Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio: mensalão da internet, coluna Folha

Aécio: senador em coluna da Folha de S.Paulo critica o mal uso da internet para disseminar calúnias e destruir reputações.

Aécio: artigo Folha de S.Paulo

Fonte: Folha de S.Paulo

Mensalão da internet Na última sexta-feira, neste mesmo espaço, a ex-senadora Marina Silva fez uma corajosa abordagem sobre um tema que impressiona a quem frequenta o mundo das redes sociais.Classificado por ela como “Mensalet” ou “mensalão da internet”, trata-se da atuação de uma indústria subterrânea voltada a disseminar calúnias e a tentar destruir reputações.

Ninguém discute os benefícios da internet, que carrega o sonho de um mundo mais plural e democrático. Tamanha transformação exige, porém, um novo senso ético e de responsabilidade compartilhada.

Infelizmente, sob os novos horizontes tornados reais, existe um campo cinzento onde se instalou, no Brasil, um verdadeiro exército especializado em disseminar mentiras e agressões.

Fingindo espontaneidade, perfis falsos inundam as áreas de comentários de sites e blogs com palavras-chaves previamente definidas; robôs são usados para induzir pesquisas com o claro objetivo de manipular os sistemas de busca de conteúdo; calúnias são disparadas de forma planejada e replicadas exaustivamente, com a pretensão de parecerem naturais.

Absurdas acusações que jamais serão comprovadas, por serem falsas, são postadas e repostadas diariamente. A vítima pode ser um magistrado, um político ou um cidadão comum. Pode ser um jornalista, uma atriz, não importa.

Os objetivos são constranger, forjar suspeições, levantar dúvidas, transformar em verdade a mentira repetida mil vezes.

O mais grave é que esse roteiro se repete para buscar desconstruir a imagem de qualquer um que ouse defender ideias divergentes dos interesses daqueles que mantêm plugada essa verdadeira quadrilha virtual.

E, quando alguém recorre à Justiça para se defender de ataques infundados, é acusado de exercer censura, invertendo, assim, as posições. A vítima passa à posição de réu.

Esse tipo de ação covarde é um lado da moeda que, na outra face, tenta controlar a imprensa, impedir a formação de novos partidos, defender a remoção do direito de investigação do Ministério Público e a submissão das decisões do STF à maioria governista no Congresso Nacional.

A boa notícia é que esse movimento, cuja origem e objetivos ficam cada vez mais claros, ganha crescente descrédito, fazendo com que certas vilanias fermentem apenas nas trincheiras dos espaços ocupados, e eventualmente pagos, pela má-fé. Até porque não é apenas o conteúdo da internet, a mais importante revolução do nosso tempo, que deve permanecer para sempre.

A honra das pessoas também deveria. Liberdades de imprensa, de informação e de opinião são conquistas definitivas da nossa sociedade. Calúnia, injúria e difamação são crimes. E assim devem ser tratados.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna. 

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31/05/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

Política: coluna de Aécio Neves na Folha

Aécio: “é preciso ter atitudes para que política não perca, aos olhos da população, a legitimidade como instrumento transformador”.

Aécio Neves: presidente do PSDB

Fonte:  Folha de S.Paulo

Artigo – Aécio Neves

Aécio Neves

Aécio Neves novo presidente do PSDB

Política?

Começo a semana diferente, com a responsabilidade de dirigir o maior partido de oposição do Brasil.

Ninguém desconhece as enormes dificuldades da representação política no país. Embalado pela profusão de cerca de três dezenas de legendas e pela lógica do modelo de governança de coalizão, o quadro partidário é anêmico: sofre de forte descrédito, movido por denúncias graves de apropriação e manejo indevido de recursos e um sem-número de outras incongruências.

Faltam nitidez programática e posicionamento. No lugar das ideias, prevalece a sobrevivência eleitoral, à reboque de alianças contraditórias. Algumas inexplicáveis.

O aliciamento político, a partilha de cargos e os interesses em extensas áreas da administração pública enfraqueceram o debate nacional e tornaram o exercício do contraditório cada vez mais raro, quase uma excentricidade. Para impedi-lo, lança-se mão do expediente de tentar transmudar cobranças legítimas, críticas e questionamentos em antipatriotismo, como se governo e país fossem um só.

A política de alianças e a composição de uma base congressual extensa e heterogênea, como a atual, só se justificam quando se constituem em ferramenta política para fazer mudanças estruturais necessárias, enfrentar corporativismos ou garantir viabilidade de reformas. É o preço que se paga para fazer o que precisa ser feito, o que, muitas vezes, requer medidas impopulares, que deveriam superar a conveniência da hora ou das urnas futuras.

O descrédito com a atividade política se amplia mais com o descompasso existente no país entre promessa e compromisso. O que, em política, deveria ser sinônimo, na prática são termos que não guardam nenhuma relação entre si.

