Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio revigora oposição com mais de 48% do eleitorado

Aécio se tornou candidato competitivo, deixa oposição unida e revigorada por 48,5% da preferência do eleitorado.

Aécio como legado de campanha deixa oposição unida e revigorada por 48,5% da preferência do eleitorado.

Fonte: O Globo

Aécio: derrotado após ressurreição impensada

Competitivo e decidido a ‘partir pra cima’, Aécio perde, mas revigora oposição com 48,5% do eleitorado

Foi uma longa batalha: dois anos de conversas e viagens, cerca de 90 mil quilômetros de avião, incontáveis comícios em 180 cidades. Por vezes, o desastre pareceu iminente, como ocorreu na primeira noite de setembro passado.

Quando a SBT encerrou o debate presidencial do primeiro turno, o senador Aécio Neves saiu da bancada de candidatos, ajeitou a gravata vermelha sobre a camisa branca imaculada, guarnecida em terno escuro, e avançou no palco para a habitual entrevista, ainda no cenário do embate eleitoral.

Surpreendeu-se ao ver o grupo de jornalistas aglomerar microfones e câmeras diante das suas adversárias Dilma Rousseff e Marina Silva.

As mulheres roubaram a cena, durante e depois do debate. E ele esgotara seu estoque de novidades com o anúncio antecipado do eventual ministro da Fazenda, Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central no segundo governo Fernando Henrique Cardoso.

Naquele lapso de solidão sob os holofotes, Aécio viu confirmada uma cilada da adversidade, desenhada na pesquisa Datafolha do dia: a quatro semanas do primeiro turno, despencava do segundo lugar para uma remota terceira posição nas intenções de voto — 20 pontos atrás de Dilma e Marina, agora empatadas.

A situação podia piorar, se observada do Solar dos Neves, na setecentista São João Del-Rei (MG), a 400 quilômetros do estúdio paulista. Porque em Minas também se esboçava a derrota de Pimenta da Veiga, o candidato ao governo estadual que Aécio impôs aos aliados locais.

Paradoxal, tratando-se de um líder regional com êxitos sucessivos (entre 2002 e 2010 colecionou vitórias no primeiro turno para o governo do estado, elegeu o sucessor e saiu com 7,5 milhões de votos para o Senado.) Representante dos mais antigos ramos da elite mineira, na década anterior ele revigorara o prestígio político das famílias Neves, Cunha e Tolentino.

NÃO BASTOU ACENAR AOS MINEIROS

Os sinais de eventuais derrota estadual e nacional tinham a mesma origem, na leitura crítica dos aliados: excessiva autoconfiança. Para eles, Aécio apostou que bastava acenar aos mineiros para obter maioria na eleição presidencial no estado e ainda eleger Pimenta da Veiga. Algo parecido acontecia com Lula, que, atropelando próceres petistas, escolheu o desconhecido Alexandre Padilha para disputar o governo estadual.

Perder na própria base eleitoral e amargar um longínquo terceiro lugar na disputa além-fronteira equivaleria a virar pó na política, calculavam aliados de Aécio que o acompanharam ao estúdio de televisão. Houve quem esquadrinhasse o rosto do candidato, depois do debate, à procura de um sinal qualquer de melancolia. Nada foi percebido. Impassível, ele disse apenas que precisava falar com Arminio Fraga.

Arminio talvez tenha sido o primeiro a ouvir de Aécio a decisão de se candidatar à Presidência. Aconteceu em 2012, quando atravessaram os feriados de fim de ano conversando sobre economia. Afinaram-se na comunhão de ideias matrizes da social-democracia. Rascunharam um modelo de oferta eleitoral, na qual o Estado teria papel menos destacado na condução da economia do que teve em governos do PT.

Aécio definiu um roteiro para a campanha presidencial na era pós-mensalão. Guardava no bolso a ideia-força da propaganda, inspirada numa relíquia do baú familiar, o antigo slogan usado por seu avô Tancredo Neves no epílogo da ditadura: “Muda, Brasil”. Passados dois meses, após o carnaval, comunicou à burocracia do PSDB baseada em Brasília a intenção de se candidatar. A reação inicial foi de desconfiança sobre a disposição real para uma “guerra” eleitoral dessa dimensão. Entre as razões estavam o perfil forjado nos padrões do liberal-conservadorismo mineiro e, também, a sua maneira quase despicienda de fazer política, como quem dela não precisa para ser feliz.

Venceu a incredulidade nos meses seguintes, atuando de cima para baixo. Começou pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Primeiro dos convertidos, Fernando Henrique conduziu com discrição a campanha interna por Aécio. Aos seus olhos, o mineiro de 54 anos de idade se qualificava como símbolo da renovação partidária. Moldado na tolerância política familiar (o pai, que lhe emprestou o nome, e o avô Tancredo eram de partidos opostos, mas conviveram bem, sem nunca brigar), exibia uma biografia construída na era democrática. Além disso, desfrutava de expressiva popularidade em Minas — o segundo maior colégio eleitoral. E demonstrara habilidade em delicadas empreitadas de conciliação de interesses, dentro e fora do PSDB. “Vá com jeito”, repetia o ex-presidente.

Desdobrou-se numa silenciosa costura, com o objetivo de vencer resistências no PSDB paulista, enquanto moldava seu personagem pelos manuais de marketing —incluiu cirurgias estéticas e treino para discursos e entrevistas concisos, mas dispensou a fonoaudiologia.

Nas ruas, o ronco das multidões em protesto sinalizava dificuldades para o governo e, por consequência, para o projeto de reeleição da presidente. Quando se casou, em outubro do ano passado, Aécio não havia garantido mais do que um relutante aval de Geraldo Alckmim. O balé com o governador de São Paulo durou mais cinco meses e, mais um pouco, com José Serra. O auxílio de Alckmim e Fernando Henrique foi decisivo, mas Aécio levou o crédito pela operação mais simbólica do resgate da unidade partidária: Serra se elegeu senador tendo como suplente o rival José Aníbal, deputado federal.

A definição da candidatura à Presidência ocorreu em cenário favorável. Sete de cada dez eleitores queriam mudanças na forma de governar o país, informavam as pesquisas. Dilmaliderava, mas enfrentava alta rejeição. Pelas projeções, haveria segundo turno. Com 25% nas sondagens, Aécio continuava jogando parado.

Deu tudo certo até a manhã de quinta-feira 13 de agosto, quando caiu o avião em que estavaEduardo Campos e sua equipe de campanha. O turbilhão político que se seguiu deixou uma vítima colateral: Aécio. Durante 26 dias, Marina Silva, substituta de Campos, só subia nas pesquisas. Ele seguia ladeira abaixo, como atestara o lapso de solidão sob holofotes no estúdio do SBT.

No final da manhã de terça-feira 9 de setembro, desembarcou em Goiânia. O governador Marconi Perillo (PSDB), candidato à reeleição, o esperava. Cumprimentou-o apressando a saída do aeroporto para o comício. Olhos no relógio, justificou em tom audível para a comitiva:

— Daqui a pouco tem o pessoal da Marina.

Perillo queria viabilizar em Goiás a “Marimar”, a dobrada eleitoral Marina-Marconi. Receita de campanha cujo efeito Aécio conhecia bem, porque dela se beneficiara.

Nas eleições de 2002 e de 2006, difundiu-se em Minas o “Lulécio”, o voto em Lula para presidente e nele para governador do estado. Em 2010, apareceu o “Dilmasia”, voto em Dilma e em Antonio Anastasia, o candidato de Aécio ao governo estadual. Todos ganharam. Só os candidatos presidenciais do PSDB perderam em Minas.

O encontro com Perillo dissipou dúvidas, se ainda existiam. Naqueles dias magros de boas notícias, alguns aliados começaram a achar que sua obstinação, talvez, derivasse de uma vida em realidade paralela. No avião, sentado de frente para a cabine do piloto, ele repetia:

— Vamos partir para cima.

Precisava recomeçar. E se concentrou em São Paulo, onde o eleitorado reagia com inédito fastio às propostas do PT. Marina avançava entre os paulistas. Voltou a percorrer o estado de braços dados com Alckmim, cujas chances de reeleição no primeiro turno cresciam. Insistiu em participar até de solenidades paroquiais, atípicas na rotina de um candidato à Presidência da República. Esteve, por exemplo, na entrega de uma Kombi de serviço médico a uma comunidade do Brás, distrito paulistano, onde vivem 30 mil pessoas.

ASCENSÃO APÓS DESCONSTRUÇÃO DE MARINA

Ao mesmo tempo, abriu uma ofensiva contra Marina no rádio e na televisão e reduziu o espaço crítico à presidente-candidata. Sob fogo dobrado Marina acabou “desconstruída”.Dilma cresceu, e Aécio recuperou eleitores.

Ele ressurgiu quatro dias antes do primeiro turno, com 19% nas pesquisas. Quarenta e oito horas antes da votação, aparecia com 23% nas sondagens. Emergiu das urnas com 33,4%, equivalentes a 34,8 milhões de votos. Deu a volta por cima. Começava outra eleição.

Ao optar por uma sexta edição do embate PT x PSDB, os eleitores sinalizavam um plebiscito sobre a década de governos petistas. Os dois principais adversários de Dilma somaram 58%, isto é 56 milhões de votos.

O embate já acirrado ganhou acidez, com o aumento do volume de propaganda crítica. Aécionão conseguiu se livrar do peso simbólico da dupla derrota em Minas para Dilma — reprisada ontem —, e também de seu candidato ao governo estadual. Atravessou o restante da campanha repetindo justificativas sobre obras no aeroporto de Claudio (MG) que beneficiou uma propriedade da sua família. Amplificou, em réplica, as críticas aos governos do PT pela corrupção em contratos bilionários da Petrobras.

Nesta semana, confirmou-se o fim de uma fantasia política, a suposta hegemonia do PT sobre o voto dos pobres. Ao traçar um perfil do eleitorado de Aécio, o Datafolha constatou: um de cada três possui renda familiar de até R$ 1.448. Do total de seus eleitores, 21% sobrevivem com até R$ 2.172.

Aécio se tornou um candidato competitivo por ter conquistado a preferência de fatia importante dos pobres. Ontem, faltaram-lhe votos, principalmente em Minas, onde voltou a ser derrotado. Como legado de campanha deixa uma oposição unida e revigorada por 48,5% da preferência do eleitorado.

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31/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  ANTONIO ANASTASIA,  ELEIÇÕES 2014,  POLÍTICA | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Sylo Costa: Dilma manipulou os dados para atacar Aécio

Mentiras de Dilma: Candidata tentou manipular os fatos relativos a gastos em saúde feitos pelo governo estadual na gestão Aécio Neves.

Mentiras de Dilma e do PT

Fonte: Jogo do Poder

Leia artigo de Sylo Costa no jornal O Tempo: Explicação necessária sobre o óbvio

Conselheiro do TCE-MG citado por Dilma desmente a candidata

O conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MGSylo Costa, citado pela candidata do PTDilma Rousseff, durante debate na Rede Record, no último domingo (19/10), desmentiu hoje (22/10) a candidata.

Em artigo publicado pelo jornal O Tempo, Sylo Costa destaca que a candidata do PT tentou manipular os fatos relativos a gastos em saúde feitos pelo governo estadual na gestão Aécio Neves. O então relator atestou a correção dos investimentos e reiterou que as contas do então governador Aécio Neves foram aprovadas por unanimidade pelo TCE-MG.

“Bem, quase caí da poltrona durante o debate do último domingo, quando ouvi Dona Dilma, com ar triunfal, declarar que eu teria dito, na qualidade de relator das contas do então governador Aécio Neves, que vacina para cavalo foi contabilizada como despesa de saúde. O que ela pretendeu fazer – como de hábito, aliás – foi manipular os fatos, numa tentativa de atacar seu adversário. Explico: como relator, orientado por minha assessoria, mandei retirar da conta da Secretaria de Saúde uma fatura de compra de vacinas sem especificação e lançá-la na conta da Secretaria de Agricultura, erro material que não afetava o cumprimento do índice constitucional da saúde. Tanto que me posicionei pela aprovação das contas. O parecer prévio sobre as contas do governador foi aprovado por unanimidade. Posteriormente, recebi da Secretaria de Agricultura a informação de que a compra das vacinas era mesmo para a saúde, já que se tratava de vacinas contra aftosa para experimentos da Fundação Ezequiel Dias”, diz trecho do texto.

31/10/2014 Posted by | AÉCIO NEVES,  ARTIGO,  DILMA,  ELEIÇÕES 2014,  FRAUDE,  SAÚDE | , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Sensus: Aécio abre 13 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff

Pesquisa Istoé/Sensus mostra vantagem de 11 pontos do candidato tucano. Se considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%.

Eleições 2014

Fonte: ISTOÉ

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.

31/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PRESIDENTE,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , | Deixe um comentário

PT tentou tirar o site Aécio de Verdade

TSE negou pedido de liminar apresentado pela campanha da presidente Dilma Rousseff para retirar do ar a página “Aécio de Verdade”.

Eleições 2014

Fonte: Coronel do Blog

PT tentou censurar o blog “Aécio de Verdade” produzido pela Turma do Chapéu. TSE negou e manteve no ar.

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou pedido de liminar apresentado pela campanha da presidente Dilma Rousseff para retirar do ar a página eletrônica “Aécio de Verdade“. A chapa de Dilma alegava que o endereço eletrônico estava sendo utilizado para fazer campanha para o tucano, mesmo sem estar no rol das páginas habilitadas para defender o tucano. Essa prática é proibida pela legislação eleitoral.

Os advogados da petista sustentavam que o endereço é irregular e clandestino. Acusavam ainda a coligação do tucano de serem os responsáveis pela distribuição de um vídeo com o próprio Aécio em que convida os eleitores a acessar a página eletrônica, trazendo “desequilíbrio incalculável” para a disputa.

Em sua decisão, o ministro Herman Benjamin, relator do processo no TSE, afirmou que a página eletrônica assemelha-se mais a um blog do que a um site propriamente dito. As duas formas de comunicação virtual têm regras eleitorais distintas. Os sites são proibidos por lei de defender um candidato ou atacar um adversário. Os blogs, por sua vez, são liberados.

O relator do processo disse ainda que o espaço virtual foi criado por um grupo de jovens “sem maior profissionalismo” e que a página está registrada em nome de um simpatizante do candidato. “Ou seja, parece que não há propriamente controle do conteúdo formal por parte do partido ou coligação do PSDB“, afirmou. “Assim, em juízo de cognição sumária, não vislumbro irregularidade no espaço virtual capaz de incidir em qualquer das proibições constantes da Lei das Eleições no que tange às propagandas eleitorais pela internet.

14/10/2014 Posted by | AECIO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PRESIDENTE,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Lutador Anderson Silva declara apoio a Aécio Neves

O ex-campeão dos médios do UFC Anderson Silva declarou apoio ao candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves.

Eleições 2014

Fonte: Veja

Anderson Silva declara apoio a Aécio

O ex-campeão dos médios do UFC Anderson Silva declarou apoio nessa sexta-feira aocandidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves.

Em depoimento de um minuto divulgado pela página do tucano na internet, o lutador diz que tem “conhecimento de causa” para afirmar que Aécio é o “candidato da mudança“.

“Eu estou aqui para falar um pouco de conhecimento de causa, que é uma coisa que todo brasileiro deve ter. Vamos fazer com o que o nosso país tenha uma mudança radical. Nos últimos anos, a gente viu muita coisa boa, mas também muita coisa ruim. E agora é hora de mudar”, disse o lutador, repetindo o slogan da campanha tucana.

Anderson é cliente da agência de marketing esportivo 9ine, cujo dono é o ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o “Fenômeno”. Amigo pessoal de AécioRonaldo já participou de eventos de campanha do presidenciável e até o acompanhou no último debate da Globo. Além de Anderson, os lutadores Minotauro e Wanderlei Silva também gravaram um vídeo juntos, manifestando apoio ao candidato. Faz parte da estratégia de campanha associar a imagem do tucano a celebridades.

(Eduardo Gonçalves, de São Paulo)

13/10/2014 Posted by | AECIO,  AÉCIO NEVES,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Pesquisa mostra Aécio com dez pontos de vantagem sobre candidata petista

Aécio tem 54,2% dos votos válidos, contra 45,2% da presidente Dilma. Em votos nominais a diferença seria de 42% a 36,1%.

Eleições 2014

Fonte: Brasil247

Pesquisa Veritá: Aécio abre 10 pontos no 2º turno

De acordo com o instituto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) tem 54,2% dos votos válidos, contra 45,2% da presidente Dilma Rousseff, do PT; em votos nominais a diferença seria de 42% a 36,1%, enquanto 17,4% não sabem ou não responderam; ontem, na primeira sondagem, do Paraná Pesquisas, a diferença era um pouco menor: 54% a 46%

Veja a pesquisa completa e entenda quem são os eleitores de Aécio Neveshttp://www.brasil247.com/attachment/558/Relatório%20Nacional.pdf

Uma nova pesquisa sobre o segundo turno da sucessão presidencial atribui ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) uma vantagem de quase dez pontos sobre a presidente Dilma Rousseff, do PT. Se as eleições fossem hoje, ele teria 54,2% dos votos válidos contra 45,2% de Dilma.
A pesquisa foi registrada pelo Instituto Veritá, entre os dias 6 e 8 de outubro, com 5.165 eleitores de todo o País e registrada junto ao TSE sob o número BR-01067/2014.

Na contagem de votos nominais, Aécio teria 42%, contra 36,1% de Dilma, enquanto 17,4 ainda estão indecisos e 4,5% votariam branco ou nulo.

Na transformação dos votos nominais para votos totais, isso representaria 54,8% para Aécio, contra 45,2% de Dilma.

Ontem, uma outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, também colocouAécio na frente, mas por uma margem menor: 54% a 46%.

10/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PRESIDENTE,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio afirmou dar a largada para o segundo turno em ‘muito boa companhia’

Aécio destacou que os brasileiros assistiram no primeiro turno das eleições a vitória clara desse sentimento de mudança que se espalhou por todo o país.

Eleições 2014

“Dou a largada para o segundo turno em muito boa companhia”, diz Aécio

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, agradeceu, nessa segunda-feira (06/10), em São Paulo, o esforço e a confiança dos brasileiros que acreditaram em sua candidatura e o levaram a disputar o segundo turno das eleições com a aprovação de cerca de 35 milhões de eleitores – 33,55% dos votos válidos.

Ao lado de Aloysio Nunes, vice na chapa presidencial, do governador reeleito de São Paulo,Geraldo Alckmin, do senador eleito José Serra, e dos deputados federais Antonio Imbassahy (BA), do PSDB, Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e Mendonça Filho (DEM-PE), Aécio afirmou que dá a largada para o segundo turno em “muito boa companhia”.

“Gostaria, em primeiro lugar, de agradecer o esforço, o trabalho e a confiança de cada companheiro, cada companheira, em todas as regiões do país. E hoje, de forma muito especial, em São Paulo. A minha candidatura, a partir desse instante, não é mais apenas a candidatura de um partido político ou de uma aliança entre partidos, é a candidatura que carrega a possibilidade concreta do Brasil se reencontrar com o desenvolvimento, com a recuperação dos empregos, com a melhoria da saúde e da segurança”, ressaltou.

O candidato da Coligação Muda Brasil destacou que os brasileiros assistiram no primeiro turno das eleições a “vitória clara desse sentimento de mudança que se espalhou por todo o país”.

“A soma dos votos obtidos pelas candidaturas de oposição demonstra isso de forma muito clara. Sinto-me extremamente honrado de poder, agora, no segundo turno, liderar a condução desse novo projeto para o Brasil e para os brasileiros”, afirmou.

