Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Minas alcança 9,3% do PIB do Brasil

Minas: Comparando a participação relativa dos estados no PIB brasileiro entre 1995 a 2011, MG é o estado que teve maior evolução, ao lado do Mato Grosso.

Fonte: Agência Minas

Minas Gerais registra maior aumento na participação no PIB nacional entre 1995 e 2011

Com R$ 386,2 bilhões em 2011, economia do estado alcança 9,3% do PIB do Brasil; valor mantém o estado com a terceira maior participação na economia brasileira

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou nesta sexta-feira (22) as Contas Regionais do Brasil 2011, com os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) anual do país e de seus estados. Comparando a participação relativa dos estados no PIB brasileiro na série histórica de 1995 a 2011, Minas Gerais é o estado que teve maior evolução, ao lado do Mato Grosso, com variação de 0,7 pontos percentuais. No período, a participação da economia de Minas no PIB nacional cresceu de 8,6% para 9,3%.

De acordo com o estudo, o PIB de Minas Gerais passou de R$ 351,4 bilhões em 2010 para R$ 386,2 bilhões em 2011, em valores correntes, com variação positiva nominal de 9,9%. O valor mantém o estado com a terceira maior participação na economia brasileira, que também apresentou incremento de 9,9%, passando dos R$ 3,770 bilhões em 2010 para R$ 4,143 bilhões em 2011.

Em 2011, o PIB per capita de Minas Gerais manteve sua trajetória de crescimento, alcançando R$ 19,5 mil, também em valores correntes, enquanto o PIB per capita do país foi calculado em R$ 21,5 mil. Com estes resultados, o valor do PIB per capita de Minas corresponde a 90% do valor referente ao conjunto do país.

A evolução dos preços dos subsetores da indústria de extração mineral e da agropecuária em 2011 contribuiu para a manutenção da participação do PIB do estado na economia brasileira. O setor de produção e distribuição de energia, água e saneamento, que tipicamente concentra indústrias de utilidade pública que operam com preços controlados, também contribuiu decisivamente para este cenário.

Contexto

O bom desempenho econômico registrado em 2010, tanto para Minas, quanto para o Brasil, foi diretamente atingido pela deterioração do cenário econômico na União Europeia e pela acentuada desaceleração do ritmo de crescimento da economia dos Estados Unidos. Neste cenário, a economia nacional perdeu dinamismo na demanda de exportações e o Banco Central brasileiro foi obrigado a proceder uma rápida elevação da taxa de juros.

Mesmo assim, o movimento dos preços das commodities determinou forte apreciação do produto agregado no subsetor da indústria de extração mineral, cujo deflator evoluiu com variação positiva de 45,5% em 2011. Em menor medida, a mesma situação foi verificada na variação do deflator do setor agropecuário. Nos dois subsetores, a evolução dos preços foi importante para explicar o aumento da participação de Minas no valor adicionado bruto da economia brasileira, de 3,0% em 2010 para 4,1% em 2011 e de 5,3% para 5,5%, respectivamente.

Contas regionais

Em razão de mudanças metodológicas em curso no âmbito do Sistema de Contas Regionais do Brasil, coordenado pelo IBGE em parceria com os institutos estaduais de estatística – no caso de Minas Gerais, a Fundação João Pinheiro – as taxas de crescimento anual dos estados e de setores da economia não foram divulgadas.

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22/11/2013 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Aécio articula com PMDB da Bahia

2014: o senador Aécio Neves e o ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato ao governo da Bahia, podem selar aliança.

2014: alianças partidárias

Fonte: Correio Braziliense

Aécio e o PMDB

Um jantar entre o presidente do PSDBsenador Aécio Neves, e o ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato ao governo da Bahia, praticamente selou a aliança do tucano com os peemedebistas baianos. O próximo alvo de Aécio como pré-candidato a presidente da República é o senador Eunício Oliveira, do PMDB do Ceará, que tende a concorrer ao governo estadual e ainda não se acertou com os petistas no estado.

A aliança entre PSDB e PMDB na Bahia tem um sabor de vingança. Em 2010, Geddel deixou o governo Lula crente que o ex-presidente e Dilma seriam neutros na disputa ao governo do estado. A então candidata desfilava com Jaques Wagner durante o dia e se encontrava com Geddel em rápidas reuniões fechadas. Repetir essa desfeita nem pensar.

Temores
Os promotores do Distrito Federal fizeram chegar à Vara de Execução Penal (VEP) um alerta sobre o risco de rebelião na Papuda por causa da vista grossa feita à romaria de visitantes aos condenados no processo do mensalão. Os presos comuns estão revoltados e, se continuar nesse ritmo de tratamento diferenciado, os problemas serão difíceis de contornar. Agora, com a saída de José Genoino para prisão domiciliar, a expectativa é a de que as coisas se acalmem.

“Perdemos a condição de dialogar, nem produtores, nem índios nos escutam mais. O poder moderador ruiu e a culpa é do governo”
Do senador Delcídio Amaral (PT-MS), referindo-se aos conflitos entre índios e produtores rurais

Diferenças
Integrantes da bancada do PR passaram no gabinete do réu e deputado Valdemar Costa Neto para lhe prestar solidariedade. Trataram-no como “meu líder”, “comandante”. Mas apenas nas internas. Em público, ninguém aparece defendendo o ex-presidente do PR. Um dos poucos que não compareceu ao gabinete de Valdemar foi Anthony Garotinho, do Rio: “Eu não era do PR nessa época”.

Candidatura calculada
A turma do PSol que defendeu a candidatura de Randolfe Rodrigues à Presidência da República tem outro objetivo, além de tentar conquistar os jovens: deixar Chico Alencar livre para ser candidato à reeleição no Rio de Janeiro. O partido calcula que, com Chico e Jean Wyllys, o partido não só reelege os dois como traz mais um de carona.

A bomba do Senado/ Funcionários da TV Senado tiveram que sair das salas do subsolo do anexo II, onde fica o auditório Petrônio Portela. Tudo porque a bomba do sistema de esgoto deu pane e os detritos ficaram concentrados ali, exalando um cheiro insuportável. Sabe como é. Ao longo dos anos, o Senado construiu tantos puxadinhos que a rede de esgoto seguiu no mesmo caminho. Não é a primeira vez que a pane acontece.

Senha/ Você que acompanha as sessões da Câmara dos Deputados fique atento: Quando Henrique Eduardo Alves ou o vice, André Vargas, conduzem os trabalhos em plenário, é sinal de que votações virão. Em outros casos, a chance é remota. No meio dos políticos, já tem quem diga que Henrique segue a escola de Antonio Carlos Magalhães que, certa vez, declarou, “reunião que eu não estou, não vale”.

Espirituoso/ Plenário do Congresso cheio, o senador Pedro Taques se aproxima da rodinha, onde conversavam os deputados José Reguffe, Luiz Pitiman e o senador Rodrigo Rollemberg. “Ei, vocês viram a pesquisa do Ibope que acaba de sair com os números para governador do Distrito Federal?” O trio arregalou os olhos e Taques saiu de fininho, dando risadas.

Acredite se quiser/ Alguém se aproxima de José Sarney e pergunta e sobre o pacto da estabilidade entre os partidos. “Pergunte aos líderes. Eu sou baixo clero!”

22/11/2013 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário