Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio volta à Minas para trabalhar pela vitória de Pimenta

Aécio Neves prevê arrancada ao segundo turno na corrida presidencial e reviravolta de Pimenta da Veiga para o Governo de Minas.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Aécio volta a Minas e promete fazer “barba, cabelo e bigode”

Presidenciável tucano pretende vincular mais sua imagem à de Pimenta da Veiga para virar o quadro

ISABELLA LACERDA

O crescimento de oito pontos percentuais na intenção de voto de Pimenta da Veiga para o governo de Minas, como mostrou nesta quinta levantamento divulgado pelo Datafolha, e a vinda do senador e presidenciável Aécio Neves a Belo Horizonte para reforçar a campanha do PSDB no Estado reverteram o clima de crise até então instalado. Aécio previu a vitória de Pimenta, “com barba, cabelo, bigode”.

Depois das trocas internas no comando da campanha e das demissões causadas por problemas financeiros, a ordem dada nesta quinta por Aécio é que seja colocada em prática uma nova campanha. Serão alteradas as estratégias publicitárias e ainda será feita cobrança por mais empenho de prefeitos e deputados, tudo para virar o quadro favorável ao candidato Fernando Pimentel (PT).

Nesta quinta Aécio fez uma verdadeira peregrinação na capital na tentativa de acertar os ponteiros. O primeiro passo foi se reunir com a irmã e coordenadora de comunicação, Andrea Neves, e também com Pimenta e o novo líder da equipe, Danilo de Castro, para estabelecer mudanças na identidade visual da campanha, como adiantou nesta quinta O TEMPO.

Em seguida, o presidenciável esteve em dois encontros com prefeitos e parlamentares. No primeiro ato, pediu aos gestores que levem seu nome e o de Pimenta para o interior. A falta de contato entre a coordenação da campanha e os prefeitos foi um dos motivos apontados por aliados da crise interna.

PSDB também distribuiu kits com materiais de publicidade para que a eleição seja levada aos municípios fora da região metropolitana. “Pretendemos mobilizar forças e botar todo mundo para trabalhar”, disse o senador, admitindo uma presença mais constante no Estado neste mês.

Aécio também almoçou em reservado com deputados da base. Ele aproveitou para exigir apoio a Pimenta, mas também ouviu reclamações. “Espero que Minas mostre que não temos como vocação ser depósito de petista desempregado. Minas não merece ter o PT governando seus destinos”, afirmou, dando a tônica dos pleitos dos aliados: bater mais no PT. “Pedimos a reformulação no programa de televisão, achamos que é necessário aumentar o tom da campanha, com mais críticas ao Pimentel”, confidenciou um tucano após o encontro.

Aécio deixou claro ao longo do dia que “é hora de dar uma acelerada nessa reta final” e que é possível virar o quadro. Ele decidiu que é preciso vincular o máximo possível seu nome ao dePimenta. “Talvez devesse vincular um pouco as campanhas. Pimenta tem que ser identificado com o trabalho feito em Minas nos últimos 12 anos”, avaliou.

Peregrinação

Encontros. Em sua vinda a Belo Horizonte, nesta quinta, Aécio Neves fez uma verdadeira peregrinação e esteve em diversas reuniões com aliados.

Estratégia. Pela manhã, ele se reuniu com a irmã e responsável pela parte de comunicação das campanhas, Andrea Neves, e integrantes da campanha de Pimenta da Veiga, entre eles Danilo de Castro, para definir novos rumos da campanha.

Aliados. Depois, Aécio se encontrou com prefeitos e lideranças do Estado. Em seguida, almoçou com deputados aliados e pediu que participem mais ativamente da campanha.

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08/09/2014 Posted by | AÉCIO NEVES, Anastasia, Antonio Anastasia, ELEIÇÕES 2014, Governo de Minas, POLÍTICA, PSDB | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves divulga balanço de atividades do Servas

Ex-presidente do Servas prestou conta das atividades realizadas durante o período de 11 anos que ficou à frente da entidade.

Ações sociais

Fonte: Em.com.br 

Servas divulga balanço das atividades realizadas sob a presidência de Andrea Neves

Um balanço dos mais de 10 anos em que Andrea esteve à frente do Servas, com destaque para iniciativas voltadas ao atendimento de crianças, jovens e idosos em MG

Mais de uma década de ação social, trabalhos voltados para a infância, jovens e idosos, valorização da cultura, reciclagem de lixo e apoio a diversas entidades, entre outras frentes de solidariedade. O Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), complemento do governo de Minas em políticas públicas, divulga um balanço das atividades realizadas desde 2003 sob a presidência de Andrea Neves da Cunha, que transferiu o posto para a mulher do vice-governador Alberto Pinto CoelhoCélia Pinto Coelho. Satisfeita com os resultados, Andrea afirma que foi um período “muito intenso e de aprendizagem”, bem como favorável à criação de programas para transformar a vida de milhares de famílias.

Logo no início, explicou a ex-presidente do Servas, a providência foi mudar o foco, deixando de lado o atendimento individual para desenvolver projetos e programas. “Em 11 anos, apoiamos entidades sociais como a Apae e instituições de longa permanência para idosos. Minas tem uma rede de entidades que trabalha de forma muito séria e, dessa forma, atuamos em parceria”, disse Andrea, lembrando que foram criados programas na sua gestão como o Digna Idade, dirigido aos idosos; Valores de Minas, para fortalecer a autoestima dos jovens; Centros Solidários de Educação Infantil, brinquedotecas hospitalar e móvel, VitaVida e outros.

Andrea demonstra um carinho especial pelo Digna Idade, que apoiou 479 instituições de longa permanência para idosos em 422 municípios, fazendo pequenas reformas, adquirindo equipamentos e capacitando 2.413 gestores e cuidadores, com benefício indireto para mais de 18 mil pessoas. “O Servas tem uma equipe de profissionais diferenciada e tenho certeza de que Célia Pinto Coelho vai ampliar os programas”, acrescentou.

Em janeiro de 2003, o Servas, Coordenadoria de Defesa Civil (Cedec/MG) e poder público estadual deram a largada no Movimento Minas Solidária, que arrecadou mais de 2,1 milhões de donativos para os flagelados das chuvas e construiu 953 moradias para famílias desabrigadas. Em 2007, 76 famílias vítimas de terremoto em Itacarambi, na Região Norte, receberam casas mobiliadas.

No período de 11 anos, o Programa de Apoio a Entidades contemplou 3.451 instituições com doação de equipamentos. Aos conselhos tutelares, por exemplo, foram destinados 141 veículos. Voltado para a formação cidadã dos jovens, o Valores de Minas recebeu cerca de 5 mil alunos para cursos e vivências artísticas e culturais em teatro, circo, música, dança e artes visuais e hoje se soma ao Plug Minas, projeto pioneiro voltado para a juventude.

Conforme levantamento do Servas há, atualmente, 19 municípios mineiros com unidades do Centro Solidário de Educação Infantil, construções com área de 700 metros quadrados totalmente equipadas e que se somam às brinquedotecas móveis (224 entregues a hospitais públicos, centros de educação infantil e unidades da Apae). Foram construídas cinco brinquedotecas hospitalares na Santa Casa de Belo Horizonte (duas em cada ala pediátrica), no Hospital Infantil João Paulo IIHospital da Baleia e no Centro Psíquico de Adolescência e Infância (Cepai).

NOVAS VOZES Com o Vozes do Morro, o trabalho de dezenas de artistas de vilas e aglomerados da Região Metropolitana de Belo Horizonte pôde ser divulgado, o que colaborou para a criação de novas referências de valores em muitas comunidades. No setor de nutrição, uma nova tecnologia de desidratação de alimentos, desenvolvida peloPrograma VitaVida, ampliou o trabalho feito na primeira fábrica para mais três unidades, possibilitando a distribuição de 17 milhões de refeições gratuitas para cerca de 750 entidades no estado.

Criado em articulação com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos, contou Andrea, desenvolve um projeto pioneiro com cooperativas de catadores de material reciclável em todo o estado – beneficia 77 organizações e cerca de 1,5 mil catadores. Atua em parceria com diversas prefeituras em todas as regiões de Minas, com implantação da coleta seletiva e inclusão socioprodutiva dos catadores.

Nesses 11 anos, destacou Andrea, o Servas criou e desenvolveu campanhas de sensibilização da sociedade, entre elas a direcionada a famílias que têm parentes desaparecidos e vivem um drama; a Proteja Nossas Crianças, que buscou mobilizar esforços em defesa dos direitos de meninos e meninas; e a de Valorização do Idoso.

22/01/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves integrará equipe de comunicação

2014: Aécio disse que a irmã “vai assessorar e ajudar a trazer ideias”.

Eleições 2014: Aécio presidente

Fonte: Folha de S.Paulo

Irmã de Aécio deixa cargo para entrar na campanha

Andrea fará parte da equipe de comunicação 

Irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), a jornalista Andrea Neves antecipou sua saída da presidência do Servas (Serviço Voluntário de Assistência Social), cargo que ocupava desde 2003, para entrar na campanha do irmão.

O tucano afirmou ontem que Andrea já atua em campanhas há mais de 20 anos e “vai assessorar, ajudar a trazer ideias”.

A jornalista integrará a equipe de comunicação da campanha, mas não deverá ser a coordenadora, segundo a assessoria do senador.

“Nós achamos que há um esgotamento desse modelo centrado num único marqueteiro”, disse o deputado Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas. “Andrea vai ter uma participação essencial nesse sentido de uma coordenação colegiada.”

10/01/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves: biografia social

Andrea Neves: presidente do Servas, entidade do 3º Setor que desenvolve ações para melhoria das condições de vida da população em Minas.

Andrea Neves: biografia social

Andrea Neves: atuação social e voluntariado

Andrea Neves: atuação social e voluntariado

Fonte: Wikipedia

À frente do Servas, Andrea Neves é responsável por um conjunto de iniciativas que visam complementar a atuação do Poder Público. São programas e projetos voltados para crianças, jovens, adultos e idosos, em apoio a instituições filantrópicas de serviços assistenciais, aos municípios e às comunidades, conforme descritos a seguir.

Programa Valores de Minas

Lançado por Andrea Neves, em 2005, o Programa Valores de Minas proporciona atividades culturais a jovens mineiros nas áreas de teatro, circo, música, dança e artes plásticas. A cada ano, são cerca de 500 estudantes da rede pública estadual integrantes do Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa que tomam parte das oficinas de arte. Entre 2005 e 2009, formaram-se 3.000 pessoas, entre alunos, multiplicadores, professores de arte da rede estadual e ex-alunos que fizeram o curso de extensão, de acordo com dados do “Relatório de Atividades Servas – 2003 a março de 2010″.


Andrea Neves e Danielle Miterrand em visita às instalações do Programa Valores de Minas.

Em parceria com o Governo de Minas, o programa cria as condições para o crescimento pessoal e a construção da história de vida desses jovens. A iniciativa contempla a formação mais ampla do cidadão: história da arte, literatura, ética e cidadania, também estão no currículo, além da participação na vida cultural da cidade.

Um espetáculo multicultural sintetiza o Programa Valores de Minas, ao final de cada ano. Os estudantes participam da elaboração do roteiro, da trilha sonora, da produção do cenário, figurino e adereços. É uma vitrine onde a sociedade, a família, os colegas assistem e aplaudem o resultado de todo o processo de aprendizado, numa ação conjunta. Cinco espetáculos, assistidos por mais de 20.000 mil pessoas, elogiados pelo público e crítica, marcam a história do projeto: “Delírio Barroco”, “Estrada dos Sonhos” e “Opara”, este sobre o Rio São Francisco, “Sempre Alegre, Miguilim”, baseado na obra de Guimarães Rosa e “Metrópole.

Programa Vozes do Morro

Uma das iniciativas do Terceiro Setor de maior sucesso entre os moradores de vilas, favelas e aglomerados da Região Metropolitana de Belo Horizonte é o Programa Vozes do Morro , criado por Andrea Neves, sua principal incentivadora desde o começo, em 2008.

O objetivo é mobilizar as comunidades em torno da valorização do talento dos seus moradores, descobrir talentos e dar voz a músicos e à arte produzida na periferia, sem visibilidade por permanecer restrita aos círculos comunitários. O Vozes do Morro tem como parceiros o Governo de Minas Gerais, o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG) e o Sebrae-MG, com apoio de emissoras de rádio e televisão de Belo Horizonte. Entre 2008 e 2010, o Vozes do Morro divulgou o trabalho de 34 bandas e músicos, entre os quais quatro convidados, por meio de spots e clipes. Cada selecionado ou convidado recebeu 100 cópias de um CD e 100 cópias de um DVD com gravação de sua música.

Representando os artistas convidados para participar do projeto, Rogério Flausino, vocalista da banda Jota Quest, destacou o ineditismo do projeto e estimulou os músicos de vilas e favelas a participarem do Vozes do Morro: “São projetos como esse que fazem com que as pessoas tenham um ideal”, disse ele.

Campanha Volta

No início de 2006, o Movimento Minas Solidária e a Polícia Civil de Minas Gerais, desencadearam a Campanha Volta 4 5 , liderada por Andrea Neves, para localizar pessoas desaparecidas e reintegrá-las ao convívio de parentes e amigos, com amplo apoio dos veículos de comunicação. Até março de 2010, haviam sido cadastradas 6.711 pessoas desaparecidas, e foram solucionados 4.827 casos, conforme dados do site do Servas.

Brinquedoteca Hospitalar

Com apoio do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Minas Gerais (Cedca), Andrea Neves organizou a Brinquedoteca Hospitalar, com cinco unidades em funcionamento na capital mineira, de acordo com dados do “Relatório de Atividades Servas – 2003 a março de 2010″. Duas delas estão na Santa Casa de Misericórdia (alas A e B, no 3º andar), uma no Hospital Infantil João Paulo 2º, antigo Centro Geral de Pediatria (CGP), uma no Hospital da Baleia e uma Centro Psíquico da Adolescência e Infância (Cepai).

Andrea Neves em visita à Brinquedoteca Hospitalar instalada no Hospital da Baleia, em Belo Horizonte.

Pacientes infantis em hospitais públicos ou filantrópicos recebem brinquedos variados, figuras, livros e filmes e têm acesso a jogos. O objetivo é contribuir para a recuperação deles, por meio de atividades lúdicas e educativas, garantindo o seu direito de brincar em um espaço bonito, alegre e confortável. O material e as atividades servem como estímulos positivos na recuperação da saúde e também ajudam na aprendizagem.

As unidades foram projetadas considerando-se as necessidades afetivas, sociais e psicopedagógicas de crianças hospitalizadas. Buscam ainda tornar a criança parceira ativa em seu processo de tratamento, aumentando a aceitabilidade em relação à internação hospitalar, de forma que sua permanência seja mais agradável.

Foram implantadas também 170 unidades da Brinquedoteca Hospitalar Móvel em hospitais públicos e filantrópicos das diversas regiões de Minas. Trata-se de um módulo desenvolvido para atender pacientes até 14 anos de idade em hospitais do interior que não possuem ala pediátrica específica. Compõe-se de TV, DVD, filmes, CDs, jogos, brinquedos e livros, além de mesas de apoio.

Programa Digna Idade

Uma das primeiras iniciativas de Andrea Neves no Servas, em pareceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Esportes (Sedese), foi a implantação do Programa Digna Idade, lançado em outubro de 2003, para dar suporte às instituições que atendem à população idosa de Minas Gerais. Entre 2003 e 2009, 467 instituições foram atendidas, com a capacitação de 2.321 pessoas, beneficiando 17.761 idosos de todas as regiões do Estado7 .

O Digna Idade teve o apoio financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Fundação Djalma Guimarães, mantida pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), no seu lançamento, além da participação das prefeituras municipais e do Ministério Público Estadual e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio).

A finalidade é garantir melhores condições de vida aos cidadãos atendidos em instituições de longa permanência para a terceira idade, assegurando-lhes vida digna e residência de qualidade. O Digna Idade atua em várias regiões de Minas, garantindo apoio técnico e recursos para investimentos em infra-estrutura e capacitação de pessoal.

Movimento Minas Solidária

Ação inaugural de Andrea Neves no Servas, o Movimento Minas Solidária foi instituído em janeiro de 2003, na primeira semana em que ela assumiu a presidência do Servas, como resposta da sociedade organizada de Minas Gerais às conseqüências das chuvas que atingiram o Estado naquela época, as piores dos 18 anos precedentes. De acordo com a Defesa Civil Estadual, as águas haviam deixado um rastro de destruição em 204 municípios, com 50 mortos, 292 feridos, 12.500 desabrigados e 31.000 desalojados no período mais crítico.

Sob a coordenação institucional do Servas e operacional da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG), o movimento reuniu entidades de classe, empresas privadas, sindicatos, veículos de comunicação, prefeituras e cidadãos com o objetivo de formar uma rede de solidariedade e apoio às famílias prejudicadas. Essa iniciativa permitiu a realização de uma das maiores campanhas de voluntariado e doações da história de Minas Gerais.

O Minas Solidária é resultado dessa parceria, que se deu inicialmente em duas etapas. A primeira foi de socorro emergencial, para atender às necessidades imediatas de abrigo, alimentação, agasalhos e medicamentos, entre outras: foram arrecadados e distribuídos mais de 2,1 milhões de donativos, entre colchões, cobertores, roupas e alimentos outros itens, para 201 municípios. Na segunda etapa, em ação inédita, houve a construção e doação de novas moradias para 953 famílias em 60 municípios.

Nos anos seguintes, o Movimento Minas Solidária se ampliou e passou a ajudar também os que sofrem os efeitos da seca. Da mobilização resultou, por exemplo, a aquisição de móveis e equipamentos para as casas doadas pelo Governo de Minas às famílias vítimas do terremoto ocorrido no município de Itacarambi, no Norte do Estado, em dezembro de 2007.

Combate à fome: VitaVida

Programa para combater a fome e o desperdício de alimentos, o VitaVida é uma evolução do programa Vitasopa, implantando em 1998, em Minas Gerais, mediante o aproveitamento de excedentes da produção agrícola doados por produtores rurais e comerciantes de várias regiões do Estado. Nos últimos anos, graças ao desenvolvimento de tecnologia de desidratação, produz mix de cereais e vegetais, batata, cenoura, mandioca e banana-passa, usados como complementação alimentar.

A partir de 2003, Andrea Neves deu grande impulso ao VitaVida, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Esportes (Sedese) do Governo de Minas Gerais. De acordo com o “Balanço de Resultados Servas – 2008″, foram instaladas três novas fábricas, em Janaúba, Montes Claros e Uberaba, permitindo a expansão do atencimento. No período de 2003 a março de 2010, foram produzidos mais de 12 milhões de refeições, distribuídos de maneira gratuita e permanente para cerca de 600 entidades assistenciais mineiras. Também foram atendidas 3.200 crianças de núcleos da Associação de Apoio, Amparo e Proteção à Crianças, da Pastoral da Criança, em Montes Claros, no Norte de Minas.

No começo de 2009, a produção era de 216.000 refeições por mês em três fábricas (Janaúba, Contagem e Uberaba). E também 750 quilos de banana-passa por mês, na unidade de Montes Claros, o equivalente a 15.000 porções por mês. No total, esses alimentos chegavam diretamente a cerca de 18.000 pessoas por mês, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos, considerando-se três refeições/semana por pessoa. A distribuição é realizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e pela Empresa Mineira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que também faz acompanhamento, avaliação da produção e monitoramento dos resultados.

Centro Mineiro de Referência em Resíduos

Localizado em Belo Horizonte, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos busca alternativas de transformação de resíduos em oportunidades de trabalho e renda para a população, em cinco áreas prioritárias: apoio à gestão municipal de resíduos; qualificação profissional; comunicação e informação; pesquisa e desenvolvimento e educação ambiental e eventos. Ocupa espaço de 10.000 m², com auditório para 320 lugares, oficinas especializadas, biblioteca, salas de aula, ampla área coberta e descoberta para exposições e eventos.

