fim do mês deve ser no Paraná (Sul)”, declarou o presidente do PSDB de Minas Geraisdeputado federal Marcus Pestana.

Senado

Além de assegurar a pré-candidatura de Aécio ao Planalto, o PSDB de Minas decidiu começar a trabalhar a imagem do partido para disputar também uma vaga no Senado e se manter no Palácio Tiradentes.

Um grupo suprapartidário está sendo criado para começar a convocar os partidos aliados para a campanha.

Além disso, os aliados têm como prioridade “reforçar” a imagem do governador Antonio Anastasia (PSDB) pelo estado, que tem seu nome ventilado para o Senado. O grupo deve ainda correr o estado para divulgar os projetos tucanos.

“Vamos desencadear um plano de trabalho para o fortalecimento da figura do Anastasia. Precisamos disseminar suas conquistas”, disse Pestana. Questionado sobre a possibilidade de convidar o PMDB para fazer parte desse grupo, o dirigente afirmou que vê com bons olhos um apoio nesse sentido.

“Desse grupo, estamos falando dos partidos que já estão conosco desde 2002. Mas vamos continuar conversando com o PMDB. Existem lideranças que gostariam de compor conosco, mas isso agora ficou mais complicado com o Ministério da Agricultura que foi para Antonio Andrade”. Pestana será reconduzido à Presidência do PSDB.

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03/04/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , | Deixe um comentário

Marcus Pestana: Envelhecimento e qualidade de vida, artigo

Artigo: Marcus Pestana reflete sobre necessidade de se pensar política pública que possa melhorar atendimento das pessoas da terceira idade.

Gestão Pública e a terceira idade

Fonte: O Tempo

Envelhecimento da população e políticas públicas

MARCUS PESTANA
Deputado federal (PSDB-MG)

Uma das características mais importantes da vida contemporânea é a mudança demográfica. Vivemos no mundo e no Brasil, de forma acelerada, um processo de envelhecimento da população. A queda da taxa de fecundidade e o aumento da expectativa de vida correspondem a mudanças culturais típicas da sociedade moderna, aos avanços tecnológicos, sobretudo na área da atenção à saúde, e à significativa melhoria na qualidade de vida das pessoas.

Num curto espaço de tempo, teremos um novo ambiente, novas demandas e necessidades diversas. E não só mudanças objetivas na organização da sociedade e nas ações governamentais se farão necessárias, como também profundas transformações culturais e comportamentais terão obrigatoriamente que ocorrer. A cultura oriental sempre teve uma atitude de maior respeito e valorização dos idosos, encarados como fonte de sabedoria e experiência. Nas sociedades ocidentais, de ritmo frenético imposto pelas necessidades do desenvolvimento capitalista urbano-industrial e, agora, do mundo pós-moderno da internet e dos mercados globais, onde o “time is money” ganha versão online, a sensibilidade é baixa para o problema do envelhecimento da população.

No Brasil, definitivamente não estamos preparados para o enfrentamento dessa complexa questão. É preciso, em primeiro lugar, a tomada de consciência, para que, em seguida, tenha lugar o debate e a reflexão e, principalmente, a ação transformadora que preparará o terreno para esse novo mundo.

A arte é mais eficiente do que mil palavras e discursos para sensibilizar as pessoas. Sugiro que todos assistam a três bons filmes sobre o tema. A produção inglesa “O Exótico Hotel Marigold” trata com humor refinado a ida de aposentados, fartos da enfadonha vida que levavam, para a Índia, em busca de novos desafios, prazeres e vivências. A produção franco-alemã “E se vivêssemos todos juntos” mostra a decisão de cinco grandes amigos de juventude de morarem juntos para encararem o avanço da idade e das doenças, a solidão e o risco da segregação social. Por último, o excepcional “Amor“, no qual um casal de músicos vive uma dilacerante história de dedicação e companheirismo, entre quatro paredes, após o derrame que torna a mulher prisioneira de sua cama. Vale a pena assistir e pensar no assunto.

No Brasil, em 1950, os jovens eram 42% da população, em 2050, serão 18%. Em compensação, os idosos eram 2,4% e saltarão para 19%. A partir de 2063, o Brasil atingirá o estado estacionário em termos de crescimento populacional. A nova realidade trará imensos impactos na organização dos sistemas educacional, sanitário e previdenciário, na estruturação do mercado de trabalho e da assistência social. Governos e comunidade precisam se preparar desde já.

Ao ver Bibi Ferreira, do alto de seus 90 anos, brilhar e exalar magia no palco do Palácio das Artes, vi que é possível garantir qualidade de vida à nossa população idosa.

03/04/2013 Posted by | artigo | , , | Deixe um comentário

Aécio Neves critica as mentiras do PT

Aécio: “Falsear a realidade com slogans e frases de efeito não o tornará mais fácil.”, comentou o senador.

Aécio Neves: artigo

Fonte: Folha de S.Paulo

Realidade

PT anunciou a realização de seminários para “construir uma narrativa própria” sobre os seus dez anos à frente do governo federal. É uma excelente oportunidade para um acerto de contas com a verdade.

Estou entre aqueles que acreditam que a política deve ser exercida com generosidade, reconhecendo, inclusive, as conquistas dos “adversaries”. É uma pena que o pragmatismo muitas vezes acabe por prevalecer e a história passe a ser contada com os recursos da mistificação, quando não da fraude factual.

Ao longo de sua trajetória, os petistas buscaram se apropriar da bandeira da ética. Com o advento do mensalão, que explicitou o enorme abismo existente entre o discurso e a prática do PT, sob a regência do marketing, voltam agora a reivindicar o monopólio sobre as ações no campo social, até como tentativa de esmaecer suas graves e irremediáveis contradições.

É nesse contexto que devem ser compreendidos os excessos representados pela milionária campanha publicitária, para informar ao país que a miséria acabou, e pela declaração da presidente Dilma de que o PT não herdou nada, iniciativas que geraram constrangimentos até entre membros do governo e do partido.

Há, no entanto, cada vez menos espaço para esse tipo de manipulação. É o que mostra, por exemplo, estudo de grande reputação internacional feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Trata-se do relatório 2013 sobre a evolução do IDH.

Na página 74, ele informa: “Quando começou a transformação do Brasil num Estado orientado para o desenvolvimento (cerca de 1994), já o governo havia implementado reformas macroeconômicas para controlar a hiperinflação através do Plano Real“. Sobre educação, na página 82, é ressaltada a importância da criação do Fundeb, em 1996.

O começo do Bolsa Família aparece de maneira inequívoca na página 87: “O Brasil reduziu a desigualdade introduzindo um programa para a redução da pobreza. O seu programa de transferência condicionada de rendimentos, Bolsa Escola, lançado em 2001, (…) em 2003 foi alargado ao programa Bolsa Família por via da fusão de vários outros programas num único sistema”.

O relatório nos permite concluir que foram grandes virtudes dos governos petistas a manutenção e a expansão de iniciativas legadas pelo PSDB.

Os programas sociais brasileiros precisam continuar. Mas, em respeito aos beneficiados, precisam avançar para além da gestão diária da pobreza. Isso significa agregar à importante dimensão da proteção social a da verdadeira emancipação dos cidadãos atendidos.

O Brasil tem ainda um longo e duro caminho a percorrer. Falsear a realidade com slogans e frases de efeito não o tornará mais fácil.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.

03/04/2013 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

PT e as mentiras, artigo Aécio Neves

Aécio: “Falsear a realidade com slogans e frases de efeito não o tornará mais fácil.”, comentou o senador.

Aécio Neves: artigo

Fonte: Folha de S.Paulo

Realidade

PT anunciou a realização de seminários para “construir uma narrativa própria” sobre os seus dez anos à frente do governo federal. É uma excelente oportunidade para um acerto de contas com a verdade.

Estou entre aqueles que acreditam que a política deve ser exercida com generosidade, reconhecendo, inclusive, as conquistas dos “adversaries”. É uma pena que o pragmatismo muitas vezes acabe por prevalecer e a história passe a ser contada com os recursos da mistificação, quando não da fraude factual.

Ao longo de sua trajetória, os petistas buscaram se apropriar da bandeira da ética. Com o advento do mensalão, que explicitou o enorme abismo existente entre o discurso e a prática do PT, sob a regência do marketing, voltam agora a reivindicar o monopólio sobre as ações no campo social, até como tentativa de esmaecer suas graves e irremediáveis contradições.

É nesse contexto que devem ser compreendidos os excessos representados pela milionária campanha publicitária, para informar ao país que a miséria acabou, e pela declaração da presidente Dilma de que o PT não herdou nada, iniciativas que geraram constrangimentos até entre membros do governo e do partido.

Há, no entanto, cada vez menos espaço para esse tipo de manipulação. É o que mostra, por exemplo, estudo de grande reputação internacional feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Trata-se do relatório 2013 sobre a evolução do IDH.

Na página 74, ele informa: “Quando começou a transformação do Brasil num Estado orientado para o desenvolvimento (cerca de 1994), já o governo havia implementado reformas macroeconômicas para controlar a hiperinflação através do Plano Real“. Sobre educação, na página 82, é ressaltada a importância da criação do Fundeb, em 1996.

O começo do Bolsa Família aparece de maneira inequívoca na página 87: “O Brasil reduziu a desigualdade introduzindo um programa para a redução da pobreza. O seu programa de transferência condicionada de rendimentos, Bolsa Escola, lançado em 2001, (…) em 2003 foi alargado ao programa Bolsa Família por via da fusão de vários outros programas num único sistema”.

O relatório nos permite concluir que foram grandes virtudes dos governos petistas a manutenção e a expansão de iniciativas legadas pelo PSDB.

Os programas sociais brasileiros precisam continuar. Mas, em respeito aos beneficiados, precisam avançar para além da gestão diária da pobreza. Isso significa agregar à importante dimensão da proteção social a da verdadeira emancipação dos cidadãos atendidos.

O Brasil tem ainda um longo e duro caminho a percorrer. Falsear a realidade com slogans e frases de efeito não o tornará mais fácil.

 AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.

03/04/2013 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário