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Aécio Neves 2014: São Paulo apaixonou-se pelas prévias

Aécio Neves 2014: rejeitada em 2009 pelo PSDB de SP,  prévias partidárias começam a cair no gosto dos paulistas.

Aécio Neves: eleições 2014 e prévias no PSDB

Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves 2014: São Paulo apaixonou se pelas prévias

Aécio Neves: eleições 2014 e prévias no PSDB

O indicativo de que em 2014 Aécio Neves será o nome forte do PSDB na disputa pela Presidência da República começa a provocar mexidas no tabuleiro interno dos tucanos. Até mesmo mudanças radicais de posições programáticas já acontecem na direção de concordarem com propostas historicamente defendidas pelo senador mineiro.

Internamente, Aécio Neves é tido no PSDB como o líder natural de um processo de renovação do partido. Não uma renovação de nomes, mas sim o aprimoramento dos ideais que fizeram o partido ser fundado, ter chegado rapidamente à Presidência da República e ter dado ao Brasil a contribuição mais importante da segunda metade do século XX, no que se refere à política econômica: o Plano Real e sua consequente estabilidade monetária.

Pela segunda vez na história do partido, Aécio Neves é pré-candidato – 2014 e 2010 – dentro do PSDB. Na primeira ocasião, deu uma das maiores demonstrações desapego pessoal quando propôs as prévias dentro do partido, ideia rechaçada por uma parcela importante do ninho tucano, principalmente, a maioria dos líderes paulistas.

Mesmo assim e sofrendo um assédio diário de outros partidos – PMDB, PPS, PDT, PV, PSB e até mesmo se falou, na mídia, no PT – para que mudasse de ninho para se lançar candidato em 2010, o senador mineiro mostrou lealdade ao PSDB.

Agora, perto de 2014 e com Aécio Neves novamente alçado pelo partido como sua maior liderança, uma mudança interna de posicionamento chama a atenção.  Na coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira (24/01), na nota “De volta para o futuro”, as prévias tucanas voltam à pauta. O diretório paulista prepara um congresso para falar das reformas do estatuto do partido, do código de ética e do programa da legenda, tendo o ex-governador José Serra, candidato do PSDB nas eleições presidenciais de 2002 e 2010, como um dos condutores das discussões.

Muitos avaliam que a mudança repentina de ideologia dos tucanos paulistas – de opositores a defensores das prévias – é uma reação à disputa de comando interno da legenda. É preferível pensar, pelo bem da unidade do partido, que se trata apenas de um amadurecimento que pode levar o PSDB novamente à Presidência da República com a eleição, em 2014, de Aécio Neves.

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25/01/2013 Posted by | Aécio Neves 2014 | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio Neves 2014: medo do PT virou estratégia

Aécio Neves 2014: possível candidatura do senador provoca alvoroço no PT;  articulista do mensalão é convocado para linha de ataque.

Aécio Neves: Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves 2014: medo do PT virou estratégia

Aecio Neves: PSDB e gestão eficiente

A possível candidatura de Aécio Neves em 2014 tem provocado alvoroço no PT. Tanto que, nos últimos dias, um time foi colocado em campo para cumprir uma tática embasada em duas frentes: desqualificar a pré-candidatura do senador mineiro e colar ao PSDB – partido de Aécio – a imagem de uma oposição raivosa, nos moldes daquela mesma que era praticada pelos petistas durante o Governo Fernando Henrique Cardoso.

E para chefiar esse time, o PT prepara entre os seus cartolas uma “comissão técnica” chefiada pelo ex-presidente Lula. O que é normal e nada surpreendente para um partido que não consegue renovar suas lideranças.

Agora, como principal atacante deste time montado a dedo para enfrentar o projeto “Aécio Neves 2014”, um velho conhecido: o ex-ministro e criminoso condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), José Dirceu. Mas sua escalação surpreende, pois suas condições morais e éticas não se encontram numa situação nem um pouco aceitáveis publicamente.

Um dos chefes do Mensalão do PT, Zé Dirceu – como ele mesmo se intitula em seu microblog – trabalha incansavelmente no ataque como forma de tentar tirar a atenção do pífio desempenho da presidente Dilma Rousseff à frente do governo federal.

O ex-ministro acusa o PSDB e o DEM de criarem “artificialmente clima de crise no país”. Fala isso porque os partidos da oposição se cansaram de passar dois anos à espera de uma postura de diálogo da presidente Dilma junto ao Congresso Nacional.

Zé Dirceu tenta, nas entrelinhas, dizer que PSDB e DEM se portam da mesma forma como o PT sempre fez enquanto não foi governo: foi uma oposição raivosa, avessa ao diálogo e sem qualquer proposta concreta para oBrasil.

ex-ministro e criminoso condenado tenta, mas não consegue. Basta lhe devolver fatos concretos e lhe pedir que encontre algo de “artificial” neles: PIB de 1%, inflação em alta, investimentos privados em fuga do país, entre outros.