Recordo, uma vez mais, apenas um dentre inúmeros exemplos, a promessa não cumprida da presidente da República na campanha de 2010 de desonerar as empresas de saneamento como forma de acelerar os investimentos na área.

Temos governos que não se sentem obrigados a cumprir o que pactuaram com a população nas urnas e uma população que, já amortecida por sucessivas frustrações, parece achar isso natural, a ponto de abrir mão de justas cobranças.

E, com isso, reveste de triste verdade a famosa frase de Apparício Torelly, o Barão de Itararé, adaptada à política: de onde menos se espera, daí mesmo é que não sai nada

Nesse ambiente de descrédito, onde todos perdem, os partidos precisam retomar a responsabilidade que lhes cabe na representação da sociedade.

Para nós, do PSDB, uma das principais tarefas nesse campo tem sido buscar formas de impedir que a política perca, aos olhos da população, a sua legitimidade como instrumento transformador da realidade.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

31/05/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , | Deixe um comentário

2014: Aécio promete novo tempo na política

Aécio: “Onde estiver o PSDB, estejam absolutamente seguros, estará a defesa intransigente da ética, da liberdade e da democracia”, comentou o senador.

Aécio Neves: eleições 2014

Aécio Neves assume PSDB prometendo um novo tempo na política brasileira 

 “Ética e política devem ser como irmãs siamesas e jamais se separarem”. Foi relembrando um ensinamento de Aécio Cunha, seu pai e ex-deputado por Minas Gerais, que Aécio Neves resumiu o significado do PSDB para a política nacional.

Em seu discurso de posse como novo presidente nacional do partido, ele deu mostras de que irá liderar um movimento pela retomada da confiança da população na política, algo que vem se perdendo com os dez anos de escândalos protagonizados pelo PT e pelo governo federal.

Aécio Neves encheu de otimismo o público presente à convenção de seu partido, no último sábado (18/05) em Brasília, pois foi coerente e firme. De um lado, fez o que sempre disse que faria: exaltou o legado do PSDB, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mostrou respeito à geração mais antiga do partido.

“O que quero dizer a vocês, com a responsabilidade de presidente, a partir desse instante, do maior partido de oposição do Brasil, é uma palavra de honra e de orgulho. Orgulho da nossa trajetória, dos nossos companheiros, mas em especial, orgulho da nossa história”, disse em seu discurso, ao lado de FHC e de José Serra.

Por outro lado, Aécio Neves fez um discurso ousado e olhando para o futuro. Mostrou que será intransigente nas cobranças ao governo federal. Não deixará de apontar os desserviços do PT ao Brasil, com seu governo recheado de escândalos e agressões à democracia brasileira.

“Onde estiver o PSDB, estejam absolutamente seguros, estará a defesa intransigente da ética, da liberdade e da democracia. Os nossos adversários, e aqui isso já foi dito, vêm atentando contra a democracia, querendo colocar um garrote no Supremo Tribunal Federal, inibir as ações do Ministério Público, cercear a imprensa, inibir a livre movimentação das forças políticas. Mas sabem por que fazem isso? Porque temem, porque nos temem, porque sabem que no confronto, no olho no olho, nós poderemos dizer que temos coerência”, exaltou.

A eleição do novo presidente nacional do PSDB trouxe gás novo ao partido. O otimismo também é unânime. Tanto os velhos tucanos quanto a nova geração que forma a oposição no Brasil se sentiram representados no discurso de Aécio Neves.

21/05/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio: senador tem a oposição no DNA

Aécio Neves: senador assume presidência do PSDB e planeja investir em tecnologia para a integração em rede de todas as regionais do partido.

Aécio Neves: presidente do PSDB

Aécio Neves: biografia

Fonte: Estado de Minas

O lugar de Aécio

Diferentemente de Eduardo Campos e Marina Silva, egressos do lulo-petismo, Aécio é o único candidato que tem a oposição no DNA

Tereza Cruvinel

Nos últimos meses, o senador, ex-governador e ex-presidente da Câmara Aécio Neves ouviu, com a paciência das montanhas de Minas, conselhos e cobranças para elevar o tom ou aumentar a velocidade de seus movimentos como pré-candidato a presidente. Ignorou gentilmente os que o acusaram de ter pouco apetite para a disputa. Buscava as condições básicas para ser candidato, obtidas na convenção de ontem, que o elegeu presidente do partido e lhe deu maioria indiscutível nas instâncias decisórias. Agora, começa de fato a caminhada, avisou ele. Aécio queria, além do comando, a renovação dos quadros dirigentes e mudanças em sua gestão política e operacional. Tendo agora a faca e o queijo, seu desafio é ocupar o lugar que lhe pertence na disputa. Pois, diferentemente de Eduardo Campos e Marina Silva, egressos do lulo-petismo, Aécio é, até agora, o único candidato que tem a marca da oposição no DNA. Marina e Campos trafegarão na chamada terceira via, com roupa e discurso que não os distinguirão nitidamente do PT.

Em relação a Campos, Aécio tem não apenas a vantagem do DNA. O PSDB é, sem dúvida, muito mais estruturado e enraizado que o PSB. Governa estados com muito maior peso econômico, como São Paulo e Minas, vale dizer, máquinas mais potentes para enfrentar o equipamento federal. Até onde se enxerga, os governadores estão comprometidos com sua candidatura. No PSB, nem todos querem a candidatura de Campos, preferindo a zona de conforto do governismo. O empresariado, é verdade, tem simpatia pelos dois, especialmente aqueles que não gostam do estilo voluntarioso de Dilma. Mas eles, sabemos como agem: colocam um chapéu em cada cadeira, dão dinheiro a todos, proporcionalmente aos índices nas pesquisas. Não querem ficar mal com quem ganhar, seja quem for. Marina tem ainda mais dificuldades para romper o mimetismo com o PT – seus eleitores um dia foram petistas – e seu partido pode até não sair do papel.

Na presidência do PSDBAécio planeja investir em tecnologia para a integração de todas as regionais em rede. Quer fortalecer instâncias como as secretarias da Mulher e do Meio Ambiente. Promete correr o Brasil propondo uma nova agenda para o país. “O PT não tem o monopólio do diálogo com a sociedade. Queremos ouvir e ser ouvidos e apresentar nossa proposta de mudança.” Quando se pergunta que mudança é essa, o apetite verbal aumenta. Até aqui, ele foi quase monotemático, criticando o centralismo fiscal da União e as perdas de estados e municípios. Agora, ataca a “contínua dilapidação da herança bendita da estabilidade”, a seu ver, representada pelo descuido com a inflação, a complacência fiscal e as intervenções no câmbio. Afirma que Dilma foi uma decepção como gestora e ataca as políticas sociais, o que, em outros tempos, a oposição evitava como heresia. “O PT de fato alargou e consolidou a rede de proteção social hoje existente, mas ela nasceu no governo Fernando Henrique. Vamos combater verdadeiramente a pobreza, não apenas administrá-la para lucrar eleitoralmente, como faz o PT”, diz Aécio.

Certamente, Aécio e o PSDB sabem que não será fácil enfrentar, no cargo, uma presidente popular e favorita na disputa como Dilma. Mas, na luta política, joga-se para ganhar e também para acumular forças. E quem acumula é quase sempre quem se colocou claramente na oposição, como fez o próprio PT no passado, e não os que trafegam na terceira via.

Em pauta

Passado o furacão da MP dos Portos, o Congresso deve examinar outros assuntos sensíveis para o povo, não para o capital.

1. A Câmara precisa retomar a votação da nova lei antidrogas, de autoria do deputado Osmar Terra (PMDB-RS). Ponto polêmico, a internação compulsória de dependentes químicos. O lobby da liberação da maconha e drogas leves tentará pegar carona. Aparentemente, sem chance.

2. Mas, antes, os deputados devem votar a lei, que vem aprovada do Senado, alterando regras para a criação e a fusão de municípios. As assembleias legislativas recobram o poder de legislar sobre o assunto, mas dentro de regras que limitam a proliferação de municípios em busca das verbas do FPM.

3. Depois das domésticas, os garçons. Na agenda do Senado, projeto do hoje prefeito de Uberlândia Gilmar Machado, relatado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), cria regras para a distribuição, entre os garçons, daqueles 10% que todos nós pagamos sobre a dolorosa conta, nos bares e restaurantes. Na era do cartão de crédito, a maioria dos estabelecimentos não lhes repassa a gorjeta.

Fora da pauta 
A indústria automobilística ganhou desonerações fiscais que alcançam os R$ 20 bilhões. Com a desoneração da folha de pagamentos de 42 setores, o governo renunciará a R$ 35 bilhões, entre 2013 e 2014, sem falar na isenção da cesta básica e em outras bondades. Autor de projeto que zera os impostos para todo tipo de medicamento (como é na Inglaterra, no Canadá e em outros países), o deputado José Antônio Reguffe (PDT-DF) consultou o Ministério da Fazenda sobre o impacto fiscal que ele teria – R$ 3 bilhões, respondeu a Fazenda. “Com essa renúncia, que representa apenas 0,11% do Orçamento, toda a população seria beneficiada com a redução de 35% no preço dos remédios. E, diferentemente do que ocorre com os carros, o governo poderia fiscalizar o repasse da isenção, pois já controla o preço dos medicamentos”, diz Reguffe. Mas o projeto está parado. A base não o abraçou como à MP dos Portos.

20/05/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Anastasia altera carreiras e salários

Governo Anastasia: projeto será votado pelo Assembleia e 14 grupos de atividade do Executivo que não tiveram reajustes depois de abril de 2012.

Governo Anastasia: recomposição salarial

Fonte: Estado de Minas

Projeto altera carreiras em MG

Deputados estaduais prometem votar na terça-feira proposta que reajusta salário de servidores. Impacto é de R$ 74 mi anuais 

Governo de Minas Assembleia Reajuste de  Servidores

Governo Anastasia: projeto será votado pelo Assembleia e 14 grupos de atividade do Executivo que não tiveram reajustes depois de abril de 2012.

