Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Senado: Anastasia será o pré-candidato do PSDB

Eleições 2014: Anastasia foi lançado oficialmente na manhã desta segunda-feira, durante encontro político.

Eleições 2014

Fonte: PSDB-MG 

Antonio Anastasia é lançado pré-candidato do PSDB ao Senado

Defesa dos interesses dos municípios será a bandeira do ex-governador

“Meu papel será sempre estimular que prefeituras e câmaras municipais sejam respeitadas nas suas autonomias junto ao governo federal”

O ex-governador Antonio Anastasia será o pré-candidato do PSDB ao Senado e terá a defesa da autonomia dos municípios como sua principal bandeira. Seu nome será lançado oficialmente na manhã desta segunda-feira (19/05), durante encontro político que reunirá o presidente nacional do partido, Aécio Neves, o pré-candidato ao Governo de Minas, Pimenta da Veiga e o deputado estadual Dinis Pinheiro (PP), que irá compor a chapa como pré-candidato a vice-governador, além de centenas de lideranças políticas de todas as regiões de Minas Gerais. O evento começa às 10 horas, no ginásio do Cruzeiro, em Belo Horizonte.

Após deixar o Governo de Minas com o reconhecimento da população como um dos maiores governadores da história do Estado e mais de 60% de aprovação popular, Anastasia se prepara para mais um desafio em sua vida pública: representar os mineiros no Senado Federal.

As principais bandeiras de Anastasia, caso seja eleito, serão a defesa intransigente de Minas Gerais frente às questões nacionais e a luta para que as prefeituras e câmaras municipais voltem a ser respeitadas e tenham suas demandas atendidas pelo governo federal.

“Durante os governo de Aécio Neves e o meu, Minas Gerais estreitou muito a parceria com os municípios. Essa parceria se deu em todas as políticas públicas: na saúde, na educação, na habitação, na infraestrutura. É claro que o meu papel será sempre de estimular que prefeituras e câmaras de vereadores sejam respeitadas na sua autonomia, nas suas competências e, sobretudo, que as políticas desenvolvidas pelo governo federal considerem as prioridades dos municípios”, destaca Anastasia.

Legado

O Governo de Antonio Anastasia ficou marcado pela consolidação dos avanços sociaiseconômicos e de infraestrutura iniciados nos dois mandatos do ex-governador Aécio Neves. Juntos, eles governaram Minas Gerais por 12 anos e revolucionaram a gestão pública no país.

Confira as principais marcas do legado deixado por Antonio Anastasia como governador de Minas Gerais. 

Principais marcas do legado do Governo Antonio Anastasia

Gestão pública

– O Choque de Gestão, modelo inovador de gestão pública implantado em Minas Gerais por 12 anos, se tornou referência nacional e internacional de boas práticas administrativas.

– Classificação “grau de investimento, recebido em 2012, pelas agências internacionais de classificação de risco Standard & Poor’s e Moody’s Investors Service.

Economia

– Um dos melhores estados brasileiros para se investir. Hoje é uma das regiões que mais atrai investimentos privados na América Latina.

– R$ 65,5 bilhões em investimentos privados no Estado, nos últimos três anos, com geração de 96.454 empregos diretos.

– Minas é o Estado que mais aumentou a participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

– 2ª menor taxa de desemprego entre os Estados brasileiros em 2013.

– Minas Gerais é o melhor Estado para se iniciar um negócio no Brasil, segundo o Banco Mundial (BIRD). 

 Infraestrutura

– Cerca de 70% da malha rodoviária em ótimas condições de conservação.

– Mais de R$ 2 bilhões investidos na recuperação e conservação de 16 mil quilômetros de rodovias (ProMG).

– Mais de cinco mil quilômetros de estradas pavimentadas, beneficiando 1,3 milhão de pessoas, com investimentos de R$ 3,8 bilhões (ProAcesso).

– Previsão de implantação de oito mil quilômetros de novas rodovias, distribuídos por 247 trechos, beneficiando diretamente 307 municípios e 7,3 milhões de mineiros (Caminhos de Minas).

– R$ 235 milhões para a melhoria de diversos aeroportos em municípios do interior de Minas.

– ProMunicípio (Programa de Fortalecimento dos Municípios) – R$ 2,1 bilhões sendo investidos em obras de infraestrutura e compra de equipamentos para os municípios.

– Telefonia móvel nos 853 municípios mineiros.

– Minas Comunica II – 692 distritos de 359 municípios, onde vivem cerca de 1,17 milhão de pessoas, também terão cobertura de telefonia celular.

– Ampliação da rede de gás natural da Gasmig e das redes de energia da Cemig – somente nos últimos três anos foram feitas 1.708 quilômetros de rede elétrica.

– Obras viárias na capital e no interior, fomento do desenvolvimento de regiões como o Vetor Norte, na RMBH, e melhorias, inclusive de mobilidade urbana, para a Copa do Mundo.

– Projetos de infraestrutura implementados por meio de Parcerias Público Privadas (PPPs). O modelo mineiro de PPP é considerado pela publicação britânica World Finance o melhor do mundo.

Educação

– O IDEB 2011 apontou Minas como referência da educação básica.

– Primeira e única rede de ensino estadual do Brasil a alcançar o índice 6 (seis) para os alunos dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º), padrão que é considerado média dos países desenvolvidos.

– Nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio, a rede estadual mineira conquistou o 2º e o 3º lugar no Ideb 2011, respectivamente.

– Em 2012, Minas alcançou a marca de 98,7% das crianças entre 6 e 14 anos na escola. 

Saúde

– Mais alta expectativa de vida ao nascer do país.

– Redução de 32% da mortalidade infantil.

– Investimentos em 140 hospitais de todas as regiões do Estado por meio do Pro-Hosp. 

Segurança

– Estado que mais destina recursos para  Segurança, proporcionalmente ao seu orçamento.

– 6ª menor taxa de homicídios do país (por 100 mil habitantes).

– Redução de 22% da taxa de crimes violentos entre 2003 e 2013.

– 166 novos municípios passaram a contar com a Patrulha Rural.

– Criação de cerca de 6 mil vagas em unidades prisionais – no Governo Anastasia foi inaugurada a 1ª PPP Penitenciária do país

Desenvolvimento Social

– Cumprimento antecipado de sete dos oito Objetivos do Milênio das Nações Unidas.

– Primeiro estado do mundo a repactuar, em bases mais exigentes, as metas de desenvolvimento social estabelecidos pela ONU.

– Redução de 24% da proporção de pobres e de 45% da proporção de indigentes.

– 413.798 novas casas atendidas com abastecimento de água pela Copasa e 510.899 com sistema de esgotamento sanitário.

– Construção de 8.961 unidades habitacionais.

Cultura                                                

– Criação do Circuito Cultural Praça da Liberdade, que, em dois anos, recebeu mais de 2 milhões de visitantes.

– Foram instituídos 46 Circuitos Turísticos.

– Foram inaugurados e reabertos vários centros culturais como o Museu Mineiro (2011), o Centro de Arte Popular (2012), o Museu da Cachaça (2012), o Museu Peter Lund (2012), o Museu Gruta de Maquiné (2014), a abertura do Palácio da Liberdade para visitação, além da Casa da Economia Criativa.

– Plano de investimentos de mais de R$ 400 milhões para 64 intervenções culturais, sendo 37 delas em cidades do interior do Estado.

Anúncios

22/05/2014 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Choque de gestão, que trouxe eficiência em MG, é criticado por Lula

Em Salvador Lula critica modelo de gestão adotado em Minas e reconhecido pelo Banco Mundial como referência em administração pública.

Choque de Gestão: planejamento eficiente que mudou Minas

Fonte: Valor Econômico 

Choque de gestão é balela, diz Lula

Em Salvador para um ato político do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mirou nos dois principais prováveis adversários da presidente Dilma Rousseff nas eleições deste ano ao afirmar que é o governo federal quem “cuida dos pobres” em Minas Gerais e Pernambuco – Estados que foram, respectivamente, governados por Aécio Neves (PSDB) eEduardo Campos (PSB).

“Ninguém é tolo para acreditar que quem não faz em 500 anos vai fazer agora. É só ver quem são os nossos adversários e ver qual é a política social que eles fizerem nos Estados para ver se não tem o dedinho do governo federal. Quem é que cuida dos pobres em Minas Gerais? Quem é que cuida dos pobres em Pernambuco? É o governo federal”, afirmouLula.

Lula participou na noite de hoje de um ato político de apoio à pré-candidatura de Rui Costa (PT) ao governo da Bahia.

Numa crítica indireta ao tucano Aécio Neves, ironizou os que defendem a prática de “choques de gestão” – um dos principais motes do senador quando foi governador de Minas Gerais (2003-2010).

“Eles inventam umas palavras que terminam quando começam e não acontece nada: choque de gestão é a maior balela que eu já vi nesse pais”, disse Lula. “Toda vez que alguém fala em choque de gestão, o resultado é corte de salário e dispensa de trabalhador na maioria dos Estados brasileiros em que os governadores fazem isso.”