A postura agressiva, raivosa e maquiavélica do grande articulista do Mensalão do PTZé Dirceu, é apenas mais uma infantil demonstração de que seu partido teme sim o projeto “Aécio Neves 2014”.

25/01/2013 Posted by | Aécio Neves: 2014, Eleições 2014 | , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves? – 02

Eleições 2014: prováveis candidaturas de Aécio e Eduardo Campos fazem com que Lula comece a abrir negociações na esfera federal.

Eleições 2014: Aécio Neves

Fonte: Jogo do Poder

As possíveis candidaturas de Eduardo Campos e Aécio Neves nas Eleições 2014  já deixam o bunker do PT em estado de alerta; Lula se apressa

 Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves?   02

Aécio Neves e as eleições 2014

As possíveis candidaturas de Eduardo Campos e Aécio Neves nas Eleições 2014 já deixam o epicentro do PT em estado de alerta. Percebendo o desgaste político e a inoperância gerencial do Governo Dilma Rousseff, o partido se assanha em colocar seus principais soldados nas ruas de forma antecipada. E o líder supremo dos petistas, o ex-presidente Lula, deve começar a entrar no jogo da partidarização do governo federal como forma de dominar a mesa de xadrez.

Leia abaixo íntegra do Editorial do jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira (23/01) sobre Lula, Eduardo Campos, Dilma Rousseff, Aécio Neves e as Eleições 2014:

Martelo nos números

Cacique Lula

Depois de presidir reunião com secretários de Haddad, o ex-presidente segue na trilha do personalismo e anuncia ofensiva na esfera federal

Nas palavras do ex-ministro Paulo Vannuchi, atual membro da diretoria do Instituto Lula, o ex-presidente, a partir do próximo mês, irá “jogar toda a sua energia” no esforço de consolidar as alianças entre as forças que apoiam o governo Dilma Rousseff. A tarefa do líder petista seria identificar conflitos e procurar superá-los.

Lula não precisará de muito esfoço para cumprir a primeira parte da missão. Os conflitos já são, na maior parte, conhecidos. Os aliados, em especial os peemedebistas, queixam-se da rivalidade do PT e do tratamento dispensado pela presidente Dilma a suas demandas fisiológicas. O Planalto se mostraria mais rude e menos sensível do que desejariam.

Além disso, causam preocupação as ambições do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República. A candidatura do líder do PSB já em 2014 sem dúvida enfraqueceria a campanha pela reeleição de Dilma.

Para consolidar essas fraturas, a famosa lábia do ex-presidente não será suficiente. Ele terá de oferecer cargos, vantagens e até acenar com a longínqua possibilidade de apoiar um candidato não petista na disputa de 2018.

Nesse contexto, não é demais lembrar que Lula não ocupa cargo no governo. Embora nada o proíba de participar de articulações e defender teses e propostas, seria mais adequado que agisse com discrição e desse preferência aos caminhos institucionais, como o debate em âmbito partidário.

Em se tratando de PT, porém, não existe âmbito partidário. Ou, se existe, é integralmente preenchido pela figura de Lula. “Le parti c’est moi” (o partido sou eu) poderia ser seu lema, na pior tradição personalista da política brasileira. Na contramão da mudança de hábitos que o petismo outrora defendia, o ex-presidente comporta-se como um perfeito cacique.

O êxito na eleição da presidente Dilma e, a seguir, do prefeito Fernando Haddad, em São Paulo, parece ter reacendido em Lula a fagulha da onipotência. O revés no julgamento do mensalão, por sua vez, parece ter impulsionado a decisão de sugerir a todos que ainda está no controle.

Foi o que fez recentemente, numa cena constrangedora, ao presidir uma reunião de Haddad com secretários. Sem pudor em tratar seu “poste” como “poste”, assumiu o comando da mesa, apontou diretrizes e deu orientações ao afilhado e seus colaboradores.

Vai-se assistindo ao mesmo na esfera federal, onde agora se anuncia nova investida. Em ambas as circunstâncias, a interferência cria ruídos indesejáveis e apequena a figura dos governantes. A quem cabe a última palavra? Quem o primeiro escalão deve prestigiar em caso de divergências?

A pergunta pareceria absurda em qualquer democracia séria, mas é cabível nesse enredo em que o ex-presidente mostra-se tentado a continuar governando sem ter sido eleito. É um desserviço que Lula presta ao permitir que essas interrogações fiquem no ar.

23/01/2013 Posted by | Aécio Neves: 2014, Eleições 2014 | , , , , , , | Deixe um comentário