Adolescentes comemoram a conclusão do Curso de Reciclagem do Centro Mineiro de Referência em Resíduos.

Sua implantação, em 2007, resultou de parceria do Servas com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). De junho de 2007 a 2008, ressaltam-se os seguintes resultados: qualificação profissional de 280 jovens no Curso Gestão e Negócios de Resíduos a sensibilização para o consumo consciente de 1.732 participantes do programa Poupança Jovem e a participação de 9.128 alunos de escolas públicas e privadas no Portas Abertas. Também foram realizadas sete mostras e exposições de arte sustentável; sete edições da Série Diálogos – Sustentabilidade e Resíduos; realização de sete mostras de arte, com público de cerca de 25.000 pessoas.

Veja tambémFacebook Oficial de Andrea Neves

20/09/2013 Posted by | Desenvolvimento Social | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves orienta como contribuir para o FIA

Andrea Neves: presidente do Servas dá a dica de como as pessoas podem contribuir com o Fundo para a Infância e Adolescência.

Dinheiro do imposto de renda e revertido em ações sociais em todo o Estado de Minas.

Fonte: Servas

Como destinar recursos para o FIA

Colcabora com o FIA

Colabore com o Fundo para a Infância e Adolescência

Contribuir para programas sociais pode ser mais fácil do que se imagina. O Fundo para a Infância e Adolescência (FIA) é um instrumento legal que permite à sociedade ajudar a crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade social. O Servas, por exemplo, recebe recursos do Fundo para quatro programas, são eles: VitaVida, Valores de Minas, Centros Solidários e a Brinquedoteca.

O objetivo é facilitar a captação, o repasse e a aplicação de recursos para projetos de defesa dos direitos humanos, defesa de vítimas de violência, maus tratos e exploração sexual, erradicação do trabalho infantil, profissionalização de adolescentes, combate ao uso de drogas, divulgação dos direitos da criança e do adolescente, entre outros.

Por meio da destinação de parte do Imposto de Renda devido, ou seja, que seria recolhido ao tesouro pode ser destinada para o Fundo. Pessoas jurídicas, tributadas pelo lucro real, podem destinar até 1% do I.R. devido. Pessoas físicas podem destinar até 6% do I.R. devido. Essa destinação não interfere em outras deduções como aquelas referentes a dependentes, pensão, saúde, educação, Lei Rouanet ou Lei de Audiovisual, entre outras.

“O imposto devido destinado ao FIA pode criar oportunidades para nossas crianças e jovens. É fácil a destinação e que não custa nada. E mais, esses recursos são aplicados em uma causa específica, justa, colaborando para o desenvolvimento social das pessoas e do nosso Estado”, explica a presidente do Servas, Andrea Neves.

Em Minas Gerais, existem dois tipos de Fundos para a Infância e Adolescência: o Fundo Estadual e os Fundos Municipais. O Fundo Estadual é coordenado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca). O Conselho é composto de 10 membros indicados pela sociedade civil (entidades de defesa dos direitos da criança e do adolescente, entidades de atendimento, sindicatos, etc.) e 10 membros indicados pelo Governo (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, entre outras). Os Conselhos Municipais também são compostos por representantes das prefeituras e da sociedade local. Os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente são os órgãos responsáveis pela deliberação, fiscalização e controle da destinação dos recursos alocados ao FIA. Todo o recurso arrecadado é investido em projetos sociais selecionados e a prestação de contas é pública.

14/09/2013 Posted by | Social | , , , , , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves participa de homenagem pelos Direitos Humanos

Andrea Neves foi homenageada em cerimônia que marcou os “30 anos de Luta pelos Direitos da Mulher”.

Andrea Neves: Direitos Humanos – Direitos da Mulher

Andrea Neves: Direitos Humanos

Andrea Neves recebe homenagem na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte.

Fonte: Servas

Conselho Estadual da Mulher completa 30 anos

A presidente do Servas, Andrea Neves, recebeu, nesta terça-feira, 11, em nome da família, na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte, homenagem prestada em sessão solene comemorativa intitulada “30 anos de Luta pelos Direitos da Mulher”.

Criado pelo então governador Tancredo Neves, em 1983, o Conselho Estadual da Mulher tem uma longa história de conquistas. “A mulher só será emancipada quando tiver as mesmas oportunidades políticas dos homens. Elas devem participar das decisões nacionais e da administração pública, com sua inteligência e seu discernimento político, em plena igualdade, e sua presença não pode ser vista como acontecimento insólito”, disse ele na ocasião. Essa frase foi registrada no troféu entregue a mulheres representativas dos mais diversos setores da sociedade.

Andrea Neves manifestou, durante a homenagem prestada a 35 mulheres das mais diversas áreas de atuação, em defesa dos direitos da mulher, “a alegria de poder me somar a todos aqueles que prestam justa homenagem àquelas que merecem o reconhecimento público. São todas mulheres que exercem com intensidade as escolhas que fizeram, são pessoas voltadas, cada uma no seu lugar, para a sociedade em que vivemos, que estão, no seu cotidiano, construindo um diálogo. Por isso, são todas, antes de tudo, mulheres generosas, porque repartem seus talentos e colocam suas habilidades a serviço da nossa comunidade. São mulheres inseridas no nosso tempo”.
Foram agraciadas outras 34 mulheres: Adelina Fernandes, liderança da Comunidade Noivas do Cordeiro; Anayanse Correia Brennes, feminista, socióloga e advogada, coordenadora do Núcleo de Estudos Mulher e Saúde – NEMS/UFMG; Cecília Maria Gomes; Claudia Natividade, professora, pesquisadora e conselheira do 14º Pleno do Conselho Regional de Psicologia; Cristiana Lima, artesã e liderança comunitária do Bairro Serra; Dalila Monteiro Barbosa, professora e liderança comunitária da Vila Fátima; Deise Guimarães Mesquita, jornalista que trabalha em defesa da mulher; Dirlene Marques, coordenadora Regional da Rede Feminista de Saúde; Eliane Dias, ativista feminista, antirracista e LGBT; Eliane Lima Roedel, arquiteta, empresária e artista plástica; Eva Evina Teixeira da Cruz, lavradora e assentada pela reforma agrária, atualmente é presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Medina, presidente do Instituto dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Vale do Jequitinhonha, vice-presidente da Associação da Escola Família Agrícola do Médio e Baixo Jequitinhonha, conselheira do Conselho Municipal da Mulher de Medina/MG; Francisca Maria da Silva (Xica), coordenadora Nacional da Economia Solidária; Gilse Consenza, coordenadora nacional da UBM de 1991 a 1996 é assistente social e militou no movimento estudantil universitário em Belo Horizonte e entre organizações de operários e camponeses de Minas Gerais, presidiu o Diretório Acadêmico de Serviço Social da PUC – MG; Lêda Fernal, presidente da Mulher Empreendedora da ACMinas; Jessica Fantinni, vencedora do concurso da Escola Estadual Coronel Vicente Torres Junior, com a ilustração da Cartilha: Maria da Penha vai a Escola; Jô Moraes, deputada Federal,integrou a primeira gestão do Conselho Estadual da Mulher, criou o Movimento Popular da Mulher, em Belo Horizonte e a União Brasileira de Mulheres; Judith Aurora Gonçalves Viegas, integrante da OAB Mulher, idealizadora do Movimento OAB Cidadão; Lea Melo, economista, professora aposentada da UFMG, participou da criação do Núcleo do NEPM/UFMG e foi integrante do MUSA; Lucia Helena de Melo Batista, representante da ASMIG – Mães de Minas; Lúcia Pacífico, representante do Movimento das Donas de Casa; Luzia Ferreira, deputada Estadual; Maria Alves de Souza, liderança Quilombola, representante da Fetaemg e da Marcha Mundial de Mulheres; Maria Antonieta Saraiva Machado, liderança comunitária do Bairro Maria Teresa; Maria Beatriz de Oliveira, coordenadora do Centro da Mulher do O Movimento do Graal no Brasil; Marília Gonçalves de Andrade, trabalha em Defesa das Mulheres na Associação Comunitária do Bairro Veneza – ASMORE; Marta Alice Venâncio Romanini, ex- coordenadora de Saúde da Mulher, Criança e Adolescente da Secretaria de Estado de Saúde; Nair de Abreu, natural de Dores de Campo /MG, militante do movimento feminista e fundadora do Conselho Estadual da Mulher; Rebeca Rohlfs, coordenadora Instituto Albam; Terezinha Oliveira Rocha, liderança na luta em prol das pessoas com deficiência; Hercília Levy, “in memorian”; Maria Elvira, Movimento das Mulheres; Elaine Matozinhos, vereadora; Carmen Rocha, subsecretária e a equipe CEM, as mulheres do Conselho Estadual da Mulher.
CEM – Conselho Estadual da Mulher

Vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDESE), o CEM, criado na gestão do então governador de MinasTancredo Neves, vem protagonizando uma série de ações em favor da cidadania das mulheres mineiras nesses 30 anos de existência. A busca de parcerias nesse período tem sido fundamental para o exercício do controle social das políticas públicas, focadas em gênero e para maior visibilidade das questões inerentes à igualdade de direitos.

Esse período foi marcado pelo resgate da trajetória de lutas e conquistas, revigorada pela construção de diretrizes estratégicas, alinhadas às políticas públicas do governo de Minas em busca de um estado melhor para se viver e da igualdade de direitos e de oportunidades entre todas as pessoas.

Criado pelo Decreto nº 22.971, de 24 de agosto de 1983, o Conselho Estadual da Mulher de Minas Gerais tem composição paritária, com 20 conselheiras, sendo dez da sociedade civil e dez do poder público estadual. A presidência do órgão se alterna a cada quatro anos, com a representação de cada segmento.

12/09/2013 Posted by | Social | , , , , , , | Deixe um comentário

Gestão social: Andrea Neves é homenageada por artistas

Andrea Neves: gestão social – presidente do Servas recebe homenagem dos artistas do programa Vozes do Morro que completou cinco anos.

Andrea Neves: gestão social

Fonte: Site do Servas

“Vozes do Morro” faz show em noite especial

Andrea Neves é homenageada pelos artistasEm noite especial, cantores e cantores solo dos mais diversos gêneros musicais fizeram show no Teatro Alterosa, em encontro que reuniu os selecionados da última edição do Programa Vozes do Morro.

Inédito no país, o Programa é uma iniciativa do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e apoio do Governo de Minas, em parceria com o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG),  que  abre oportunidades para divulgação e reconhecimento da criação musical de moradores de vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte e região metropolitana.

Homenageada pelos artistas do Vozes do Morro na abertura do show, a presidente do ServasAndrea Neves desejou “a cada um dos artistas uma vida de conquistas e de muitas alegrias” Ela registrou ainda seu agradecimento “àqueles que somaram forças e sonhos para que o Vozes do Morro chegasse até aqui”.

“Os governadores Aécio Neves e Antonio Anastasia acreditaram que seria possível. Nós que éramos tão poucos, nos descobrimos muitos e essa é a maravilha da alquimia e da solidariedade, que mistura comprometimento e intenções e faz nascer a diferença”, destacou a presidente do Servas.

Vozes do Morro

O programa foi lançado em março de 2008 e registra um total de 47 artistas que tiveram suas carreiras impulsionadas pelo Programa. O Vozes do Morro divulga a produção dos selecionados em emissoras de rádio e TV do Estado, por meio de clipes e spots, valorizando a diversidade de linguagens musicais, além de mobilizar comunidades em torno do talento de seus moradores.

O Vozes oferece ainda cursos de formação gerencial, em parceria com o Sebrae-MG, preparando os artistas para a administração de suas carreiras. O curso “O nosso negócio é música” é um curso inédito, desenvolvido especialmente para o programa e oferecido aos selecionados, com aulas teóricas e práticas. O curso oferece noções de mercado, planejamento estratégico, que inclui estruturação das bandas e marketing; finanças, com fluxo de caixa e formação de preço; e venda e mercado, além de técnicas de negociação.

O show contou com a participação especial do sambista Domingos do Cavaco, do Morro das Pedras, Belo Horizonte. Artista já conhecido, o cantor e compositor foi convidado para a divulgação do programa em seu lançamento, em 2008.

Durante a abertura do show, os meios de comunicação que apoiaram o programa, veiculando as músicas dos artistas, foram homenageados com uma placa de agradecimento. De samba a rap e sertanejo, dos mais diversos gêneros musicais, se apresentaram no Teatro Alterosa: ADS (Aliados do Senhor), Douglas e Leon, Fabinho do Terreiro, Lúcio Monteiro, Marcello Matos, Nascidos do Samba, Raça DMCs, Ralfe Rodrigues, Rannah, Sem Meia Verdade, Tambor do Matição, Vanderli e Wardel.

07/09/2013 Posted by | Social | , , , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves prepara ações da Campanha Rompendo o Silêncio

Andrea Neves: presidente do Servas comentou que proposta é sensibilizar as pessoas e desenvolver ações efetivas para a proteção dos idosos.

