Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio: senador recebe apoio de quatro partidos nanicos

PMN, PT do B, PTC e PTN formalizaram a adesão à Aécio, mas, juntas, não somam nem um minuto a mais na propaganda política do senador.

Eleições 2014

Fonte: Folha de São Paulo

Leia também:

Aezão: Aécio tem apoio de 60 prefeitos do PMDB no RJ

Aécio ganha apoio de quatro siglas nanicas

Partidos que anunciaram apoio ao tucano devem agregar 30 segundos a seu tempo na TV

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu nesta quarta-feira (4) o apoio de quatro partidos nanicos, o que lhe permitirá ampliar um pouco seu tempo no horário eleitoral no rádio e na TV.

PMNPT do BPTC e PTN formalizaram a adesão ao tucano, mas, juntas, as quatro siglas não somam nem um minuto a mais na propaganda política do senador.

Pela divisão preliminar do tempo de rádio e TV – que só será concluída após as convenções partidárias que definem as alianças de cada cada candidato– Aécio deve ter cerca de quatro minutos contra mais de dez somados pela presidente Dilma RousseffOs quatro partidos que aderiram à campanha de Aécio reúnem cerca de 30 segundos a mais para o tucano.

Aécio admite que Dilma vai monopolizar o horário eleitoral, mas disse que a diferença não será suficiente para beneficiar a petista: “A presidente ficará com o tempo de TV, nós ficaremos com o trabalho, o esforço de homens públicos que não querem que o Brasil continue sendo governado da forma que está sendo nos últimos anos”.

O tempo de TV é definido pela Justiça com base no tamanho das bancadas da Câmara eleitas na disputa anterior. O PT tem o maior número de deputados, e por isso tem a maior fatia do horário eleitoral, seguido pelo PMDB.

A legislação assegura a todas as siglas um tempo mínimo de exposição. Dos quatro nanicos, o PT do B e o PMN têm três deputados cada um.

Aécio tem o apoio oficial do Solidariedade e do Democratas à sua candidatura. Há dissidências no PPPTB e PMDBaliados de Dilma, mas as duas siglas oficialmente apoiam a petista e devem formalizar as alianças nas convenções partidárias que têm início no dia 10 de junho.

PMN é o único que integra a base de apoio da presidente Dilma Rousseff no Congresso, mas deputados da sigla afirmam que a ida para a oposição representa o desejo de “mudança” no país.

Não acredito em apoio por apoio. Isso não pode se transformar em jogo de interesse pessoal. Precisamos é resgatar a dignidade da nossa população“, disse a presidente do PMNTelma Ribeiro.

Aécio nega que tenha negociado cargos ou benefícios às siglas. No ato que formalizou a adesão dos partidos à sua pré-candidatura, o tucano acusou Dilma de “distribuir espaço de poder a rodo” para ampliar seu tempo no horário eleitoral.

“A presidente levará alguns segundos de alguns desses partidos, mas não levará a alma, o coração e a consciência daqueles que mesmo nesses partidos sabem que o Brasil precisa viver um processo rápido de mudança.”

Anúncios

05/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio: PMDB-RJ vai oficializar movimento “Aezão”

Peemedebistas fluminenses vão oficializar o movimento “Aezão”, que defende apoio à candidatura a presidente de Aécio Neves (PSDB-MG).

Dobradinha no Rio será com Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição.

Fonte: O Globo

Sessenta prefeitos do PMDB fluminenses confirmam presença em encontro do movimento‘Aezão’

Grupo peemedebista defende o apoio do candidato tucano no palanque de Pezão

Peemedebistas fluminenses vão oficializar nesta quinta-feira, durante um almoço, o movimento “Aezão”, que defende o apoio à candidatura a presidente do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e sua presença no palanque do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição. Com o lançamento, o grupo de dissidentes sepulta de vez o apoio no estado à reeleição da presidente Dilma Rousseff e enfraquece a aliança nacional entre o PMDB e o PT.

Os organizadores do evento querem mostrar força e contabilizavam até a tarde desta quarta-feira a confirmação da presença de pelo menos 700 convidados, entre lideranças políticas de nove partidos, deputados federais e estaduais, um senador, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Todos os 92 municípios estarão representados.

O lançamento do “Aezão” fez com que representantes da Executiva Nacional do PMDB acionassem o ex-governador Sérgio Cabral; o prefeito do Rio, Eduardo Paes; e o presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Melo, para que pressionassem os dissidentes a não comparecer ao almoço. No entanto, de acordo com interlocutores dos três caciques, pouco foi feito esta semana para tentar barrar a presença dos descontentes com o PT.

Durante o evento, em uma churrascaria na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, líderes do PSD-RJ vão propor a Aécio Neves que integre formalmente a aliança com o PMDB, o que facilitaria a confecção de material de propaganda em conjunto sem a ameça de problemas com a Justiça Eleitoral. Os tucanos, que ainda discutem uma aliança com o candidato do DEM ao Palácio Guanabara, o ex-prefeito e vereador Cesar Maia, devem bater o martelo sobre a proposta em até dez dias.

— É fundamental para Aécio que tenha o PSDB formalmente na aliança de Pezão. Sem os tucanos, o movimento perde vitalidade política e, principalmente, jurídica, dificultando a produção de material — afirma o líder do governo na Alerj, André Corrêa (PSD), um dos organizadores do evento, junto com o presidente estadual do PMDBJorge Picciani; o prefeito de Queimados, município da Baixada Fluminense, Max Lemos (PMDB); e o deputado Domingos Brazão (PMDB).

Pelos menos 60 dos 92 prefeitos fluminenses confirmaram presença no almoço em apoio a Aécio. Em outros municípios, como Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e São Gonçalo, na Região Metropolitana, os dissidentes serão representados por deputados e vereadores. São Gonçalo é o segundo maior colégio eleitoral do estado, e Nova Iguaçu, o quarto. Somente a comitiva da cidade da Baixada vai reunir um deputado e 29 vereadores.

— Será uma demonstração de força e uma prova de que Aécio vai caminhar para uma vitória no estado. Os descontentes com o governo de Dilma no Estado do Rio são muitos — diz o deputado federal Otavio Leite (PSDB), que embarcará nesta quinta-feira, às 10h30min, em Brasília junto com Aécio com destino ao Rio.

As traições aos acordos nacionais também reúnem o PP e o PSD, da base aliada de Dilma, que abraçaram o movimento “Aezão”. Entre os convidados, está o senador Francisco Dornelles, aliado histórico do grupo de Cabral, e o presidente do PSD no estado, Indio da Costa, vice na chapa derrotada ao Planalto do tucano José Serra, em 2012.

As alianças inusitadas no Rio, terceiro maior colégio eleitoral do país, e o descontentamento no estado de parlamentares de partidos aliados de Dilma fizeram com que presidenciáveis reservassem espaço em suas agendas para o estado. Até então, o Rio servia de moeda de troca do PT em negociações nacionais com o PMDBAécio é o terceiro candidato ao Planalto a desembarcar no estado esta semana. Eduardo Campos (PSB) e a presidente Dilma cumpriram agenda no Rio nos últimos dias.

Após o lançamento do “Aezão” — nome que alude à união Aécio e Pezão —, líderes tucanos mineiros e paulistas vão compor uma frente de deputados que buscará o apoio de prefeitos de cidades fluminenses que ficam na divisa do Estado do Rio com Minas e São Paulo, e sofrem influência de ambos os estados. A ideia é colocar a máquina eleitoral dos parlamentares atuando nessas regiões em busca de votos para Aécio e Pezão.

05/06/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário