Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Dilma e Pimentel não comparecem a ExpoZebu, mas recebem vaias e protestos

Manifestantes fizeram apitaço, panelaço e vaiaram os políticos, além de gritar frases como “Fora, Dilma”, “Fora, PT”, “Pimentel covarde”.

Alta cúpula do PT foi hostilizada no maior evento pecuarista do país, realizado em Uberaba

Fonte: O Estado de S.Paulo 

Foto: de Beto Oliveira

Acuados: o evento de abertura oficial da ExpoZebu 2015 foi marcado por protestos de pecuaristas e movimentos sociais, além das ausências da presidente Dilma Rousseff e do governador Fernando Pimentel. Foto: de Beto Oliveira 

Cerimônia da ExpoZebu tem protesto e ausência de Pimentel e Kátia Abreu

O evento de abertura oficial da ExpoZebu 2015 foi marcado neste domingo, 3, por protestos de pecuaristas e movimentos sociais, além das ausências da presidente Dilma Rousseff, do vice-presidente Michel Temer, da ministra da Agricultura, Kátia Abreu e do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).

Durante os discursos do prefeito de Uberaba, no Triângulo Mineiro, sede da ExpoZebu, Paulo Piau (PMDB) e do vice-governador de Minas, Antonio Andrade (PMDB), pouco mais de 50 pessoas, que já estavam no local antes do início do evento e ficaram do lado de fora da pista de julgamentos da feira e do palanque oficial onde foi a cerimônia, fizeram apitaço, panelaço e vaiaram os políticos, além de gritar frases como “Fora, Dilma“, “Fora, PT“, “Pimentel covarde“.

O único que não sofreu manifestação contrárias foi o presidente da Associação dos Criadores de Zebu (ABCZ), Luiz Claudio Paranhos. Entretanto, quando mencionou, em sua fala, a insatisfação da entrega da Medalha da Inconfidência ao líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Pedro Stédile, no dia 21, por Pimentel, os manifestantes protestaram, enquanto a plateia aplaudiu.

“Temos o dever de externar as preocupações que testemunhamos em nossos associados com a recente homenagem ao chefe do movimento que comanda as invasões de terras e a destruição de instalações de produção e pesquisa agropecuária em nosso País, afrontando constantemente a lei e o Poder Judiciário”, disse Paranhos.

Já o prefeito do município aproveitou seu discurso para falar sobre as manifestações no evento. “Eu poderia estar usando espaço para pedir algumas coisas para a cidade. Mas eu quero aqui conclamar o povo brasileiro a ter amor e Justiça pelo País. Precisamos de atitude, um pacto para ordem e disciplina. Faz parte também a manifestação hoje, vocês sejam bem-vindos. Toda manifestação sendo pacifica e ordeira merece o nosso aplauso”, disse. A cerimônia também fez uma ação simbólica para marcar o início da campanha nacional contra febre aftosa. As autoridades “vacinaram” um zebuíno que estava exposto na pista.

Justificativas e ausências

Andrade, após a cerimônia, disse que até à noite de ontem estava acertada a vinda de Pimentel. “Foi motivo de questão familiar, ele tem um grande apreço pela feira e pela cidade e esse governo, por exemplo, tem sete associados da ABCZ. Mas ele deve vir essa semana a Uberaba“, disse.

Sobre a insatisfação do setor rural mineiro com relação à medalha concedida a Stédile, Andrade afirmou que o governo é transparente, plural, composto por vários partidos, que discutirá os problemas do Estado. “Cada um faz a sua defesa da forma que quer”, disse, referindo-se ao pronunciamento do presidente a ABCZ.

Já o prefeito de Uberaba recebeu “com tristeza” a ausência de Pimentel. “Mas respeito o motivo, que ainda não sei qual foi”, ressaltou. Piau iria entregar alguns ofícios ao governador, como de cobranças de uma solução definitiva sobre o gasoduto, da construção do hospital regional e de recursos para o parque tecnológico. “Com certeza se não entregamos ofício aqui, quem sabe ele vem essa semana. Se não vier, vamos a BH falar com ele”, disse.

Paranhos, da ABCZ, falou que tanto a ausência da ministra quanto do governador pode ter acontecido pelo momento de “recolhimento” pelo qual o governo, principalmente o federal, está passando. “Entretanto, essas ausências não atrapalham em nada nossa interlocução com os governos estaduais e federais, já que temos agenda positiva com eles. Estamos com bandeira apartidária defendendo a pecuária brasileira”, ressaltou.

Sobre sua manifestação sobre a medalha, Paranhos disse que o governador entende o posicionamento contra do setor. “Ele é um homem público e muito inteligente. Minas é um Estado-referência em agronegócio e não vai deixar de ser”, declarou.

Já o presidente da Comissão da Bovinocultura de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e diretor da ABCZ, Antonio Pitangui de Salvo, disse que sabe que Kátia Abreu está viajando, mas se mostrou um insatisfeito com a ausência de Pimentel. “Continuamos a fazer nosso trabalho. Se as pessoas não se sentem confortáveis de estar com o setor que produz, paciência. O setor precisa ser respeitado”, declarou.

05/05/2015 Posted by | Governo do PT, Política | , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Dênio Marcos Simões, a ex-prefeito condenado, garante emprego na ALMG

Dênio Marcos Simões, ex-prefeito de São Romão, foi nomeado para trabalhar no gabinete do deputado estadual João Magalhães.

Dênio, que foi condenado a cumprir uma pena de três anos e cinco meses de prisão, desviou, segundo a Justiça Federal, parte de um convênio, no valor de R$ 48 mil, feito entre a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e a Prefeitura de São Romão.

Fonte: O TEMPO 

ALMG garante emprego a ex-prefeito condenado pela Justiça

Dênio Marcos Simões, ex-prefeito de São Romão, é réu em mais de 200 processos no TJMG e cinco na Justiça Federal. Além disso, possui condenação por improbidade administrativa por desvio de recursos públicos da Saúde, na Máfia dos Sanguessugas. Divulgação

Ex-prefeito ganha cargo na ALMG um dia após condenação

Dênio Marcos Simões, ex-prefeito de São Romão, município da região Norte de Minas Gerais, foi nomeado para trabalhar no gabinete do deputado estadual João Magalhães (PMDB) no dia 6 de fevereiro deste ano, segundo publicação do Diário Oficial do Legislativo. Um dia antes, a Justiça Federal anunciava a condenação do ex-prefeito pelo seu envolvimento em um esquema de desvio e apropriação de verbas públicas.

Dênio, que foi condenado a cumprir uma pena de três anos e cinco meses de prisão, desviou, segundo a Justiça Federal, parte de um convênio, no valor de R$ 48 mil, feito entre a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e a Prefeitura de São Romão. O objetivo era a construção de banheiros em residências de pessoas carentes.

Cerca de um ano após o repasse feito pela Funasa, técnicos da fundação foram até São Romão e constataram que as obras ainda estavam no início, sendo que, o que estava construído, estava em péssimas condições. Além disso, nenhum tipo de processo licitatório para a construção dos banheiros foi realizado.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Dênio Marcos Simões efetuou uma operação ilegal, dispensando o processo de licitação e efetuando a contratação da empresa “Minas Construção” – firma fantasma conhecida na região pela venda de notas frias.

A investigação mostrou que a “Minas Construção” emitiu notas fiscais atestando a execução dos serviços, que não foram realizados. Após a emissão desses documentos, o município emitiu cinco cheques no valor total do convênio. Dois deles, emitidos em favor da própria prefeitura, foram sacados diretamente na “boca do caixa” pelo ex-prefeito Dênio Marcos Simões.

Apesar da condenação, o ex-prefeito de São Romão conseguiu substituir a pena, que, agora, é o pagamento de cinco salários mínimos e a prestação de serviços à comunidade. Ele, além deste processo, é réu em mais de 200 no TJMG e cinco na Justiça Federal. Além disso, Dênio possui condenação por improbidade administrativa por desvio de recursos públicos da Saúde, na Máfia dos Sanguessugas.

Nessa ação, ele foi condenado a devolver R$ 25.193,81 e a pagar multa civil de R$ 10 mil. Além disso, teve os direitos políticos suspensos por cinco anos, mas a decisão ainda não transitou em julgado. Após os recursos interpostos contra a sentença, a ação subiu para o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

Nomeado como “Técnico Executivo” do gabinete de João Magalhães, Dênio Marcos Simões possui um salário mensal de cerca de R$ 12 mil. Coincidentemente, o deputado estadual é acusado de estar envolvido em um esquema de desvios de verbas por meio de emendas parlamentares, sendo algumas também por meio da Funasa.

O Aparte procurou Dênio e o gabinete de João Magalhães, mas, até o fechamento da edição, não houve resposta.

Data limite
Termina hoje o prazo para os diretórios dos partidos políticos do Brasil apresentarem à Justiça Eleitoral a prestação de contas referentes ao ano de 2014. A determinação é válida para o diretório nacional, os regionais e os municipais. Em Minas Gerais, são 32 partidos políticos com representação no Estado. No caso dos diretórios regionais, os documentos devem ser entregues no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). Os partidos que não entregarem os dados hoje serão julgados pelo Tribunal. No ano passado, quatro siglas deixaram de entregar a prestação de contas. O descumprimento da obrigação gera a suspensão do recebimento do fundo partidário. O mesmo acontece em caso de desaprovação total ou parcial.

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Adalclever Lopes (PMDB), vetou ontem o recebimento do projeto de resolução de deputados da oposição que pedia o cancelamento da concessão da entrega da Grande Medalha da Inconfidência a João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Sem-Terra (MST). No parecer, o líder da Casa explicou que compete “apenas ao governador do Estado avaliar a conveniência e a oportunidade de sua prática”. Desde a entrega da medalha a Stédile, no dia 21 de abril, em Ouro Preto, parlamentares têm usado a tribuna do Plenário para criticar a indicação feita pelo governador Fernando Pimentel (PT). Por sua vez, petistas aproveitaram o espaço para defender a homenagem.

Resgate político. O deputado estadual Anselmo José Domingos (PTC) recebeu em seu gabinete nos últimos dias o ex-prefeito de Belo Horizonte Maurício Teixeira Campos. Ele governou a cidade entre os anos de 1979 e 1982. Em 2012, ele tentou uma vaga na Câmara Municipal de Belo Horizonte pelo PR, mas acabou ficando como suplente.

O embrionário Partido Novo está tentando de tudo para ganhar adeptos no Brasil e buscar o número de assinaturas necessárias para fundar o partido. Uma das pautas do Novo, quando “chegar ao poder”, é diminuir o número de partidos existentes no país. Atualmente, existem 32 legendas no Brasil, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em sua página no Facebook, o possível novo partido garante querer “chegar ao poder para reduzir o poder de quem lá estiver” e diz que o “não é mais um partido interessado numa fatia do bolo dos recursos públicos”.

O deputado federal Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) usa as redes sociais constantemente para divulgar seus trabalhos na Câmara dos Deputados. Em uma postagem recente no Facebook, colocou uma foto reunindo parlamentares da “bancada da bíblia”, formada por deputados evangélicos – o presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha marcou presença. Em um dos comentários, um fiel seguidor perguntou: “Dizem que ‘quando o justo governa o povo se alegra’… porque o povo não está alegre senhores? (sic)”. Curto e grosso, o deputado Jorge Tadeu Mudalen respondeu: “Porque votaram na Dilma”.

30/04/2015 Posted by | Governo do PT, Minas Gerais, Política | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Pimentel tira Jornal da Cultura do ar por fazer críticas ao PT

Filósofo afirmou que houve um “boicote” do “JC”. Cientista político disse que retirada do programa poderia ser por questão política.

Minas Gerais, hoje, tem como governador um político do PT (Fernando Pimentel), o presidente da Rede Minas garante que a informação não procede

Rede Minas: Governo Pimentel tira Jornal da Cultura do ar por fazer críticas ao PT

Rede Minas: Governo Pimentel tira Jornal da Cultura do ar por fazer críticas ao PT

Fonte: O Tempo

Rede Minas tira jornal do ar e gera polêmica com a TV Cultura

O “Jornal da Cultura”, da TV Cultura, que ia ao ar de segunda a sábado, às 21h, na Rede Minas, deixou de ser exibido pelo canal mineiro na última semana. Os próprios integrantes do jornal insinuaram, no noticiário apresentado na quinta-feira (9), que o “JC” foi retirado do ar no Estado devido às críticas que eram direcionadas ao PT, já que a Rede Minas é uma emissora pública do Estado agora comandado pelo partido. Ao mesmo tempo, a TV Cultura, que também é pública, é gerida pelo governo de São Paulo, sob o comando do tucano Geraldo Alckmin.

No lugar do “Jornal da Cultura”, a Rede Minas voltará a exibir o telejornal “Repórter Brasil”, gerado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ligada ao governo federal, também petista. De acordo com o presidente do canal mineiro, Israel do Vale, no entanto, a retirada do programa foi uma questão técnica.

“Foi uma decisão delicada e tranquila. Infelizmente, não tínhamos conteúdo nosso veiculando no “Jornal da Cultura”, não havia a via de mão dupla, diferente da TV Brasil, que sempre deu destaque e visibilidade para os nossos conteúdos, inclusive por meio de coproduções, que chegaram a trazer para a Rede Minas o aporte financeiro de R$ 1,5 milhão. E com o “Jornal da Cultura” isso foi perdido nos últimos anos”, explicou o presidente da emissora.

Em relação às críticas do filósofo e comentarista Luiz Felipe Pondé, que afirmou que houve um “boicote” do “JC” no canal mineiro, e do cientista político Sérgio Fausto, que disse que a retirada do programa poderia ser por questão política, já que Minas Gerais, hoje, tem como governador um político do PT (Fernando Pimentel), o presidente da Rede Minas garante que a informação não procede: “Não temos nada a esconder ou temer. Foi uma decisão técnica. Qualquer tipo de insinuação é, no mínimo, leviandade. Deveria ser feito um esforço mínimo de jornalismo, de pedir uma resposta para nossa emissora, para dar uma informação saudável ao telespectador”.

O “Jornal da Cultura” era exibido em cooperação entre a Rede Minas e a TV Cultura desde fevereiro do ano passado. Já o programa de entrevistas “Roda Viva”, que também é de autoria do canal paulista, continua com sua exibição normal, todas as segundas-feiras, às 22h.

14/04/2015 Posted by | Governo do PT, Política | , , , , | Deixe um comentário

Copasa: contrato com empresa de irmão de conselheiro da empresa

A Copasa vai assinar contrato de R$ 3,166 mi com a NMC Projetos e Consultoria, empresa do irmão e da sobrinha de Jorge Nahas, empossado na estatal em janeiro.

A licitação foi aberta em dezembro de 2014, mas apenas em 20 de janeiro foi publicado o julgamento da proposta técnica

Fonte: Hoje em Dia

Copasa contratará empresa de irmão do conselheiro Jorge Nahas

Sob nova direção desde janeiro, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) vai assinar contrato de R$ 3,166 milhões com a NMC Projetos e Consultoria, empresa do irmão e da sobrinha de um de seus novos conselheiros, Jorge Nahas, empossado na estatal em 16 de janeiro. Quatro dias após a posse dele, a empresa do irmão foi classificada com a maior nota na concorrência, que considera critérios como experiência e conhecimento sobre o assunto. Na proposta comercial, que considera o valor do contrato, a NMC ofereceu o projeto mais caro, porém pelos critérios do certame, saiu vencedora da licitação. Esse é o único contrato ativo da empresa com a estatal.

A NMC venceu o pleito para “prestação de serviços profissionais especializados na área socioambiental, relativos à mobilização social e educação sanitária e ambiental inerentes ao Programa Copasa na bacia hidrográfica do Rio Paraopeba”, conforme o edital.

A licitação foi aberta em dezembro de 2014, mas apenas em 20 de janeiro foi publicado o julgamento da proposta técnica, que não considera a proposta comercial, e que classificou a NMC à frente das demais, com nota bem superior: 89,5 pontos. A segunda colocada teve pontuação de 77,95.

A estatal de saneamento iniciou a concorrência com preço máximo de R$ 3,198 milhões. As concorrentes deveriam ofertar descontos sobre essa cifra. Para declarar o vencedor do certame, realizado em regime de empreitada por preço unitário, considerou-se um cálculo que conjuga o desconto e a pontuação das empresas. Com a pontuação bem acima das outras quatro empresas participantes, mesmo ao ofertar desconto de apenas 1%, a NMC foi declarada vencedora. A segunda colocada ofereceu 14,6% de desconto, mas não foi suficiente. A oferta de desconto mais alta foi de 26,2%.

O processo licitatório chegou a ficar suspenso quando a DCM, uma das empresas que participaram da concorrência, apresentou recurso pedindo a inabilitação da NMC, pelo “parentesco entre licitantes”. A DCM alegou risco de improbidade administrativa, sustentando ser vedada a contratação direta pela administração pública de empresas cujos sócios ou administradores sejam parentes. Alegou ainda “readequação da pontuação” por enxergar pontos em excesso para NMC. Ambos os pleitos foram indeferidos pela Comissão Permanente de Licitação da Copasa.

Segundo o registro da NMC na Receita Federal, a empresa tem capital social de R$ 1,250 milhão e o quadro societário formado por Antônio Nahas Júnior e Mariana Medeiros Pereira Leite Pedrosa Nahas, que são, respectivamente, irmão e sobrinha de Jorge Nahas, que além de membro do Conselho de Administração da Copasa, ocupa também o Conselho da Taesa, empresa controlada pela Cemig. Ainda no setor público, ele é presidente da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig).

Governo Pimentel: Copasa vai contratar empresa de irmão de conselheiro da empresa

Para Companhia, ‘a princípio’ não existe improbidade

Por meio de nota, a Copasa disse que o processo de licitação foi aberto em 22 de setembro de 2014, e que nessa data Jorge Raimundo Nahas não era conselheiro da Companhia.

“Entendemos que, a principio, não existe improbidade administrativa em relação à participação da empresa NMC Projetos e Consultoria Ltda, cujos sócios possuem relação de parentesco com o Conselheiro da Copasa, bem como é possível a participação neste certame de associação sem fins lucrativos, como o da CDMCooperação para o Desenvolvimento e Morada Humana, desde que preencha os requisitos de capacitação econômica, técnica e jurídica previstos no edital do certame”.

A Copasa ainda afirma que “não há qualquer relação entre os participantes do certame e aqueles que detêm o poder de decisão nesse processo licitatório, ou qualquer outra situação em que se verifique prejuízo ao atendimento dos princípios da igualdade e da moralidade administrativa, bem como ofensa à competitividade dos licitantes”.

Mariana Nahas, sócia da NMC, disse que pareceres jurídicos apontaram que não existe impedimento de participação da empresa na licitação.

“Houve um recurso por parte de uma concorrente alegando o parentesco e dois pareceres permitiram nossa participação. É uma decisão (de manter a participação da NMC) que não cabe à empresa, mas à Copasa”, afirmou.

Quem é a NMC Consultoria e projetos

A NMC é uma empresa de consultoria e projetos com sede em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Tem como proprietários o irmão e a sobrinha do conselheiro da Copasa e presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Jorge Nahas.

Em sua página na internet, a empresa se apresenta autora do desenvolvimento de uma “ferramenta tecnológica que facilita a gestão de projetos e permite maior transparência pública no acompanhamento de resultados”, na área de geoprocessamento.

Ela informa que “atua em vários projetos integrados no Estado de Minas Gerais”. Cita atendimento ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que utiliza recursos federais.

O Hoje em Dia não conseguiu contato com o irmão de Nahas, Antônio Nahas.

Quem é o conselheiro da Copasa

Jorge Nahas é médico e foi secretário de Políticas Sociais da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) de janeiro de 2003 a julho de 2012 e coordenador-geral de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde, de julho de 2000 a janeiro de 2003. Sempre ocupou cargos em governos ligados aos petistas.
Amigo do governador Fernando Pimentel (PT), atuou contra a ditadura militar. No período, conheceu a presidente Dilma Rousseff (PT). Nahas foi torturado e preso durante o regime.

Ele fazia parte do Colina (Comando de Libertação Nacional), grupo guerrilheiro que combatia a ditadura militar.

Nahas foi procurado para comentar sobre a licitação que teve como vencedor seu irmão, por meio da Copasa, mas apenas a Companhia apresentou a resposta aos questionamentos.

10/04/2015 Posted by | Gestão Deficiente, Gestão do PT, Governo do PT, Minas Gerais, Política | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Pimentel: Secretário é condenado por improbidade administrativa

Secretário de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de MG, Paulo Guedes (PT), foi condenado à perda dos direitos políticos por 8 anos.

Paulo Guedes foi acusado do uso indevido da estrutura da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene, entre 2001 e 2004, período em que presidiu a entidade.

Fonte: Estado de Minas e PSDB-MG

Secretário de Pimentel é condenado por improbidade administrativa

Paulo Guedes (PT) foi acusado do uso indevido da estrutura da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (Avams), entre 2001 e 2004, período em que presidiu a entidade. Divulgação

Leia também:

Minas: Pimentel (PT) tem 11 secretários com problemas na Justiça

PSDB e DEM pedem investigação sobre prática de nepotismo no governo Pimentel

Da campanha à realidade

Secretário de Fernando Pimentel é condenado e perde direitos políticos por oito anos

Mais um secretário de Fernando Pimentel vem engrossar a lista dos auxiliares diretos do governador do PT com problemas com a Justiça. Agora é o secretário de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais, Paulo Guedes, também do PT, que foi condenado à perda dos direitos políticos por oito anos, em ação de improbidade administrativa impetrada pelo Ministério Público de Minas Gerais.

Na ação, Paulo Guedes foi acusado do uso indevido da estrutura da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (Avams), entre 2001 e 2004, período em que presidiu a entidade.

Desde que tomou posse, o secretariado de Pimentel já chamou a atenção da grande imprensa devido aos inúmeros casos de auxiliares diretos com problemas na justiça.

No início de janeiro, a revista semanal IstoÉ trouxe reportagem destacando que Fernando Pimentel fez um discurso de moralização, mas agiu de modo diferente quando assumiu o governo. A reportagem mostra que o governador petista nomeou 11 secretários com problemas na Justiça ou que já se envolveram em escândalos. E citaram Marco Antônio Teixeira, secretário da Casa Civil. Teixeira é réu ao lado do próprio Pimentel em dois processos: um referente a improbidade administrativa na implantação do programa Olho Vivo em Belo Horizonte, em 2004, e outro no caso do superfaturamento em contratos para a construção de casas populares. Leia aqui

Outras nomeações do governador do PT também chamaram a atenção: Pimentel nomeou um condenado por roubo para um cobiçado cargo de confiança no governo e um ex-prefeito do PT, acusado de atos ilícitos, para a diretoria regional do Vale do Jequitinhonha, na mesma secretaria comandada por Paulo Guedes. Além disto, o governo petista ainda está sendo investigado por prática de nepotismo a pedido do PSDB e do DEM (leia matéria).

Confira abaixo matéria publicada no jornal Estado de Minas

Secretário é condenado

Deputado Paulo Guedes perde direitos políticos por oito anos. Ele pode recorrer

O secretário de estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais, Paulo Guedes (PT), que foi o deputado estadual mais votado de Minas Gerais em outubro de 2014, com 164.831 votos, foi condenado à perda dos direitos políticos por oito anos, em ação de improbidade administrativa. A decisão é da juíza Rosana Siqueiraa Paixão, da Segunda Vara da Fazenda Publica de Montes Claros (Norte de Minas), e cabe recurso.

Na ação, ajuizada pelo Ministério Público Estadual, Paulo Guedes foi acusado do uso indevido da estrutura da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (Avams), entre 2001 e 2004, período em que presidiu a entidade – ele também exerceu o cargo de vereador em Manga. De acordo com a representação, Paulo Guedes teria usado as instalações da Avams, sediada em Montes Claros, e um ex-servidor da associação (também réu na ação) para confecção do jornal Vale do Sol, que seria de sua propriedade.

Durante a tramitação do processo, Guedes negou a acusação, sustentando que também que não era o proprietário do jornal. No entanto, com base em depoimentos de testemunhas, a juíza Rosana Silqueira Paixão considerou procedente a representação do MPE e condenou o deputado com a suspensão dos direitos políticos por oito anos e ao pagamento de multa no montante correspondente a três vezes o valor do salário de vereador de Manga durante o período de vigência do fato denunciado.

No final da tarde de ontem, o advogado Ilídio Antônio dos Santos, que defende Paulo Guedes, disse que vai recorrer da sentença. “Vamos apelar ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ainda vamos nos inteirar da decisão. Ela não tem fundamento. Mas vamos evitar qualquer outro comentário sobre o teor da sentença, até em respeito à magistrada que a prolatou”, afirmou o advogado.

Ele argumentou que, como a defesa vai recorrer, o deputado/secretário continua com seus direitos políticos preservados. “A perda dos direitos políticos somente ocorre quando a decisão é transitada em julgado”, observou.

Confiança Em nota distribuída ontem à noite, Guedes rebateu a acusação do uso indevido da Associação de Vereadores. “Nos meus 23 anos de vida pública e amplos serviços prestados, especialmente ao Norte de Minas, sempre pautei meu trabalho na ética e na transparência. Tenho plena confiança na Justiça e a certeza de que esse erro será devidamente esclarecido. Peço a todos aqueles que confiam em mim, que, assim como eu, aguardem pelo reparo dessa decisão”, afirmou.

Paulo Guedes já trabalha para disputar a Prefeitura de Montes Claros em 2016. Em 2012, ele foi candidato a prefeito e foi derrotado no segundo turno pelo atual chefe do executivo da cidade, Ruy Muniz (PRB).

25/03/2015 Posted by | Gestão, Gestão Deficiente, Gestão do PT, Governo do PT, Política, politica | , , , , , , , | Deixe um comentário

Panelaço: manfestação contra Dilma mobiliza Belo-horizontinos

Vaias, apitos, buzinas e um grande panelaço foi a resposta dos belo-horizontinos ao pedido de paciência da presidente Dilma à população.

Manifestação atingiu boa parte da capital mineira

Fonte: Jogo do Poder 

Panelaço contra Dilma sacode Belo Horizonte

Protesto convocado via redes sociais demonstra insatisfação com política econômica e corrupção no governo do PT

Vaias, apitos, buzinas e um grande panelaço foi a resposta dos belo-horizontinos ao pedido de paciência da presidente Dilma Rousseff à população brasileira proferido em cadeia nacional de rádio e televisão nesse domingo.

Por todos os cantos da cidade, milhares de pessoas saíram às janelas para demonstrar, de forma espontânea, a insatisfação com a condução da política econômica do governo do PT que trouxe de volta a inflação e com ela o aumento da gasolina, da conta de água e luz e dos preços dos alimentos na feira e nos supermercados.

Em vários bairros da capital como Buritis, Serra, Anchieta, Cidade Nova, Lourdes, Santo Antônio, Gutierrez, Cidade Jardim, Floresta, Centro, Funcionários, Santa Inês, São Bento e Sion, entre tantos outros, a população também protestou contra o atoleiro em que se mergulhou o governo do PT e os seus aliados no rombo dos cofres da Petrobras, o maior roubo da história do país.

O protesto, convocado via redes sociais, logo ganhou o mundo com a divulgação de vídeos espalhados pela Web.

Assista aqui alguns trechos dos vídeos:

Buritis

Santo Antônio

São Bento

Serra

Sion

Sion

Sion

Lourdes

Lourdes

12/03/2015 Posted by | Gestão, Gestão Deficiente, Gestão do PT, Governo do PT, Política, politica | , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Dilma: programa Minha Casa, Minha Vida está abandonado em Minas

Enquanto Dilma inaugura hoje 920 casas do Minha Casa, Minha Vida na Bahia, conjuntos que seriam erguidos em Minas com recursos do programa federal estão abandonados.

PT abandona Minas

Fonte: Estado de Minas 

Minha Casa, Minha Vida: Governo Dilma abandonou programa em Minas

Cenário de abandono em Paineiras: o mato cresce não só nas ruas que separam as unidades habitacionais, mas também dentro das próprias casas. Foto: Estado de Minas 

Governo federal inaugura casas enquanto moradias inacabadas deterioram em Minas

O cabo de guerra entre governo federal, prefeituras, bancos e empreiteiras disputado há quase um ano deixa as casas do programa Minha casa, minha vida inacabadas em duas cidades mineiras. Na pequena Paineiras, cidade de 4,6 mil habitantes na Região Central, a corda arrebenta do lado mais fraco. Contemplada com uma das 37 casas, Adriana Alves da Silva, de 31 anos, esperava ter se mudado em maio do ano passado, quando a placa na entrada do conjunto habitacional previa o prazo para a conclusão das obras. Adriana cria sozinha dois filhos, um de 8 anos, que é autista, e outro de 14, que, segundo ela, ainda não teve um diagnóstico fechado, mas sabe-se que tem atraso mental. “Meu sonho é minha casa”, afirma a mulher, que poderia pagar, segundo seus cálculos, exames para os filhos com o dinheiro do aluguel (R$ 300). Enquanto as obras das casas de Paineiras estão abandonadas, hoje, em Feira de Santana, na Bahia, a presidente Dilma Rousseff (PT) entregará 920 moradias do programa. O ato faz parte da estratégia da presidente de criar uma agenda positiva diante das sucessivas denúncias de corrupção na Petrobras. Na segunda-feira, durante cerimônia de posse como presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior anunciou que será lançada uma nova etapa do programa, com a construção de 3 milhões de novas moradias.