“Suar a camisa”

Aécio agradeceu ainda o apoio recebido em São Paulo, que o levou à vitória no maior colégio eleitoral do país. Ele completou dizendo que está pronto para vencer as eleições e “fazer a grande travessia para um país que cresça, enfrente a questão da inflação e que possa gerar mais oportunidades para os seus filhos”.

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin, reeleito com 57,3% dos votos válidos, destacou que é hora de “suar a camisa” e trabalhar para eleger Aécio Neves, em benefício da população brasileira.

“Iniciamos hoje o segundo turno, e quero dizer ao Aécio que a sua palavra, sua alma, atingiu o coração dos paulistas. Quando eu disse, quando se iniciou a campanha, que o Aécio era o mais paulista dos mineiros, eu tinha razão. São Paulo estará junto para ajudar o Brasil no novo momento, para fazer as reformas que o país precisa, para dar um outro grande salto em termos de desenvolvimento, emprego, renda, salário mais alto. Esse é o bom caminho. É uma alegria recebê-lo aqui em nosso Estado, e dizer que conte conosco. Agora é Aécio na cabeça!”, afirmou.

Eleito senador com 58,5% dos votos, José Serra acrescentou que seu objetivo a partir de agora será a mobilização para ampliar a diferença dos votos recebidos por Aécio Neves no Estado.

“São Paulo desempenhou um papel nesse primeiro turno vital para o futuro do Brasil, porque abriu a perspectiva de fato da troca dos responsáveis pela condução do nosso país. Não bastará levar o Aécio para a Presidência, teremos que mudar também o Brasil. Esse será o desafio que teremos, e essa nossa tarefa começa hoje. Jogaremos tudo o que temos, em matéria de esforço, de ideias, de perspectiva para o futuro do país. Tenho certeza que alcançaremos a nossa meta. É Aécio Presidente”, completou.

09/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PRESIDENTE,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Candidatos do Partido Verde e do PSC declaram apoio a Aécio Neves

Ao anunciar o apoio, Everaldo pediu a Aécio que não descuidasse dos pobres, que tire o Brasil das páginas policiais, e que dê atenção às Forças Armadas.

PV decidiu também apoiar. A votação terminou em 33 votos para apoiar Aécio.

Fonte: O Globo

Candidato teve 0,75% dos votos válidos no primeiro turno, o equivalente a 780 mil

PSC, do Pastor Everaldo, que obteve pouco mais de 780 mil votos na eleição presidencial (0,75% dos válidos), vai apoiar o candidato Aécio Neves no segundo turno. A decisão foi anunciada no início da tarde desta quarta-feira depois de uma reunião de mais de duas horas com a bancada na Câmara e a executiva da legenda. Ao anunciar oficialmente o apoio, Everaldo pediu a Aécio que não descuidasse dos pobres, que tire o Brasil das páginas policiais, e que dê atenção às Forças Armadas.

O partido de Pastor Everaldo (PSC) teve 12 deputados eleitos para a Câmara dos Deputados, e Everaldo teve 780.513 votos (0,75%) no primeiro turno da corrida presidencial.Pastor Everaldo (PSC) disse que seu partido vê em Aécio o sentimento de mudança nessaseleições.

— Fomos enfáticos em dizer que a mudança que o Brasil precisa, que foi demonstrada nas pesquisas, e nós do PSC entendemos, é você quem encarna essa mudança para tirar o país do mar de lama de corrupção que estamos — disse.

Sobre programas sociais, Everaldo atacou o “terrorismo” espalhado sobre um corte nesses programas em caso de vitórias da oposição.

— Você tem a preocupação já demonstrada com os pobres, contestando principalmente o terrorismo que estão espalhando de que qualquer outro candidato iria subtrair os benefícios que hoje atendem a milhões de brasileiros.

O pastor disse que o governo deve servir ao cidadão, e não se servir dele, e pediu que o Brasil saia das páginas policiais.

— Nossa preocupação é que nosso país saia das páginas policiais do mundo com escândalos de corrupção.

Também foi demandada atenção às Forças Armadas:

— Fique de olho na Forças Armadas deste país com o respeito que elas merecem.

Aécio agradeceu o apoio:

— Temos a partir de hoje encarnada de forma muito clara a mudança que o país aguarda, e que você (Pastor Everaldo) pregou ao longo de sua bela campanha, com absoluta correção e seriedade. Com certeza espero fazer também, com o respeito de todos os brasileiros. Muito obrigado pela presença do nosso lado.

— Somos soldados para cumprir as suas ordens — respondeu Pastor Everaldo.

UNIÃO HOMOSSEXUAL ‘É DISCUSSÃO PARA O PARLAMENTO’

Mais cedo, o candidato do PSC afirmou, durante entrevista coletiva, que a opção por Aécio, e não por Dilma Rousseff (PT), a quem a sigla apoiou durante o governo, se deu, basicamente, por causa das denúncias de corrupção contra a administração da petista.

— Nunca houve na história do país tanta corrupção. Esse é um dos principais e mais relevantes motivos pela opção por Aécio — afirmou Everaldo.

De acordo com ele, o PSC não pedirá nada em troca do apoio, nem mesmo a inclusão de algum ponto do programa de governo do ex-candidato. Ao ser perguntado sobre o posicionamento de Aécio Neves, que defende a união homoafetiva, em contraposição ao que apregoa o PSCPastor Everaldo foi evasivo:

— Esse é um assunto que tem que ser discutido no Parlamento.

O ex-presidenciável disse que Aécio telefonou para ele na segunda-feira para pedir o apoio – em contrapartida, assegurou que o PT não o procurou. Ele desmanchou-se em elogios ao tucano e disse que o programa dele aproxima-se das propostas do PSC.

— O programa do Aécio aproxima-se do nosso e é dele. Queremos que haja uma mudança de verdade no país.

PSC elegeu 12 deputados nesta eleição, mantendo o mesmo número da bancada atualmente. O partido tem ainda um senador, eleito em 2010.

OUTROS APOIOS

No começo da tarde desta quarta-feira, PV decidiu também apoiar. A votação terminou em 33 votos para apoiar Aécio, 6 para apoiar Dilma, e 3 abstenções. Com oito deputados federais eleitos neste domingo, o partido alcançou, nas eleições presidenciais, com o presidenciável Eduardo Jorge, 630 mil votos, ou 0,60%. Eduardo já tinha dito que, nestas eleições, o PV não ficaria neutro.

Já PSOL vetou qualquer apoio ao tucano por parte dos militantes. “Não é cabível qualquer apoio de nossos filiados a sua candidatura”, diz a nota do partido da candidata Luciana Genro, que terminou com 1,6 milhão de votos (1,55%). O PSOL também não declarou apoio a Dilma.

09/10/2014 Posted by |  2º TURNO,  AÉCIO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PRESIDENTE,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  COLIGAÇÃO MUDA BRASIL,  EDUARDO JORGE,  ELEIÇÕES 2014, PSC | , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio: sentimento de mudança no Brasil já foi vitorioso no primeiro turno

Para Aécio Neves, candidatos de oposição, somados, ganharam mais votos e mostram o sentimento do brasileiro pela mudança.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Agradecimento

Eu queria agradecer a cada um de vocês, profissionais de imprensa que nos acompanharam ao longo de toda essa caminhada, possibilitando que os brasileiros conhecessem as nossas propostas, os nossos compromissos com o Brasil. E o agradecimento muito especial a cada brasileiro, a cada brasileira que em cada parte desse extraordinário país acreditou na possibilidade da mudança.

A minha primeira confirmação, a minha primeira constatação é que esse sentimento de mudança amplamente presente em todo o Brasil já foi vitorioso no primeiro turno. Candidatos de oposição somados foram vitoriosos, tiveram a maioria dos votos. E é isso que nós temos que buscar agora no segundo turno. Eu me sinto extremamente honrado em ser o representante deste sentimento.

Nessas três semanas que nos separam da eleição, vamos já, a partir de amanhã [06/10], intensificar as nossas ações. Quero aqui, desde já, deixar uma palavra de homenagem muito pessoal a um amigo, a um homem público honrado, digno, que foi abatido por uma tragédia no meio dessa campanha, o governador Eduardo Campos. A ele, aos seus ideais e aos seus sonhos, também a minha reverência. E nós saberemos, juntos, transformá-los em realidade.

É hora de unirmos as forças. A minha candidatura não é mais uma candidatura de um partido político ou de um conjunto de alianças. É o sentimento mais puro. E todos os brasileiros que ainda têm a capacidade de se indignar, mas principalmente a capacidade de sonhar. Vamos acreditar que é possível, como sempre acreditei, dar ao Brasil um governo que una decência e eficiência. Quero aqui, ao lado de tantos companheiros de Minas Gerais, da minha família, da minha esposa Letícia, agradecê-la também pela paciência ao longo de todo esse período. A minha ausência em casa, durante todo esse tempo, na verdade, foi uma tentativa de me fazer presente na vida de milhões e milhões de brasileiros, buscando dar a eles um caminho melhor na qualidade da saúde, da educação, da segurança pública.

Tenho enorme orgulho das companhias que tive nessa caminhada. Quero saudar aqui, como mineiro, não apenas como candidato à Presidência da República, mas como cidadão mineiro que compreende a dimensão exata do que é política feita com espírito público e com correção, quero dizer do meu orgulho de poder dizer que Minas Gerais tem como senador da República eleito um dos mais completos homens públicos do nosso tempo, o governador Antonio Anastasia.

[Estou] Extremamente honrado, senador Anastasia, em fazer essa caminhada ao seu lado, ao lado do governador Alberto Pinto Coelho, extremamente correto capaz e leal companheiro.  Quero saudar através deles a todos que nos acompanharam até aqui. Uma palavra também de reconhecimento ao esforço, ao trabalho, ao nosso companheiro Pimenta da Veiga, que infelizmente não venceu as eleições, mas conduziu as nossas bandeiras com extrema dignidade. E desejo ao governador eleito de Minas Gerais, pelo enorme amor que tenho a essa terra e à minha gente, que tenha enorme êxito nas funções que passará a exercer a partir de primeiro de janeiro.

