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Aécio e Alckmin reforçam união em convenção estadual do PSDB

Tucanos defenderam o valor da união na construção de um novo projeto para o Brasil e ampliação das conquistas dos governos tucanos em SP.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio e Alckmin reforçam união em defesa de um novo projeto para o Brasil

O presidente nacional e candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, e o governador e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin, reforçaram neste domingo (29/06) o valor da união na construção de um novo projeto de desenvolvimento para o Brasil e de ampliação das conquistas dos governos tucanos em São Paulo.

Aécio esteve com o governador de São Paulo na convenção estadual do PSDB, realizada na capital paulista. Ao lado das principais lideranças do partido, como o ex-governador José Serra e o líder no SenadoAloysio Nunes, o candidato a presidente elogiou a gestão de Alckmin a frente do Palácio dos Bandeirantes.

“São Paulo oferece aos brasileiros o mais qualificado governador de nossa história recente. Homem público exemplar, cuja liderança e apoio a nossa candidatura, incontestável em suas manifestações, haverá de inspirar os paulistas e de orientar o apoio de muitos brasileiros”, disse Aécio Neves durante discurso.

O candidato a presidente afirmou ainda que as administrações do PSDB no estado são um exemplo a ser seguido por outros gestores públicos. Aécio disse também que São Paulo será decisivo na eleição presidencial.

“Aqui está se decidindo não apenas o futuro de São Paulo, mas também o futuro do Brasil. É daqui, do vigor do trabalhador paulista e dos exemplos de administrações sérias e responsáveis como foram as de Franco MontoroMário CovasJosé Serra e é de Geraldo Alckmin que políticos de todos o Brasil hão de se inspirar para resgatar a relação perdida entre representantes e representados”, destacou.

Aécio Neves voltou a defender mais recursos federais para estados e municípios. A defesa da Federação é uma bandeira antiga do PSDB e foi renovada durante encontro político realizado ano passado, em Poços de Caldas (MG), com a presença de várias lideranças nacionais, como ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“Queremos resgatar no plano federal a capacidade de construirmos um novo projeto, generoso com a Federação, permitindo que possa haver financiamento adequado à saúde pública, que vem diminuindo nos 11 anos de PT, e para que possamos estabelecer no Brasil uma efetiva política nacional de segurança, no lugar da criminosa omissão do governo federal em um tema tão urgente a todos os brasileiros”, criticou Aécio.

Alckmin

Lançado como candidato do PSDB à reeleição ao governo estadual, o governador Geraldo Alckmin iniciou seu discurso na convenção destacando a trajetória de Aécio Neves na vida pública.

Aécio encarna a esperança de mudança duradoura para a vida do país. Hábil negociador, democrata, líder natural, Aécio simboliza o que há de melhor na política brasileira e o que há de mais eficiente na defesa do interesse público. Estamos todos juntos, Aécio, nesta caminhada em que o grande vencedor será o povo brasileiro”, afirmou Alckmin.

Em seu discurso, Alckmin disse que inicia a campanha pela reeleição com muita tranquilidade, porque a gestão do PSDB em São Paulo é aprovada continuamente pela população. “Estamos tranquilos, porque somos um time testado e aprovado de quatro em quatro anos. São Paulo não quer esperteza nem arrogância”, afirmou, em um recado claro aos adversários.

O governador também criticou o improviso da gestão em governos petistas. “Não existe atalho nem jeitinho da vida pública. Foi sem atalho que chegamos até aqui. Nosso legado está aí para quem quiser ver. Nós da social democracia servimos para melhorar a vida das pessoas. O que temos a oferecer é o nosso trabalho e a nossa história”, ressaltouAlckmin.

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30/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: há seis possíveis nomes para vice de Aécio

Os mais cotados são José Serra, Aloysio Nunes, Agripino Maia, Ana Amélia, Mara Gabrilli e Torres.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio já conta com seis nomes para vice na chapa do PSDB

Solidariedade lança nesta terça-feira mais um aspirante; José Serra é um dos cotados

senador Aécio Neves receberá nesta terça-feira o apoio do Solidariedade à sua candidatura à Presidência, numa festa organizada pelo partido em Brasília. No evento, a legenda também anunciará a indicação do dirigente da Força SindicalMiguel Torres, para a vaga de vice. Com isso, já somam, pelo menos, seis os nomes cogitados para o posto até agora — o ex-governador José Serra, os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), José Agripino Maia (DEM-RN) e Ana Amélia (PP-RS), a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Torres (Solidariedade). Aécio tem defendido em público que essa discussão seja feita somente após o fechamento das alianças partidárias, mas, ele mesmo, em encontros reservados, tem consultado aliados sobre esses nomes.

