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Aécio busca proximidade com PMDB no Rio

Pré-candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves elogiou as UPPs, principal vitrine do governo do Estado desde 2007.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Aécio elogia UPPs em busca de apoio do PMDB do Rio

Pré-candidato do PSDB disse que, se eleito, levará programa a outros Estados

Em campanha pelo apoio do PMDB do Rio, o pré-candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, elogiou nesta quinta (22) as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), principal vitrine do governo do Estado desde 2007.

Ele prometeu, se eleito, oferecer mais apoio federal ao programa e levar para outros Estados o seu modelo de policiamento em favelas.

“No nosso governo vai haver, sim, apoio e solidariedade. Estratégia para consolidarmos as UPPs em sua segunda fase, que é levar também a essas comunidades o desenvolvimento social“, disse na zona norte do Rio.

As UPPs foram criadas na gestão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que renunciou em abril para concorrer ao Senado. Seu vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), assumiu o governo e tentará a reeleição em outubro.

Os peemedebistas prometem manter a aliança com Dilma Rousseff (PT), mas o presidente estadual do partido, Jorge Picciani, já declarou apoio a Aécio e lançou a chapa “Aezão“, combinando votos em Aécio e Pezão.

O tucano cortejou os peemedebistas durante festa de aniversário de dois políticos do subúrbio do Rio: a vereadora Rosa Fernandes e o deputado estadual Pedro Fernandes, ambos do SDD.

Aécio teve uma passagem relâmpago pela festa: em 25 minutos felicitou os aniversariantes, posou para mais de 30 fotos e subiu ao palco da casa de shows na zona norte.

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23/05/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Intenções de voto: Aécio cresce 7% entre mais pobres, aponta Ibope

Pré-candidato do PSDB, Aécio teve melhor performance dele entre os eleitores mais pobres — com renda entre um e dois salários mínimos.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Dilma sobe entre os mais ricos, e Aécio melhora junto aos pobres

Para especialistas, nova classe média teme riscos; tucano atrai desiludidos

A reação da presidente Dilma Rousseff registrada pela pesquisa Ibope foi alavancada principalmente pelas intenções de voto de um eleitorado que está longe de ser o tradicional do PT. Foi no grupo dos eleitores mais ricos — o que na metologia usada pelo Ibope inclui majoritariamente a classe média brasileira — que Dilma teve seu maior crescimento no último mês. Em sentido oposto seguiu o pré-candidato do PSDBAécio Neves. A melhor performance dele, em comparação ao levantamento de abril, deu-se junto aos eleitores que estão entre os mais pobres — aqueles com renda entre um e dois salários mínimos. Eduardo Campos (PSB) registrou o mesmo ritmo de crescimento nos dois grupos.

Leia também:

Ibope: Aécio é o que mais cresce em pesquisa

O aumento de intenções de voto de Dilma entre os mais ricos e de Aécio entre os mais pobres já havia aparecido na sondagem do Datafolha no início do mês. A pesquisa Ibope vem confirmar essa tendência que, para especialistas ouvidos pelo GLOBO, é curiosa e precisa ser acompanhada de perto nos próximos levantamentos para ter suas causas entendidas.

Segundo o IbopeDilma cresceu 12 pontos percentuais entre os eleitores com renda acima de cinco salários mínimos, passando de 26% em abril para 38% em maio. Com a escalada, ela superou Aécio. No mês passado, os dois estavam empatados nesse segmento. O tucano oscilou um ponto para baixo e tem hoje a simpatia de 25% dos eleitores.

O maior crescimento de Aécio, de sete pontos, aconteceu entre os entrevistados mais pobres, historicamente ligados ao PT. Ele saltou de 10% das intenções de voto para 17%.

Algumas hipóteses foram levantadas para o fenômeno. Para a professora de Ciência Política da Universidade Federal de São Carlos (UfscarMaria do Socorro Sousa Braga, a melhora de Dilma entre os que ganham mais pode ter relação com a nova classe média.

— Esse é o conjunto do eleitorado mais preocupado com a ameaça de retrocesso. Esse é o eleitor mais suscetível ao discurso do medo que o PT levou a TV nos últimos dias — afirmou.

Programa de TV funcionou

Para o professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em marketing político Paulo José Cunha, o avanço de Dilma pode ser explicado também pelo perfil conservador desse eleitorado.

— É um eleitor que até quer mudanças, mas não quer correr riscos.

Já o crescimento de Aécio entre os mais pobres, para Cunha, indica que o tucano “estaria conseguindo conquistar, com o discurso sobre corrupção, os decepcionados com o governo, embora beneficiários de programas sociais”.

Apesar dessas movimentações, Dilma continua tendo no eleitorado mais pobre seu maior capital eleitoral, com apoio de mais de 40% dos entrevistados, enquanto Aécio tem maior adesão entre os mais ricos.

Cientista Político, Rubens Figueiredo atribuiu o crescimento geral de Dilma na pesquisa ao programa exibido pelo PT na semana passada.

— Não fosse a propaganda do PT, que foi impactante, Dilma teria dificuldades para se recuperar.

23/05/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio comenta crescimento nas pesquisas de intenções de voto

Aécio diz que sentimento de mudança começa a chegar em toda as classes. Segundo o senador, o eleitor quer que Brasil viva novo momento.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do presidente do PSDB, senador Aécio Neves

Assuntos: pesquisa Ibope; manifestações da copa, alianças no Rio

Sobre crescimento em faixas diferenciadas de renda na pesquisa Ibope

A minha percepção é que esse sentimento de mudança que existe hoje no Brasil é crescente, e ele começa a chegar a todas as classes sociais, a todas as regiões do país. Não é algo apenas de um segmento da sociedade brasileira. A razão do nosso crescimento, e o que é mais importante, é um crescimento que se cristaliza em todas as classes sociais, é a demonstração de que o sentimento de mudança é crescente. E esse é o dado mais relevante.

Mais do que o grande aumento de intenção de votos em torno do nosso nome, é esse sentimento consolidado de que o Brasil precisa viver um novo momento. E isso não é na parcela de cima da pirâmide, como alguns gostam de dizer, ele permeia já todas as camadas da sociedade. E esse é o fator, a meu ver, mais relevante e que as próximas pesquisas devem confirmar.

Estou muito feliz, acho que é uma demonstração de que a nossa proposta, a nossa exposição tem, de alguma forma, inspirado setores da sociedade. Vamos continuar trabalhando.

Sobre mudanças e segundo turno apontado na pesquisa Ibope

As mudanças profundas, aquelas que esperamos, vão vir no momento do debate, no momento do confronto de ideias, no momento que mostrarmos um governo que fracassou na condução da economia, fracassou na gestão do Estado, fracassou na condução das políticas sociais. Essas são as marcas, a meu ver, mais claras desse governo. A pesquisa é muito positiva para o conjunto das oposições, aponta de forma sólida para a realização de um segundo turno e espero poder estar lá.

Greves e manifestações preocupam, tendem a ser agravar até a Copa?

É uma preocupação de todos nós. Sempre disse que as manifestações reivindicatóriasmanifestações de segmentos da sociedade, devem ser respeitadas. Inclusive, nossas forças de segurança devem estar preparadas para isso. As manifestações, desde que como expressão de vontade pacífica da sociedade, são absolutamente legítimas e temos que aprender a conviver com isso na democracia. O que temos que diferenciar, e aí, que em defesa da própria sociedade, agir, é quando começa a haver crimes a partir dessas manifestações. Depredação de patrimônio, atentados contra a vida e até mesmo dificuldade no ir e vir das pessoas, que deve ser também garantido.

O esforço das autoridades é, de um lado, garantir e respeitar manifestações pacíficas, mas, também, por outro lado, impedir que elas se transformem em atentados, em movimentos violentos, porque a maior vítima da violência nas manifestações são os próximos manifestantes, que têm causas legítimas e justas a defender. Essas são principais vítimas.

Sobre a possibilidade de paralisação de categorias na Copa

Vamos aguardar o que vai acontecer. O que vejo é que inúmeras demandas que foram apresentadas em junho do ano passado, nenhuma delas foi atendida pelo governo. Seja na melhoria da qualidade do transporte, seja na melhoria da saúde, seja na inibição da corrupção, ao contrário, estamos vendo aí na Petrobras e tantos outros causando indignação à sociedade brasileira. O governo respondeu muito pouco. Mas espero que as manifestações que eventualmente venham a ocorrer ocorram dentro da ordem, ocorram de forma pacífica. Essas têm de ser respeitadas e os governantes, não apenas a presidente da República, todos eles, em todos os níveis, têm de conviver com elas.

Sobre alianças no Rio de Janeiro

Acho que a política é uma arte de administrar o tempo. As coisas estão caminhando naturalmente. As manifestações que tenho recebido espontâneas de apoio no Rio, políticas, de partidos como aqui do Solidariedade, do Pedro Fernandes, partidos como o próprio PMDB, partidos que estão hoje na base de sustentação do governo, como o PSD, o PP do senador Dornelles, isso me estimula muito.

Devemos ter, inclusive, no início de junho, um grande momento, um grande movimento de junção dessas forças que nos apoiam, independentemente da candidatura a governador. Isso me dá uma base muito sólida no Rio. E minha identidade com o Rio, até a minha familiaridade com os problemas do Rio, isso tudo vai facilitar no momento em que tivermos espaço para defendermos aquilo que acreditamos.

Plano de Governo: UPPs

Defendemos o fortalecimento das parcerias, por exemplo, com as UPPs, que acho que foi um grande ganho para a comunidade carioca, e gostaria de coisas parecidas em outras partes do Brasil. Talvez seja a primeira vez que esteja falando sobre isso, mas vamos falar de forma muito clara que no nosso governo vai haver, sim, apoio, solidariedade e estratégia para consolidarmos as UPPs na sua segunda etapa, que é levar também a essa comunidades desenvolvimento social. Levar, a essas comunidades, serviços públicos de qualidade. Essa é a segunda etapa que vai consolidar as UPPs. E quero poder, no futuro, ser um parceiro, qualquer que seja o governador do Rio, qualquer que seja o governador de outras metrópoles que tenham populações nessas regiões, para que esse modelo possa ser ampliado e consolidado. A segunda etapa, a meu ver, é essa. Serviços públicos de boa qualidade e avanços sociais como educaçãosaúde.

O governo federal poderia ser um parceiro nas UPPS?

Acho que pode ser um parceiro ainda mais vigoroso na consolidação das UPPs, que é um avanço inquestionável.

23/05/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário