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Eleições 2014: Aécio diz que nome de vice será revelado dia 30

Ao lado de ex-atletas mineiros, Aécio Neves creditou parte dos méritos da Copa à responsabilidade dos Estados e não do Governo Federal

Copa do Mundo

Fonte: Hoje em Dia

Depois do início bem-sucedido da Copa do Mundo, que tem sido elogiada pela imprensa internacional, o candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (PSDB), creditou parte dos méritos do evento ao esforço dos estados, não do governo federal.

“Dentro de campo nós sempre achamos que a Copa ia funcionar muito bem, até porque os estádios estão prontos e são de responsabilidade dos estados, como nós sabemos”, disse nessa terça-feira (17), ao conceder entrevista à imprensa, pouco antes de assistir ao jogo entre Brasil e México, na casa de amigos, no bairro Belvedere, região centro-sul deBelo Horizonte.

Vice

Segundo Aécio Neves, o nome do candidato a vice-presidente em sua chapa só será revelado no dia 30 deste mês, quando se esgota o prazo para homologação das candidaturas. “Felizmente, nós temos nomes muito qualificados, inclusive apontados pela própria imprensa, sucessivamente. O problema do PSDB não é ausência é o excesso de nomes qualificados”.

Pelo menos 3 nomes são especulados, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (PSD-SP), o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Ataques

Aécio Neves disse que não vai cair na “armadilha do falso confronto” com líderes do PT, em especial o ex-presidente Lula, que tem endurecido as críticas à oposição, dizendo que ela “destila ódio” contra o projeto petista e que no governo do PSDB foi instituída a “promiscuidade” entre o Executivo e o Congresso, com a “compra de votos” para aprovar a reeleição em 1996. “Não vamos cair nessa armadilha desse falso confronto. O que nós temos é a responsabilidade, como partido de oposição, de apresentar ao Brasil uma proposta alternativa a essa que ai está. Os brasileiros estão sentindo que o Brasil não pode continuar avançando tão lentamente. Há hoje uma paralisia generalizada, uma desconfiança enorme em relação ao Brasil, que diminuiu os investimentos e fez com que tenhamos o terceiro pior ciclo de crescimento da história republicana”, afirmou.

Descontraído e otimista com os rumos de sua campanha e da partida que estava para acontecer, Aécio falou na sala da casa, que reunia vários ex-jogadores de futebol, como Nelinho, Piazza, Vantuir Galdino, Cleber, João Leite, Batista, Paulo Cruz, Heleno e Procópio, além de Giovane Gávio e Henrique, do vôlei, e do ator Eri Jonhson.

O senador disse que o momento é de confraternização: “acho que hoje somos todos brasileiros, torcendo para a gente ganhar na bola, ganhar em campo. Depois, vamos trabalhar para que o Brasil ganhe também fora de campo”, completou, referindo-se à eleição.

Aliados querem usar ligação com o Rio

Para alavancar a campanha de Aécio Neves no Rio de Janeiro, aliados planejam associar ao tucano a imagem de ‘carioca’, já que ele foi criado e tem casa na capital fluminense. Questionado se a tática pode gerar certo constrangimento em Minas Gerais, já que o senador exalta tanto sua mineiridade, Aécio disse que deixa esta decisão para os conterrâneos. “Eu deixo os mineiros resolverem. Quando eu deixei o governo, as pesquisas mais importantes diziam que 92% deles confiavam na nossa administração”, concluiu.

Ajuda polêmica 

A visita da presidente Dilma a uma das cidades mais afetadas pelas enchentes no Paraná, em União da Vitória, teve um ingrediente político. O governo do Paraná, comandado pelo tucano Beto Richa, se queixou de que a ajuda federal tardou após as chuvas que mataram 11 e desalojaram quase 40 mil no Estado. Richa é candidato à reeleição e tem como principal rival a petista Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil de Dilma.

A presidente disse ter liberado cerca de R$ 3,9 milhões em recursos e donativos para a assistência às chuvas no Paraná. O governo estadual afirma que, por questões burocráticas, só chegou cerca de R$ 1 milhão.

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18/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Copa 2014: Aécio assiste jogo da seleção ao lado de ex-jogadores do Cruzeiro e Atlético

Aécio criticou modelo econômico adotado no governo Dilma durante entrevista concedida antes do início do jogo da seleção brasileira.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Presidenciáveis assistem ao jogo da seleção ao lado de ex-craques brasileiros

Aécio Neves posa ao lado de ex-jogadores do Cruzeiro e Atlético em Minas; e Campos vê a partida com Romário no Rio

O senador e presidenciável do PSDB Aécio Neves criticou o modelo econômico adotado no governo da presidente Dilma Rousseff, durante entrevista concedida antes do início do jogo da seleção brasileira nesta terça-feira, ao lado de amigos e aliados, na capital mineira. Para Aécio, o atual governo teve um dos piores desenvolvimentos econômicos da república.

— Os brasileiros estão sentindo que o Brasil não pode continuar avançando tão lentamente. Há, hoje, uma paralisia generalizada, uma desconfiança enorme em relação ao Brasil, que diminuiu os investimentos e fez com que estejamos vivendo o pior ciclo de crescimento, o terceiro pior ciclo de crescimento desde a história republicana. Desde a proclamação da República, a atual presidente da República vai levar o Brasil a crescer apenas mais do que o período Floriano Peixoto, no final do século XIX, e do Fernando Collor, no final do século passado. Isso é muito pouco para um país como o Brasil — disse durante entrevista.

Aécio acompanhou em Belo Horizonte o empate da seleção brasileira. O tucano assistiu o jogo em um mansão na Zona Sul da cidade. O evento, com pagode e feijoada, foi programado por um grupo de apoiadores do presidenciável. Ex-craques do Cruzeiro e Atlético, como Luisinho, Nelinho, Natal, Evaldo, Dirceu Lopes, além do medalhista olímpicoGiovanni prestigiaram o evento.

Aécio manteve mistério em relação ao vice. Segundo ele, o nome só será divulgado no fim do mês:

— Defini que o dia 30 desse mês, em uma reunião da Executiva Nacional, estou dizendo pela primeira vez, agora, em uma reunião da Executiva Nacional, às 10 horas da manhã, haverá a definição do vice. Felizmente temos nomes muito qualificados que são, inclusive, apontados por vocês da imprensa sucessivamente. O problema do PSDB não é ausência, é o excesso de nomes qualificados. Vamos aguardar a definição das outras alianças para que no dia 30 possamos indicar aquele que maior contribuição possa dar a uma caminhada que se inicia da forma adequada, discutindo o Brasil, discutindo propostas — ressaltou o tucano, ressaltando que o partido e aliados possuem nomes qualificados para ocupar o posto:

— Temos alternativas muito qualificadas dentro do PSDB, e também algumas outras de partidos aliados. Vamos aguardar um pouco. Não há porque não usarmos o tempo. Essa é uma lição antiga que se aprende aqui em Minas Gerais. Política é, essencialmente, a administração do tempo. Você não deve precipitar que não precisam ser antecipadas e tampouco pode se deixar engolir pelo tempo. Não farei isso. Dia 30/06 é o momento da definição. Existem pelo menos três nomes altamente qualificados com disposição de caminhar conosco, e é exatamente essa qualificação que me fez adiar essa decisão para daqui a, no máximo, duas semanas.

No Rio, Campos acompanhou o Jogo na casa de Romário 

presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE) chegou ao Rio na tarde desta terça-feira e assistiu ao jogo do Brasil na casa de Romário (PSB-RJ), pré-candidato ao Senado pelo seu partido. Campos chegou ao condomínio, na praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, acompanhado da mulher, Renata, e de três dos seus cinco filhos, entre eles o caçula Miguel, portador de Síndrome de Down. Os candidatos aproveitaram a ocasião para que Miguel conhecesse Ivy, uma das filhas de Romário, também portadora da doença.

Em clima informal — o baixinho estava de bermuda e sem sapatos, e o ex-governador com uma blusa da seleção brasileira e calça jeans —, eles acompanharam a partida e depois jantaram no apartamento de Romário. A sobremesa foi presente de Renata, um bolo de rolo, doce típico de Pernambuco.

18/06/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio: discurso de ódio petista é armadilha

Aécio Neves rodeado de ex-jogadores de futebol disse que nem o sucesso da Copa é mérito da Dilma, segundo ele o mérito são dos estados.

Aécio comentou estar preocupado com o cenário do país no “day after” do campeonato.

Fonte: Estado de Minas

Aécio rejeita radicalização e diz que vice será anunciado dia 30

Tucano chama de “armadilha” discurso petista que considera oposição ‘impatriótica’, credita sucesso da Copa às obras nos campos feitas pelos estados. O candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, condenou nessa terça-feira o que chamou de “radicalização prematura” da disputa eleitoral, mas voltou a criticar o governo da sua adversária nas urnas, a presidente Dilma Rousseff (PT). Em casa de amigos em um bairro nobre de Belo Horizonte, onde assistiu à partida entre Brasil e México rodeado de ex-jogadores de futebol, o tucano disse que nem mesmo o sucesso da Copa é mérito da petista. Aécio afirmou torcer pelo Brasil, mas se diz preocupado com o cenário do país no “day after” do campeonato.

Questionado sobre os elogios à Copa no Brasil feitos no exterior, Aécio, que fez várias críticas durante a preparação do país para o Mundial, disse que sempre esperou isso, mas não rendeu o mérito à presidente Dilma. “Dentro de campo, sempre achamos que a Copa ia funcionar muito bem, até porque os estádios estão prontos e todos eles são de responsabilidade dos estados. O que sempre alertamos é para a incapacidade do governo de avançar nas obras de mobilidade, a grande maioria delas no meio do caminho”, avaliou.

Segundo o senador, é uma “armadilha” dividir o país entre os apoiadores do governo, que seriam os patriotas, e os opositores, que seriam os impatriotas ou pessimistas. Aécio se refere a constantes falas de Dilma, que reclama dos críticos do seu governo, chamando-os de pessimistas de plantão. “Somos todos brasileiros, mas vamos continuar apontando os equívocos do governo porque no dia seguinte da Copa do Mundo vamos continuar crescendo 1% ao ano, com a inflação recrudescida trazendo tormento à vida dos brasileiros e com várias das obras mais importantes de infraestrutura paralisadas”, afirmou. E completou: “Vamos debater os temas de interesse dos brasileiros. Essa radicalização imatura das disputas eleitorais não faz bem para o Brasil nem para os brasileiros”.

Questionado sobre a possibilidade de perder votos em Minas por causa da estratégia de alguns de seus aliados de reforçar sua imagem como morador da capital do Rio de Janeiro para ganhar a simpatia dos eleitores cariocas, Aécio disse que deixa isso para os mineiros resolverem. “Quando deixei o governo, as pesquisas diziam que 92% confiavam na nossa administração. O que eu gostaria é exatamente que isso ocorresse, que o sentimento dos mineiros que me conhecem efetivamente pudesse transbordar por todo o país”, afirmou.

Chapa

Aécio anunciou que o nome de seu vice na chapa será decidido em 30 de junho em uma reunião da executiva nacional do PSDB. Segundo ele, o “problema” do PSDB é o excesso de nomes qualificados. “Existem pelo menos três nomes altamente qualificados com disposição de caminhar conosco, e é exatamente o excesso de qualificação que me fez adiar essa decisão”, afirmou. Na lista de cotados estão o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (PSD), o ex-senador tucano pelo Ceará Tasso Jereissati e o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Também já se falou em duas mulheres: a senadora Marina Serrando, do PSDB do Mato Grosso do Sul, e a senadora Ana Amélia Lemos (PP), que acabou optando por concorrer ao governo do Rio Grande do Sul.

