Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio revigora oposição com mais de 48% do eleitorado

Aécio se tornou candidato competitivo, deixa oposição unida e revigorada por 48,5% da preferência do eleitorado.

Aécio como legado de campanha deixa oposição unida e revigorada por 48,5% da preferência do eleitorado.

Fonte: O Globo

Aécio: derrotado após ressurreição impensada

Competitivo e decidido a ‘partir pra cima’, Aécio perde, mas revigora oposição com 48,5% do eleitorado

Foi uma longa batalha: dois anos de conversas e viagens, cerca de 90 mil quilômetros de avião, incontáveis comícios em 180 cidades. Por vezes, o desastre pareceu iminente, como ocorreu na primeira noite de setembro passado.

Quando a SBT encerrou o debate presidencial do primeiro turno, o senador Aécio Neves saiu da bancada de candidatos, ajeitou a gravata vermelha sobre a camisa branca imaculada, guarnecida em terno escuro, e avançou no palco para a habitual entrevista, ainda no cenário do embate eleitoral.

Surpreendeu-se ao ver o grupo de jornalistas aglomerar microfones e câmeras diante das suas adversárias Dilma Rousseff e Marina Silva.

As mulheres roubaram a cena, durante e depois do debate. E ele esgotara seu estoque de novidades com o anúncio antecipado do eventual ministro da Fazenda, Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central no segundo governo Fernando Henrique Cardoso.

Naquele lapso de solidão sob os holofotes, Aécio viu confirmada uma cilada da adversidade, desenhada na pesquisa Datafolha do dia: a quatro semanas do primeiro turno, despencava do segundo lugar para uma remota terceira posição nas intenções de voto — 20 pontos atrás de Dilma e Marina, agora empatadas.

A situação podia piorar, se observada do Solar dos Neves, na setecentista São João Del-Rei (MG), a 400 quilômetros do estúdio paulista. Porque em Minas também se esboçava a derrota de Pimenta da Veiga, o candidato ao governo estadual que Aécio impôs aos aliados locais.

Paradoxal, tratando-se de um líder regional com êxitos sucessivos (entre 2002 e 2010 colecionou vitórias no primeiro turno para o governo do estado, elegeu o sucessor e saiu com 7,5 milhões de votos para o Senado.) Representante dos mais antigos ramos da elite mineira, na década anterior ele revigorara o prestígio político das famílias Neves, Cunha e Tolentino.

NÃO BASTOU ACENAR AOS MINEIROS

Os sinais de eventuais derrota estadual e nacional tinham a mesma origem, na leitura crítica dos aliados: excessiva autoconfiança. Para eles, Aécio apostou que bastava acenar aos mineiros para obter maioria na eleição presidencial no estado e ainda eleger Pimenta da Veiga. Algo parecido acontecia com Lula, que, atropelando próceres petistas, escolheu o desconhecido Alexandre Padilha para disputar o governo estadual.

Perder na própria base eleitoral e amargar um longínquo terceiro lugar na disputa além-fronteira equivaleria a virar pó na política, calculavam aliados de Aécio que o acompanharam ao estúdio de televisão. Houve quem esquadrinhasse o rosto do candidato, depois do debate, à procura de um sinal qualquer de melancolia. Nada foi percebido. Impassível, ele disse apenas que precisava falar com Arminio Fraga.

Arminio talvez tenha sido o primeiro a ouvir de Aécio a decisão de se candidatar à Presidência. Aconteceu em 2012, quando atravessaram os feriados de fim de ano conversando sobre economia. Afinaram-se na comunhão de ideias matrizes da social-democracia. Rascunharam um modelo de oferta eleitoral, na qual o Estado teria papel menos destacado na condução da economia do que teve em governos do PT.

Aécio definiu um roteiro para a campanha presidencial na era pós-mensalão. Guardava no bolso a ideia-força da propaganda, inspirada numa relíquia do baú familiar, o antigo slogan usado por seu avô Tancredo Neves no epílogo da ditadura: “Muda, Brasil”. Passados dois meses, após o carnaval, comunicou à burocracia do PSDB baseada em Brasília a intenção de se candidatar. A reação inicial foi de desconfiança sobre a disposição real para uma “guerra” eleitoral dessa dimensão. Entre as razões estavam o perfil forjado nos padrões do liberal-conservadorismo mineiro e, também, a sua maneira quase despicienda de fazer política, como quem dela não precisa para ser feliz.

Venceu a incredulidade nos meses seguintes, atuando de cima para baixo. Começou pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Primeiro dos convertidos, Fernando Henrique conduziu com discrição a campanha interna por Aécio. Aos seus olhos, o mineiro de 54 anos de idade se qualificava como símbolo da renovação partidária. Moldado na tolerância política familiar (o pai, que lhe emprestou o nome, e o avô Tancredo eram de partidos opostos, mas conviveram bem, sem nunca brigar), exibia uma biografia construída na era democrática. Além disso, desfrutava de expressiva popularidade em Minas — o segundo maior colégio eleitoral. E demonstrara habilidade em delicadas empreitadas de conciliação de interesses, dentro e fora do PSDB. “Vá com jeito”, repetia o ex-presidente.

Desdobrou-se numa silenciosa costura, com o objetivo de vencer resistências no PSDB paulista, enquanto moldava seu personagem pelos manuais de marketing —incluiu cirurgias estéticas e treino para discursos e entrevistas concisos, mas dispensou a fonoaudiologia.

Nas ruas, o ronco das multidões em protesto sinalizava dificuldades para o governo e, por consequência, para o projeto de reeleição da presidente. Quando se casou, em outubro do ano passado, Aécio não havia garantido mais do que um relutante aval de Geraldo Alckmim. O balé com o governador de São Paulo durou mais cinco meses e, mais um pouco, com José Serra. O auxílio de Alckmim e Fernando Henrique foi decisivo, mas Aécio levou o crédito pela operação mais simbólica do resgate da unidade partidária: Serra se elegeu senador tendo como suplente o rival José Aníbal, deputado federal.

A definição da candidatura à Presidência ocorreu em cenário favorável. Sete de cada dez eleitores queriam mudanças na forma de governar o país, informavam as pesquisas. Dilmaliderava, mas enfrentava alta rejeição. Pelas projeções, haveria segundo turno. Com 25% nas sondagens, Aécio continuava jogando parado.

Deu tudo certo até a manhã de quinta-feira 13 de agosto, quando caiu o avião em que estavaEduardo Campos e sua equipe de campanha. O turbilhão político que se seguiu deixou uma vítima colateral: Aécio. Durante 26 dias, Marina Silva, substituta de Campos, só subia nas pesquisas. Ele seguia ladeira abaixo, como atestara o lapso de solidão sob holofotes no estúdio do SBT.

No final da manhã de terça-feira 9 de setembro, desembarcou em Goiânia. O governador Marconi Perillo (PSDB), candidato à reeleição, o esperava. Cumprimentou-o apressando a saída do aeroporto para o comício. Olhos no relógio, justificou em tom audível para a comitiva:

— Daqui a pouco tem o pessoal da Marina.

Perillo queria viabilizar em Goiás a “Marimar”, a dobrada eleitoral Marina-Marconi. Receita de campanha cujo efeito Aécio conhecia bem, porque dela se beneficiara.

Nas eleições de 2002 e de 2006, difundiu-se em Minas o “Lulécio”, o voto em Lula para presidente e nele para governador do estado. Em 2010, apareceu o “Dilmasia”, voto em Dilma e em Antonio Anastasia, o candidato de Aécio ao governo estadual. Todos ganharam. Só os candidatos presidenciais do PSDB perderam em Minas.

O encontro com Perillo dissipou dúvidas, se ainda existiam. Naqueles dias magros de boas notícias, alguns aliados começaram a achar que sua obstinação, talvez, derivasse de uma vida em realidade paralela. No avião, sentado de frente para a cabine do piloto, ele repetia:

— Vamos partir para cima.

Precisava recomeçar. E se concentrou em São Paulo, onde o eleitorado reagia com inédito fastio às propostas do PT. Marina avançava entre os paulistas. Voltou a percorrer o estado de braços dados com Alckmim, cujas chances de reeleição no primeiro turno cresciam. Insistiu em participar até de solenidades paroquiais, atípicas na rotina de um candidato à Presidência da República. Esteve, por exemplo, na entrega de uma Kombi de serviço médico a uma comunidade do Brás, distrito paulistano, onde vivem 30 mil pessoas.

ASCENSÃO APÓS DESCONSTRUÇÃO DE MARINA

Ao mesmo tempo, abriu uma ofensiva contra Marina no rádio e na televisão e reduziu o espaço crítico à presidente-candidata. Sob fogo dobrado Marina acabou “desconstruída”.Dilma cresceu, e Aécio recuperou eleitores.

Ele ressurgiu quatro dias antes do primeiro turno, com 19% nas pesquisas. Quarenta e oito horas antes da votação, aparecia com 23% nas sondagens. Emergiu das urnas com 33,4%, equivalentes a 34,8 milhões de votos. Deu a volta por cima. Começava outra eleição.

Ao optar por uma sexta edição do embate PT x PSDB, os eleitores sinalizavam um plebiscito sobre a década de governos petistas. Os dois principais adversários de Dilma somaram 58%, isto é 56 milhões de votos.

O embate já acirrado ganhou acidez, com o aumento do volume de propaganda crítica. Aécionão conseguiu se livrar do peso simbólico da dupla derrota em Minas para Dilma — reprisada ontem —, e também de seu candidato ao governo estadual. Atravessou o restante da campanha repetindo justificativas sobre obras no aeroporto de Claudio (MG) que beneficiou uma propriedade da sua família. Amplificou, em réplica, as críticas aos governos do PT pela corrupção em contratos bilionários da Petrobras.

Nesta semana, confirmou-se o fim de uma fantasia política, a suposta hegemonia do PT sobre o voto dos pobres. Ao traçar um perfil do eleitorado de Aécio, o Datafolha constatou: um de cada três possui renda familiar de até R$ 1.448. Do total de seus eleitores, 21% sobrevivem com até R$ 2.172.

Aécio se tornou um candidato competitivo por ter conquistado a preferência de fatia importante dos pobres. Ontem, faltaram-lhe votos, principalmente em Minas, onde voltou a ser derrotado. Como legado de campanha deixa uma oposição unida e revigorada por 48,5% da preferência do eleitorado.

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31/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  ANTONIO ANASTASIA,  ELEIÇÕES 2014,  POLÍTICA | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Sylo Costa: Dilma manipulou os dados para atacar Aécio

Mentiras de Dilma: Candidata tentou manipular os fatos relativos a gastos em saúde feitos pelo governo estadual na gestão Aécio Neves.

Mentiras de Dilma e do PT

Fonte: Jogo do Poder

Leia artigo de Sylo Costa no jornal O Tempo: Explicação necessária sobre o óbvio

Conselheiro do TCE-MG citado por Dilma desmente a candidata

O conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MGSylo Costa, citado pela candidata do PTDilma Rousseff, durante debate na Rede Record, no último domingo (19/10), desmentiu hoje (22/10) a candidata.

Em artigo publicado pelo jornal O Tempo, Sylo Costa destaca que a candidata do PT tentou manipular os fatos relativos a gastos em saúde feitos pelo governo estadual na gestão Aécio Neves. O então relator atestou a correção dos investimentos e reiterou que as contas do então governador Aécio Neves foram aprovadas por unanimidade pelo TCE-MG.

“Bem, quase caí da poltrona durante o debate do último domingo, quando ouvi Dona Dilma, com ar triunfal, declarar que eu teria dito, na qualidade de relator das contas do então governador Aécio Neves, que vacina para cavalo foi contabilizada como despesa de saúde. O que ela pretendeu fazer – como de hábito, aliás – foi manipular os fatos, numa tentativa de atacar seu adversário. Explico: como relator, orientado por minha assessoria, mandei retirar da conta da Secretaria de Saúde uma fatura de compra de vacinas sem especificação e lançá-la na conta da Secretaria de Agricultura, erro material que não afetava o cumprimento do índice constitucional da saúde. Tanto que me posicionei pela aprovação das contas. O parecer prévio sobre as contas do governador foi aprovado por unanimidade. Posteriormente, recebi da Secretaria de Agricultura a informação de que a compra das vacinas era mesmo para a saúde, já que se tratava de vacinas contra aftosa para experimentos da Fundação Ezequiel Dias”, diz trecho do texto.

31/10/2014 Posted by | AÉCIO NEVES,  ARTIGO,  DILMA,  ELEIÇÕES 2014,  FRAUDE,  SAÚDE | , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Profissionais da saúde participam de movimento em apoio a Aécio

No Dia do Médico, profissionais da saúde participaram de Movimento pró-Aécio que denuncia a falta de investimentos do governo federal.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

No “Dia do Médico”, os profissionais participaram da ‘Caminhada Cidadã da Saúde’ em que denunciaram a falta de investimentos do governo federal no setor

Uma caminhada na região central de Belo Horizonte reuniu, na manhã desse sábado (18/10), profissionais da saúde de diversas áreas, como médicos, fisioterapeutas e enfermeiros, que saíram às ruas para manifestar apoio à candidatura de Aécio Neves à Presidência da República. Na data em que se comemora o “Dia do Médico”, os profissionais participaram da ‘Caminhada Cidadã da Saúde’, em que denunciaram, também, a falta de investimentos do governo federal no setor e a ausência de carreira e estrutura de trabalho para os profissionais, o que prejudica o atendimento.

A caminhada saiu da sede da Associação Médica de Minas Gerais e seguiu até a Praça Sete, onde os participantes deram um abraço simbólico na Praça e soltaram balões coloridos. O objetivo do ato, de acordo com o presidente da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Lincoln Lopes, foi reforçar a necessidade de financiamento, carreira e estrutura de trabalho adequadas para permitir a cada brasileiro assistência digna à saúde.

“O que vemos hoje é a maneira como a saúde vem sendo destratada pelo governo do PT. O governo teve nas suas mãos a possibilidade de regulamentar a Emenda 29, que prevê investimentos de 10% da receita bruta na saúde e não o fez. Poderíamos estar numa revolução na saúde pública do país em vez de vermos cidadãos morrendo nas filas todos os dias. O PT utiliza-se de soluções eleitoreiras, desprovidas de qualquer fundamento, como o programa Mais Médicos, que trouxe para o Brasil profissionais de qualificação duvidosa, desrespeitando a Constituição Brasileira”, avaliou.

Para os oftalmologistas Luciana Quintão e Hugo Leonardo Dayrell, a maneira como o PT tratou a classe nos últimos anos desestruturou a saúde pública. Os médicos consideraram que Aécio é o candidato que tem melhores condições para resgatar uma saúde mais adequada e decente para os brasileiros.

“O que mais nos afeta hoje é a maneira como o PT trata os médicos, um partido que teve 12 anos para governar e estruturar a saúde pública e não fez nada disso. O PT abandonou a saúde, destratou os médicos de forma caluniosa e deixou a saúde quebrada no Brasil inteiro. Aécio é o candidato mais preparado e adequado para resolver os problemas do Brasil de maneira estruturada e duradoura, e não com medidas paliativas e simplesmente eleitoreiras e de curto prazo como as propostas do PT. O Brasil precisa de mais qualidade e mais dignidade. É por isso que apoiamos Aécio”, disse Leonardo Dayrell.

Após a caminhada, os manifestantes participaram do evento “Vem pra Mudança – Churrasco de Ovo”, um protesto bem humorado contra a orientação da equipe econômica do atual governo que, para controlar a inflação, sugeriu à população trocar carne por ovo.