Os servidores de 14 grupos de atividade do Executivo estadual devem ficar de olho no plenário da Assembleia Legislativa na semana que vem. Depois de muita discussão, a expectativa é que a partir de terça-feira seja votado o projeto apelidado na casa de “carreirão”, que concede reajustes de 5% a 50% para várias categorias, enquadrando-as de acordo com a escolaridade, e cria cerca de 2 mil cargos nos quadros do estado – sendo a maior parte deles efetivos. O impacto financeiro informado é de R$ 74.971.117 por ano.

Enviado pelo governador Antonio Anastasia (PSDB), o projeto contempla categorias que não tiveram reajustes específicos depois de abril de 2012. A primeira etapa da recomposição salarial vai padronizar os valores iniciais das tabelas de acordo com a escolaridade, fixando para o nível médio os mínimos de R$ 715,91 para jornada de 30 horas e R$ 954,55 para 40 horas. No nível superior, o piso referência será de R$ 1.085,27, para 30 horas semanais, e R$ 2.083,72 para 40 horas semanais. Os novos valores passam a vigorar no mês seguinte à publicação da lei. Já a partir de 2014, as mesmas carreiras terão reajuste de 5% a 10%.

O maior percentual de aumento será na área da cultura, para o cargo de analista de proteção, gestão e restauro, que terá 52,7%, passando o salário de R$ 1,3 mil para R$ 2 mil. Na área de defesa social, o texto traz aumentos de 13% a 40%, na de desenvolvimento rural o índice vai de 13% a 16%. O projeto reajusta ainda os vencimentos de cargos nas áreas de seguridade social, ciência e tecnologia, gestão e política pública, transporte e obras públicas, saúde, educação e defensoria pública, entre outras.

Se o texto for aprovado, serão criados 1.872 cargos efetivos, dos quais 1.226 na área de defesa social. Os outros são divididos nas áreas de seguridade social, Junta Comercial, desenvolvimento econômico e social, Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste, Casa Civil, e Advocacia Geral do Estado. Antes mesmo de votá-lo em primeiro turno, o governo enviou emenda criando 48 cargos em comissão e 272 funções gratificadas. Também em mensagem do Executivo, são extintas outras 600 funções.

O líder do blocão governista, deputado Lafayette Andrada (PSDB), que relatou a matéria na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária, explica que a proposta é para corrigir a situação dos servidores que não tiveram nada além do aumento geral de 5% concedido para todas as carreiras no ano passado. Segundo o tucano, há entendimento com a oposição para aprovar o projeto já na terça-feira em primeiro turno. “É lógico que ele não atende todo mundo, sempre tem algumas reclamações, mas os parlamentares têm a intenção de votar”, afirmou. O líder do PT, deputado Paulo Guedes, afirmou que a bancada vai votar favoravelmente ao texto, embora considere que ele está “muito aquém” do que pedem as categorias.

emendas Em ofício enviado ao Legislativo, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) garante que há recursos na lei orçamentária para arcar com o crescimento da folha e informa que, mesmo com os índices aplicados, o estado continuará dentro do limite exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

A discussão do projeto em plenário foi até a noite de quarta-feira. O texto recebeu oito emendas da oposição. Uma delas quer tornar os reajustes retroativos a 1º de março deste ano. Outra tenta estabelecer mais três níveis salariais na área de ciência e tecnologia do estado, passando o último deles para R$ 10,2 mil. Na proposta original, a remuneração vai até R$ 5,6 mil. A oposição tenta garantir ainda que a hora trabalhada tenha o mesmo valor para os servidores com jornadas de 30 e 40 horas semanais.

22/04/2013 Posted by | Governo de Minas | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio 2014: Dilma é movida pela lógica da reeleição

Aécio 2014: senador disse que  os espaços públicos têm servido para garantir alguns minutos a mais na propaganda eleitoral da presidente.

Aécio 2014: governo Dilma e reeleição

Fonte: O Tempo

Aécio acusa lógica da reeleição

2014.Para prefeitos paulistas, presidenciável reafirma que ações do governo Dilma só visam à sucessão

“O governo, hoje, é nosso maior aliado para mostrar suas falhas”, diz tucano

Aécio 2014: senador critica Dilma

Aécio 2014: senador disse que os espaços públicos têm servido para garantir alguns minutos a mais na propaganda eleitoral da presidente.

Santos. O senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República em 2014, voltou a atacar ontem a criação do 39º ministério do governo Dilma Rousseff (da Micro e Pequena Empresa) e da 5ª estatal (a Hidrobrás), além do retorno do PR ao Ministério dos Transportes. Para o tucano, as medidas mostram que a teoria da “faxina” da presidente indica “que era um discurso sem consistência”. “O que move o governo em todas as áreas é a lógica da reeleição”, acusou.

O presidenciável foi convidado de honra do 57º Congresso Estadual de Municípios, em Santos. Após discursar, Aécio disse que o governo federal não está preocupado com as questões centrais do país, como “a paralisia da economia, os gargalos da infraestrutura”, entre outros.

“Isso só comprova o que tenho dito: quem governa o Brasil não é mais a presidente, é a lógica da reeleição. Os espaços públicos não têm servido para melhorar a qualidade dos serviços públicos, mas para garantir alguns minutos a mais na propaganda eleitoral da presidente”, apontou.

Para o senador, cabe à oposição mostrar ao país a diferença entre a situação “virtual”, mostrada pelo governo, e a situação “real”. O tucano disse que seu discurso será focado nas omissões, nas falhas e no caráter eleitoral das iniciativas do governo. “O governo, hoje, é nosso maior aliado para mostrar suas falhas”, considerou o senador, que classificou a gestão da presidente Dilma de “improvisada” e de um governo “da insegurança jurídica”.

A participação de Aécio no congresso estava prevista inicialmente para hoje, mesmo dia em que estará presente o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). No entanto, a agenda foi alterada porque o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), decidiu comparecer ontem e preferiu que Aécio que fosse junto com ele.

O senador negou que a troca de data tenha acontecido para evitar um encontro com Eduardo Campos. “Bom é vir com Geraldo, não acha? Eu encontro com o Eduardo todos os dias, mais do que você imagina”, brincou o mineiro.

Gafe. Recebido por prefeitos paulistas como “exemplo de gestor”, o ex-governador de Minas utilizou o termo “revolução” para se referir ao golpe militar de 1964. Indagado sobre a razão de ter usado essa expressão, Aécio tergiversou: “Ditadura, revolução, como quiserem”.

O termo foi usado em seu discurso, no momento em que fazia um breve relato de episódios históricos, considerados por ele exemplos que retratam a política centralizadora do governo federal, ao corroborar a principal reclamação dos prefeitos sobre a concentração de poder do Planalto.

“Veio a revolução de 64, novo período de grande concentração nas mãos da União, apesar de ter sido um período em que foram criadas políticas compensatórias para determinadas regiões menos desenvolvidas”.

Terra de Campos
PSB reage à investigação da Abin

Brasília. O líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), afirmou que considera “inadmissível” o monitoramento feito pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre sindicalistas no Porto Suape, em Pernambuco. Reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo” revelou que foi montada uma operação, coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para verificar se estivadores do Estado poderiam irradiar paralisações em portos brasileiros, com eventual desgaste político para a presidente Dilma Rousseff.

Provável adversário de Dilma ano que vem, Eduardo Campos tem liderado o movimento contrário à aprovação da Medida Provisória dos Portos que, entre outras mudanças, retira a autonomia de Estados de licitar novos terminais de carga. “Nós consideramos inadmissível qualquer investigação desse tipo”, disse Rollemberg, em discurso no plenário.

O líder socialista disse que as relações do governo Eduardo Campos com o movimento sindical tem se dado de forma “absolutamente transparente” e que as manifestações do governador sobre a MP dos Portos têm sido todas públicas.

Rollemberg disse que fez questão de telefonar para o chefe do GSI, general José Elito Carvalho Siqueira, antes do pronunciamento para ouvir sua posição. Segundo ele, o ministro negou “veementemente” qualquer tipo de investigação. “É muito importante que a posição do governo seja muito clara nesse sentido”, reforçou.

Concorrência
Câmara de BH vai conceder cidadania a Eduardo Campos

A Câmara de Belo Horizonte aprovou, na sessão da tarde de ontem, a pedido do vereador Professor Wendel (PSB), a concessão do título de cidadania honorária da capital ao governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos.

No próximo dia 15, a Assembleia Legislativa de Minas irá conceder a mesma honraria, mas em âmbito estadual, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Existe a expectativa de que a presidente Dilma Rousseff compareça à solenidade.

Em razão dessa “concorrência”, o vereador Wendel trabalha para marcar a entrega do título a Campos antes do dia 15, que será uma segunda-feira.

Como justificativa para a homenagem ao pernambucano, o autor da proposta explica que, assim como ele próprio, o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, também é do PSB.

“Ele (Campos) deu essa contribuição para o crescimento do partido, que transformou o histórico dessa cidade”, argumentou o vereador, para quem a pré-candidatura do governador “é vista com bons olhos aqui em Minas”.

A homenagem de Belo Horizonte será a segunda para Campos nas últimas semanas. Segundo a assessoria do socialista, ele já recebeu a comenda em João Pessoa. (Da Redação)

09/04/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: Anastasia defende Aécio no Rio

Antonio Anastasia: governador de Minas acredita em composição das correntes do PSDB em torno de Aécio para suceder Sérgio Guerra.