Sobre o resultado

Todos aqueles que puderem ou quiserem contribuir para esse projeto de mudança são muito bem-vindos. Eu tenho enorme respeito pessoal pela ex-ministra e senadora Marina Silva, mas tanto em relação a ela quanto a outras lideranças, é preciso que nós aguardemos que cada um tome o caminho que achar mais adequado. O que posso dizer é que nesse projeto de uma dimensão tão grande, todos aqueles que tiverem uma contribuição a dar à nossa plataforma, no nosso projeto de governo e na construção da nossa vitória, serão extremamente bem-vindos. Eu não posso antecipar qualquer apoio. Não tive ainda nenhum contato até agora. Vamos aguardar que nesses próximos dias essas questões possam ser definidas.

Sobre a chegada no 2º turno

Sinto-me um grande vitorioso. Todos os números em qualquer parte do Brasil estão muito acima, vocês vão concordar comigo, que as melhores expectativas, inclusive, dos institutos de pesquisas. Não podemos em uma campanha dessas privilegiar uma região.  Vou continuar andando todo o Brasil. Temos um ousado e qualificado projeto para o Nordeste brasileiro, que quero ter mais tempo para discuti-lo no Nordeste. Talvez, tenha nos faltado um pouco de tempo para isso. Vamos continuar andando pelas outras regiões do país tendo como minha companheira de viagem a verdade, a coragem, a compreensão de que nós temos o melhor projeto. O que nós fez chegar até aqui da forma que nós chegamos é que nós temos o melhor projeto do país. O que nós ouvimos ao longo desses últimos meses foi a candidata oficial lutando, os seus assessores ou as pessoas mais próximas achando que vencia essas eleições no primeiro turno e quem venceu essas eleições no primeiro turno foi o povo brasileiro, foi o sentimento de mudança que hoje se alastra por todo o país. No primeiro turno quem venceu as eleições foi o provo brasileiro. Foi um sentimento de mudança que hoje se alastra por todo país. O que temos que fazer – e eu quero lembrar aqui e reverenciar uma frase que foi dita há 30 anos pelo meu avô Tancredo, quando iniciava a sua caminhada e que trazia de novo a liberdade e a democracia. Talvez, seja essa frase síntese que eu gostaria de dizer a todos os brasileiros nesse instante: “Nós estamos apenas na metade da travessia. Portanto, não vamos nos dispersar”.

Sobre o papel de Tancredo Neves na sua vida pública

Ele sempre teve um papel extremamente estratégico – de um grande conselheiro e de um grande amigo e continuará a ter. Eu tenho um orgulho enorme das minhas companhias. Todas elas estiveram presentes, cada uma a seu modo, da forma que achava mais adequado, que era mais estratégico pra campanha. Ele continuará extremamente presente.

Eu vou amanhã a São Paulo. Eu me reúno com alguns dos coordenadores da campanha e pré-estabelecemos a nossa agenda de viagens que deve começar esta semana. Eu não vou parar um minuto. Amanhã já é dia de campanha.

Faço aqui uma convocação a todos os nossos companheiros e companheiras de todas as partes do país, inclusive aqueles que tiveram vitória em primeiro turno, que não desmobilizem os companheiros. Que não desmobilizem as suas estruturas de campanha porque a campanha não terminou ainda.

Repito: Nós estamos apenas na metade da travessia. Vamos concluí-la com a mesma determinação, com a mesma coragem e, por que não, com a mesma leveza com que chegamos até aqui. É muito importante que todos companheiros de cada parte do país compreendam que a eleição final ocorrerá no dia 27.

Sobre a parceria com o agronegócio

Tenho sido muito claro em relação à nossa parceria com o agronegócio. Não fosse a presença do homem do campo na vida nacional, nós teríamos tido, ao longo desses últimos anos, um crescimento ainda mais inexpressivo do que aquele que tivemos até aqui. Parceria, logística, simplificação do sistema tributário, agregar capital privado pra fazer os investimentos em infraestrutura e logística e, principalmente, na criação na ampliação de novos mercados para quem produz no Brasil. A minha candidatura representa a possibilidade do Brasil voltar a crescer, voltar a gerar empregos de qualidade e melhorar os seus indicadores sociais. Por isso eu tenho muita, mas muita convicção mesmo, de que nós vamos vencer essas eleições.

Como dizia lá atrás: Nenhuma razão se sobrepõe a todas as outras. Temos o melhor projeto para o país. Aqueles que estão no governo perderam. Perderam agora no primeiro turno porque, então, teve um resultado muito abaixo do que esperavam e perderam porque tiveram a chance de melhorar a vida dos brasileiros e não melhoraram. Tiveram a chance de fazer o pais crescer, o país parou de crescer. Tiveram oportunidade de controlar inflação, a inflação volta a subir. Tiveram a oportunidade de resgatar a credibilidade e o respeito da administração pública federal e isso não aconteceu, sobretudo com esses escândalos que se sucedem a cada dia no país.

Sobre a campanha

Minha campanha não é contra quem quer que seja. Minha campanha é a favor do Brasil. No que depender de mim [a campanha] será altamente propositiva. Quero aproveitar esses próximos dias, os nossos programas – agora teremos tempo, né, muito mais adequado e proporcional à nossa adversária na televisão – para mostrar o que nós queremos fazer. Eu não faço a política do ódio, do medo, eu não trato um adversário como um inimigo que tem que se abatido a qualquer custo, não, eu sou um democrata, eu respeito nossos adversários. Têm eles lá os seus projetos, eu tenho os nossos, eu represento um conjunto de forças da sociedade brasileira que se qualificou e se preparou para governar o Brasil.

A minha candidatura não tem qualquer marca de improviso, a minha candidatura traz consigo a experiência, a competência, a coragem e a liderança necessária para que o Brasil avance. É isso que eu vou dizer em cada parte do Brasil. Nós temos as melhores condições de fazer com que a vida dos cidadãos e das cidadãs melhore. É por isso que estou aqui e repito para encerrar extremamente grato a cada brasileiro, a cada brasileira, que já demonstrou que o sentimento de mudança é o que deve permanecer. A vitória nesse primeiro turno foi da mudança, os candidatos de oposição tiveram a maioria dos votos. Vamos continuar unidos para que nós possamos, num segundo turno, vencer as eleições e darmos aos brasileiros um governo honrado, um governo digno e um governo eficiente.

Sobre possível conversa com Renata Campos, viúva de Eduardo Campos

Não, não tenho nada marcado. Tenho um respeito enorme pela Renata, mas não tenho nenhum encontro marcado, ouvi até especulação sobre isso. Eu sou muito cauteloso em relação a essas questões. Estamos com os resultados ainda no forno, vamos aguardar amanhã, os próximos dias. Acredito que todas aquelas forças políticas que acreditam na mudança, que percebem, como nós percebemos, que este ciclo de governo tem que se encerrar em benefício do Brasil, espero que possam estar ao nosso lado. O nosso projeto é um projeto generoso, repito: Não é um projeto de um partido, é um projeto da sociedade brasileira, e todos aqueles que quiserem se somar a ele, e tiverem contribuição a dar a essas mudanças serão muito bem-vindos. Obrigado.

06/10/2014 Posted by |  2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO OPOSIÇÃO,  AÉCIO PRESIDENTE,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Presidente dos Correios participou do comitê de Pimentel

O próprio presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, estava presente na reunião. E sabe onde ela foi? No comitê central de Fernando Pimentel.

Escândalo dos Correios

Fonte: Estado de Minas

Vai haver uma carta de alforria?

O próprio presidente dos CorreiosWagner Pinheiro, estava presente na reunião. E sabe onde ela foi? No comitê central de Fernando Pimentel

Se andava morna, morna a campanha pela disputa do governo estado em Minas, ela ferveu de uma hora para outra, com a divulgação do vídeo em que o deputado estadual Durval Ângelo, integrante do Diretório Nacional do PT e coordenador da campanha do ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio ExteriorFernando Pimentel, agradece a funcionários dos Correios o empenho na campanha.

Algumas frases do vídeo divulgado pelo jornal O Estado de S.Paulo são eloquentes, falam por si só: “Se hoje nós temos uma capilaridade na campanha do Pimentel e da Dilma em todaMinas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios”. Mais não precisa ser dito.

Ah, sim! Algo ainda é preciso ser dito. O próprio presidente dos CorreiosWagner Pinheiro, estava presente na reunião. E sabe onde ela foi? No comitê central da campanha de Fernando Pimentel. Ele alegou que o encontro em que estava foi realizado “fora do expediente de trabalho”. Faz diferença?

Faz, porque a ele foi dito por Durval Ângelo: “Então, nós queremos que você leve à direção nacional do PT, que eu também faço parte, à direção nacional da campanha da Dilma, a grande contribuição que os Correios estão fazendo”. E isso depois de citar o crescimento dos petistas nas pesquisas no estado.

É indelicado usar aquela frase do batom na… Mas o candidato do PSDB ao Palácio da LiberdadePimenta da Veiga, anunciou que vai acionar a Justiça contra o uso da máquina pública na campanha, que é expressamente vedado na legislação eleitoral. O tempo é curto para saber se dará resultado. A desculpa do “fora do expediente” não resiste à “capilaridade da campanha”.

É esfarrapada. Se os fatos produzirão algum efeito, é difícil saber se a Justiça Eleitoral terá agilidade suficiente. Mas eles certamente mostram que, neste caso, uma carta de alforria não é merecida.

03/10/2014 Posted by | AÉCIO NEVES,  ANTONIO ANASTASIA,  ELEIÇÕES 2014,  FRAUDE,  GOVERNO DO PSDB,  IRREGULARIDADE,  POLÍTICA,  PSDB, Governo de Minas | , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário