Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Estado busca recursos para projetos de infraestrutura de saneamento ambient

secretário de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas, Gil Pereira, se reuniu, nessa terça-feira (15), em Brasília (DF), com o ministro das Cidades, Mário Negromonte, para captar recurso federal, no valor de R$ 990 milhões, para a execução de projetos de infraestrutura de saneamento ambiental.

Na oportunidade, o secretário apresentou 250 projetos para soluções de saneamento ambiental como abastecimento de água, esgotamento sanitário, gestão de resíduos sólidos e drenagem urbana/manejo de águas pluviais. Esses recursos serão investidos em 250 municípios mineiros de baixo IDH nas regiões Norte, Jequitinhonha, Mucuri e Leste.

Durante o encontro, o ministro Mário Montenegro destacou o trabalho desenvolvido pelo Governo de Minas para captar recurso federal, através dos 250 projetos. E ressaltou, ainda, que levará ao conhecimento da presidente da República, Dilma Rousseff, a iniciativa de Minas Gerais.

Para Gil Pereira, esses projetos são de grande importância para regiões carentes do Norte e do Nordeste de Minas Gerais. “Este investimento poderá ser o instrumento para a superação das graves deficiências em saneamento da região de atuação da Sedvan”, afirmou.

Programa Sanear

Os projetos apresentados fazem parte do Programa de Saneamento Ambiental para Pequenas Comunidades do Estado de Minas Gerais (Sanear), elaborado pelo Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru).

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16/02/2011 Posted by | Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , | Deixe um comentário

Ecoeficiência e sustentabilidade: Cidade Administrativa, construída pelo Governo Aécio Neves, diminuirá custos com redução do impacto ambiental

A Cidade Administrativa de Minas Gerais marcará a história arquitetônica do país. 0 projeto é assinado por um dos mais renomados arquitetos do mundo, Oscar Niemeyer. Com inauguração prevista para fevereiro. a o projeto do Governo Aécio Neves é mais um passo importante para a modernização administrativa, iniciada em 2003 com o Choque de Gestão e a adoção de medidas para tornar o Estado mais eficiente. Além disso, os edifícios que compõem o conjunto arquitetônico vão funcionar dentro dos modernos concetios de ecoeficiência e sustentabilidade.

Na Cidade Administrativa, o esgotamento sanitário a vácuo possibilitará uma redução de 90% do consumo de água em relação à descarga convencional. Uma rede extra de água vai permitir que os prédios utilizem água reciclada. Os edifícios terão sistemas inteligentes para economizar recursos. A energia elétrica e o ar-condicionado, por exemplo, serão controlados por um sistema central que evita que ambientes desocupados sejam refrigerados ou recebam iluminação desnecessariamente.

O projeto paisagístico previu o plantio de 3,6 mil árvores e o revestimento em grama de uma área de 130 mil metros quadrados. O projeto reúne 114 espécies representativas da flora de Minas Gerais. A Cidade Administrativa também terá uma alameda com 146 palmeiras imperiais, uma referência à Praça da Liberdade, que por muito tempo foi o centro do poder público de Minas Gerais.

Na região da Cidade Administrativa, o Parque Estadual Serra Verde – o segundo maior da cidade – será aberto ao público em 2010. Será mais uma importante área de preservação e lazer, para a população. A Cidade Administrativa contará com a coleta seletiva de papel, plástico, vidro, metal e lixo orgânico, além de pilhas, baterias e lâmpadas. Todo o resíduo gerado terá destinação específica, de acordo com as melhores práticas ambientais.

A Cidade Administrativa terá cinco prédios principais – a sede do governo, dois prédios de secretarias de Estado, um centro de convivência e um auditório – além de unidades de apoio para equipamentos, estacionamentos e dois lagos que somam 804 mil metros quadrados de área total e 265 mil metros quadrados de área construída.

As obras começaram em dezembro de 2007. O valor da obra – R$ 948 milhões – é custeado integralmente pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), uma estatal que só pode gastar seus recursos com obras de infraestrutura e desenvolvimento, em Minas Gerais.

A Cidade Administrativa proporcionará uma forte redução de custos operacionais, gerando economia anual de cerca de 80 milhões para o Tesouro do Estado. Os principais itens que permitirão essa economia são: a rede de telecomunicações (chamadas serão entre ramais e não mais locais); centralização dos serviços gerais; soluções econômicas e sustentáveis de aproveitamento de água e energia; cortes de gastos com aluguéis, serviços de recepção e vigilância; sistemas de informática centralizados; dimensionamento dos serviços de reprografia e impressão.

22/01/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , , | 1 Comentário

Aquecimento Global: Governo Aécio Neves cria Índice de Produção mais Limpa, a ferramenta servirá para medir a ecoeficiência das empresas mineiras

Reconhecer o esforço das indústrias que vão além do que está previsto em lei e que se esforçam para ter uma produção mais limpa. É isso, de acordo com o presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), José Cláudio Junqueira, o que o Índice de Produção mais Limpa, desenvolvido pela Feam e apresentado nesta quarta-feira (18) no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) durante o Seminário Índice P+ L: Em Busca da Sustentabilidade, pretende ajudar o Governo Aécio Neves. Durante a abertura do evento, Junqueira destacou a importância do Índice como ferramenta de gestão e afirmou que uma proposta para beneficiar empreendimentos ecoeficientes será apresentada, em breve, ao Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam). 

A ideia de criar uma ferramenta capaz de medir o nível de produção mais limpa nas indústrias de transformação surgiu, de acordo com Junqueira, a partir da apresentação dos Indicadores Ambientais, desenvolvidos pela Feam. “Percebemos que faltava algo para as empresas adotarem. Partimos do pressuposto que a produção mais limpa é uma obrigação. Mas qual o esforço que as indústrias têm feito para produzir gastando menos energia, usando matérias-primas mais amigáveis e gerando resíduos com maior capacidade de reciclagem?”, questiona o presidente. Segundo Junqueira, é importante para o Governo reconhecer esse esforço. “Para isso, desenvolvemos uma forma de se medir o que tem sido feito nas indústrias de transformação”, afirma, citando o índice P+L. 

Para o desenvolvimento do índice foi contratado um consultor, especialista em produção mais limpa, e os trabalhos iniciais foram realizados apenas com dados já existentes no Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema). “Queríamos ver o resultado do trabalho usando apenas essas informações. Definimos, então, alguns empreendimentos de seis segmentos industriais: siderurgia, laticínios, curtume, cimenteiras, têxtil e metal/mecânica e buscamos levantar os dados necessários, tais como consumo de energia ou materiais, geração de efluentes ou resíduos e o grau de reciclabilidade do produto produzido”, explica o engenheiro ambiental e analista da Feam, Felipe Gomes, um dos responsáveis pelo trabalho. 

Na segunda fase do estudo foi selecionada uma empresa de cada um dos setores para o desenvolvimento de um projeto piloto. Elas foram convidadas a participar fornecendo dados utilizados na validação da metodologia. Concluído o estudo, foi definido um método de cálculo para o Índice P+L que, agora, pode ser aplicado a diversos segmentos da indústria de transformação. O índice, que pode variar entre zero e um, tem o objetivo de subsidiar a tomada de decisão na definição de ações para melhoria do processo produtivo a fim de torná-lo mais ecoeficiente, bem como no estabelecimento de políticas públicas para os diversos setores. 

Segundo Gomes, uma das metas deste índice é o desenvolvimento de um programa voluntário, no qual empresas com um bom desempenho possam receber alguma forma de bonificação por essas ações desenvolvidas. “Essa é uma nova ferramenta na gestão ambiental, que busca possibilitar um novo mecanismo de trabalho diferente ao comando e controle”, completa o engenheiro ambiental. 

No primeiro dia de evento, representantes de indústrias como ArcellorMittal, Itambé, Cedro Têxtil e Holcim do Brasil apresentaram suas experiências em Produção mais limpa e indicadores ambientais nelas implementados. Nesta quinta-feira (19) segundo e último dia de evento, a programação começa às 9h com apresentação de trabalhos em produção mais limpa desenvolvidas em São Paulo, além de palestras de representantes da Fiemg e do Centro Nacinal de Tecnologias Limpas (CNTL).

19/11/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

3º Fórum Interinstitucional Ambientação, organizado peo Governo Aécio Neves, vai estimular boas práticas ambientais junto aos servidores públicos

No momento em que o mundo discute a mudança de atitudes em defesa do meio ambiente, 250 representantes de diversas instituições públicas de Minas Gerais estarão reunidos, entre os dias 25 e 26 de novembro, no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), em Belo Horizonte. A realização do 3º Fórum Interinstitucional Ambientação (FIA) tem por objetivo preparar os funcionários públicos para atuarem como multiplicadores de boas práticas ambientais, além de avaliar as ações desenvolvidas pelo programa AmbientAção na capital mineira e no interior do Estado. 

O evento, promovido pela Oscip Ambiente Brasil em parceria com a Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam),reunirá os responsáveis pelo programa em cada uma das 80 edificações participantes, que poderão assistir a palestras, mesas redondas e debates com especialistas nas áreas de meio ambiente e consumo consciente, promovendo troca de experiências. 

Além disso, será realizado um desfile com o tema “Reciclar Ideias e Materiais dá Moda”, composto por roupas e objetos produzidos com materiais recicláveis, além de uma feira de trocas entre os participantes. 

O programa 

O AmbientAção, coordenado pela Feam em parceria com a Oscip Ambiente Brasil Centro de Estudos, promove a sensibilização para a mudança de comportamento e a internalização de atitudes ambientalmente corretas, procurando a melhoria contínua da qualidade ambiental do Estado de Minas Gerais. 

O programa pretende chamar a atenção desse público para a importância da reciclagem, da economia de água e luz, do uso consciente de papel, copos descartáveis e outros objetos. A tarefa não é fácil, porque precisa contar com mudanças de comportamento de milhares de pessoas. Mas também não é impossível, especialmente porque a mobilização global de hoje em relação à utilização responsável de todos os recursos vai ao encontro dos objetivos do programa. 

Bons sinais 

De acordo com os coordenadores do AmbientAção, os funcionários públicos estão aderindo muito bem ao programa. Entre junho de 2008 e junho de 2009, mais de 41 toneladas de material das edificações participantes foram encaminhadas para reciclagem, o que representa 53% do total de resíduos gerados. 

No prédio do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), que reúne a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad),Instituto Estadual de Florestas (IEF)Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam)e Feam, a reciclagem de resíduos é de 68%. De 2008 a 2009, houve reduções de 9% do consumo de energia elétrica e de 5% no consumo de água, a partir de ações de conscientização. Ao oferecer canecas individuais para os funcionários públicos, o programa conseguiu reduzir o consumo de copos descartáveis em mais de 40%, no mesmo período. 

Programação 

Dia 25 de Novembro 
13h Solenidade de Abertura 

13h30 – Palestra de Abertura 
“Mobilização e Indução Socioambiental” 
Márcio Fernando Reis, sócio-diretor da Creditar Contabilidade, consultor do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e do UniEthos 

14h30 – Resultados e Perspectivas do Programa Ambientação 2009/2010 
Mirian Cristina Dias Baggio, coordenadora da Comissão Gestora Ambientação – Fundação Estadual do Meio Ambiente – Feam 
Frederico Batista Baião, coordenador de gestão do Programa Ambientação – Ambiente Brasil Centro de Estudos 
Ricardo Botelho Tostes Ferreira, coordenador técnico do Programa Ambientação – Ambiente Brasil Centro de Estudos. 

15h – Lançamento da Parceria da Recóleo com o Programa AmbientAÇÃO 
Nívea Freitas, presidente da Coleta e Reciclagem de Óleos – Recóleo 

15h20 – Café Cultural – Desfile: Reciclar Ideias e Materiais dá Moda 
Direção e Produção: Júnia Carvalho, coordenadora de projetos culturais e eventos – JC Comunicação, Cultura e Sustentabilidade 

16h – Oficina de Oratória 
“A Importância de uma Boa Comunicação e Apresentação em Público” 
Beth Seixas, consultora em apresentação e imagem, diretora da Beth Seixas Comunicação e Cursos 

Dia 26 de Novembro 
9h – Mesa Redonda 
“Comportamento Humano frente aos problemas socioambientais” 
Moderadora: Solange Vaz, assessora da Presidência da Fundação Estadual do Meio Ambiente – Feam 
Ana Maria Vidigal, diretora do Centro de Ecologia Integral e editora da Revista Ecologia Integral 
José de Anchieta Corrêa, filósofo, escritor e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) 
José Henrique Porto Silveira, consultor da Alternativa Educação e Manejo Ambiental Raquel da Silva Pereira, pesquisadora, professora no Programa de Mestrado e Doutorado de Administração da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), sócia-diretora da P&P Consultoria e Treinamentos, consultora técnica consultiva do UniEthos 
Telson Crespo, coordenador do Curso Técnico de Meio Ambiente do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet) 

13h – Workshop 
“Apresentação das Práticas Cotidianas do Programa AmbientAÇÃO pelas Instituições” 

15h – Café Cultural 
15h30 Feira de Trocas 
16h20 Cerimônia de Entrega do 2º Prêmio AmbientAÇÃO 
17h Encerramento 

Serviço 

3° Fórum Interinstitucional AmbientAÇÃO 
Dias 25 e 26 de novembro 
Quarta-feira, das 8h às 17h30; quinta-feira, das 8h às 17h 
Centro Mineiro de Referência em Resíduos 
Rua Belém, 40, Bairro Esplanada – BH 

Informações: (31) 3267-6293 
www.fia2009.com.br

18/11/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , , , | Deixe um comentário

Compras públicas sustentáveis: Governo Aécio Neves implementa sistema que já é considerado um dos melhores exemplos do Brasil

Um choque verde no governo

Os resultados do programa de compras sustentáveis no estado de Minas Gerais representam um dos melhores exemplos brasileiros de uma tendência que cresce em todo o mundo

Fonte:  Eduardo Pegurier | Portal Exame

O propalado choque de gestão capitaneado pelo governo de Minas Gerais fez com que o estado saísse de um déficit de 2,4 bilhões de reais em 2003 para um saldo positivo de 3,6 bilhões de reais em 2008. Boa parte dessa reversão foi resultado de um rigoroso corte de custos na máquina pública. Um lado menos conhecido desse programa, porém, começa agora a apresentar resultados.

Nos últimos três anos, além de criar critérios de compras com o objetivo de reduzir preços e desperdícios, Minas criou especificações para fazer também as chamadas “compras sustentáveis”. Um dos exemplos mais contundentes é o do uso de asfalto-borracha, feito em parte com pneus velhos reciclados e aproveitados sobretudo na pavimentação de rodovias. A utilização do material passou de apenas 3% em 2008 para 12% do total do material aplicado em novas pavimentações no estado neste ano.

A troca do material, em conjunto com a centralização de compra de asfalto na estrutura de governo, possibilitou uma economia de 37 milhões de reais em 2008. No mesmo período, o governo mineiro também ampliou o uso de papel reciclado, além de trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que consomem menos energia (veja quadro). “O impacto do estado ao criar critérios sustentáveis para fazer suas compras pode ser transformador”, diz a secretária de Planejamento e Gestão de Minas Gerais, Renata Vilhena.

Leia maishttp://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&COD_RECURSO=211&URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0956a/especiais/choque-verde-governo-511564.html

18/11/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , , | Deixe um comentário

Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais abre linha de crédito para projetos ambientais de sustentabilidade

O presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Paulo Paiva, e o diretor da KeyAssociados, Carlos Delpupo, assinaram, nesta quinta-feira (22), contrato para que a consultoria de sustentabilidade identifique projetos nas áreas de biocombustíveis, eficiência energética e energias renováveis que poderão ser financiados pelo banco.

Esse é o primeiro resultado do protocolo de intenções firmado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo BDMG na assembleia anual realizada em Miami (EUA), em abril de 2008. Os recursos são do SECCI (Sustainable Energy and Climate Change Initiative), uma iniciativa do BID que apoia a energia renovável. A análise dos projetos vai considerar aspectos relativos às tecnologias adotadas, investimentos e o potencial de geração de créditos de carbono.

Paulo Paiva lembrou que o momento reflete o esforço que o BDMG vem fazendo para promover o desenvolvimento de forma sustentável, com melhoria do bem-estar das pessoas. “A partir de agora, com a identificação, em todo o Estado, de projetos que tenham impacto ambiental positivo, estamos dando mais um passo no sentido de fortalecer essa perspectiva de desenvolvimento”.

A KeyAssociados, vencedora da licitação na qual concorreram mais sete empresas, é uma das principais especialistas em sustentabilidade e créditos de carbono do país, tendo desenvolvido projetos relacionados às mudanças do clima em empresas como Vale, ArcelorMittal, Petrobras, Friboi, Marfrig, Sabesp,Cemig, Malwee, Itambé, Schincariol e Rigesa, entre outras. A consultoria tem uma carteira de cerca de R$ 20 milhões de créditos a serem gerados nos próximos 10 anos.

Presentes também ao evento, o diretor da Área de Desenvolvimento Sustentável do BDMG, Ronaldo Locatelli, e o gerente do Departamento de Tecnologia e Meio Ambiente, Carlos Fernando Vianna, e ainda representantes da Cemig, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

23/10/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio Neves e Microsoft promovem Seminário Internacional de Resíduos Eletroeletrônicos – especialista participaram do Painel Políticas Públicas, ação na gestão dos resíduos

Especialistas participam do painel sobre Políticas PúblicasCerca de 350 pessoas acompanharam, nesta quinta-feira (13), o painel ‘Políticas Públicas’ no segundo dia do Seminário Internacional de Resíduos Eletroeletrônicos que acontece no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), em Belo Horizonte. O evento é promovido pelo Governo Aécio Neves por meio da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) com apoio da Microsoft Brasil e busca apresentar as soluções que vem sendo adotadas em diversos países na destinação adequada deste tipo de resíduos.

O presidente da Feam, José Cláudio Junqueira, destacou o trabalho realizado em Minas Gerais, único estado do país a possuir um Diagnóstico da Geração de Resíduos Eletroeletrônicos e um dos poucos estados brasileiros a contar com uma Política Estadual de Resíduos Sólidos, detalhada na Lei 18.031, aprovada em janeiro de 2009. Ele observa que o Brasil ainda não possui uma política nacional de resíduos sólidos, discussão que tramita na Câmara dos Deputados há quase 20 anos.

No caso dos resíduos eletroeletrônicos, desde dezembro de 2008, um Grupo de Trabalho instituído pela Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) se dedica à elaboração de uma proposta de normatização a ser apresentada em 2010 ao Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). “Regulamentar a destinação por cadeias é essencial para a formulação de políticas eficientes”, afirma José Cláudio Junqueira.

Dentre as ações desenvolvidas em Minas Gerais, Junqueira destaca o Projeto 3RsPCs – Resíduos Eletrônicos, iniciativa pioneira do Governo do Estado desenvolvida pela Feam no CMRR. Desde setembro de 2008 vem sendo buscadas soluções para a destinação ambientalmente adequada dos resíduos de equipamentos eletroeletrônicos. Uma dessas ações é o treinamento de alunos no recondicionamento de equipamentos descartados pela administração pública estadual que, após a recuperação, são doados para escolas. “É uma forma de integrar a sociedade no processo, capacitar pessoas e reaproveitar equipamentos que se tornariam resíduos”, explica o presidente da Feam.

O gerente de Programas Ambientais Urbanos da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Marcos Bandini, ressaltou a necessidade de serem criados espaços semelhantes ao CMRR em todo o país. “A criação de locais para integração da sociedade e de uma política nacional para a destinação adequada de resíduos são essenciais para a definição de metas para estabilização da geração de resíduos”, afirma. “A meta é que nos próximos cinco anos sejam definidos esses mecanismos”, completou.

Experiência européia

O consultor internacional de resíduos eletroeletrônicos e gerente de negócios do Instituto de Morfologia aplicada em Zurique, Peter Bornand, destacou a experiência suíça na implantação de sistemas de logística reversa. Ele observa que, desde 1994, as empresas suíças vêm desenvolvendo e implantando mecanismos para reabsorção dos resíduos gerados pelo descarte pelos consumidores. “A legislação surgiu em 1998 e incorporou as experiências existentes, o que facilitou a assimilação por todos”, afirma. Bornard observou que a implantação desses mecanismos pela União Européia enfrenta dificuldades, já que cada país possui realidades diferentes. “É uma situação semelhante ao que se observa no Brasil”, destaca.

A programação do seminário inclui ainda, na parte da tarde desta quinta-feira (13), apresentações de experiências de sistema de gestão e logística reversa destinadas a facilitar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos aos seus geradores, para que sejam tratados ou reaproveitados. O português Ricardo Neto, presidente da European Recycling Platform, apresentará o trabalho desenvolvido em Portugal e na Espanha na gestão de resíduos como pilhas e eletroeletrônicos. Daniel Ott, da Swiss Federal Laboratories for Materials Testing and Research (EMPA), apresentará as ações que vem sendo desenvolvidas na América Latina e Caribe, onde é o coordenador de atividades de REEs.

O Seminário Internacional de Resíduos Eletroeletrônicos acontece até o dia 14 de agosto no CMRR (rua Belém, nº 40, bairro Esplanada). A programação completa está disponível nos sites www.feam.br e http://www.seminarioree.com.br.

14/08/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Programa Selo Responsabilidade Empresarial é lançado em Diamantina pelo Governo Aécio Neves

Empresários conectados com um novo tempo, de olho no futuro e em sintonia com a responsabilidade social, com geração de trabalho e respeito ao meio ambiente. Esse é o perfil do público que participou, nesta quarta-feira (12), do evento que lançou mais uma etapa do Programa Selo de Responsabilidade Empresarial, em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. Nessa terça-feira (11) o selo foi lançado em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Já nesta quinta-feira (13), o selo será lançado em Montes Claros, no Norte de Minas, às 9h, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), na Avenida Dr. Sidney Chaves, nº 447. 

Vinculado ao Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), o Selo de Responsabilidade Empresarial é desenvolvido pelo Governo Aécio Neves pelo sistema Secretaria de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) / Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas (Idene) . 

O evento em Diamantina nesta quarta- feira (12) reuniu empresários do município e da região, de setores como hotelaria, serviços, educação, produção leiteira, associações de artesanato, escola profissionalizante, contabilidade, automotivo, comerciais, além integrantes do Conselho de Política Ambiental (Copam), Instituto Estadual de Florestas (IEF), entre outros. 

A diretora regional do Idene, Margareth Durães, ressaltou a importância do Selo de Responsabilidade Empresarial para o segmento do artesanato, já que é um setor que vem se desenvolvendo cada vez mais na região, mudando para melhor a vida dos artesãos, por meio dos projetos em parceria com o sistema Sedvan / Idene. 

A diretora ressaltou o pioneirismo na gestão participativa dos projetos, que segunda ela, “são montados conselhos, comitês gestores e associações, em que os projetos são trabalhados sob o prisma da geração de renda e trabalho, dentro do conceito de governança social, o que vem contribuindo para que o Vale do Jequitinhonha seja o vale da esperança”, afirmou, incentivando os empresários a selar parcerias. 

Empresários de um novo tempo 

Comprometidos com o ideal do Governo de Minas, que busca uma gestão participativa, com a união de todos os setores da sociedade, o empresariado presente no evento se mostrou preocupado em trabalhar para se inserir nesse novo modelo de gestão. 

Para Hugo Araújo, do Circuito dos Diamantes, o Selo é uma excelente iniciativa de valorização dos empresários que promovem a inclusão social em todas as áreas: social, cultural e ambiental. Ele concorda com os critérios exigidos para se conseguir o selo, desde a formação e capacitação da mão de obra local, até a valorização dos produtos regionais. “O circuito dos Diamantes já atua nessas áreas, já estamos inseridos nesse contexto”, afirma o gestor. “Nossa intenção é criar uma marca forte, com orgulho de pertencermos a empresas diferenciadas”, completa. 

Jean François, diretor da Escola Profissionalizante Irmã Luiza, que abriga e ensina uma profissão a menores carentes, já participou da primeira edição do Selo, e agora se candidata à segunda, pela Associação de Moradores e Amigos de Mendanha – Amame, uma associação que cuidas das crianças do distrito de Diamantina. Para ele, o Selo de Responsabilidade Empresarial é um reconhecimento do trabalho desenvolvido pela entidade, no resgate do lado humano e na conscientização ambiental. “Todos os itens necessários para receber o selo nos já desenvolvemos em nossos projetos” lembra Jean François, um francês radicado em Diamantina, que desenvolve trabalhos sociais em outras duas entidades além da Amame: na Vila Educacional de Meninas (VEM) e na Amparo à Juventude para a Inserção Rápida (Ajir). 

O proprietário dos laticínios IKE, em Diamantina, Assis de Jesus Santos, também já foi contemplado com o Selo. Ele mantém uma parceria com a escola de Zootecnia da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) para a melhoria da qualidade do leite e da qualidade de vida do pequeno produtor Pronafiano. Para Santos, o importante é poder oferecer uma alternativa àquelas pessoas que antes viviam apenas do garimpo, com poucas oportunidades e muitos danos ao meio ambiente. “Agora eles já podem trabalhar com o leite, e ter uma nova fonte de renda”, disse. 

As empresas interessadas têm ate o dia 18 de setembro para se inscrever no edital de 2010. As primeiras 50 empresas inscritas irão participar do programa e terão até o dia 16 de novembro para apresentar suas ações de responsabilidade social. A partir daí, elas terão um ano para desenvolvê-las. Durante o processo, as ações serão avaliadas por relatórios enviados mensalmente ao Instituto de Governança Social (IGS), para análise.

13/08/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , | Deixe um comentário

Sistema de iluminação implementado pela Cemig traz mais economia, eficiência energética e ambiental

A região da Pampulha, em Belo Horizonte, já se prepara para a Copa do Mundo em 2014 com uma nova tecnologia de iluminação mais econômica, eficiente, de qualidade e com qualidade ambiental. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), em conjunto com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), iniciou os testes com sistemas de iluminação a LED (abreviatura em inglês para diodo emissor de luz). Algumas luminárias já foram instaladas em postes próximos à Igreja São Francisco. Em Belo Horizonte, os LEDs já são utilizados nos sinais de trânsito. 

A Cemig e a PBH vão avaliar a viabilidade da iluminação a LED por toda a orla da lagoa, nas ciclovias e pista de caminhadas, e no novo projeto do Complexo Mineirão/Mineirinho. Os testes com essa tecnologia começaram há um ano pela empresa, que estuda a possibilidade de implementá-la na rede de iluminação pública, como vem acontecendo em cidades como Nova York e Paris. 

O projeto “Tecnologia de Luminárias a LED para Iluminação Pública” faz parte da 3ª Semana de Tecnologia e Inovação da Cemig, que está montada na sede da Empresa até o dia 15 deste mês. O horário de funcionamento é das 9 às 18 horas, e a entrada é gratuita. 

As lâmpadas a LED possuem várias vantagens se comparadas às demais, inclusive com menor impacto ambiental. Elas possuem melhor reprodução de cores, não emitem raios ultravioleta e infravermelhos, propagam menos calor e, consequentemente, atraem menor quantidade de insetos. Apresentam boa eficiência e maior vida útil, estimada em aproximadamente 50 mil horas de funcionamento. As lâmpadas de vapor de sódio, as mais utilizadas atualmente, duram até 32 mil horas, as de vapor de mercúrio, 12 mil horas, e as de vapor metálico, comuns em fachadas de prédios, 10 mil horas. 

Energia de Solução 

A iluminação a LED ainda é mais cara do que as existentes no mercado. Segundo o coordenador do projeto, Sérgio Lucas Blaso, da Cemig, a empresa estuda também a possibilidade de aplicar a tecnologia na iluminação decorativa de prédios em cidades históricas. 

“Com o LED, o circuito utilizado é eletrônico, e a tendência do mercado é que esses valores baixem mais rápido. A expectativa é que, de 7 a 10 anos, a tecnologia comece a ser aplicada em maior escala”, estima o coordenador do projeto. 

Testes 

As aplicabilidades do LED vêm sendo estudadas em várias regiões do mundo, sobretudo nos Estados Unidos, Europa e Oriente. O setor de engenharia da Cemig trabalha com prospecção de novas tecnologias, com foco na eficiência energética e operacional. Para atender a essas necessidades na iluminação pública, foi feita uma pesquisa global de mercado, e os fabricantes forneceram para a Empresa luminárias para testes, que estão acontecendo na região da Pampulha. 

Na iluminação a LED, a durabilidade e confiabilidade são maiores, e o tempo de degradação luminosa é menos acentuado. Essas lâmpadas são mais econômicas e passam por um processo de avaliação. Por enquanto, as utilizadas em postes de até cinco metros de altura estão com resultado satisfatório. Enquanto seria necessária uma lâmpada de vapor de mercúrio de 125 watts para suprir a demanda de luminosidade, o LED utilizado para o mesmo local é de 50 watts.

13/08/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Eficiência energética: Conjunto Habitacional de Betim terá sistema de aquecimento solar controlado pela Cemig – 330 residências serão beneficiadas

Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) inaugura, nesta quarta-feira (5), às 18h30, sistemas de aquecimento solar em 330 residências do Conjunto Habitacional Celso Alves Pedrosa, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O projeto, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi concluído em maio e contou com investimentos da ordem de R$ 500 mil. Os recursos são provenientes do Programa de Eficiência Energética da Cemig.

A iniciativa faz parte do projeto Aquecimento de Água com Energia Solar em Conjuntos Habitacionais, promovido, desde 2002, pela empresa. Os sistemas instalados têm capacidade para aquecer 200 litros de água, suficientes para abastecer cinco banhos diários. Nos dias mais frios, o equipamento é uma alternativa – pode funcionar fora do horário de ponta, entre 18 e 22 horas, com o auxílio de chuveiros elétricos de baixa potência.

Redução da demanda

Levantamentos da Cemig indicam que, em decorrência da substituição dos chuveiros elétricos por sistemas de aquecimento de água, ocorre uma diminuição de aproximadamente 185 kW da demanda no horário de ponta. Isso gera redução no consumo de energia em cerca de 270 MWh/ano.

De acordo com Davidson Andreoni Rocha, técnico em processo e uso final da energia, da Cemig, a instalação desse tipo de sistema é voltada para conjuntos de casas populares, como aquelas construídas pela Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab/MG), que localizam-se em regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), cujo consumo médio é de 150 kWh/mês, e onde também se verificam problemas relacionados ao fator de carga regional.

Sem custos

Os equipamentos são adquiridos e instalados pela Cemig sem custos tanto para a Cohab quanto ao proprietário. “Cada sistema, que tem custo médio de R$ 1.500,00, deve reduzir o consumo em 52 kWh por mês, o que representa uma economia de 40% no consumo total de energia do cliente”, ressalta Andreoni. Além disso, explica, há diminuição da potência no horário de ponta, possibilitando alívio de carga nos sistemas elétricos com altos carregamentos.

A Cemig vem pesquisando a tecnologia dos aquecedores solares desde 1986. Com essa iniciativa, a empresa estimula a melhoria dos equipamentos, apóia a pesquisa e já viabilizou mais de 7.000 m² de coletores solares, ou seja, cerca de 3.500 residências populares foram beneficiadas.

O Conjunto Habitacional Celso Alves Pedrosa fica na rua Hercílio E. Santos, bairro Duque de Caxias, em Betim.

05/08/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa | Deixe um comentário