Antonio Anastasia: Aécio 2014

Fonte: O Tempo

2014. Para o governador mineiro, eleição do senador como presidente do PSDB é um “passo importante”

Tucano também critica federação brasileira e diz que falta “harmonia”

Rio de Janeiro. O governador mineiro Antonio Anastasia (PSDB) aproveitou um encontro com comerciantes e empresários do Rio de Janeiro, ontem, para criticar o governo federal e defender o nome do senador Aécio Neves com vistas à sucessão de 2014.

Segundo Anastasia, a eleição de Aécio para a presidência do PSDB é “um passo importante” na estratégia para a eleição presidencial e, também, um “fator de renovação das ideias e um avanço cada vez maior do partido”.

O governador disse acreditar em uma composição de todas as correntes partidárias em torno do nome de Aécio para suceder o deputado Sérgio Guerra (PE) no comando do partido e, assim, se fortalecer como pré-candidato à Presidência da República. “Se o partido entender assim e o senador Aécio Neves vier a ser indicado presidente do partido, será positivo, ele vai percorrer o país levantando as bandeiras do PSDB e discutindo os temas nacionais mais relevantes. Acho que haverá grande unidade em torno do senador Aécio Neves. Quando chegarmos em maio, teremos uma composição”, afirmou.

Anastasia disse que o partido precisa tratar “metas e propósitos” para a eleição de 2014 “de maneira firme, com tranquilidade, objetividade, serenidade e realismo”. Questionado sobre uma possível saída do ex-governador José Serra do PSDB, ele respondeu: “É uma questão de foro íntimo, mas não acredito. Ele (Serra) é fundador, muito identificado e um elemento muito importante para o partido”.

Críticas. A federação brasileira chegou, neste ano, no momento mais grave de sua crise, na avaliação do governador mineiro. “A federação está doente, está anacrônica, tornou-se letra morta”, afirmou, em palestra sobre o pacto federativo, na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Anastasia citou os temas de discórdia entre os Estados: guerra fiscal, divisão do Fundo de Participação dos Estados (FPE), dívida dos Estados com a União e criação de gastos obrigatórios sem a contrapartida em receitas, como piso salarial de servidores.

Segundo ele, faltam harmonia na federação e autonomia aos entes. “Embora o tema tenha sido tratado na Assembleia Constituinte de 1988, de lá para cá, a federação foi se erodindo, num processo de décadas, e não deste governo. Falta à União exercer o papel de garantir a harmonia, e o governo federal é excessivamente centralizador”.

PSB
Campos ataca `velhas lideranças´

Recife. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), voltou a criticar “as velhas lideranças políticas carcomidas” do país ao falar, no final da manhã de ontem, para uma plateia de cerca de 2.000 mulheres, no teatro Guararapes, em Recife, onde foi ovacionado com um coro: “Brasil pra frente, Eduardo presidente”.

“Estamos num processo de construção de um novo Brasil, que precisa, também, de um novo pacto social e político”, disse ele, ao discursar no evento em defesa da igualdade de gêneros. “Não vamos arrancar o resto de machismo que tem na máquina pública deste país com as velhas lideranças políticas carcomidas que nunca assumiram os compromissos de romper com esses cacoetes e deformações”.

O governador, que tem assumido uma forte movimentação nacional para fortalecer seu nome como presidenciável, afirmou que a posição do PSB é de “solidariedade” com o projeto da presidente Dilma. Para o socialista, suas recentes críticas ao governo federal não podem ser tratadas com “intolerância”, nem serem vistas como um “incômodo”.

“O PSB renunciou a uma candidatura no primeiro turno (em 2010) para ajudar o governo. Em todas as votações no Congresso Nacional, o PSB foi quem mais ajudou, sobretudo em questões políticas. Agora, precisamos discutir o Brasil. Isso não pode ser um incômodo, nem tratado com intolerância”, disse.
Campos voltou a afirmar que só tratará de candidatura presidencial em 2014.

Dornelles
`Estrutura está nas mãos do Judiciário´

Rio de Janeiro. A federação brasileira está “nas mãos do Judiciário” por causa de distorções criadas na representação política pela Constituição. A avaliação foi feita ontem pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que está pessimista com a possibilidade de acordos no Congresso resolverem disputas como a distribuição dos royalties de petróleo e a reforma do ICMS.

“O Brasil está nas mãos do Judiciário devido à distorção de representação. Quem tem a maioria não quer abrir mão dela. Essa é a causa de todos os problemas federativos”, afirmou Dornelles, em palestra sobre o pacto federativo na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

A distorção, segundo o senador, está no peso proporcional dos eleitorados estaduais na escolha de deputados e senadores. “A maioria absoluta da Câmara representa uma minoria da população”, disse Dornelles, estimando que de 25% a 30% do eleitorado nacional eleja cerca de 80% do Senado.

Dornelles criticou benefícios com o ICMS, que causam “guerra fiscal“, e a distribuição dos royalties e do Fundo de Participação dos Estados (FPE). “Os royalties são receita originária, pertencem ao produtor, com natureza compensatória”, afirmou.

26/03/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

Oposição: Aécio é duro com claque do PT

Oposição: Aécio diz que PT tenta tirar foco da opinião pública sobre operação para eleger Renan Calheiros à presidência do Senado.

Oposição: Aécio Neves

Fonte: Jogo do Poder

Líder da oposição: Aécio Neves explica ataque da claque do PT

Líder da oposição: Aécio Neves explica ataque da claque do PT no episódio da eleição de Renan Calheiros à presidência do Senado

 Oposição: Aécio é duro com claque do PT

Oposição: Aécio diz que PT tenta tirar foco da opinião pública

Maior líder da oposiçãoAécio Neves tem sido bombardeado pela claque do PT nos últimos dias, numa clara tentativa de desviar o foco da operação montada pela presidente Dilma Rousseff e pelo seu partido para eleger Renan Calheiros (PMDB) como presidente do Senado Federal.

Em entrevista ao jornal O Globo, publicada na edição desta sexta-feira (08/02), Aécio Neves voltou a mostrar que sua posição frente à eleição no Senado foi firme e transparente. Foi dele a primeira voz da Casa a ir a público e se posicionar contra a candidatura de Renan Calheiros.

A posição de Aécio Neves como líder da oposição foi até seguida, dias depois, por outros partidos como o PSB, conforme revelou na entrevista o próprio senador mineiro:

“Tomei a decisão que achei correta. Comecei a semana falando contra a eleição do Renan, pedindo que abrisse mão da candidatura. Fiquei muito feliz que 48 horas depois, na quarta-feira, os senadores do PSB, que não tinham se manifestado, acompanharam-nos nessa posição. Lamento profundamente que alguns senadores do PSDB não seguiram a orientação da bancada, apesar do apelo enfático que fiz. Eu conversei pessoalmente com o Renan e disse que ele ficasse à vontade em relação ao cargo na Mesa, que era irrelevante. Quando a eleição estava garantida, o Eduardo Braga me encontrou no plenário e disse que perderíamos a Primeira Secretaria. Eu respondi: me façam esse favor!”.

Após a vitória de Renan Calheiros, o que se vê agora é o uso eleitoral do episódio. De um lado, o PT busca, de todas as formas, desviar o foco de sua responsabilidade por ter eleito o senador alagoano, denunciado pelo Ministério Público Federal por suposto uso de notas frias. Do outro, o PSB tentando pegar carona na atitude do senador mineiro para preparar seus primeiro voos como legenda de oposição. Ambas, cada a uma a seu modo, tentam angariar louros sobre a atitude firme, transparente e antecipada do líder da oposição, Aécio Neves.

19/02/2013 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Aécio: Presidente 2014 defendeu cúpula do PSDB

Aécio: Presidente 2014 – Fernando Henrique e Sérgio Guerra lançaram o nome do senador mineiro em encontro de prefeito em Brasília.

Aécio: Presidente 2014

Fonte: O Globo

Líderes do PSDB lançam Aécio à Presidência, mas ele diz que ‘é cedo’

 Aécio: Presidente 2014, defende líderes do PSDB

Lideranças do PSDB, entre elas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, lançaram nesta segunda-feira em Brasília como candidato à Presidência da República em 2014 o senador Aécio Neves (MG), que afirmou ser “cedo” e que “cumprirá seu papel, (mas) sem açodamento”.

O evento ocorreu em um hotel de Brasília e reuniu 700 prefeitos eleitos do partido e as principais lideranças da sigla, à exceção de José Serra, derrotado à prefeitura de São Paulo em outubro.

Fernando Henrique, que já vinha afirmando ser a vez de Aécio representar o partido na candidatura à Presidência, também apoiou o senador para o posto de presidente do partido.

“Eu acho que Aécio é um nome e que desde já tem que começar a assumir posições, não como candidato, mas como líder político. Ele faz isso, mas tem de fazer com mais intensidade. Se possível, com uma plataforma mais forte que o partido ofereça a ele”, afirmou Fernando Henrique.

“Ele não precisa de nada, de convenção, de nada. Ele será ungido como candidato”, acrescentou.

O atual presidente do partido, o deputado Sérgio Guerra (PE), apoiou o lançamento do nome de Aécio. “Aécio é seguramente o candidato da grande maioria do PSDB. A minha opinião pessoal e de 99 por cento do partido é que Aécio é o verdadeiro candidato do partido. E deve ser presidente do partido, assumir o papel que o Brasil já lhe dá”.

Tanto ao falar com jornalistas quanto em seu discurso, Aécio defendeu que o partido escolha o candidato à Presidência só em 2014.

“Temos antes que apresentar ao Brasil a nova agenda dos próximos anos, que fale da gestão, da refundação da federação. Temos grande agenda para ser construída. Acredito que o momento do lançamento tem que ser de forma natural. Não é esse o momento ainda”, disse Aécio.