Retomada dos investimentos na saúde

Para assegurar a melhoria efetiva na melhoria do acesso e no atendimento à saúde em todas as regiões do país, o programa de governo do candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência, Aécio Neves, contempla 71 compromissos e propostas e tem entre suas principais metas destinar 10% da receita bruta da União para o financiamento do setor e a revisão da tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Aécio garante que, eleito, irá assegurar a retomada dos investimentos do governo federal na área da saúde reduzidos significativamente nos 12 anos de governo do PT. Entre as propostas do candidato está a criação da carreira nacional dos médicos e a implantação de 500 clínicas de especialidades.

Outro compromisso firmado é fazer com que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), passe a servir de apoio à área de saúde concedendo financiamentos para que médicos recém-formados instalem clínicas em várias especialidades onde haja carência naquela área. Em contrapartida, esses médicos atenderão pacientes do SUS, principalmente nas periferias das grandes cidades, áreas violentas e cidades pobres do país. O pagamento do financiamento será feito por meio do atendimento na rede pública. Aécio se compromete, ainda, a resgatar o Programa de Saúde da Família.

Veja mais depoimentos:

Ângela Maria Quintas, médica

“Queremos uma definição do financiamento da saúde do SUS. Queremos que sejam valorizadas todas as categorias. Apoiamos Aécio porque acreditamos que ele vai abrir um diálogo com todos os profissionais da área da saúde. O SUS efetivamente não chega da maneira devida para a população e vamos mudar isso”.

Flávia Figueiredo, médica

“A gestão do PT e o governo Dilma acabaram com a classe médica, trouxeram os médicos cubanos no regime de escravidão, em que eles recebem muito menos do que um médico brasileiro e a Dilma conseguiu culpar os médicos brasileiros pelo caos na saúde. Hoje, nós médicos estamos com Aécio e acreditamos que seremos mais valorizados em sua gestão”.

Débora Praes, fisioterapeuta

“Apoio Aécio porque acredito que ele vai mudar o país. O que o PT vem fazendo com o Brasil é horrível e como profissional, vi a saúde se deteriorar nesses anos todos”.

Anderson Dias, médico

“Sou profissional de saúde e vejo os desmandos do PT na saúde, transferindo a responsabilidade do caos para a classe da saúde, o absurdo que é trazer o médico estrangeiro ao invés de valorizar os médicos brasileiros. Aécio é um bom gestor, já conversou com representantes da área da saúde, é favorável a carreira dos médicos, então, a esperança é Aécio”.

André Antunes, estudante de medicina

Aécio Neves é o candidato com as melhores propostas na área da saúde. O governo do PT não acrescentou em nada, pelo contrário, só cometeu equívocos. Acredito em Aécio, porque ele vai valorizar a carreira dos profissionais da saúde, vai investir 10% do PIB na saúde e tem, acima de tudo, ética.

Marcelo Rabelo

“Aécio é a mudança que o Brasil precisa, que todas as áreas precisam, assim como todos os mineiros”.

Margaret Del Sarto

“Precisamos tirar o governo do PT, é a nossa responsabilidade, por isso meu voto é em Aécio para presidente do Brasil. Já votei no PT e fiquei completamente decepcionada e surpresa com tanta corrupção e falta de honestidade com o povo brasileiro”.

Sérgio Chaves, comerciante

“Não aguentamos mais tanta roubalheira, amo o meu país e precisamos mudar com Aécio, o mais preparado, com caráter e não vimos isso na candidata do PT”.

Rosana Sadala, pensionista

“Sou Aécio porque sempre acreditei na sua história política, é preparado para governar o Brasil. Foi um excelente governador para Minas e será o melhor presidente do país”.

31/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014, SAÚDE | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Sensus: Aécio abre 13 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff

Pesquisa Istoé/Sensus mostra vantagem de 11 pontos do candidato tucano. Se considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%.

Eleições 2014

Fonte: ISTOÉ

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.

31/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PRESIDENTE,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , | Deixe um comentário