“Está demorando demais”, lamenta Adriana, que recebe um salário mínimo mensal relativo à pensão do filho autista e diz que em alguns meses chega a faltar dinheiro para comida. “A sorte é que o pessoal da cidade sempre me ajuda com cesta básica”, destaca. De três em três meses ela procura um advogado para cobrar a pensão alimentícia do marido. “O pai deles é alcoólatra, esteve preso e tem muita dificuldade para conseguir emprego em Belo Horizonte, onde vive”, detalha. Adriana não pode trabalhar, pois os filhos exigem atenção o tempo todo. “O mais novo tem autismo e não conversa, usa fralda e preciso ficar com ele até para levá-lo ao banheiro”, explica.

No conjunto habitacional onde Adriana e seus filhos deveriam estar morando desde maio – caso o prazo estabelecido tivesse sido cumprido –, o que chama a atenção é o mato, que cresce até no piso do que deveria ser um banheiro. Portas foram arrombadas e as esquadrias da janela estão completamente empenadas. Materiais usados na obra, como areia e brita, estão abandonados no matagal. No cenário de desalento, o único som que se ouvia ontem ao meio – dia era de uma porta depredada movimentando-se com o vento.

O prefeito de Paineiras, Osman de Castro (PR), diz que tentou contato com a empreiteira Paralelo SOS e também com o Ministério das Cidades, mas não teve resposta. Castro argumenta que a responsabilidade da prefeitura era preparar o terreno e que isso foi cumprido. “Os futuros moradores me procuram. Alguns dizem que vão invadir e algumas portas já foram estouradas”, explica o prefeito.

Responsável pelas obras do Minha casa, minha vida em cinco municípios mineiros, entre eles Paineiras e Quartel Geral, o empreiteiro Sérgio de Oliveira e Silva, dono da construtora Paralelo SOS, atribui o atraso nas obras à falta de repasses de recursos pelo Ministério das Cidades, por meio do Bicbanco. Segundo Silva, a demora é de quase 50 dias para receber, enquanto o acordo previa, no máximo, 30 dias. “Cheguei a comunicar o problema ao Ministério das Cidades. A gente acaba tendo que dispensar funcionários e fica sem credibilidade junto aos fornecedores”, afirma.

O empreiteiro ressalta que conseguiu concluir somente 26,6% das obras em Paineiras e 18,4% em Quartel Geral. Os trabalhos estão parados desde novembro e outubro, respectivamente. “Para mim, não é interessante atrasar. Tudo aumenta. Somos contratados por um preço baixo (R$ 25 mil a unidade) e ainda tem a morosidade para receber. Mas se avanço a obra e não recebo, fico devendo e tenho que pagar juros”, reclama Silva, que afirma que o próximo repasse estava prometido para depois do carnaval.

Em nota, o Bicbanco respondeu que “não comenta eventuais negócios com clientes ou possíveis clientes”. O Ministério das Cidades informou que a equipe técnica está ocupada com o evento de Feira de Santana, na Bahia, e não poderia esclarecer ontem as razões do atraso nas obras nos municípios mineiros.

Sem telhado

Na pequena Quartel Geral, de 3,3 mil habitantes, na Região Centro-Oeste, a situação é pior. Das 39 casas previstas, apenas oito foram levantadas, sendo que uma está sem telhado. A obra envolve o mesmo banco e construtora de Paineiras. As casas deveriam ter sido entregues em maio do ano passado, quando Jaqueline Rosário da Silva, de 24, ficou grávida de seu segundo filho. No dia 6 deste mês nasceu Whitney e as obras seguem paradas. O mato cresce nos cômodos, algumas paredes foram rabiscadas e as telhas de algumas casas foram removidas por uma ventania.

Jaqueline cuida de sua filha recém-nascida e de seu primeiro filho, Patrick, de 6 anos, sozinha. Paga R$ 200 de aluguel e está em licença-maternidade do emprego em uma fábrica de sapatos na cidade vizinha de Abaeté. “Não sei se vou esperar mais. Pago R$ 200 de aluguel e o dinheiro poderia ajudar muito nas despesas da casa. Já falei com o pessoal da prefeitura que estou pensando em ir para lá com a casa sem acabar”, afirma Jaqueline.

O engenheiro civil Elder Augusto, da Prefeitura de Quartel Geral, explica que o prefeito da cidade já colocou à disposição máquinas para carregarem material, mesmo não sendo essa uma função da prefeitura. “Ele tem medo de o mandato acabar e não terminar as casas e as pessoas colocarem a culpa nele”, afirma o engenheiro.

Presente de grego

Mais de 900 casas de três conjuntos habitacionais, construídas dentro do programa Minha casa, minha vida, estão prontas em Montes Claros (Norte de Minas), mas vão continuar vazias pelos próximos meses. O motivo é a falta de infraestrutura dos conjuntos. O sorteio para a entrega dos imóveis estava marcado para hoje, mas ontem o prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz (PRB), anunciou o adiamento. Segundo ele, entregar agora as unidades seria como “dar um presente de grego para os moradores”.

De acordo com Ruy Muniz, nos conjuntos habitacionais Vitória II, Rio do Cedro e Monte Sião IV faltam escolas, unidades básicas de saúde, postos policiais, praças, quadras poliesportivas cobertas, linhas de transporte coletivo e espaços reservados para o comércio. O chefe do Executivo disse que, além de cancelar o sorteio dos novos conjuntos, a administração municipal decidiu não conceder o “habite-se” (liberação para a ocupação) dos imóveis. A intenção do prefeito é exigir do governo federal a liberação de recursos para escolas, postos de saúde e outras obras estruturais nos conjuntos. Ele anunciou que, no mês de março, terá uma reunião com a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, para cobrar uma solução para o problema.

26/02/2015 Posted by | Gestão deficiente, Gestão do PT, Governo do PT, Política | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

PSDB de Minas vai apontar escandâlos de corrupção da Petrobras

O PSDB de Minas Gerais vai explorar na propaganda da TV o caso Petrobras, que o partido tem chamado de “mensalão 2″.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

PSDB de Minas vai usar na TV caso Petrobras contra o PT

A inclusão da delação do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa no programa eleitoral foi anunciada nesta segunda-feira (8) pelo próprio candidato a governador

DA REDAÇÃO

PSDB de Minas Gerais vai explorar na propaganda da TV o caso Petrobras, que o partido tem chamado de “mensalão 2″. A intenção é desgastar o PT o tanto quanto for possível para tentar mudar o panorama da disputa.

A inclusão da delação do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa no programa eleitoral foi anunciada nesta segunda-feira (8) pelo próprio candidato a governador, o tucanoPimenta da Veiga, que está atrás do seu principal concorrente nas pesquisas, o petistaFernando Pimentel.

“Nós vamos ajudar o mineiro a refletir sobre os fatos. Isso que aconteceu na Petrobras, eu não me lembro de ter visto até hoje uma corrupção mais escandalosa, mais escabrosa do que essa”, disse Pimenta.

A colocação desse tema na campanha é parte de uma ofensiva do PSDB contra o PT.Pimenta disse que os programas vão conter as propostas de governo dos tucanos, mas haverá também o que ele chama de “ação política na campanha”.

A campanha de Pimenta diz que já nesta semana essa ofensiva deverá chegar à propaganda eleitoral na TV. No site da campanha, a exploração do assunto já começou.

Logo que o site é acessado, aparece uma tela na qual é feito um pedido de desculpas pelo “incômodo”, mas que é para que as “mentiras” não prevaleçam.

Em duas imagens, vem o ataque: “O PT de Pimentel nega a existência do mensalão”; “a verdade: o Supremo Tribunal Federal manda prender os petistas amigos de Pimentel, e agora a revista ‘Veja’ denuncia o mensalão 2“.

Em Minas, segundo levantamento do Datafolha da semana passada, Pimentel tem 32%, ePimenta, 24%. Antes da propaganda, o petista tinha 29%, e o tucano, 16%.

REAÇÃO

A reação do PT começou não com o candidato petista, mas com o presidente estadual da legenda, o deputado federal Odair Cunha.

Em nota, o PT abordou a delação atacando o PP, partido aliado nacionalmente ao PT envolvido no novo escândalo. É que em Minas o PP sempre foi aliado do PSDB, que segue as orientações do presidenciável Aécio Neves.

Os petistas lembram que o governador do Estado, Alberto Pinto Coelho, e o deputado estadual Dinis Pinheiro, vice de Pimenta, são os “expoentes” do PP-MG.

O PT também citou o mensalão tucano (desvio de recursos públicos na campanha eleitoral doPSDB-MG de 1998), dizendo que nunca ouviu Pimenta defender o julgamento, e citou ainda a investigação que e Polícia Federal faz sobre o candidato tucano a governador por envolvimento passado dele com o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.

A nota critica ainda Aécio, que tem atacado o PT após as notícias da delação.

“A meia indignação sugere o tucano no papel de lobo em pele de cordeiro, o que não condiz com a atuação republicana que se espera de um senador da República e de quem deseja ser presidente do país”, afirma o texto.

Sobre a nota do PT reagindo aos ataques tucanos, Pimenta disse: “Nós não tememos nada quanto a qualquer investigação. É evidente que o PT agora vai começar a nos agredir porque isso é característico do PT, mas essa investigação na Petrobras tem que ir a fundo. O que nós queremos é isso”.

O CASO

No último final de semana, a revista “Veja” publicou que o ex-diretor da Petrobras afirmou, em depoimento, que 12 políticos estiveram envolvidos em esquema de corrupção na estatal.

Costa citou Sérgio Cabral (ex-governador do Rio), Roseana Sarney (governadora do Maranhão), João Vaccari (tesoureiro nacional do PT), Henrique Alves (presidente da Câmara), Renan Calheiros (presidente do Senado), Edison Lobão (ministro de Minas e Energia), Mário Negromonte (ex-ministro das Cidades de Dilma), os senadores Ciro Nogueira e Romero Jucá, e os deputados Cândido Vaccarezza e João Pizzolatti, além do ex-candidato à PresidênciaEduardo Campos, morto em 13 de agosto, também foi citado como beneficiário.

10/09/2014 Posted by | AÉCIO NEVES, AECIO, ELEIÇÕES 2014, Governo de Minas, Governo do PT, Minas Gerais, PSDB | , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio Neves: PTbras, de novo

Aécio volta a defender a reestatização da Petrobras e lembra a compra por R$ 1 bi de refinaria nos EUA, hoje só vale US$ 100 milhões.

Aécio: Petrobras e gestão deficiente

Fonte: Folha de S.Paulo

PTbras, de novo

Oposição: Aécio

Oposição: Aécio diz que PT tenta tirar foco da opinião pública

Em outubro, a Petrobras completa 60 anos. Infelizmente não há o que comemorar, submersa que está em um poço de graves problemas, embora, possivelmente, isso não venha a ser impedimento para mais uma milionária campanha publicitária da estatal.

É sempre oportuno recuperar a memorável jornada da criação da Petrobras. Foi um dos movimentos populares mais marcantes da história brasileira. Sensível ao grande sentimento nacionalista daquele momento, o presidente Getúlio Vargas encampou a exigência expressa em comícios e manifestações de rua.

O slogan “O petróleo é nosso!” arregimentou estudantes, sindicalistas, intelectuais e outros segmentos da sociedade, no final dos anos 40 e começo dos anos 50.

Nos anos recentes, os petistas levaram a frase ao pé da letra, mediante o entendimento de que o “nosso” quer dizer que a Petrobras é “deles”, com exclusividade. E promoveram o aparelhamento partidário da empresa, com os enormes danos que começam a vir à tona. Daí a grande atualidade em se retomar a batalha dos tempos da fundação da companhia. O Brasil precisa reestatizar imediatamente a Petrobras, que está afundando sob o peso dos interesses privados do PT.

Não há barril de petróleo capaz de obscurecer o que está acontecendo, a olhos vistos, com a empresa: queda brutal no valor de mercado, baixo retorno dos investimentos, descumprimento de metas, aumento dos custos operacionais e administrativos e perda de posição nos rankings internacionais, entre outras mazelas.

A lista continua. Os milhares de trabalhadores que adquiriram ações da Petrobras com recursos do FGTS viram o patrimônio registrar uma queda de cerca de 50%.

escândalo da compra por mais de US$ 1 bilhão de uma refinaria nos EUA, pouco tempo antes negociada por apenas US$ 42,5 milhões e que, hoje, só conseguiria ser vendida por cerca de US$ 100 milhões, lança graves suspeitas sobre a empresa. Segundo o Ministério Público, “é mais que um mau negócio”. Afinal, quem propôs e quem autorizou tamanha temeridade?

Com tantas incertezas pela frente, teme-se agora até pelo futuro do pré-sal. No final de 2006, às vésperas das eleições, o governo federal anunciou a autossuficiência do país em petróleo. No entanto, a própria Petrobras reconhece agora que, entre 2007 e 2012, essa condição não existiu. Registre-se ainda que, apenas no ano passado, o Brasil importou US$ 7,2 bilhões em derivados.

Patrimônio nacional e um dos símbolos da nossa independência, a Petrobras sempre foi um esteio para a economia brasileira. Defendê-la da voracidade de parte do PT é tarefa urgente. Tempos atrás era anunciado como grande novidade um certo modo petista de governar. Hoje o Brasil inteiro sabe o que isso significa.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.

22/03/2013 Posted by | Gestão Deficiente, Governo do PT | , , , , | Deixe um comentário

Gestão Deficiente: Governo do PT deixa estradas mineiras sem recursos

Gestão Deficiente: Governo do PT reduz Orçamento de 2013. BR’s 381 e 040 ficam sem recursos. Alerta foi dado pelo Governador de Minas.

Gestão Deficiente: Governo do PT

Fonte: Hoje em Dia

 Gestão Deficiente: Estradas mineiras sem recursos

Gestão Deficiente: Governo do PT – O governador de Minas alertou para o corte de recursos para as estradas federais mineiras

Verba federal para obras rodoviárias em Minas só em 2014

Gestão Deficiente – Nem a duplicação das BR’s 381 e 040 nem Anel Rodoviário, muito menos o Rodoanel. Essas obras, tidas como prioritárias pelo governo estadual e as bancadas de deputados e senadores mineiros, não sairão do papel, se depender do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit).

Nenhuma delas está contemplada no orçamento do órgão enviado, junto as despesas da União, ao Congresso para o exercício de 2013. Isso significa que só haverá obras se a partir de 2014. O alerta foi dado, nessa segunda-feira (12), pela bancada federal mineira ao governador Antonio Anastasia (PSDB), durante reunião para tratar das prioridades estaduais nas chamadas emendas destinadas aos parlamentares junto ao orçamento federal.

Corte

Segundo o coordenador da bancada, deputado Fábio Ramalho (PV), houve um corte de R$ 800 milhões nos gastos que o Dnit pretendia para Minas em 2013. Esse corte aconteceu no momento em que a previsão de despesas com as obras foi encaminhada ao Ministério do Planejamento.

Inicialmente, segundo o parlamentar, estavam previstos R$ 2,1 bilhões ao Estado. Porém, a equipe econômica do governo federal fechou o orçamento em R$ 1,3 bilhão. “Foi cortado muito recurso para o Dnit. Vamos fazer um termo de bancada, uma exigência para que esses recursos voltem”, afirmou. Segundo ele, haverá reação por parte dos parlamentares.

Mesma preocupação demonstrou Anastasia. “O senador Clésio Andrade (PMDB) mostrou que a proposta que o Dnit fez para a equipe econômica sofreu cortes”, completou o governador.

Sem verba

Levantamento feito pelo Hoje em Dia, no projeto de lei orçamentária enviado pelo Ministério do Planejamento ao Congresso, mostra que não estão previstos recursos para as obras rodoviárias prioritárias. A duplicação da 381, por exemplo, foi anunciada há menos de um mês.

Já a modernização do Anel Rodoviário teve até edital de licitação lançado no mercado. Em convênio com o Estado, a União liberou o processo licitatório. O próprio Anastasia havia, ontem, afirmado que o governo federal faria as obras. Mas não é o que diz o orçamento do Dnit.

Os recursos analisados referem-se apenas ao montante destinado a obras, não inclui projetos executivos. O maior montante de dinheiro empregado no Estado será para a manutenção da malha viária. Serão R$ 700 milhões para 9.392 quilômetros de rodovias.

Gestão Deficiente: Governo do PT – Link da matéria: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/verba-federal-para-obras-rodoviarias-em-minas-so-em-2014-1.56200

21/11/2012 Posted by | Gestão Deficiente, Governo do PT | , , , , , , , , | Comentários desativados em Gestão Deficiente: Governo do PT deixa estradas mineiras sem recursos