Aécio se encontrou com Serra na quinta-feira passada, em São Paulo, para uma conversa a sós. Pessoas próximas dos dois disseram que, apesar das especulações em torno do nome de Serra para vice, a conversa teria sido sobre a conjuntura política, sem entrar diretamente na questão da chapa para a eleição. Alguns aliados de Serra interpretaram o encontro como um gesto de aproximação, que torna algo “impensável” há algumas semanas em “possibilidade”.

— Sou a favor dessa chapa porque acho ela a melhor opção. Já disse isso aos dois. Agora, se eles querem ou não querem, isso é problema deles. O que eu digo é que a impossibilidade dessa chapa está superada. Agora é trabalhar pela possibilidade — afirmou o deputado Jutahy Magalhães Júnior (PSDB-BA), amigo de Serra.

— Serra não vai perder dez segundos com essa discussão sem que tenha havido um convite. Ele só levará em conta essa discussão quando houver um fato concreto, um convite — destacou o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman, que foi vice do tucano no governo paulista e hoje é o coordenador da campanha de Aécio no estado.

DEM: discussão prematura

Para outro tucano, o fato de Serra “não descartar de antemão o assunto” em conversas reservadas é “um avanço imenso” em se tratando do ex-governador. Resta saber, acrescentou ele, o que pensa Aécio.

Assim que começaram os rumores sobre Serra ocupar a vaga de vice, a equipe de Aécio usou as redes sociais para fazer uma sondagem sobre o impacto de uma indicação do paulista. O resultado não foi dos mais animadores. A grande maioria das reações de militantes e simpatizantes do PSDB monitoradas pela pré-campanha foi de reprovação. Aécio e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foram avisados do resultado.

Apesar da indicação amanhã de um candidato para vice pelo Solidariedade, o presidente da sigla, deputado Paulinho da Força, declarou ter simpatia por uma chapa Aécio-Serra.

— Vamos indicar amanhã o nome do Miguel. Mas eu já disse ao Aécio que, se ele quiser ganhar a eleição, tem que convidar o Serra. Por ele, abrimos mão da nossa indicação.

Já o DEM, que também caminha para oficializar um apoio ao senador, considera a discussão prematura. Na próxima sexta-feira, Aécio estará com lideranças da sigla em São Paulo em mais um passo rumo à concretização da aliança.

— O DEM tem quadros de qualidade, tempo de rádio e TV e uma parceria de muito tempo com o PSDB. O natural é o DEM compor a chapa. Mas não vamos fazer disso um cavalo de batalha — afirmou o presidente nacional da sigla, José Agripino Maia.

14/05/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

PSDB: Aécio define pacote de diretrize econômicas e sociais

PSDB: senador começa a definir pacote de diretrizes que vai apresentar para debate com a sociedade em dezembro.

Eleições 2014: Aécio Neves

Fonte: O Globo 

 Aécio traça diretrizes econômicas e sociais

Tucano começa a definir o programa que o PSDB levará a debate em dezembro

Um grupo de economistas da Fundação Getúlio Vargas e do Ipea, comandado pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e por Edmar Bacha, um dos pais do Plano Real, começou a fechar ontem com o presidente do PSDBAécio Neves, o pacote de diretrizes que os tucanos vão apresentar para debate com a sociedade em dezembro. O embrião do programa de governo do PSDB tem um conjunto de medidas que Aécio considera as mais urgentes para o enfrentamento do que chama de crise econômica do governo Dilma Rousseff. Mas terá também um gancho social para, segundo dirigentes do partido, acabar com a pecha colada pelo PT de que o PSDB é um partido de elite.

– Vamos disputar o terreno e recuperar as ações do PSDB na área social, mostrar o que significa o S do PSDB. Nós que fizemos a emenda 29 (vinculação de recursos orçamentários para a Saúde), buscamos o fim da inflação, iniciamos os programas de transferência de renda, criamos o Fundef, medicamentos genéricos, tratamento da Aids e criamos as equipes de saúde da família. Vamos mostrar que o PT não tem o monopólio da luta pela igualdade – disse líder Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

O programa Mais Médicos, marca que Dilma tenta emplacar para sua reeleição, é um dos alvos do PSDB. Os tucanos conseguiram aprovar no Senado, quarta-feira, um requerimento para incluir na proposta do Orçamento Impositivo emenda destinando mais dinheiro para a Saúde. Enquanto a proposta do governo significa R$ 64 bilhões a mais para o setor em cinco anos, a do PSDB propõe o dobro, R$ 128 bilhões em quatro anos. No plenário, Aécio comandou a articulação junto com Aloysio Nunes e o autor da emenda, Cícero Lucena (PSDB-PB).

– O governo quer mais médicos e menos recursos para a Saúde – discursou Aécio, cunhando a frase que pretende repisar até terça-feira, quando a matéria volta ao plenário.

Os tucanos pretendem incluir no debate medidas que complementam a questão da renda. As propostas foram coordenadas pelo deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG) e começam agora a ser analisadas pelos economistas que ajudam Aécio a fechar o “Decálogo”, como está sendo chamando o embrião do programa do PSDB.

– O Aécio, pessoalmente, vai definir o que indicar como compromisso para o debate com a sociedade. Vamos trabalhar muito o foco na família. A política de assistência é que vai ser a grande articuladora das outras políticas setoriais – definiu Eduardo Barbosa.

08/11/2013 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio e Marina tentam barrar limite de novos partidos

Aécio e Marina e Campos para impedir no Senado aprovação do projeto de lei que restringe acesso de novas legendas à propaganda e fundo partidário.

Aécio, Marina, Campos: Eleições 2014

Aécio Marina Campos Eleições 2014

Eleições 2014: O projeto foi aprovado pela Câmara na noite de quarta-feira, depois de forte pressão do Planalto. A oposição interpreta que a proposta, se aprovada no Senado, servirá para dificultar as candidaturas de Marina e Campos.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Marina, Campos e Aécio tentam barrar no Senado regra que limita novos partidos

Ex-ministra e pré-candidato tucano iniciaram articulações para evitar votação relâmpago do texto, como ocorreu na Câmara; aliados do pernambucano avisam que vão recorrer ao STF

BRASÍLIA E RECIFE – Com apoio do PSDB e do pré-candidato à Presidência Aécio Neves (MG), a ex-senadora Marina Silva articula-se para convencer colegas de Parlamento a barrar a votação do projeto de lei que restringe o acesso de novas legendas à propaganda na TV e ao fundo partidário. Em outra frente, o PSB do governador de PernambucoEduardo Campos, outro provável candidato à Presidência, anunciou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a proposta. O PSDB e o MD também querem recorrer à Justiça.

O projeto foi aprovado pela Câmara na noite de quarta-feira, depois de forte pressão do Planalto. A oposição interpreta que a proposta, se aprovada no Senado, servirá para dificultar as candidaturas de Marina e Campos. O governo nega que tenha agido por oportunismo eleitoral.

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (SP), afirmou que o projeto foi “feito de caso pensado para essa eleição”. Ele adiantou que tentará barrar a votação. “Vou votar contra porque é casuístico. Defendo que possa existir a limitação para a criação de partidos, mas não para as próximas eleições e aprovado desse jeito”, criticou Aécio. Para o pré-candidato tucano, a ação do Planalto mostra preocupação com 2014. “Querer inviabilizar de forma tão truculenta outras candidaturas é a certeza de que este governo não está seguro para o confronto.”

O deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), defensor da candidatura de Marina, disse que a ex-ministra conversa com senadores. “Ela acha que há chances de barrarmos o projeto no Senado. Se não for possível, vamos à Justiça.”

Apesar de na Câmara o PT ter se aliado ao PMDB e ao DEM para aprovar o projeto, no Senado o líder petista, Wellington Dias (PI), criticou a rapidez da votação. O projeto foi votado em regime de urgência. “Qualquer mudança, daqui para a frente, vai ser contaminada pela discussão de 2014, que já está próxima. Essa é uma crítica que eu também faço”, admitiu o petista.

O líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), que trabalha para arregimentar partidos que venham a melhorar o tempo de TV na campanha de uma eventual candidatura de Campos, anunciou que entrará com mandado de segurança no STF para impedir a votação. Ele pretende recorrer ao STF já na semana que vem. O gesto é político, pois o STF tem resistência a interferir em propostas ainda não aprovadas pelo Congresso. A Câmara ainda precisa votar cinco emendas, mas o conteúdo central do projeto já foi aprovado.

Rollemberg negou que a iniciativa tenha sido orientação do governador. “Não podemos deixar que a legislação eleitoral seja feita para atender a objetivos específicos.”

O presidente do MD, deputado Roberto Freire (SP), também anunciou que recorrerá à Justiça. O MD foi criado a partir da fusão do PPS com o PMN anteontem, horas antes de o projeto entrar em votação na Câmara. O novo partido pode vir a apoiar uma eventual candidatura de Eduardo Campos.

Manobra. No Recife, Campos classificou a aprovação do projeto na Câmara de “manobra antidemocrática”. Questionado sobre a ação do Planalto, afirmou: “Sei que o pessoal da base do governo fez isso (pressionar os deputados), o que é um casuísmo lamentável.”

“Não podemos ser favoráveis a uma manobra antidemocrática como esta, que limite espaço de expressão de uma corrente de opinião legitimamente reunida em torno da liderança da ex-ministra Marina”, disse o governador. Ele lembrou que o PSD, criado em 2011 pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, não recebeu o mesmo tratamento do governo. O pernambucano foi um entusiasta do partido de Kassab. “É um casuísmo lamentável. Agora, por coerência, não podemos ser favoráveis a uma manobra deste tipo.”

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) rebateu os que acusam o governo de tentar asfixiar os planos de Marina e Campos. “Nunca ouvi falar que fidelidade partidária fosse oportunismo”, disse. “Quando nós começamos o PT, fizemos um longo caminho até nos constituirmos. Não tem que ter pressa em ficar criando partidos.” Segundo o ministro, o projeto valoriza a fidelidade partidária. “Temos de defender os partidos, e não fazer um processo sem fim de criação de partidos para acomodar interesses, aí sim, eleitorais.”

Veja também:
link Partido de Marina obtém CNPJ após ação na Justiça 
link Análise: Nova lei aprofundará o desequilíbrio do poder 
link Entenda: efeitos da nova regra que coloca limites a futuros partidos

22/04/2013 Posted by | Política | , , , , , , , , | Deixe um comentário

De acordo com cientistas políticos Aécio Neves, Aloysio Nunes e Itamar são nomes fortes da oposição

Batalha para ser destaque

Fonte: Renata Mariz – Estado de Minas

Congresso

Especialistas elegem nomes de parlamentares que devem ganhar projeção na legislatura iniciada ontem. Apostas convergem para tucanos, como os senadores Aécio e Aloysio Nunes.

edilson rodrigues/cb/d.a press

Cientistas políticos apostam que novatos, como Aécio Itamar e Romário, farão bom trabalhoCom a legislatura que começou ontem no Congresso Nacional, iniciaram-se também os esforços de cada parlamentar para ganhar projeção política e respeito entre os colegas. A briga por cargos de destaque, como a presidência da Câmara e as secretarias das mesas diretoras das duas casas, foi o primeiro passo. Passada essa disputa, começará a luta pelas indicações em comissões expressivas ou relatorias de matérias importantes. Embora nem todos os postos de destaque na Câmara e no Senado estejam definidos, alguns nomes chegam ao Parlamento com grandes chances de ganhar notoriedade. Do lado da oposição, os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) são nomes fortes na cotação de cientistas políticos. Na base governista, as apostas recaem sobre as senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Marta Suplicy (PT-SP), além dos deputados Eduardo Braga (PMDB-AM) e Marco Maia (PT-RS), eleito ontem presidente da Casa.

“O Maia, que sempre foi um deputado de bastidor, ganha agora um posto de destaque. Mas Aécio Neves e Itamar Franco (PPS-MG), independentemente dos postos que ocuparão, trazem para o Congresso uma reputação e uma legitimidade que os colocam em destaque. Eles lideram grupos importantes em seus estados, são conselheiros e formadores de opinião”, explica Antonio Augusto de Queiroz, analista político e diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). O especialista considera também que determinados parlamentares com votações expressivas e boas relações com os governos estaduais chegam fortes. “É o caso de Eunício Oliveira (PMDB-CE), que se recupera com boa perspectiva de projeção. Note que a presidente da República não tem o carisma de Lula, que usava esta característica para pressionar o Congresso de fora para dentro. Agora, Dilma terá de negociar muito, estreitar relações com parlamentares e governadores.”

Para Leonardo Barreto, cientista político da Universidade de Brasília (UnB), a senadora Gleisi Hoffman deverá se projetar muito, tanto pelas qualificações técnicas na área de orçamento quanto pelo papel de aliada do governo no Congresso. “É possível que ela ocupe um espaço importante deixado pela senadora Ideli Salvatti”, afirma Barreto. De acordo com ele, vale a pena prestar atenção também na performance de Aloysio Nunes Ferreira, senador mais votado em São Paulo, com 30% da preferência do eleitorado. ”Ele é um dos aliados próximos do José Serra, ou seja, será a voz do candidato que perdeu a disputa presidencial dentro do Senado. É um parlamentar que merece ser observado, assim como Aécio Neves, cuja pergunta é se, de fato, conseguirá se tornar uma liderança nacional”, diz o cientista político.

Apostas Além dos nomes consensuais, Barreto aponta parlamentares que podem se destacar mais por questões contextuais do que por experiência política ou cargos institucionais de destaque. “Por incrível que pareça, o Romário é um deputado que vale a pena ser acompanhado. Como a Copa do Mundo entrará na pauta do Congresso, quem sabe ele não se projetará atuando em alguma comissão”, sugere o especialista. Em virtude da proximidade com Brasília, o deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), mais conhecido pelo último sobrenome, é outro nome que talvez ganhe notoriedade. “A questão é verificar se ele conseguirá levantar a bandeira da redução de gastos na Casa, da ética, entre outras promessas de campanha, ou se será engolido pelos outros”, ressalta.

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02/02/2011 Posted by | Meio Ambiente | , , , , , , , | Deixe um comentário