O senador mineiro chegou a ser cauteloso em excesso. Ao ser perguntado por jornalistas se já se via como líder do partido, respondeu que não conhece “na história de nenhum país civilizado pessoa que se autoproclame líder”. Imediatamente, Fernando Henrique afirmou: “Eu estou te proclamando.”

Aécio, que na eleição municipal deste ano viajou por vários Estados fazendo campanha para candidatos tucanos e de partidos aliados, defendeu a necessidade de o PSDB enfatizar seu discurso contrário ao governo federal e se consolidar como principal força da oposição.

“Vamos construir um projeto alternativo e levá-lo à população”, disse.

HERANÇA MALDITA

No discurso, o ex-presidente Fernando Henrique (1995-2002) voltou a criticar o que vem chamando de “herança maldita” recebida por Dilma Rousseff de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).

A fala ocorreu ao responder à afirmação do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) de que desde o início da gestão petista no governo federal, “a corrupção não está mais debaixo do tapete”. Lula foi antecedido por Fernando Henrique.

“Tenho 81 anos, mas tenho memória… Esse senhor precisa pelo menos respeitar o passado, até o dele, para não continuar dizendo coisas levianas””, disse.

“Estou cansado de ouvir leviandades de quem está no governo. Aproveita posição do governo para jogar pedra no passado. Herança maldita está aí, recebida pela presidente Dilma”, disse o ex-presidente.

Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/lideres-do-psdb-lancam-aecio-presidencia-mas-ele-diz-que-cedo-6914187#ixzz2E4wXuAgB

04/12/2012 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , , , | Comentários desativados em Aécio: Presidente 2014 defendeu cúpula do PSDB

Gestão Deficiente: Governo do PT deixa estradas mineiras sem recursos

Gestão Deficiente: Governo do PT reduz Orçamento de 2013. BR’s 381 e 040 ficam sem recursos. Alerta foi dado pelo Governador de Minas.

Gestão Deficiente: Governo do PT

Fonte: Hoje em Dia

 Gestão Deficiente: Estradas mineiras sem recursos

Gestão Deficiente: Governo do PT – O governador de Minas alertou para o corte de recursos para as estradas federais mineiras

Verba federal para obras rodoviárias em Minas só em 2014

Gestão Deficiente – Nem a duplicação das BR’s 381 e 040 nem Anel Rodoviário, muito menos o Rodoanel. Essas obras, tidas como prioritárias pelo governo estadual e as bancadas de deputados e senadores mineiros, não sairão do papel, se depender do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit).

Nenhuma delas está contemplada no orçamento do órgão enviado, junto as despesas da União, ao Congresso para o exercício de 2013. Isso significa que só haverá obras se a partir de 2014. O alerta foi dado, nessa segunda-feira (12), pela bancada federal mineira ao governador Antonio Anastasia (PSDB), durante reunião para tratar das prioridades estaduais nas chamadas emendas destinadas aos parlamentares junto ao orçamento federal.

Corte

Segundo o coordenador da bancada, deputado Fábio Ramalho (PV), houve um corte de R$ 800 milhões nos gastos que o Dnit pretendia para Minas em 2013. Esse corte aconteceu no momento em que a previsão de despesas com as obras foi encaminhada ao Ministério do Planejamento.

Inicialmente, segundo o parlamentar, estavam previstos R$ 2,1 bilhões ao Estado. Porém, a equipe econômica do governo federal fechou o orçamento em R$ 1,3 bilhão. “Foi cortado muito recurso para o Dnit. Vamos fazer um termo de bancada, uma exigência para que esses recursos voltem”, afirmou. Segundo ele, haverá reação por parte dos parlamentares.

Mesma preocupação demonstrou Anastasia. “O senador Clésio Andrade (PMDB) mostrou que a proposta que o Dnit fez para a equipe econômica sofreu cortes”, completou o governador.

Sem verba

Levantamento feito pelo Hoje em Dia, no projeto de lei orçamentária enviado pelo Ministério do Planejamento ao Congresso, mostra que não estão previstos recursos para as obras rodoviárias prioritárias. A duplicação da 381, por exemplo, foi anunciada há menos de um mês.

Já a modernização do Anel Rodoviário teve até edital de licitação lançado no mercado. Em convênio com o Estado, a União liberou o processo licitatório. O próprio Anastasia havia, ontem, afirmado que o governo federal faria as obras. Mas não é o que diz o orçamento do Dnit.

Os recursos analisados referem-se apenas ao montante destinado a obras, não inclui projetos executivos. O maior montante de dinheiro empregado no Estado será para a manutenção da malha viária. Serão R$ 700 milhões para 9.392 quilômetros de rodovias.

Gestão Deficiente: Governo do PT – Link da matéria: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/verba-federal-para-obras-rodoviarias-em-minas-so-em-2014-1.56200

21/11/2012 Posted by | Gestão Deficiente, Governo do PT | , , , , , , , , | Comentários desativados em Gestão Deficiente: Governo do PT deixa estradas mineiras sem recursos