Andrea Neves: Campanha dos Idosos

Fonte: Servas

Definido o foco da campanha de proteção aos idosos de 2013

A presidente do Servas, Andrea Neves, e representantes do legislativo participaram, na manhã desta terça-feira (26), na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), na Cidade Administrativa, da primeira reunião para definir o foco e os detalhes das ações da Campanha Rompendo o Silêncio. Iniciativa permanente do Governo de Minas, a campanha é reforçada todos os anos em 15 de junho, Dia Mundial de Combate à Violência Contra a Pessoa Idosa.

A presidente do Servas, Andrea Neves, e o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Cássio Soares, apresentaram sugestões durante o encontro. A proposta é sensibilizar as pessoas e desenvolver ações efetivas para a proteção dos idosos.

“As pessoas vão envelhecendo e se tornando invisíveis para os próprios filhos e netos. Vai havendo uma ruptura dos laços familiares”, disse Andrea Neves, que também ressaltou que as ações com foco nas pessoas idosas serão prioridade em 2013. Para ela, o fato da nossa sociedade não respeitar a pessoa idosa começa, muitas vezes, dentro dos próprios lares.

Cássio Soares lembrou a importância de envolver as 19 regionais da Sedese nas ações deste ano. “Nos dias 9 e 11 de abril haverá uma reunião com os diretores regionais da Sedese e vamos colocar o tema da campanha em pauta”, afirmou.

Denúncias

Os crimes contra as pessoas idosas estão em segundo lugar entre os mais denunciados por meio Disque Direitos Humanos (0800 031 11 19). Em 2012, foram 1.192 relatos, o que equivale a uma média de 99,3 denúncias por mês. Maus-tratos familiares (761), abandono (176) e lesão financeira (119) corresponderam a 88,5% dos casos recebidos.

Já neste ano, nos meses de janeiro e fevereiro, o serviço registou 266 denúncias, das quais 170 ligações foram de maus tratos-familiares. Só os crimes contra crianças e adolescentes superam o número de denúncias sobre violações dos direitos das pessoas idosas.

Reuniões

Outros encontros, sob responsabilidade da Coordenadoria Especial de Políticas para o Idoso, da Sedese, serão agendados nos próximos meses, para definir as propostas apresentadas inicialmente.

Participaram da reunião representantes da Polícia Militar, Assembleia Legislativa,Ministério PúblicoDefensoria Pública, Coordenadoria Municipal do Idoso da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outras entidades.

26/03/2013 Posted by | Ação Social, Desenvolvimento Social | , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves: conheça o perfil da presidente do Servas

Andrea Neves: jornalista e presidente do Servas, irmã de Aécio e neta de Tancredo Neves, mostra que não há uma só, mas várias Andreas.

Andrea Neves: biografia

Fonte: Revista Season, abril de 2012

Há quase um ano a Revista Season publicou uma matéria especial com o perfil de Andrea Nevespresidente do Servas, e irmã de Aécio Neves. A entrevista foi publicada três meses depois ao lançamento do Blog Andrea Neves que mostrou um pouco mais do perfil da jornalista que se transforma em várias Andreas. À frente do Servasdesde o primeiro mandato de Aécio Neves em 2003, a ONG se transformou em referência nacional em projetos de responsabilidade social. Destaque para o Plug Minas que mantém projetos que ajudam a transformar Minas e que já recebeu as visitas de XuxaGabriel, o pensadorViviane Senna e Danielle Miterrand entre outros.

As várias Andreas

 Andrea Neves: conheça o perfil da presidente do Servas

Andrea Neves, presidente do Servas.

Como transformar memória em travesseiro suave, em agulha fina e precisa? Como refazer caminhos, observar um tijolo e outro e mais outro, olhar a construção, parar, pensar, expor detalhes da obra que poucos tiveram acesso ao longo dos anos? Que detalhes são esses, tão à mostra? Perguntas a serem feitas por quem entra no blog de Andrea Neves, lançado no início deste ano de 2012. Para quem só escuta falar de Andrea Neves, mas nunca teve oportunidade de conhecê-la um pouco mais de perto, o blog é uma surpresa agradável. Tempestade e suavidade rimam com essa mulher, que se define como tímida e fechada e é, ao mesmo tempo, tão mitificada. Aqui, a jornalista e presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), irmã de Aécio e neta de Tancredo Neves, mostra que não há uma só, mas várias Andreas. Todas muito intensas e todas muito diferentes entre si, como ela mesma diz: “Em cada época da vida, a gente pode ser uma e pode ser várias em uma vida só.”

Muitas pessoas que não te conhecem pessoalmente costumam ter uma ideia formada de que você teria um perfil frio e calculista ou mesmo da Andrea que tem o poder. Essa Andrea é real? Como você lida com isso?

Andrea Neves – Eu, por temperamento, sempre fui uma pessoa muito fechada. Como sou mais tímida, acho que tem gente que confunde um pouco esse distanciamento. O fato de eu não frequentar muito os lugares, geralmente é interpretado de forma diferente do que realmente é a motivação de eu ser assim. Aqui no Servas, depois de anos, recebi dois comentários muito engraçados. A primeira pessoa disse o seguinte: “Nossa! Você é tão normal!” (risos). E outra me disse assim: “Eu queria te falar uma coisa: você é tão simplesinha” (mais risos). Cria-se um mito em torno da gente, da mulher que tem espaço, que decide. Às vezes eu leio uma reportagem dizendo “Andreaque tem o poder” e isso é tão distante da minha realidade pessoal. E eu acho, muitas vezes, que as pessoas tem essa imagem talvez por uma falha minha mesmo. De não ter tido o cuidado de me apresentar mais, de conviver mais com um número maior de pessoas.

E você já imaginou que o seu blog estaria cumprindo essa lacuna de alguma forma?

Andrea Neves – Não foi nisso que eu pensei inicialmente, mas vou ficar feliz se isso acontecer, se estiver acontecendo. Se alguém tiver curiosidade sobre o meu trabalho, sobre me ver como eu sou, vai ser mais uma razão para eu ficar contente com o blog.

E quando foi que você resolveu que estava na hora de ter um blog para chamar de seu?

Andrea Neves – Eu sempre escutei, durante anos, as pessoas falando, “você tem que fazer um blog”. Mas quando elas falavam isso, geralmente imaginavam que eu deveria fazer ou um blog sobre política, ou um blog sobre o terceiro setor, sobre trabalho social, sobre o Servas. Então, quando eu resolvi fazer, expliquei para os amigos que não seria nem sobre política, nem pra ficar me remetendo exclusivamente ao Servas, sobre os projetos do Servas. E aí ninguém entendeu nada. Ficou aquela perplexidade… “então, sobre o que você vai falar?”.

Bom, agora, qualquer pessoa, quando entra no seu blog, tem a chance de conhecer um lado seu, que se ela não for do seu convívio, jamais teria essa chance.

Andrea Neves – Também não pensei nisso. O que comecei a sentir é que faltava um espaço que pudesse ser o meu espaço de organização interna, de afetos, de memórias, de experiências, de reencontrar com pessoas que não tenho mais contato. Acaba que, com o meu trabalho, fico refém de conviver com pessoas que dividem comigo o mesmo espaço profissional. Eu acho que o mundo, especialmente pra gente que é mulher, ganhou uma velocidade tão grande, a gente responde a tantas demandas o dia inteiro, tem que olhar o café que acabou em casa, a escola da filha, o trabalho… A gente passa o tempo todo quase que reagindo à demanda dos outros.

Seu blog funciona então como um diário dos tempos modernos?

Andrea Neves – Acho que é isso mesmo. Eu sou uma pessoa que chegou atrasada na rede. Eu, até poucos anos atrás, não tinha nem e-mail. Mas hoje eu percebo essa dimensão que as pessoas me afalavam antes e que eu não conseguia entender. É um espaço de encontro e de reencontro. Hoje você tem na Internet um lado maravilhoso, um espaço que te permite encontrar, reencontrar e experimentar. E também tem um lado ruim, infelizmente, da irresponsabilidade, das informações imprecisas, das mentiras que se vestem de informação e que contaminam a rede. Então, esse lado bacana tem sido muito interessante pra mim. Muito bom mesmo.

O blog mostra a essência da Andrea, mas não mostra a intimidade? É mais ou menos isso?

Andrea Neves – É isso mesmo.

O que você jamais publicaria no seu blog?

Andrea Neves – Não é minha intenção falar de política. Isso eu quero evitar. Também não quero falar de coisas muito pessoais, para preservar a privacidade das outras pessoas.

Você se inspirou em algum blog pra fazer o seu?

Não, eu conheço pouquíssimos blogs pra te falar a verdade.

E o que é o mais importante pra você, quando você pensa no que vai postar?

Andrea Neves – Eu acho que escrevo mais pra mim do que para os outros. Eu acho que desde a hora que eu escolho sobre o que vou falar ou comentar, eu estou mais me reencontrando comigo mesma, pra depois ao mesmo tempo, me encontrar com as outras pessoas. Então, eu não tenho um tema definido. Eu paro pra escrever geralmente lá pra uma hora da manhã. Só de madrugada consigo parar para escrever algum post. E o que tem me movido é que sinto que, de alguma forma, eu estou tecendo as minhas memórias de afeto, de lembranças, de experiências. É quase uma terapia. Eu lembro que quando era mais jovem, eu gostava muito de escrever, de fazer poemas. O blog pra mim também virou aquele lugar de encontro com pessoas que antes eu encontrava na mesa de um bar e, como hoje em dia eu já não saio muito, já não tenho mais tempo, eu estou reencontrando ali. E é muito interessante, porque recebo vários comentários de pessoas que não vejo há muito tempo.

E como você filtra esses comentários para publicá-los?

Andrea Neves – Os comentários que são mais pessoais, eu não publico. Mas tenho reencontrado tanta gente que eu nem me lembrava mais. É bacana. É um prêmio, um presente.

Como chega para você a reação das pessoas em relação a seus posts e como eles influenciam na sua vida?

Andrea Neves – Num dos posts que eu fiz no blog, eu contei minha experiência em Cuba e isso surpreendeu muita gente, por que não combina com a Andrea que as pessoas tem na cabeça… Tem uma pessoa que me é muito especial que diz o seguinte: a vida é longa, mas passa rápido. Quer dizer, a gente tem chance ao longo de uma mesma vida, de ser pessoas diferentes. Em cada época da vida, a gente pode ser uma e pode ser várias em uma vida só. Então eu estava me lembrando das minhas várias Andreas. Aí eu me lembrei de uma Andrea que na época do movimento hippie atravessou os Estados Unidos com uma mochila e um saco de dormir, de uma outra, que foi para a Nicarágua ver a revolução sandinista, de outra ainda, que se dedicou à literatura. Eu tive várias Andreas na minha vida. Todas muito intensas e todas muito diferentes entre si. E eu sou filha de todas elas. Tem uma frase que gosto muito que diz que nós somos filhos da criança que fomos um dia. Eu hoje olho pra trás e enxergo todas essas Andreas com muita ternura, com todos os sonhos que já tive e me sinto filha de todas, e isso é o que me faz ser o que sou hoje.

Por falar em filhos, como é a sua rotina? Como você faz para conciliar educação de filho, casa, trabalho, viagens…

Eu acho que a gente não concilia. Eu não encontrei esse equilíbrio. Faço parte do clube das mães culpadas. Mas não conheço ninguém da minha geração, que trabalha mesmo, pra valer, que tem filhos, que consegue isso. Eu brinco que são quatro jornadas de trabalho, tem os filhos, o trabalho profissional, quem tem companheiro tem uma relação que tem que ter tempo e temos uma casa que tem que manter sua rotina, tem que funcionar. Então, são quatro demandas todos os dias e muito diferentes. Essa coisa de você olhar pra trás, ver o ano que passou e dizer que tudo foi bacana, não dá. Alguma coisa sempre fica em falta. Eu não conheço ninguém que ache que está tudo muito bem resolvido, uma mulher que tira tudo de letra e está tudo equilibrado.

Andrea, são muitos anos frente ao Servas. Até agora, o que fica para você como grande legado e aprendizado desse trabalho?

Andrea Neves – De aprendizado, talvez, fica a visão de como somos capazes de transformar. E transformar não é uma coisa que se meça em números, ou por estatísticas. Se somos capazes de transformar e tocar a vida de uma pessoa que seja, de uma família que seja, isso por si só justifica tudo. Aqui no Servas, pra mim, o legado e o aprendizado são a mesma coisa. E significa ter a convicção de que há sempre um gesto ao alcance de qualquer pessoa. Sempre há um gesto de solidariedade que podemos fazer, por menor que ele possa parecer, em qualquer lugar onde estivermos. Minha avó tinha uma frase, que acho que é de Santo Agostinho que fala “faça o que você puder, onde você estiver, com o que você tiver”. Então se o que a gente tem em mãos é a capacidade de articulação, de sensibilizar, de encontrar pessoas dispostas em torno de causas dos outros e não de nós mesmos, essa é a matéria-prima.

Você fala em transformação. Como é possível transformar a vida das pessoas?

Eu cada vez me convenço mais de que a gente transforma a sociedade por meio da solidariedade, por meio do amor. Alguém pode falar, “ah, mas que coisa piegas, que ridículo”. Mas se não nos importamos de verdade com o outro… esquece. Nós vamos continuar reproduzindo sociedades iguais à que temos hoje. Só se formos realmente capazes de incorporar o outro na vida da gente é que vamos conseguir começar a mudar as coisas. E todos os nossos programas, que criamos aqui no Servas, nascem dessa mesma matéria-prima que é a solidariedade. Ou seja, é o desejo de buscar capacidades de construir parcerias, de encontrar outras pessoas que tenham o mesmo tipo de sentimento, de incômodo com o mundo da forma como está estruturado hoje. São pessoas que se somam para poder mudar. O que queremos é uma gama de parceiros de várias áreas reunidos em torno de vários programas aqui do Servas, cada um contribuindo da melhor forma.

Há entre as injustiças sociais alguma que te toque com mais intensidade?

Andrea Neves – Uma coisa que me agride muito é a questão do idoso, a situação de abandono com que as pessoas idosas vivem na nossa sociedade. E eu não estou falando de abandono de idoso de classes sociais menos favorecidas. Pelo contrário. Geralmente, nas famílias mais pobres, a solidariedade é maior que a que existe nas famílias de classe média. Nós temos formas de segregar o idoso que é de muita crueldade. Quantos de nós combina de ir almoçar no domingo com o pai ou com os avós e, na última hora, liga dando uma desculpa, dizendo que não vai dar, seja porque está no clube com os amigos ou o que for, e promete que no domingo que vem será diferente? A gente começa a tirar essas pessoas do dia a dia da gente, como se isso fosse uma coisa absolutamente natural. Ninguém faz isso de má-fé, mas isso faz parte de um comportamento muito comum: isolamos essas pessoas e as condenamos.

Seria correto dizer que essa causa é a menina dos seus olhos no Servas?

Andrea Neves – Sim, porque com relação à questão da infância e da adolescência no Brasil, que também são situações dramáticas, você tem diversas entidades que, de alguma forma, colaboram no enfrentamento desses problemas. E o mais doloroso é que a criança, mal ou bem, tem uma certa perspectiva de futuro, você sempre acha que o tempo pode agir, que algo pode acontecer para ajudar. Com uma pessoa idosa, você não olha mais pra frente, você tem que olhar pra trás. Tudo isso me impressiona muito. Desde a quantidade de pessoas que vivem em asilos, que hoje em dia se chamam instituições de longa permanência para idosos e que são pessoas completamente abandonadas que ficam anos e anos sem receber uma visita, às pessoas de classe média, que não enviam para asilos, mas também segregam, deixando o idoso de lado.

Andrea, para finalizar a nossa conversa, não estaria na hora de Minas ter…

(interrompendo) Não… (risos)

Continuando: de Minas ter uma mulher à frente do governo mineiro?

Andrea Neves – Nem sei, de repente até está. Eu acho que a hora é de continuarmos tendo pessoas sérias à frente do governo de Minas. Mas do meu ponto de vista pessoal, eu não sou candidata, não. Eu nunca tive vontade, embora já tenha tido oportunidade de ser (candidata) em outros momentos. Mas não tenho a mínima vontade. Eu volto ao que eu te disse no começo, sou muito tímida. Eu acho que cada um tem um temperamento. Essa candidatura… algumas pessoas tem um talento, uma vontade. Eu, que sou mais tímida, que sou mais fechada, que não gosto da exposição e que pelo fato de ser tão fechada não ter criado condições das pessoas me conhecerem mais… Ou seja, eu não vou ser candidata nunca! Como não fui no passado. Nossa mãe! Nananinanão.

 

15/03/2013 Posted by | Minas Gerais | , , , , , , | Deixe um comentário

Andrea Neves apresenta projetos sociais a Viviane Senna

Andrea Neves apresentou o programa Valores de Minas a Viviane Senna, presidente do Instituto Airton Senna, e Gabriel, o pensador.

Andrea Neves: Valores de Minas

Fonte: Agência Minas

Viviane Senna e Gabriel, o Pensador visitam Valores de Minas

 Andrea Neves apresenta projetos sociais a Viviane Senna

Servas recebeu, nesta quinta-feira, (12), Viviane Senna, que preside o Instituto Airton Senna e o cantor e compositor Gabriel, o Pensador no Valores de Minas, programa que integra o Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital, no Bairro Horto em Belo Horizonte.

“É um exemplo essa área onde funcionava a Febem transformado em espaço de vida, de desenvolvimento, que oferece oportunidades e condições para o crescimento de tantas pessoas”, disse a presidente do Instituto Airton Senna, uma organização não governamental que executa programas educacionais visando a redução do analfabetismo, a reprovação e o abandono escolar em escolas públicas.

O Instituto está presente em cerca de um quinto dos municípios em todos os estados brasileiros explicou Viviane. Para ela, a questão social não é responsabilidade só dos órgãos públicos, mas responsabilidade de toda a sociedade “Temos que somar esforços nessa tarefa conjunta e assim, com certeza, teremos mais chances de sucesso”, disse.

Para Gabriel, o Pensador, o Valores de Minas é uma inspiração. “É importante que a garotada não esteja na rua, à toa. Vimos que o trabalho realizado na música, na dança, com a linguagem certa, no espírito do projeto, junto com os professores é de verdadeiros artistas. É bom perceber que estão não só curtindo, tendo a oportunidade de uma formação verdadeira como cidadãos”, ressaltou.

presidente do ServasAndrea Neves da Cunha, lembrou a importância das pessoas que trabalham com responsabilidade pelo país e o Instituto Airton Senna como uma referência. A visita da Viviane Senna “é motivo de muita alegria, por seu interesse em conhecer o Valores de Minas, que acolhe jovens de escolas públicas, que é o mesmo público do Instituto Ayrton Senna. O trabalho realizado aqui é feito com muito afeto e com muito respeito, e afeta não só esses jovens, mas também as famílias deles, elevando a autoestima de cada um”.

Plug e Valores de Minas

O primeiro núcleo do Plug Minas, Valores de Minas, foi criado em 2005 pelo Governo de Minas e pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e oferece, a cada ano, a mais de 500 estudantes da rede pública oportunidades de crescimento por meio de oficinas artístico-culturais de teatro, circo, dança, música e artes plásticas. Todos todo o material para participar do Programa, como uniforme, vale-transporte e refeições.

Nos demais núcleos do Plug Minas, estudantes de 14 a 24 anos do ensino médio de escolas da rede pública do Estado desenvolvem competências e atividades para lidar com os mais variados aspectos da tecnologia e da cultura digital. Eles participam de atividades educacionais totalmente gratuitas, como produção de áudio, vídeo, design gráfico, empreendedorismo, teatro, dança, desenvolvimento de games, entre outros. Atende cerca de 3 mil pessoas, entre jovens e professores como nos Núcleos Oi Kabum, Empreendedorismo Juvenil, Sebrae e Inove – Jogos Digitais.

06/03/2013 Posted by | Desenvolvimento Social | , , , , , | Deixe um comentário