Com uma camisa retrô do Brasil, Aécio viu o jogo ao lado de vários ex-jogadores cruzeirenses e atleticanos, como Luizinho, Piazza, Vantuir Galdino, Procópio Cardoso e João Leite. Também se reuniram com os antigos craques de futebol o ex-jogador de vôlei Giovane Gáveo e Henrique, que segue jogando no Minas, além de celebridades, como o ator Eri Johnson. Antes da partida, o palpite de Aécio era uma vitória do Brasil por três a zero. A casa que reuniu a torcida era de um casal de amigos, que contratou um buffet para recepcionar o presidenciável.

18/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: Aécio comenta declarações de ódio de Lula

 Aécio Neves assistiu o jogo da seleção ao lado de ex-jogadores e em entrevista coletiva falou sobre as recentes declarações de Lula.

Eleições de 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista coletiva do presidente do PSDB, senador Aécio Neves

Assuntos: Seleção brasileira, organização da Copa, declarações Lula, candidato a vice, eleições 2014

Sobre o jogo da Seleção

Acho que temos duas seleções brasileiras aqui. Vamos assistir ao jogo na companhia de quem conhece. São amigos construídos ao longo de uma vida. São campeões do mundo como Piazza, craques, como LuisinhoNelinho. Tem cruzeirense, atleticano. O grande ataque do CruzeiroEvaldoNatalDirceu Lopes, e outros companheiros também, atletas paraolímpicos, atletas do vôlei, como o Giovanni. É um momento de confraternização. Hoje somos todos brasileiros, torcendo para a gente ganhar na bola, ganhar em campo, e depois vamos trabalhar para que o Brasil ganhe também fora de campo.

Sobre a organização da Copa.

Dentro de campo, sempre achamos que a Copa ia funcionar muito bem, até porque os estádios estão prontos, e todos eles são de responsabilidade dos estados, como sabemos. O que sempre alertamos é para a incapacidade do governo de avançar nas obras de mobilidade, a grande maioria delas no meio do caminho. Não podemos cair nessa armadilha da tentativa permanente da divisão do Brasil em dois, como se pudesse existir o Brasil daqueles que apoiam o governo, e esses são patriotas, e o Brasil daqueles que criticam o governo, que apontam os equívocos, esses são os impatriotas, os pessimistas. Somos todos brasileiros.

Esperamos que possamos comemorar mais um grande título, os brasileiros merecem isso. Mas vamos continuar mostrando os equívocos desse governo, porque o day after, o dia seguinte à Copa do Mundo, vamos continuar crescendo 1% ao ano, com a inflação recrudescida, trazendo tormento à vida dos brasileiros, com várias das obras mais importantes de infraestrutura do Brasil paralisadas, com sobrepreço. Mas hoje é um momento de torcida, de alegria, de convergência. O que tenho dito sempre é que nesse debate não podemos fazê-lo olhando para o retrovisor da história. Temos que fazer olhando para o futuro. Vamos debater a saúde pública, vamos ver como podemos avançar na segurança, onde há uma omissão enorme do governo, no próprio Custo Brasil, que, tenho defendido, temos que fazer uma guerra. Vamos debater os temas que interessam aos cidadãos brasileiros. Essa radicalização prematura da campanha eleitoral não faz bem ao Brasil e principalmente aos brasileiros.

Sobre declarações do ex-presidente Lula de ódio na campanha.

Não ouvi essa palavra da boca de ninguém, a não ser da boca do próprio ex-presidente da República. Como disse, não vou cair na armadilha desse falso confronto. O que temos é a responsabilidade, como partido de oposição, de apresentar ao Brasil, uma proposta alternativa a essa que aí está. Os brasileiros estão sentindo que o Brasil não pode continuar avançando tão lentamente. Há, hoje, uma paralisia generalizada, uma desconfiança enorme em relação ao Brasil, que diminuiu os investimentos e fez com que estejamos vivendo o pior ciclo de crescimento, o terceiro pior ciclo de crescimento desde a história republicana. Desde a proclamação da República, a atual presidente da República vai levar o Brasil a crescer apenas mais do que o período Floriano Peixoto, no final do século 19, e do Fernando Collor, no final do século passado. Isso é muito pouco para um país como o Brasil.

Vamos comemorar em campo, vamos torcer muito pelo Brasil, vamos erguer esse caneco e vamos discutir com muita seriedade como fazer o Brasil crescer de forma sustentável, gerando mais oportunidades a todos os brasileiros, não apenas àqueles que, eventualmente, apoiam o lado A ou o lado B.

Sobre definição do vice.

Defini que o dia 30 desse mês, em uma reunião da Executiva Nacional, estou dizendo pela primeira vez, agora, em uma reunião da Executiva Nacional, às 10 horas da manhã, haverá a definição do vice. Felizmente temos nomes muito qualificados que são, inclusive, apontados por vocês da imprensa sucessivamente. O problema do PSDB não é ausência, é o excesso de nomes qualificados. Vamos aguardar a definição das outras alianças para que no dia 30 possamos indicar aquele que maior contribuição possa dar a uma caminhada que se inicia da forma adequada, discutindo o Brasil, discutindo propostas.

Vai caminhando para uma chapa puro sangue, ou os partidos aliados farão parte?

Temos alternativas muito qualificadas dentro do PSDB e também algumas outras de partidos aliados. Vamos aguardar um pouco. Não há porque não usarmos o tempo. Essa é uma lição antiga que se aprende aqui em Minas Gerais. Política é, essencialmente, a administração do tempo. Você não deve precipitar que não precisam ser antecipadas e tampouco pode se deixar engolir pelo tempo. Não farei isso. Dia 30/06 é o momento da definição. Existem pelo menos três nomes altamente qualificados com disposição de caminhar conosco, e é exatamente essa qualificação que me fez adiar essa decisão para daqui a, no máximo, duas semanas.

Sobre a candidatura de Pimenta da Veiga em Minas.

Pimenta da Veiga representa a continuidade de um projeto vitorioso. Porque na política, o que está dando certo tem que continuar. Como está dando certo o nosso governo, honrado, sério, levou Minas a ter a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Minas é benchmarkingMinas é referência hoje de gestão pública de qualidade para todo Brasil, inclusive para organismos internacionais. Fico muito honrado quando vejo que vários estados brasileiros buscam, nos exemplos de Minas Gerais, inspiração para efetuarem avanços que consolidaram seus estados. Em todas as regiões do Brasil assistimos isso.

Então, Pimenta representa a continuidade de um projeto vitorioso em Minas Gerais. Ao contrário, no plano federal, a falência é absoluta. Os indicadores sociais pararam de avançar e começaram a regredir. Estamos voltando a falar, veja só, de volta do analfabetismo, que parou de cair e voltou a crescer. Estamos falando de inflação, uma pauta que oPSDB havia superado e vencido há alguns anos atrás. Por isso, a necessidade de mudança, por isso o sentimento majoritário da população brasileira, mais de 70%, clamando por mudança. E nós temos que nos apresentar com a nossa experiência, com os exemplos de Minas Gerais, como a mudança verdadeira, a mudança corajosa e experiente que o Brasil precisa viver. E acho que nosso crescimento nas pesquisas é, na verdade, consequência dessa percepção. As pessoas percebem que existe uma proposta alternativa, responsável, com quadros altamente qualificados, e com gente normal, simples, como somos nós que estamos aqui.

18/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário