Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Pimenta da Veiga quer ampliar dotação do Fundo Mineiro do Café

Caravana 45 esteve em Varginha, onde os candidatos receberam apoio de produtores locais, prejudicados pelo descaso do governo do PT.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Ao lado de Aécio Neves, Pimenta da Veiga afirma que vai dobrar dotação do Fundo Mineiro do Café

O candidato a governador Pimenta da Veiga e o candidato à Presidência da República Aécio Neves estiveram, neste sábado, no Sul de Minas Gerais, onde apresentaram propostas ousadas para impulsionar o agronegócio mineiro. Em encontro realizado na sede da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha, Aécio e Pimenta ouviram pleitos de produtores locais, que criticaram o descaso do governo federal do PT com o setor. Pimenta da Veiga afirmou que, se eleito, vai dobrar a dotação do Fundo Mineiro do Café.

“O café que é uma riqueza fundamental de Minas. Nós queremos muito desenvolver um plano que a curto prazo possa melhorar a tecnologia do plantio do café, que traga avanços significativos para a produtividade. Queremos também cuidar da parte de crédito e da política de comercialização. A longo prazo, é possível fazer um grande projeto para o beneficiamento do café aqui e ampliação do mercado de café solúvel brasileiro”, afirmou. Para Pimenta da Veiga, essas iniciativas exigirão uma grande união de esforços.

“Quanto ao Fundo Mineiro do Café, que tem uma dotação de R$ 100 milhões, eu quero, no primeiro ano de governo, fazer com que essa dotação esteja disponível e, ao longo do mandato, meu projeto é dobrar a dotação, porque isso poderá ser uma contribuição decisiva para que o café consiga o equilíbrio que precisa ter para o produtor. Tenho a certeza de que nós, no Governo de Minas, e Aécio Neves na Presidência da República, juntos, conseguiremos atingir a esses objetivos”, completou Pimenta.

Aécio Neves também destacou a importância do setor. Ao receber dos produtores locais uma carta de reivindicações, o presidenciável assegurou a criação de um plano nacional de fortalecimento do agronegócio. “Não existe nenhuma outra cultura onde a importância econômica possa se equivaler à importância social, como o café. Costuma-se dizer aqui que café no pé é sapato no pé, exatamente porque se o café vai bem, as pessoas vão bem e o Brasil não tem uma política séria, de médio e longo prazo, para o café”, explicou.

Segundo Aécio, seu grande esforço será assegurar o beneficiamento do café em solo brasileiro. “Eu conduzirei isso como presidente da República, como fiz inclusive quando era presidente da Câmara – última grande intervenção, que nos garantiu um planejamento para o setor, com preços, com garantias. Eu conduzirei essa política que estimule o produtor, que traga para o nosso país investimentos que permitam a industrialização e, portanto, a agregação de valor ao nosso café”, destacou, sendo aplaudido pelos produtores presentes.

O presidente do Centro de Comércio do Café, Archimedes Coli Neto, reafirmou seu apoio em Pimenta e Aécio, além de fazer duras críticas ao PT. “Em nome de todos os produtores de café eu quero dizer que não houve sequer uma política séria do governo do PT para o setor. O PT virou as costas para os produtores. Do solo de Minas vem a força do agronegócio brasileiro. E é de Minas, do povo de Minas, que virá a força que vai levar Pimenta da Veiga ao Governo do Estado e Aécio Neves à Presidência”, afirmou.

Minas concentra 50% da produção nacional de café e 54,2% da área cultivada no país, ou 1,2 milhão de hectares. O café tem como característica a bianualidade, ou seja, um ano a produção é alta e no outro, baixa. Em 2013, a produção nacional de café foi de 49,2 milhões de sacas. Em Minas, a produção foi de 27,6 milhões de sacas, ou, 56% do total. Em Minas, a estimativa para a safra 2013/2014 é de 22,62 milhões de sacas, que equivale a 50,1% do cafébrasileiro. O Sul de Minas é principal região produtora de café do Estado.

O Fundo Estadual de Café foi instituído em dezembro de 2012, por meio de decreto assinado pelo então governador e atual candidato a senador Antonio Anastasia. O fundo disponibiliza recursos do Tesouro Estadual, contribuindo para o desenvolvimento da cadeia produtiva docafé. O fundo conta com recursos reembolsáveis, para projetos individuais, e não reembolsáveis, para projetos de interesse coletivo. Além de verbas do Governo de Minas, o fundo conta com recursos do Crédito Presumido do Café, o ICMS presumido.

Caravana 45

Pimenta da Veiga e Aécio Neves desembarcaram em Varginha no início da tarde, levando a caravana 45. Eles foram recebidos no aeroporto da cidade por centenas de moradores e de lideranças políticas. De lá, seguiram para a sede da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha, onde conversaram com produtores locais. Ao lado de lideranças comunitárias, Pimenta e Aécio receberam inúmeras manifestações de carinho e apoio. Mais de 400 pessoas participaram do encontro, incluindo prefeitos e vereadores da região.

O prefeito de Varginha, Antônio Silva (PTB), convocou a todos para “arregaçar as mangas” nesta reta final de campanha. “Estamos diante da oportunidade de resgatar os valores morais que foram tão degradados pelo governo petista. Temos a oportunidade de levar os nossos jovens a recuperar as esperanças. Voltamos nosso olhar para MinasMinas não quer o PT. Vamos arregaçar as mangas. Temos a oportunidade de levar adiante esse governo eficiente e ético, com Pimenta e Aécio, para que Minas continue a avançar no caminho do desenvolvimento e das conquistas sociais”, afirmou.

Já Aécio Neves disse que o momento é de levar para urnas o sentimento das ruas. “Aqui emMinas Gerais a eleição de Pimenta da Veiga é absolutamente fundamental para o projeto de desenvolvimento econômico e social de Minas. Eu serei um grande parceiro, como presidente da República, de Pimenta da Veiga, para que, juntos, possamos fazer com que as promessas do governo federal, sucessivamente adiadas ao longo dos últimos 12 anos, possam se transformar em benefícios que melhorem a vida dos mineiros”, concluiu.

Anúncios

01/10/2014 Posted by | AÉCIO NEVES, Agricultura,  AÉCIO NEVES 2014,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ANASTASIA,  ANTONIO ANASTASIA,  DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO,  ELEIÇÕES 2014,  GOVERNO DE MINAS,  INFRAESTRUTURA,  MINAS GERAIS,  POLÍTICA,  SOCIAL, Desenvolvimento Social | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Em entrevista ao Hoje em Dia, Pimenta apresenta as melhores propostas entre os candidatos de Minas

Em entrevista, Pimenta destaca a modernização da infraestrutura e a dinamização da economia de Minas, como algumas das metas de governo.

Coligação Todos por Minas

Pimenta da Veiga quer dinamizar a economia de Minas

Fonte: Hoje em Dia

Em entrevista ao Hoje em Dia, o candidato da coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), revela as principais metas de sua proposta de governo, caso seja eleito. No plano social, ele garante que as prioridades serão a saúde, educação e segurança. Além da infraestrutura, a dinamização econômica de Minas também está no radar do tucano.

Em seu plano de governo, qual ponto o senhor considera o mais importante e por quê?

As principais bases do nosso plano de governo são a área social, com prioridade para saúde, educação e segurança pública; a modernização da infraestrutura urbana; e a dinamização da economia de Minas.

Além desses pontos, quais são as áreas prioritárias e como pretende desenvolvê-las?

Na educação, vamos levar o ensino integral a todas as escolas do Estado; aumentar as vagas e diversificar os cursos profissionalizantes; valorizar os professores por meio de promoção automática dos que concluírem mestrado ou doutorado e ainda oferecer condições para que optem pelo trabalho integral em uma só escola.

Na segurança, vamos aumentar o policiamento ostensivo e ampliar o efetivo das polícias Militar e Civil. Queremos avançar com os programas de prevenção à criminalidade e às drogas, como o Fica Vivo, pois o tráfico é a principal causa da violência.

Na saúde, vamos ampliar, reformar e construir 17 hospitais regionais, com objetivo de fortalecer o processo de regionalização da saúde. A intenção é fazer com que as pessoas tenham atendimento médico o mais próximo possível de suas casas. Para isso, vamos também implementar incentivos aos médicos que se fixarem nas pequenas cidades.

Na infraestrutura, vamos atacar o problema da mobilidade urbana. Primeiro, é preciso um transporte público de qualidade. O mais eficiente é o sistema sobre trilhos. Na Região Metropolitana, por exemplo, a solução é o metrô. Temos o compromisso de construir o Rodoanel Norte e também 22 contornos rodoviários ao redor de cidades de médio e grande porte, eliminando o tráfego pesado de caminhões e tornando o trânsito mais seguro na Região Metropolitana. E também vamos construir o Rodoanel Sul, ligando Betim à BR-040.

Como pretende trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social das regiões de Minas?

Para fazer com que Minas dê um novo salto na economia, vamos aproveitar as potencialidades regionais e diversificar os empreendimentos. Além disso, vamos investir na infraestrutura e na logística, assim como reduzir a carga tributária, dentro da competência do governo estadual. Com isso, aumentamos as oportunidades, gerando mais empregos e atraindo mais recursos para a melhoria da qualidade de vida dos mineiros. Vamos manter todos os programas sociais, como o Travessia.

Entre 2002 e 2012, Minas reduziu a desigualdade social em 10,9%, um resultado melhor que a média do Brasil e do Sudeste. Mais de 3 milhões de mineiros foram beneficiados pelo Travessia em 309 municípios. O programa promove a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social, por meio de uma série de ações articuladas entre várias secretarias de Estado e órgãos da administração. Temos que ressaltar que o mineiro tem enorme capacidade empreendedora, sempre soube aproveitar as oportunidades de trabalho nas diferentes áreas e precisa ser cada vez mais incentivado a produzir.

Quais são os principais desafios que o novo governador enfrentará?

São vários porque administrar um estado com as dimensões de Minas, com suas diversidades e potencialidades, exige dedicação e trabalho. Reduzir, por exemplo, as diferenças sociais entre as nossas regiões vai exigir muito esforço e determinação porque o modelo econômico adotado pelo governo federal nos últimos anos aponta para momentos difíceis. Mas, da nossa parte, não faltará o empenho para que as regiões mais pobres, como o Norte, o Jequitinhonha e o Mucuri recebam mais investimentos que as regiões mais ricas. Queremos diminuir a distância social entre as regiões de Minas, sem deixar, no entanto, de criar alternativas para que as mais desenvolvidas não fiquem paradas no tempo.

A crise internacional persiste e compromete o crescimento econômico do Brasil. O que fazer para que Minas se expanda e sustente seus projetos de governo?

Não é só a crise internacional que preocupa, mas a política econômica do governo federal do PT que trouxe de volta a inflação com profunda recessão. O retorno da inflação significa prejuízo para todos, é vizinha da corrupção, impede o crescimento, o desenvolvimento de cidades e pessoas. Apesar disso, nos últimos anos, Minas cresceu mais do que a média nacional. A indústria mineira aumentou a sua parcela na economia do Estado, segundo o IBGE. Em 2002, o setor respondia por 27,5% da economia mineira e passou para 32,8% em 2011. Esse índice representa mais do que o crescimento da média nacional. Em 2002, a indústria no Brasil tinha participação de 27,1% e cresceu 0,4 ponto percentual em 2011, quando chegou a 27,5% na economia nacional.

O senhor se considera preparado para enfrentar um eventual cenário negativo, com perdas de arrecadação?

Me sinto extremamente preparado. Além da atração de investimentos, como já citei, vamos intensificar a parceria com a iniciativa privada. Minas é o estado com maior número deParcerias Público Privadas (PPP). Nos últimos seis anos, o Governo de Minas conseguiu atrair R$ 2,3 bilhões para projetos de PPP, e outros R$ 5 bilhões em projetos em licitação. Minas se tornou referência nacional e internacional quando se trata desse modelo, com reconhecimento pela revista britânica World Finance e pelo Banco Mundial.

Se eleito, que Estado o senhor deseja entregar?

Uma Minas onde todos tenham orgulho de dizer onde vivem. Meu maior compromisso é com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas que devem ser contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades para todos.

Se eleito, qual será o perfil do seu secretariado?

Competência e espírito público. É o que buscaremos entre os homens e mulheres de bem para compor o nosso governo. Queremos fazer um governo moderno, com eficiência em gestão. Como somos apoiados por uma ampla coligação – que inclui 14 partidos, além de lideranças de outras legendas que ao longo da campanha, foram se juntando a nós – não precisaremos nos render a conchavos ou alianças espúrias para garantir governabilidade. O eleitor pode esperar de nós o compromisso com a ética e o interesse público em todas as nossas ações, o que começará já na montagem da equipe de governo.

Por que os mineiros devem votar no senhor?

A nossa candidatura é a mais preparada para governar Minas. Tenho percorrido diversas cidades para escutar as pessoas sobre seus principais sonhos e demandas. Ninguém pode governar bem um país, um estado, um município se não for ouvindo os destinatários das nossas ações. O que me credencia é a minha história pessoal e política, de quase 40 anos dedicados ao interesse público, que me ensinou que o foco de um governo deve ser a melhoria da vida das pessoas.

01/10/2014 Posted by |  EDUCAÇÃO,  GOVERNO DE MINAS,  INFRAESTRUTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SAÚDE | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário