Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Governo Pimentel: número de professores na rede estadual será reduzido

 Helvécio Magalhães disse que houve redução de alunos matriculados no ensino fundamental e alegou que pagamento da folha salarial é muito alto.

Sind-UTE contesta dados do Governo de Minas e afirma que não há profissionais ociosos nas escolas e o número de matrículas caiu nos últimos anos porque o Estado reduziu o número de vagas.

Fonte: O Tempo

Minas pode reduzir número de professores na rede estadual

Segundo o secretário, o número de alunos matriculados caiu e o de educadores aumentou

O governo de Minas estuda reduzir o número de professores na rede estadual. O corte de vagas, segundo o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, seria justificado pelo fato de que, nos últimos 12 anos, as matrículas de alunos caíram, e a contratação de professores aumentou.

Levantamento da Secretaria de Estado de Educação mostra que de 2002 para 2014, o número de matrículas nos ensinos fundamental, médio e EJA (educação para jovens e adultos) foi reduzido em 17%, passando de 2,5 milhões para 2,1 milhões. De outro lado, segundo a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), o total de professores ativos no período aumentou 23%, indo de 152 mil para 189 mil.

A redução pode ser feita durante o processo de transição que os profissionais da educação terão que passar em função da inconstitucionalidade da Lei Complementar 100, de 2007. Cerca de 59 mil servidores ativos – incluindo professores e outros funcionários da área – terão que se desligar do Estado. Eles serão substituídos por concursados. O restante dos atingidos já se aposentou.

O prazo para que isso aconteça será definido pelo Supremo Tribunal Federal, que analisa o pedido do governo para que os designados permaneçam nos postos até dezembro. A decisão inicial era que todos fossem demitidos em 1º de abril.

“É possível (reduzir o número de vagas de professores) porque tem um dado que nos alerta. Há uma redução no número de crianças nas escolas do ensino fundamental. No ensino fundamental não tem crescido a rede porque não têm crianças nessa idade, tem crescimento necessário no ensino médio. Diminuiu o número de crianças, mas não diminuiu o número de professores”, afirmou em entrevista exclusiva a O TEMPO.

Para o governo, a extensa folha de pagamento é um problema. Os profissionais da educação respondem por quase 50% dela.

Segundo Magalhães, houve um descontrole na contratação dos designados. “Foram efetivados milhares na Lei 100. Três anos depois, já havia o mesmo tanto de designados. Algo aconteceu. Não tem nenhum controle sobre a folha de designados. Não tem sequer um sistema que gere milhares de funcionários. Não estou fazendo juízo de valor sobre fraudes. Vamos investigar. Imediatamente, estamos contratando um sistema para gerir a folha de designados”, afirmou.

No STF

Lei 100. A modulação dos efeitos da Lei 100, que estava para ser discutida nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF), acabou retirada da pauta da Corte. Não há prazo para sua análise.

SIND-UTE

Categoria diz que faltam profissionais

 Governo Pimentel quer sucatear a Educação e reduzir número de professores

A coordenadora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira, criticou a proposta estudada pelo governo de Minas de reduzir o número de vagas de professores. Segundo ela, não há profissionais ociosos nas escolas e o número de matrículas caiu nos últimos anos porque o Estado reduziu o número de vagas.

“Vivemos o contrário do que o secretário diz. Temos um número menor de trabalhadores que assume mais demandas nas escolas, uma política do governo anterior. O Estado não ampliou vagas do ensino médio. Estão diminuindo a oferta. Faltam cerca de 900 mil vagas no ensino médio em Minas”, afirma Beatriz. Segundo ela, em 2012, o déficit de professores era de 5.000 profissionais. “Se o número não é o mesmo hoje, aumentou”.

Para o vice-presidente da Associação dos Diretores de Escolas Oficiais de Minas (Adeomg), Washington Oliveira, este é o momento de “estudar políticas públicas para atrair os jovens para a escola”.

Segundo levantamento do governo sobre as gestões anteriores, 14% dos jovens entre 15 e 17 anos estão fora da escola. Em nota, a Secretaria de Educação informou que “trabalha, de forma prioritária, para construir um ensino médio atrativo para o jovem”.

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10/04/2015 Posted by | Educação, Política | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Anastasia vai apresentar proposta de reajuste dos professores

Anastasia: governador se comprometeu a “estudar” a viabilidade da proposta de implementação do salário mínimo regional em Minas Gerais.

Anastasia: educação

Anastasia vai apresentar proposta de reajuste dos professores

Anastasia: governador se reuniu com representantes de sindicatos na Cidade Administrativa

Fonte: O Tempo

ATÉ OUTUBRO

Anastasia vai apresentar proposta de reajuste salarial para todos os professores

Governador também se comprometeu a sugerir ao Governo Federal que destine todos os recursos do royalties da mineração para a educação

A implementação do salário mínimo regional em Minas Gerais pode ganhar força nos próximos meses. A bandeira foi levantada nessa quinta-feira (18) pelas centrais sindicais do Estado durante reunião com o governador, Antonio Anastasia (PSDB). O tucano se comprometeu a “estudar” a viabilidade da proposta. O transporte público também foi discutido no encontro.

Segundo as organizações sindicais, Minas está atrás do Rio de Janeiro e de São Paulo, que já adotaram o mínimo regional. Anastasia afirmou que solicitou estudos técnicos para avaliar a possibilidade de a proposta ser implementada. A preocupação, segundo ele, é em relação à situação econômica dos municípios.

“Em Minas, sempre houve essa discussão, pois o valor (do salário mínimo regional) igual para todo o Estado poderia criar uma dificuldade em regiões que têm o desenvolvimento econômico menos aguçado, menos desenvolvido, pior que a média do Estado”, disse. O tucano acredita que uma possibilidade para contornar a situação poderia ser criar salários mínimos para determinadas regiões.

Um projeto de lei que trata da ampliação do mínimo no Estado tramita na Assembleia há mais de dois anos, mas ainda não conseguiu andar. De acordo com a proposta, de autoria do deputado Celinho do Sinttrocel (PCdoB), os proventos poderiam variar de R$ 710 a R$ 1.160, de acordo com a ocupação do trabalhador.

Lista. O encontro aconteceu uma semana após o Dia Nacional de Lutas, a pedido das centrais sindicais. Na pauta, o serviço de transporte público foi uma das principais cobranças. “O problema não é só a redução da passagem. É a questão do transporte de péssima qualidade, totalmente privatizado, ou seja, sem transporte público de fato. Nós colocamos a necessidade que os Estados e as prefeituras assumam a responsabilidade com o transporte da população”, afirmou Gilberto Gomes, dirigente da CSP Conlutas.

O governador anunciou que uma análise da integração tarifária dos ônibus da capital e da região metropolitana está “em fase preliminar”. “Isso é uma reivindicação antiga que também tem algumas dificuldades técnicas”, disse.

O fim da terceirização dos serviços públicos também foi defendido na reunião. “A tendência é sempre o serviço prestado pela própria administração direta, até pela porque ela é menos onerosa”, disse Anastasia.

O governador também anunciou 100% dos royalties do minério para educação.

19/07/2013 Posted by | Educação, Minas | , , , , | Deixe um comentário

Aécio: Educação exige gestão eficiente

Aécio Neves: na coluna semanal escrita para a Folha, senador comenta que a transformação pela Educação exige compromisso com resultados.

Aécio Neves: Educação e gestão eficiente

Fonte: Folha de S.Paulo

Coluna Folha de S.Paulo: Aécio Neves

AÉCIO NEVES

Um novo salto

A destinação exclusiva dos recursos da exploração do petróleo do pré-sal para a educação brasileira é um dos raros consensos em processo de construção no país.

A causa merece apoio suprapartidário e o aval da opinião pública para que o país resista à tentação de atender simultaneamente aos múltiplos deficits dos quais é portador, ou ao tradicional pragmatismo do Estado brasileiro.

Temos cerca de 1 milhão de crianças sem vaga na pré-escola e 3,6 milhões de crianças e jovens sem estudar, segundo a ONG Todos pela Educação. Nos anos iniciais do ensino fundamental, 35% dos alunos não conseguem concluir os estudos. No médio, são 49%. E grande parte dos que alcançam o fim dos ciclos o fazem precariamente, com baixo desempenho em matérias básicas.

A média de escolaridade no Brasil (Pnud), de 7,2 anos, permaneceu estagnada entre 2011 e 2013. O número é o menor, ao lado do Suriname, entre os países da América do Sul. Posição que foi contestada pelo MEC. Ainda assim, se prevalecesse outro dado, como quer o governo, pouco mudaria a realidade brasileira.

desafio da educação não se resume ao aumento de recursos, embora eles sejam fundamentais. Há um longo itinerário a ser percorrido na revisão e na modernização dos currículos, qualidade de ensino, qualificação e salários dos professores, aperfeiçoamento dos sistemas de avaliação e convergência de esforços das três esferas de governo.

A lógica de determinar novas obrigações aos entes federados se esgota na realidade de Estados engolfados por dívidas impagáveis e na penúria dos municípios.

Não há, por outro lado, justificativa razoável para que a participação federal em educação represente apenas cerca de menos de um terço do total das despesas no setor, enquanto Estados e municípios arcam com a maior parte.

A verdade é que já poderíamos ter avançado mais. A recente e correta iniciativa federal de estimular um pacto para a alfabetização na idade certa vem com grande atraso.

Nos últimos dez anos, por exemplo, Minas Gerais foi o primeiro Estado brasileiro a universalizar o ensino fundamental de nove anos.

O investimento na qualidade da aprendizagem nos anos iniciais do ciclo básico já garantiu resultados: hoje 88% dos alunos de oito anos de idade matriculados na rede pública estadual já leem e escrevem corretamente. No IdebMinas ocupa o primeiro lugar nessas séries e foi o único a alcançar o índice 6, dos países desenvolvidos, apesar de ser o Estado com maior número de municípios e possuir grandes diferenças regionais.

A área de educação é mais um exemplo de que a transformação da realidade exige, além de recursos, gestão eficiente e compromisso com resultados.

Fonte: Folha de Sao Paulo

Conheça um pouco maisAécio Neves: biografia
http://aecio-neves-2003-2010.com.br/aecio-neves-biografia/

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13/05/2013 Posted by | Educação, Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Minas tem o melhor ensino público de matemática

Minas tem o melhor ensino público de matemática. Estado é pentacampeão na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.

Minas: Gestão da Educação

Fonte: Agência Minas

Minas Gerais lidera o ranking de medalhas da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas

Estado lidera em número de ouros, com 111 medalhas, e também no número total de medalhas, com 816

 Minas tem o melhor ensino público de matemática

Minas tem o melhor ensino público de matemática

Os estudantes da rede pública de Minas Gerais novamente se destacaram na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). No resultado da 7ª edição da Obmep, divulgado nesta segunda-feira (13), Minas Gerais conseguiu novamente a primeira colocação no ranking de medalhas e foi o estado de mais destaque na Olimpíada pela quinta edição seguida. Os estudantes mineiros conseguiram 111 medalhas de ouro, 248 de prata e outras 457 de bronze. No total, o Estado conseguiu 816 medalhas, ficando em primeiro tanto em número de medalhas de ouro quanto no número total de medalhas. Além das medalhas, Minas Gerais ganhou também 8.110 menções honrosas.

O número de medalhas mineiras na Olimpíada cresceu em relação a última edição. Em 2010, Minas havia conquistado 780 medalhas no total e no ano passado conseguiu 37 medalhas a mais. A secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, fez questão de parabenizar os premiados. “É extraordinário esse ‘pentacampeonato’. É importante parabenizar nossos medalhistas, seus professores e seus pais. Felicito as escolas, que criaram um ambiente adequado para o bom desempenho desses estudantes. Esse resultado confirma os bons indicadores da rede pública em Minas Gerais”, destaca a secretária.

Em segundo lugar em número de ouros está o Rio de Janeiro, com 84 medalhas. O estado fluminense, contudo, fica em terceiro no número total de medalhas, com 325 no total. São Paulo, que conseguiu 78 ouros, está em segundo no ranking total de medalhas, com 716.

O estudante do 8º ano da Escola Estadual Comendador Murta, em Itinga, Ruan Alves Gonçalves, foi um dos premiados com a medalha de ouro e atribui seu sucesso ao seu esforço. “É a primeira vez que ganho uma medalha. No ano passado tinha ganhado menção honrosa. Estudei bastante para a prova com a ajuda do banco de questões da Olimpíada. Na escola, os professores incentivaram a participação de todos os alunos”, conta.

Destaque para a rede estadual

Do total de medalhas recebidas pelos estudantes das redes públicas de Minas Gerais, mais da metade delas faz parte do rol de conquistas dos alunos da rede estadual. Das 816 medalhas mineiras, 515 são de estudantes de escolas estaduais. São 62 de ouro, 148 de prata e outras 305 de bronze.

Outro aluno da rede estadual premiado com medalha de ouro foi Lucas da Silva Reis. Além de estudar cerca de três horas por dia, o aluno do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Presidente Tancredo Neves, em Belo Horizonte, também contou com a ajuda dos professores. “Minha professora de Matemática do ano passado levava questões para que eu pudesse resolver e me ajudava com a resolução de alguns problemas que eu não entendia”, conta. Lucas também já ganhou medalha de prata e bronze em edições anteriores da Obmep.

Bons professores

Em número de professores premiados Minas Gerais também se destaca. Entre os 131 docentes que conseguiram premiação na Obmep, 25 são de escolas da rede pública mineira. O cálculo para premiar um professor na Obmep leva em conta o número de alunos medalhistas ou com menções honrosas, sendo que o número de pontos varia de acordo com o tipo de medalha.

Com a experiência de quem já foi professora premiada desde a primeira edição da Obmep, Maria Botelho Alves Pena, é ótima com os números, mas já ensinou o segredo das exatas a tantos alunos que arrisca a perder as contas de quantos foram. Professora de Matemática dos 2º e 3º anos da Escola Estadual Messias Pedreira, de Uberlândia, Maria incentiva que os alunos busquem o conhecimento tanto dentro, quanto fora de sala. “Na escola, os alunos são estimulados a trabalhar com resolução de problemas. Eu os coloco para pesquisarem na internet o banco de questões da Obmep, além de outras questões de Matemática”. Os alunos também participam do Clube de Resolução de Problemas, que acontece em um sexto horário criado pela escola. “Ex-alunos da escola também são convidados a apresentarem seus depoimentos para os alunos como forma de motivá-los”, conta Maria.

O bom desempenho como professora na Obmep rendeu prêmios tanto do governo federal, que organiza a Olimpíada, quanto do Governo de Minas, que faz premiação própria para alunos e professores que se destaca. O melhor prêmio segundo a professora, contudo, é o aprendizado dos alunos. “O trabalho não é focado só na Olimpíada. O bom resultado na Obmep é só uma conseqüência de um trabalho mais abrangente, focado no desempenho dos alunos”, explica a professora.

Inscrições Obmep 2012

Estão abertas até o dia 30 de março as inscrições da primeira fase da 8º edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Publicas. As inscrições deverão ser feitas pelas escolas, mediante o preenchimento da ficha de inscrição disponível no site da competição. (www.obmep.org.br). Na primeira fase, a escola deverá indicar na ficha, apenas, o número total de alunos inscritos em cada nível.

Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep)

A Obmep é uma competição do conhecimento que chega praticamente a todos os municípios brasileiros. Na 7ª e última edição, realizada em 2011, a Olimpíada registrou a participação de 98,9% dos municípios brasileiros, em um total de mais de 44,6 mil escolas e 18,7 milhões de estudantes.

A Obmep é dirigida aos alunos de 6º ao 9º ano do ensino fundamental e aos alunos do ensino médio das escolas públicas municipais, estaduais e federais, que concorrem a prêmios de acordo com a sua classificação nas provas.

Além das medalhas, os alunos que conquistaram medalha de ouro, prata e bronze na 7º edição da Obmep irão participar do Programa de Iniciação Científica Jr (PIC), a iniciativa tem duração de um ano e as atividades do programa envolvem tanto encontros presenciais quanto a participação em um Fórum Virtual que possibilita o contato, via internet, com estudantes de todo o país que se interessam por Matemática. Os medalhistas que acompanham todas as etapas do PIC recebem a Bolsa de Iniciação Cientifica Jr., concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

A competição tem entre seus objetivos, estimular e promover o estudo da Matemática entre os alunos das escolas públicas. Além de contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica. A Obmep é promovida pelos ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia e é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Aplicada (Impa) e pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

Minas: Gestão da Educação – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-lidera-o-ranking-de-medalhas-da-olimpiada-brasileira-de-matematica-das-escolas-publicas/

29/08/2012 Posted by | Educação, gestão Anastasia | , , , , , , | Comentários desativados em Minas tem o melhor ensino público de matemática

Ideb 2011: Minas avança – Educação e Gestão

Ideb 2011: Bom desempenho nacional de Minas é explicado pelo foco em políticas de alfabetização infantil com o Ensino Fundamental de 9 anos.

Ideb 2011: Gestão Aécio e Anastasia em Minas

 Ideb 2011: Minas avança   Educação e Gestão

Ideb 2011: Minas avança – Educação e Gestão – gráfico mostra a liderança de Minas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Infográfico: O Estado de S.Paulo.

Este é a segunda avaliação positiva do Ideb para Minas Gerais. Não é por acaso que se chega a estes resultados. Vale lembrar que Minas foi o primeiro estado do país a oferecer Ensino Fundamental de nove anos. A medida é uma consequência do Choque de Gestão criado por Aécio Neves que estabelece metas com acompanhamento rigorosos dos resultados.

O governador Antonio Anastasia mantém a gestão eficiente e o compromisso de melhorar a qualidade da Educação em Minas. “Os resultados são fruto de planejamento e de programas como o PIP (Programa de Intervenção Pedagógica) e da inserção das crianças aos seis anos na Escola, da qual Minas foi pioneira”, lembrou Anastasia.

“Os resultados do Ideb demonstram que a política mineira para com a educação tem compromisso com a qualidade e vem sendo desenvolvida de forma muito séria nos últimos anos. Os projetos e investimentos do Governo, o compromisso dos nossos profissionais e a qualidade do nosso alunado são fatores que resultaram nesses bons índices”, comentou a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola.

Fonte: Luciano Máximo – Valor Econômico

País tem avanço muito tímido na educação

 Ideb 2011: Minas avança   Educação e Gestão

Ideb 2011: Minas avança – Educação e Gestão

O fraco desempenho do ciclo final do fundamental e do ensino médio manchou o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011, divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC). Enquanto todo o país cumpriu e superou suas metas de qualidade nos primeiros anos do ensino fundamental, sete Estados ficaram aquém de seus objetivos no final do ciclo, principalmente na região Norte (RO, RR, PA, AP, SE, ES e RS). A realidade no ensino médio é ainda pior: a meta não foi alcançada no Distrito Federal e em outros dez Estados, concentrados no Norte e Nordeste (AC, RR, PA, AP, RN, AL, MG, ES, RS e MT).

O Ideb geral nos anos iniciais do ensino fundamental passou de 4,6 em 2009 para 5 na edição do ano passado, superando a meta de 2011 em 0,4 ponto. A nota do segundo ciclo do fundamental subiu apenas um ponto no período, para 4,1, ficando acima da meta proposta para o ano, de 3,9. No ensino médio a variação da nota do Ideb entre as duas últimas edições foi de 3,6 para 3,7, resultado que garantiu o cumprimento da meta nacional na risca.

Com resultado estatístico extraído das notas da Prova Brasil (português e matemática) feita por alunos de 4ª e 5ª séries e 8ª e 9ª séries do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médio, cruzado com o fluxo de aprovação de toda a educação básica, o Ideb, divulgado de dois em dois anos, é o maior indicador de qualidade da educação brasileira e principal instrumento de avaliação e proposição de políticas educacionais para redes municipais, estaduais, federal e particulares.

Nos anos iniciais do fundamental, as redes escolares de dois Estados nordestinos se destacam com as notas mais folgadas em relação às metas propostas para 2011. Respectivamente, o Ideb dos sistemas municipais, estaduais e privados de Ceará e Piauí foi 4,9 (0,9 ponto acima da meta) e 4,4 (0,8 acima da meta). Minas Gerais registrou o Ideb mais alto para a etapa: 5,9.

Para especialistas, o bom desempenho nacional do ciclo inicial é explicado pelo foco em políticas de alfabetização infantil. Para os casos específicos de Ceará, Piauí e Minas, o avanço se deve à melhoria de gestão e de práticas pedagógicas, incrementadas por parcerias entre prefeituras e governos estaduais. “Minas já tem uma política consolidada. No Ceará e Piauí é a mesma coisa, houve pactuação entre as Secretarias Estaduais e os municípios. Os resultados saltam aos olhos porque perceberam que educação não é uma prova de passar o bastão no final de cada ciclo, mas uma responsabilidade coletiva”, avalia Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educação.

A secretária estadual de Educação do Ceará, Izolda Cela, confirma que a cooperação é estratégica. “Não inventamos a roda, apenas obedecemos os preceitos constitucionais de cooperação federativa. Não há repasse de um centavo, tudo se baseia em organização de gestão, treinamento de funcionários e professores pago pelo Estado, adoção de material estruturado [apostilas] e metas simples.”

Segundo Izolda, o avanço no Ideb do Ceará e dos municípios cearenses começou com a política de alfabetização infantil em Sobral, quando ela era secretária municipal de Educação, em 2001. “Ao assumir o Estado levamos a política para os municípios em forma de parceria. Em 2005, tirando Sobral, os 184 municípios tinham Ideb abaixo da média nacional. Em 2011, 178 cidades alcançaram média adequada”, acrescenta ela.

A secretária acredita que o segredo para avançar no final do fundamental é reforçar as parcerias prefeituras-Estado. “Daqui duas edições do Ideb, teremos resultados melhores, como já pode ser visto em alguns municípios.”

A resposta para o ensino médio é um mistério. Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP), recomenda esforços de aprendizagem e melhoria da condição de trabalho e oferta para o ciclo mais problemático da educação brasileira. “O Rio Grande do Sul, por exemplo, tem a insatisfação dos professores com baixos salários. Se durar muito tempo pode influenciar tanto no fluxo de aprovação como no aprendizado, que tem oscilado bastante. Por isso é importante focar o ensino e condições de trabalho, com salários dignos e ação de formação docente.”

O Ideb do Rio Grande do Sul para o ensino médio caiu de 3,6 em 2009 para 3,4 no ano passado, deixando o Estado abaixo da meta de 3,7. O secretário de Educação, José Clóvis de Azevedo, admite que não teve tempo para aplicar mudanças. “Encontramos altos índices de repetência e desmotivação grande dos nossos jovens. Propomos mudanças curriculares que começaram este ano, assim como ações ligadas ao mercado de trabalho e à universidade para tornar o ensino médio mais atraente. Mas elas só surtirão efeito no próximo Ideb, em 2013″, resumiu Azevedo.

O secretário estadual de Educação de Goiás, Thiago Peixoto, disse ao Valor que a realização de diagnósticos, criação de políticas de bônus por mérito e de um sistema de avaliação interno ajudaram o Estado a melhorar o Ideb do ensino médio. Goiás teve um dos melhores desempenhos do país para essa etapa da educação. “No começo houve muita gritaria, mas com bons resultados acredito que podemos avançar mais.”

Ideb 2011: gestão eficiente da educação em Minashttp://www.valor.com.br/brasil/2789168/pais-tem-avanco-muito-timido-na-educacao

15/08/2012 Posted by | Educação, Gestão em Minas | , , , , , , , , , , | Comentários desativados em Ideb 2011: Minas avança – Educação e Gestão

Ideb 2011: gestão eficiente da Educação em Minas é destaque

Ideb 2011: Gestão de Aécio e Anastasia com foco na qualidade consolidou modelo de Educação Básica e garantiu o 1ª lugar no ranking nacional.

Ideb 2011: gestão eficiente da educação e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

Fonte: Agência Minas

Minas Gerais tem a melhor educação básica do país, revelam dados do Ministério da Educação

Resultados do IDEB divulgados nesta terça-feira indicam que alunos mineiros atingem padrões de países desenvolvidos nos anos iniciais do ensino fundamental

Minas Gerais tem a melhor educação básica do país. É o que revelam os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de 2011, divulgados, nesta terça-feira (14), pelo ministro da Educação, Aloízio Mercadante. Nas séries iniciais do ensino fundamental os alunos da rede estadual mineira alcançaram índice 6, comparável à qualidade do sistema educacional dos países desenvolvidos.

O levantamento do Ministério da Educação indica que, em relação à medição anterior, o sistema estadual de ensino de Minas evoluiu em todos os níveis.

Em comparação com outros estados, a rede estadual mineira também se destaca, mantendo a primeira colocação nos anos iniciais do ensino fundamental. Além disso, Minas subiu do 3º para o 2º lugar nos anos finais e ficou na 3ª posição no ensino médio. Seguem abaixo os rankings nacionais em cada um desses níveis de ensino:

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Ideb 2011: Minas 1ª lugar no ranking nacional

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Diante dos resultados, o governador do Estado, Antonio Anastasia, parabenizou toda a comunidade escolar e ressaltou que os números são fruto dos “esforços realizados pela sociedade mineira” e de um trabalho que vem sendo realizado com competência e comprometimento na educação mineira nos últimos anos.

O governador lembra que a boa escola qualifica o capital humano, facilitando a atração de investimentos e a geração de emprego e renda. “Cumprimento os professores, alunos, servidores da educação e pais. O Governo de Minas tem orgulho dos esforços de todos. Os resultados são fruto também de planejamento e de programas como o PIP (Programa de Intervenção Pedagógica) e da inserção das crianças aos seis anos na Escola, da qual Minas foi pioneira”, afirma Anastasia.

A secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, apontou o comprometimento de professores e demais servidores da educação como fundamental para os bons resultados e destacou a importância de projetos desenvolvidos pelo Governo de Minas. “Os resultados do Ideb demonstram que a política mineira para com a educação tem compromisso com a qualidade e vem sendo desenvolvida de forma muito séria nos últimos anos. Os projetos e investimentos do Governo, o compromisso dos nossos profissionais e a qualidade do nosso alunado são fatores que resultaram nesses bons índices”, afirma.

A secretária também destaca o Programa de Intervenção Pedagógica. “Este é um dos instrumentos que possibilitaram diretamente os avanços nos anos iniciais do ensino fundamental, a partir do acompanhamento direto dos resultados das escolas e propostas de programas e ações com foco na qualidade”, completa.

Minas melhora índice e mantém liderança nos anos iniciais do Ensino Fundamental

Os alunos mineiros alcançaram nota média 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental, de acordo com os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011. Como este resultado, a rede estadual mineira mantém o primeiro lugar no ranking nacional. O índice, segundo o próprio Ministério da Educação, é equivalente à média da educação em países desenvolvidos. No último Ideb, medido em 2009, a rede estadual mineira já era a primeira colocada, com índice de 5,8.

Com Ideb de 6,0, a rede estadual mineira não só deixou para trás a meta estabelecida para 2011, que era de 5,7, como ultrapassou antecipadamente a meta estipulada para 2013, que é de 5,9. No total, 767 escolas estaduais mineiras apresentaram Ideb igual ou superior a 6,0 nos anos iniciais em 2011.

Considerando o Ideb de todas as redes — estadual, municipais e privadas — Minas Gerais também conseguiu destaque. O índice alcançado foi de 5,9 e também ultrapassa antecipadamente a meta estipulada para 2013, que é de 5,7.

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Nos anos finais, Estado subiu do terceiro para o segundo lugar no ranking nacional

Nos anos finais do ensino fundamental, a rede estadual mineira também apresentou evolução. No Ideb 2011, as escolas dos anos finais alcançaram a média de 4,4. Esse índice fez com que a rede estadual mineira fosse classificada na segunda posição em relação a todas as redes estaduais do país, atrás apenas de Santa Catarina, que ficou com 4,7.

Com Ideb de 4,4, a rede estadual mineira alcançou antecipadamente a meta estipulada para 2013, que é justamente de 4,4. Em relação ao último índice apurado, em 2009, a rede estadual apresentou evolução, passando de 4,1 para 4,4. Considerando todas as redes de ensino, Minas Gerais tem um Ideb de 4,6 e também alcançou antecipadamente a meta estipulada para 2013.

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

No ensino médio, índice mineiro é o terceiro melhor do país

A rede estadual mineira é a terceira melhor do país, de acordo com o Ideb 2011. Os alunos mineiros alcançaram o índice de 3,7 e cumpriram a meta estipulada para o período. Com essa nota, a rede estadual cresceu em relação ao Ideb 2009, quando alcançou um índice de 3,6.

Nesta etapa, a rede estadual mineira ficou atrás apenas de Santa Catarina, que está na primeira posição com Ideb de 4,0 e de São Paulo, que ficou em segundo lugar, com Ideb de 3,9.

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Ideb 2011: gestão da educação em Minas – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-tem-a-melhor-educacao-basica-do-pais-revelam-dados-do-ministerio-da-educacao/

Entrevista do governador Antonio Anastasia sobre os resultados do Ideb

15/08/2012 Posted by | Educação, Gestão em Minas | , , , , , , , , , , | Comentários desativados em Ideb 2011: gestão eficiente da Educação em Minas é destaque

PT de Minas usa sindicato dos professores, mente para opinião pública e faz política que prejudica alunos da rede pública de educação

Contra os alunos, mentira, politicagem, intransigência

Fonte: Gabriel Azevedo – Turma do Chapéu

Sind-UTE e Beatriz Cerqueira: a máscara cai, a politicagem do PT aparece

Reprodução do blog de Beatriz Cerqueira

1 – Todo mundo sentiu os efeitos da greve dos professores em Minas Gerais. Nas escolas, na mídia, no trânsito…

2 – A causa da educação é justa, histórica, prioritária e merece um debate sério, pautado por fatos e ações concretas.

3 – Encerrada a greve, foi proposta uma negociação. Ogoverno de Minas segue com o combinado. O Sind-UTEafirma que o Governo do Estado não segue com o combinado.

4 – A secretária de Planejamento e Gestão,Renata Vilhena, concedeu entrevista lúcida e límpida sobre o tema. No jornal “Estado de Minas”, ela foi taxativa: “O Sindicato faz política”. A secretária é muito elegante. Política, todos fazemos. O que o sindicato faz é politicagem.

5 – Confira a entrevista da secretária Renata VIlhena sobre o Sind-UTE.

6 – O Sind-UTE mente. Mente hoje, mentiu durante a greve, e, não duvidem, seguirá mentindo.

7 – No Brasil, as greves de professores só ocorrem em Estados governados pelo PSDB, salvo raras exceções. Onde o PT governa e o salário é, inclusive, pior, nada de professor parando o trânsito.

8 – A presidente do Sind-UTE em Minas Gerais, Beatriz Cerqueira, é filiada ao PT. Tudo bem. Esse é um direito dela. O que não é direito dela é usar o sindicato dos professores como instrumento do Partido dos Trabalhadores.

9 – A cada dia que passa, a intransigência do Sind-UTE e seu método, que corre o Brasil, de esticar a corda com os governos tucanos através de mentiras, ficam mais óbvios. A educação é desculpa para fazer guerra partidária.

10 – Tudo vai ficando mais claro, quando notamos que a presidente do Sind-UTE usa o seu blog para fazer oposição ao senador Aécio Neves, engrossando a mentira do PT sobre a votação dos royalties do petróleo (para entender as mentiras do PT sobre este assunto, assista o vídeo ao final deste texto ou clique no link:  http://youtu.be/RmGF2B39hpk)

11 – Um verdadeiro moinho… Os professores são usados pelo sindicato, que é usado pelo PT, gerando um fato político para os deputados da oposição, que engrossam o caldo da mentira, que confunde os alunos, pais e professores, que são usados pelo sindicato, que é usado pelo PT, gerando um fato político para os deputados da oposição, que engrossam o caldo da mentira, que confunde os alunos, pais e professores que são usados pelo sindicato, que é usado pelo PT, gerando um fato político para os deputados da oposição, que engrossam o caldo da mentira, que confunde os alunos, pais e professores…

12 – Enquanto Beatriz Cerqueira entra nessa espiral, divulgando as mentiras do Deputado Sávio Souza Cruz e sua turma, quem perde é a educação em Minas. Enquanto o blog da “professora” finge convidar o leitor para debater educação, os posts empurram a verdade e a isenção ladeira abaixo!

Assista abaixo: A verdade sobre a votação dos royalties do petróleo

19/11/2011 Posted by | Aécio Cunha, Aécio Neves, Educação | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Marcus Pestana critica Sind-UTE/MG na condução da greve dos professores em Minas

Fonte: Marcus Pestana – Deputado federal, presidente do PSDB-MG – Publicado em O Tempo

Perguntas e respostas sobre a greve

Se o PT tem realmente compromisso com os professores, por que não resolve o que está ao seu alcance? É bom lembrar que há 110 dias – sem que a imprensa tenha se interessado por isso -, profissionais das universidades federais e das escolas técnicas federais estão em greve por melhores salários

De maneira geral, todos acompanhamos a atual paralisação parcial dos professores com sentimentos contraditórios. Se nenhuma outra categoria mobiliza mais o respeito e o afeto de cada um de nós, é impossível não reconhecer que a greve, de já longos três meses, prejudica milhares de alunos e seus pais e mães e há muito deixou de ser um instrumento legítimo de defesa dos interesses do magistério para se transformar em uma ferramenta que serve à luta política, que de um lado coloca o PT e o seu braço sindical, a CUT, e do outro o PSDB, que ocupa hoje o governo do Estado.

Nesse cenário de lamentável enfrentamento, algumas perguntas continuam sem as respostas, que a sociedade mineira merece conhecer. Algumas delas se impõem especialmente agora, quando a Justiça acolheu a liminar pedida pelo Ministério Público Estadual e decretou a ilegalidade da greve e a dirigente do Sind-UTE/MG informa que não cumprirá a decisão da Justiça, já que, num entendimento bastante próprio da lei, entende que não é obrigada a cumprir decisões liminares da Justiça.

Sem entrar no mérito do que significaria para o país se todos os brasileiros decidissem que não precisam cumprir liminares decididas pela Justiça, pergunto:

1. Se a CUT está tão preocupada com a remuneração dos professores, por que não patrocina greves dessa extensão em outros estados governados pelo PT e que pagam salários mais baixos aos professores do que os que são pagos em Minas?

2. Se o PT tem realmente compromisso com os professores, por que não resolve o que está ao seu alcance? É bom lembrar que há 110 dias – sem que a imprensa tenha se interessado por isso -, profissionais das universidades federais e das escolas técnicas federais estão em greve por melhores salários. O governo federal – do PT – foi à Justiça pedir a ilegalidade do movimento e já descartou qualquer reajuste salarial para 2011 e 2012. Infelizmente, a presidente Dilma ainda não teve tempo para recebê-los.

3. No acordo que pôs fim à greve dos professores do ano passado, e que também trouxe enormes transtornos para os mineiros, o governo do Estado concordou em pagar antecipadamente as horas de trabalho que seriam posteriormente repostas pelo sindicato. No entanto, o Sind-UTE/MG não cumpriu a sua parte e mais de um milhão de horas de trabalho – pagas — deixaram de ser repostas. Isso é compromisso com a educação?

4. Por que, em vez de fazer suas manifestações em locais que não penalizem a população, o sindicato escolhe sempre os horários e locais de maior trânsito? Por que os direitos de quem participa de um movimento sindical valem mais que os direitos de um trabalhador de chegar em casa depois de um cansativo dia de trabalho? Ou de uma mãe que precisa buscar um filho ou chegar a um hospital? Por que essas manifestações não podem ser feitas em locais e horários que respeitem os direitos dos outros e onde teriam a mesma cobertura da imprensa?

São várias as perguntas. Mas muita gente já está chegando a uma mesma conclusão: nem sempre os interesses dos dirigentes do Sind-UTE/MG são os mesmos dos professores em cujo nome dizem agir. A baixa adesão ao movimento (apenas 8% dos professores aderiram à paralisação) mostra que, antes de nós, foram os próprios professores que perceberam isso. No mais, permanece a necessidade de o país como um todo buscar uma forma concreta de valorizar a atuação dos profissionais da educação. Eles merecem.

20/09/2011 Posted by | Educação, politica | Deixe um comentário