Marcando todo o discurso com a distinção entre “nós” e “eles”, o ex-presidente usou a maior parte do tempo para exaltar os 11 anos de gestões do PT no Planalto, em áreas como educaçãoacesso à água e políticas sociais.

“Eles tem que ter medo mesmo porque mais um mandato da Dilma [Rousseff], mais a eleição do Rui [Costa], a gente vai consertar mais um pouco este país, mais um pouco esta Bahia, e não vai ter espaço para eles voltarem”, afirmou.

Lula ainda defendeu a atuação de seu governo na aquisição, pela Petrobras, em 2006, da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, negócio sob críticas por suspeita de ter gerado um prejuízo milionário à estatal. Afirmou que a “essa gente” que critica o negócio está “interessada em fazer caixa de campanha”.

Conheça o Choque de Gestão

Choque de Gestão: planejamento eficiente que mudou Minas

Renata Vilhena, secretária de Planejamento e Gestão de MG, fala do modelo de austeridade fiscal e da adoção da diversificação da economia.

Políticas públicas

Fonte: Jogo go Poder

Choque de Gestão: Renata Vilhena participou da concepção do Choque de Gestão, modelo implantado em Minas a partir de 2003.

“É falácia dizer que Minas está muito endividada”, diz Renata Vilhena

Renata Vilhena é secretária de Estado de Planejamento e Gestão do Governo de Minas Gerais (Seplag-MG) desde 2007. Graduada em Estatística pela UFMG e especialista em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro, integrante da Comunidade de Gestão Avançada da FDC, é servidora de carreira da Seplag desde 1986. Também atuou no governo Federal como secretária-adjunta de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão, entre 1999 e 2002. Participou da concepção do Choque de Gestão, modelo implantado em Minas a partir de 2003 e que já está em sua terceira geração. Sobre o tema, foi uma das organizadoras, em 2006, do livro “Choque de Gestão em Minas – Políticas da Gestão Pública para o Desenvolvimento”. Na entrevista a seguir, Renata Vilhena aborda temas polêmicos, como o endividamento do Estado, previdência estadual e indicadores de criminalidade. A secretária quantifica os benefícios econômicos de uma política de austeridade fiscal e destaca ações no sentido de diversificar a economia mineira, hoje fortemente dependente de commodities minerais e agrícolas.

Existe uma demanda global por austeridade fiscal no setor público e, ao mesmo tempo, uma exigência por desenvolvimento. Qual a receita para atender às duas necessidades?
É um grande dilema. Tudo o que eu faço em expansão do serviço público é transformado posteriormente em custeio. Quando eu construo um presídio, eu gasto com o investimento na construção e depois preciso manter aquilo funcionando para o resto da vida, e considerando que um preso custa, em média, R$ 1.800 por mês.

Mas como reduzir o custeio sem parar a máquina pública?
É importante separar o que eu chamo de custeio finalístico, um custeio que é bom, do custeio que é a simples manutenção da administração pública, onde temos, sim, que ser severos, que é aquele custeio com água, luz, telefone, aluguel, diárias, passagens. Estaremos sempre investindo nos gastos finalísticos como merenda, transporte escolar, o combustível da polícia. Mas aquele custeio ligado meramente à atividade de manutenção, o esforço é para que seja cada vez mais qualificado e menor. É muito difícil, porque isso deve ser feito órgão a órgão, instituição por instituição.

A estratégia do governo de buscar Parcerias Público-Privadas (PPPs) é um forma de encarar esse desafio?
Com certeza. No complexo penitenciário, não teríamos recurso para construir no tempo recorde, como foi. Mas quando procuro um parceiro, ele executa as obras, o investimento, e eu diluo esse investimento no custeio e monitoro resultados. O que é muito interessante desse modelo de contrato é que eu pago por performances, medida por indicadores. Se o serviço não foi bem prestado, o repasse é menor. Pago pela entrega que recebo. Aprendemos muito com isso e migramos esse modelo para todos os contratos da Cidade Administrativa.

Temos editais na praça para a PPP dos resíduos sólidos e expectativa para a PPP do transporte ferroviário. Existe plano de PPP para algum outro setor?
Sim. As Unidades de Atendimento Integrado (UAI). Temos um piloto com seis já em funcionamento por PPP e temos licitação aberta para expansão em todos os outros postos. Ficou separado o UAI da Praça Sete, que, após consulta pública, decidiu-se por licitação separada porque se trata de um prédio tombado e com características diferenciadas. Nesse caso das UAIs, existe um outro aspecto interessante, que é o usuário que avalia o serviço, por meio de formulários.

E qual é o resultado dessa avaliação?
Hoje, a avaliação positiva é de 98%, e o Estado gasta 30% menos. É o sonho de consumo de todo gestor: gastar menos e ter um serviço prestado com maior qualidade. E é o que se espera das PPPs, a profissionalização da gestão dos contratos e diluir recursos do investimento em 20, 30 anos.

No ano passado, foram anunciadas pelo governador medidas de fusão de secretarias, impedimento na contratação de consultorias, etc. Qual o resultado disso?
Alcançou uma economia de R$ 142 milhões de agosto a dezembro de 2013 com a implantação das medidas administrativas para redução de custos e racionalização da administração pública. Cortes em cargos em comissão representaram 56%, e o restante, com venda de carros, redução de consultorias, viagens e outras medidas.

Qual o impacto da redução de aluguéis a partir da transferência dos serviços para a Cidade Administrativa?
Resultou em economia de R$ 16,8 milhões, em 2013, relativa ao não pagamento de aluguéis. A economia total com custos de manutenção ficou em R$ 121 milhões. Isso sem contar a venda de imóveis.

O Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI) prevê que, até 2030, Minas Gerais se beneficie muito com a valorização das commodities. O Estado é grande produtor de minério de ferro e café, principalmente. A partir desse bom momento de preços das commodities, o PMDI indica a necessidade de diversificar a economia e diminuir a dependência da economia estadual de ciclos positivos para as commodities. O que já foi feito nesse sentido?
Vários estudos com participação da Fundação Dom Cabral (FDC) foram feitos para avaliar o potencial do Estado de atração de empresas. Isso resultou, por exemplo, na Six Semicondutores, um tipo de investimento que nunca tivemos em Minas Gerais. Foi realizado também um estudo no Vetor Norte e identificou-se potencial para empresas de tecnologia, aviação, medicinal. Temos o Centro de Tecnologia e Adaptação Aeroespacial (CTCA), o aeroporto-indústria, a fashion city, a parte de empresas de medicamentos. Estamos sendo proativos e vemos resultados.

O PMDI também traça meta ousada de reduzir para 26 a cada 100 mil o número de jovens de 15 a 24 anos assassinados até 2015. Em 2009, eram 38,9 a cada 100 mil. A meta será cumprida?
Não tenho ainda os indicadores de 2013, que são medidos pela Universidade Federal de Minas Gerais. São metas ousadas mesmo. Essa meta é um dos Objetivos do Milênio. Não posso falar agora que a meta será cumprida, porque não tenho resultados prévios dos indicadores, mas temos chegado perto do cumprimento.

A fusão dos planos de previdência do funcionalismo estadual criou polêmica. O Estado está preparado para a judicialização do caso?
Está. A União, há cerca de dois anos, instituiu a previdência complementar e criou-se a possibilidade de os Estados criarem previdências suplementares. Tínhamos um fundo de previdência criado em 2002, em um contexto econômico diferente, e agora chegamos em um ápice de capitalização, onde o governo tem que colocar recursos do Tesouro, totalmente esterilizados, e que só poderão ser usados em 2030. Isso é muito bom se a gente tiver o mundo em situação de crescimento.

Mas o mundo não está crescendo. O que fazer?
O que fizemos foi instituir a previdência complementar e, para que não tivéssemos três modelos, ficamos só com o modelo que é de previdência complementar e o modelo onde o Tesouro, da mesma forma que fazia com o Funpemg, vem aportando a complementação dos inativos. Adotamos modelo idêntico ao do governo Federal, ao do Ceará, de Pernambuco, São Paulo. A União nunca fez um fundo de capitalização sob o argumento de que o Tesouro Federal não tem dinheiro para ficar parado enquanto temos demandas crescentes de serviços.

E Minas tem?
Minas Gerais é o mesmo caso. Temos muita segurança no que fizemos, com parecer da Advocacia Geral do Estado. A Lei Federal não veda o que fizemos, o que existe é uma resolução, que é um ato da Secretaria de Previdência Nacional, de que o ideal é ter um modelo de capitalização, e que ficou prejudicado após a criação da previdência complementar. Começamos a contribuir com a aposentadoria em 2003. Até então, nunca contribuímos. O que arca com a aposentadoria, com os R$ 8 bilhões ao ano de inativos, são impostos.

Uma crítica que se faz à administração pública em Minas Gerais é sobre o endividamento do Estado. Existe previsão de redução do endividamento?
Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece limites para o endividamento. Fala que os Estados não podem ultrapassar o valor de 2 para 1 em relação à receita corrente líquida. Então existe uma trajetória de endividamento e, se eu não cumpro, tenho todos os meus repasses de convênio e transferências da União bloqueados. A gente não chega aos 2, estamos em 1,8.

E a revisão dos juros da dívida?
As pessoas às vezes têm dificuldade de entender que uma coisa é um acordo da dívida que todos os Estados tinham com a União, que é essa discussão dos juros, que eu já paguei duas vezes o valor negociado e ainda devo cinco vezes. Outra coisa são as operações de crédito, aquelas que eu tenho com o BNDES,Banco do BrasilCaixaBanco Mundial, e que não podem ultrapassar 2 vezes a minha receita corrente líquida. É uma falácia dizer que Minas Gerais está muito endividada, porque eu cumpro os indicadores da Lei de Responsabilidade Fiscal. O que eu tomei de operações de crédito cabe perfeitamente dentro do meu fluxo de caixa. É o mesmo que acontece quando se compra uma casa, que tem valor muito acima do salário, mas as parcelas cabem perfeitamente no orçamento.

Qual a previsão de reajuste neste ano do funcionalismo?
Temos uma Lei de Política Remuneratória onde trabalhamos com a variação da receita deste ano com o anterior e o crescimento da folha deste ano em relação ao ano anterior. O que fica aí de intervalo é o que podemos conceder de aumento. Ano passado, concedemos 56% a mais do que essa variação e, para este ano, temos dois aumentos já concedidos à polícia, alguns aumentos da saúde e meio ambiente, entre outros. Até pelo calendário eleitoral, não sei o que vamos conceder além do que já foi.

14/05/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Gestão eficiente: Anastasia fala sobre resultados em mensagem de despedida

Palavra do Governador: Anastasia fala do modelo de gestão que valoriza o planejamento, a eficiência e a meritocracia.

Legado da eficiência

Fonte: Agência Minas 

Último programa: Anastasia fala sobre legados de sua gestão e agradece o apoio dos mineiros

“Este é um trabalho coletivo do Governo e dos 20 milhões de mineiros que trabalham de modo integrado pelo desenvolvimento do Estado”, destaca o governador

Depois de quatro anos à frente do Governo de MinasAntonio Anastasia deixa, nesta sexta-feira (04/04), o cargo de governador do Estado. Em seu lugar assume o vice-governador Alberto Pinto Coelho que, desde 2011, o tem acompanhado no planejamento e na condução dos programas desenvolvidos em todo o Estado, e conduzirá, até o final do ano, os projetos implementados nas diversas regiões de Minas.

No último programa Palavra do GovernadorAnastasia deixa uma mensagem de despedida otimista e cheia de gratidão a toda a população mineira, além de fazer um balanço dos resultados alcançados por sua gestão em áreas estratégicas como saúde, educação, segurança e infraestrutura. “Este é um trabalho coletivo, de toda a sociedade mineira. Agradeço especialmente aos 20 milhões de mineiros, que trabalham de modo integrado pelo desenvolvimento do Estado. À minha equipe de Governo e a todos os servidores públicos que se desdobraram tanto ao longo de tantos anos. Essa dedicação e esse empenho nos permitiram, ao longo de quatro anos, apresentar resultados tão expressivos paraMinas”, destaca.

Segundo Anastasia, orgulho é uma palavra que define bem seu sentimento ao avaliar o legado deixado por sua gestão aos mineiros. “Deixo o Governo não só com a cabeça erguida pelo comportamento ético e íntegro desta gestão, mas, sobretudo, com a consciência tranquila pelos bons resultados que alcançamos em todas as áreas de ação do Governo”, pontua.

Graças à capacidade de planejamento do corpo técnico do Governo de Minas, o Estado conseguiu amenizar os impactos da crise financeira que afetou o Brasil e o mundo a partir de 2008. Isso permitiu manter a qualidade dos serviços públicos e a manutenção dos investimentos previstos. Segundo lembra o governador, Minas Gerais conseguiu avançar em diversas áreas, dando respostas concretas às demandas da população.

Avanços em educação, saúde e segurança

“Na educação, por exemplo, Minas pode se orgulhar de ter conseguido, por duas edições consecutivas, no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o primeiro lugar no Brasil. Da mesma forma, desde que fomos o primeiro estado a colocar as crianças com seis anos na escola, avançamos muito através de programas como o Reinventando o Ensino Médio e o Poupança Jovem”, ressalta Anastasia, lembrando ainda da valorização dos professores com aumentos expressivos da folha de pagamento da Educação e a recuperação de escolas estaduais. “Acho que a educação talvez seja o principal legado de nosso Governo, não só em razão dos seus indicadores objetivos, mas pelo capital humano que gera, que é fundamental para o futuro de Minas Gerais”, acrescenta.

Para o governador, na área da Saúde os dados também são muito positivos, lembrando que, nos últimos anos, Minas aumentou substancialmente os investimentos nesse setor, criando e ampliando programas que estão assistindo desde os nascituros até os idosos. Ele cita como exemplos o Programa Mães de Minas, que garante o cuidado com a gestante e o bebê, e as cerca de 600 unidades do Farmácia de Minas implantadas em todas as regiões do Estado, levando para mais perto do cidadão o acesso aos remédios de uso controlado de forma gratuita.

Outros destaques são as dezenas de Unidades Básicas de Saúde concluídas e a rede de transporte em saúde, que estão dando mais dignidade àqueles que precisam de atendimento médico em momentos de dificuldades.

“O próprio governo federal apontou Minas como a melhor saúde do Sudeste e a quarta melhor do Brasil. Recentemente, o IBGE colocou Minas como o segundo Estado que mais investe em saúde em relação ao seu orçamento. O caminho atual que estamos trilhando é um bom caminho”, observa Anastasia.

Na Defesa Social, o governador recorda o levantamento do Ministério da Justiça, que aponta Minas como o estado que mais investe no setor, proporcionalmente ao seu orçamento. “Fizemos um esforço imenso nesses últimos anos. Multiplicamos por três o número de vagas no Sistema Penitenciário, aumentamos os efetivos da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Guarda Penitenciária e do Corpo de Bombeiros. Nunca houve tanto investimentos em equipamentos, veículos e novas tecnologias para as nossas forças públicas”, afirma Anastasia.

Infraestrutura para gerar empregos

Na infraestrutura, o Estado também deu saltos importantes, com programas como o ProMG, que se destaca como referência na manutenção e conservação das estradas estaduais, e o Proacesso, em fase de conclusão, que levará ligação asfáltica a 100% das cidades mineiras. Em outra frente, o Caminhos de Minas foi lançado para conectar regiões e cidades importantes e já conta com 60 obras em andamento e outras centenas de projetos em execução.

O objetivo, segundo o governador, é criar uma infraestrutura adequada, do ponto de vista econômico e logístico, que faça de Minas Gerais referência para atração de novos negócios, a fim de que sejam gerados mais empregos e renda. “Agência internacionais, como a Standard & Poor’s e a Moody’s, já reconheceram a boa governança de Minas Gerais e nos deram, portanto, o atestado de competência. Também conseguimos, nos últimos anos, atrair empresas de perfil diferenciado, nas áreas de locomotivas, helicópteros, caminhões, tecnologia, produtos médicos e até semicondutores, com a primeira fábrica dessa natureza na América Latina. Diversificamos bastante”, frisa o governador.

O grande legado da eficiência

Como bem lembra Anastasia, todos esses avanços só foram possíveis porque Minas Gerais adotou, nos últimos anos, um modelo de gestão que valoriza o planejamento, a eficiência e a atuação dos servidores públicos por meio de metas e indicadores de desempenho.

O objetivo principal, segundo ele, é gerar resultados para a população, gastando menos com o Estado e mais com a sociedade, elevando a qualidade de serviços públicos – uma meta desafiadora, mas que se tornou o norte de todas as ações da administração estadual.

“Deixo o Governo com o reconhecimento de Minas Gerais como um estado que tem o melhor planejamento e a melhor gestão pública do Brasil. Essa tarefa começou com o governo Aécio Neves e eu lhe dei a continuidade através dos programas do Choque de Gestão. Minas é hoje considerada um exemplo não só no país, mas internacionalmente”, comemora o governador.

Antonio Anastasia lembra, por fim, que visitou centenas de municípios ao longo desses anos, tendo sido sempre recebido de maneira afetuosa pelos mineiros de todas as regiões. “Só posso agradecer a todos, à população de nosso Estado e aos nossos servidores públicos. Tenho certeza de que o vice-governador Alberto Pinto Coelho dará sequência ao trabalho que realizamos em Minas por todos esses anos”, conclui Anastasia.

Palavra do Governador pode ser reproduzido por qualquer veículo de imprensa, sem ônus. O programa é disponibilizado todas as quintas-feiras nas modalidades texto, áudio e vídeo (em qualidade HD).

04/04/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Anastasia deixará Governo de Minas Gerais

Anastasia: governador afirma que vai se dedicar à campanha do senador Aécio Neves (PSDB), pré-candidato à Presidência da República.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Anastasia deixa governo no início de abril; disputa ao Senado fica em banho-maria

governador Antonio Anastasia anunciou hoje que deixará o governo no próximo dia 4. Candidatura ao Senado é assunto adiado pelo governador

governador Antonio Anastasia (PSDB) anunciou nesta terça-feira que deixará o governo no próximo dia 4 de abril. Assumirá o governo de Minas o vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP). Juntamente com a desincompatibilização de Anastasia, havia a expectativa que ele também anunciasse a pré-candidatura ao Senado. O governador disse que o assunto será tratado mais adiante, sem definir data. Por enquanto, o tucano afirma que vai se dedicar à campanha do senador Aécio Neves (PSDB), pré-candidato à Presidência da República.

Até o fim do mês passado, Anastasia era tido como certo para disputar uma cadeira no Senado. Em reunião com a bancada mineira no Congresso, no último dia 26, o governador chegou a admitir que iria se desincompatibilizar em abril e anunciaria oficialmente sua decisão de disputar a vaga no Legislativo assim que voltasse de uma viagem à China, fato que ocorreu na semana passada.

As mudanças no xadrez que envolvem a política mineira têm a ver com o PMDB. O partido é a ‘noiva cobiçada’ do PT e também dos tucanos no Estado. Até a rebelião protagonizada pelos peemedebistas na Câmara dos Deputados – insatisfeitos com a presidente Dilma em função de cargos no Ministério e liberação de verbas das emendas parlamentares-, o PMDB era tido como partido natural para se aliar ao PT na disputa eleitoral deste ano em Minas.

Lideranças do PMDB mineiro já anunciaram que vão à convenção do partido, em junho, para referendar a pré-candidatura do senador Clésio Andrade ao governo de Minas e, ainda, de Josué Gomes da Silva, filho do ex-presidente José Alencar, ou do ex-ministro e Hélio Costa. Ambos disputam a indicação ao Senado. Neste ano, só há uma vaga para a disputa das três cadeiras reservadas no Senado ao Estado.

Costela do PMDB

Nessa quarta-feira, o senador Aécio Neves anunciou que ofereceu ao PMDB a vaga na disputa pelo Senado na chapa do PSDB. Os tucanos já bateram o martelo na pré-candidatura de Pimenta da Veiga ao governo de MinasAécio disse recentemente que uma aliança com os peemedebistas seria natural, visto que “o PSDB saiu de uma costela do PMDB”, se referindo à dissidência ocorrida na década de 1980 nas hostes do PMDB para formação do Partido da Social Democracia Brasileira.

Se o arranjo eleitoral coordenado por Aécio propserar, Antonio Anastasia não disputaria nenhum cargo em outubro e atuaria como um dos coordenadores da campanha presidencial do senador. A possibilidade preocupa a direção nacional do PMDB, em especial o vice-presidente Michel Temer (PMDB), que espera reeditar a aliança eleitoral com o PT.

Secretariado

O futuro governador de Minas GeraisAlberto Pinto Coelho, informou que irá exonerar todos os atuais 19 secretários de Estado. O expediente costuma ser de praxe em mudanças de governo entre aliados com boa parte dos secretários com mandato parlamentar. Para disputarem a reeleiçao são obrigados a se desincompatibilizarem do cargo no Executivo. Coelho disse que irá fazer um governo de continuidade e que irá conversar com Anastasia para ajudá-lo a escolher o futuro secretariado.

19/03/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Minas: Anastasia inaugura 1º aeroporto industrial do Brasil

Aeroporto Industrial abriga empresas de exportação e cuja produção utilize intensivamente o modal aéreo.

Desenvolvimento econômico

Fonte: Agência Minas

Primeiro aeroporto industrial do Brasil é inaugurado em Minas Gerais

Durante o evento de inauguração, foi assinado memorando para implementar a Cadeia Produtiva de Bioquerosene para a Aviação em Minas Gerais

O governador Antonio Anastasia inaugurou, nessa sexta-feira, em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o primeiro aeroporto industrial do país, que vai permitir às empresas instaladas no local trabalharem em uma zona de suspensão tributária, sob regime de entreposto aduaneiro especial. O Governo de Minas investiu R$ 17 milhões, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), para a construção e implementação da infraestrutura do espaço.

Durante a solenidade, foi assinado memorando de entendimento entre o Governo de Minas e 17 instituições para o desenvolvimento e consolidação da Cadeia Produtiva de Bioquerosene para a Aviação no Estado de Minas Gerais.

Anastasia destacou a importância dos anúncios realizados para o desenvolvimento não só do Vetor Norte, mas de todo o Estado. “Estamos resgatando compromissos que fizemos em 2010, no início da nossa caminhada. O Vetor Norte como pilar do desenvolvimento, o Aeroporto Industrial como equipamento fundamental para permitir agregação de valor aos produtos, aqui, desenvolvidos, e a inovação com relação aos novos combustíveis como elemento imprescindível para o desenvolvimento tecnológico”, afirmou o governador.

Primeiro Aeroporto Industrial do país

Localizado no sítio do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), a iniciativa para implantação do Aeroporto Industrial surgiu em uma parceria entre o Governo de Minas, a Receita Federal e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O Aeroporto Industrial é um recinto alfandegário credenciado para a realização de atividades de industrialização, abrigando empresas não poluentes, voltadas principalmente para a exportação e cuja produção utilize intensivamente o modal aéreo, de modo a assegurar rapidez, agilidade e acessibilidade, tanto aos fornecedores quanto aos consumidores.

Ao lado do vice-governador Alberto Pinto CoelhoAnastasia destacou a importância do Aeroporto Industrial para Minas Gerais. “Em parceria com a Infraero e com o consórcio que venceu a licitação para administrar o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, vamos ter um equipamento que permitirá não só a exportação, mas, especialmente, a atração de empreendimentos de alto valor agregado e tecnológico para o Vetor Norte. A ideia do primeiro Aeroporto Industrial do Brasil, que já vinha sendo acalentada há tantos anos, tem o propósito de trazer para o Vetor Norte, que já vem sendo tão favorecido com investimentos expressivos, empresas que possam gerar empregos de maior qualidade ainda”, disse o governador.

Segundo o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Luiz Antônio Athayde, as primeiras empresas que se instalarão no espaço deverão ser anunciadas a partir de agosto. Serão empreendimentos que utilizam alta tecnologia e terão todo o processo de importação, de produção e de reexportação, de colocação no mercado nacional e internacional, como se aqui fosse qualquer lugar do mundo. “Enquanto os produtos tiverem sendo produzidos aqui, não há pagamento de qualquer tributo, seja ele estadual, federal ou municipal. Há uma suspensão tributária, não uma isenção tributária. Vamos ganhar tempo”, destacou Athayde.

Aeroporto Industrial, já homologado pela Receita Federal, operou, de agosto de 2006 a dezembro de 2007, por meio de um projeto piloto com a empresa Clamper. Possui cerca de 8 mil metros quadrados de área construída, sendo 4.456 mil metros quadrados do entreposto e 3.619 metros quadrados de área de manobra. O espaço é destinado à Receita Federal, ao administrador do Aeroporto Industrial e possui um depósito de insumos na entrada e saída, bem como área de apoio para as empresas que se instalarão no local. O Governo de Minas realizou todo o investimento de infraestrutura em área de 46.000 mil metros quadrados, onde poderão operar nove lotes, que podem ser ocupados por até nove empresas.

O empreendimento será administrado pelo concessionário do AITN e entra em operação a partir de agosto deste ano. As empresas interessadas já podem entrar em contato com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e com o consórcio AeroBrasil. De acordo com a Sede, 20 empresas já manifestaram interesse em se instalar no espaço. Para se instalarem no Aeroporto Industrial as empresas devem ser credenciadas pela Receita Federal.

O Regime Especial de Entreposto Aduaneiro na Importação e na Exportação foi regulamentado por instrução normativa da Receita Federal que define as atividades permitidas, bem como os requisitos e procedimentos necessários para a adesão das empresas. Este regime tem como similares no mundo as Zonas de Livre Comércio.

Entre os empreendimentos que poderão operar no Aeroporto Industrial estão os dos segmentos aeroespacialequipamentos eletrônicosciências da vida e tecnologia da informação. Também poderá armazenar máquinas ou equipamentos mecânicos, eletromecânicos, eletrônicos ou de informática, provisões de bordo de aeronaves utilizadas no transporte comercial internacional, partes, peças e outros materiais de reposição, manutenção ou reparo de aeronaves, além de equipamentos e instrumentos de uso aeronáutico.

Cadeia de Bioquerosene

O memorando de entendimento assinado durante o evento é o primeiro passo para implementar uma plataforma institucional para desenvolver atividades e projetos colaborativos que levem à consolidação de um Programa Mineiro de Desenvolvimento da Cadeia de Valor de Bioquerosene para a Aviação e o seu uso em bases econômicas. O plano de ação para implementação da plataforma mineira de biocombustível deverá ser discutido e acordado pelos participantes em até 60 dias após a assinatura do memorando.

O objetivo é transformar Minas Gerais na primeira plataforma integrada de produção de BioQAv no Brasil, e o Aeroporto Internacional Tancredo Neves no primeiro aeroporto “verde” do Brasil. O BioQAv drop-in é todo biocombustível que possa ser misturado com combustível fóssil numa proporção definida sem requerer adaptação no avião ou nas turbinas.

Além do Governo de Minas, assinaram o documento a Acrotech Sementes e Reflorestamento Ltda, Amyris Brasil Ltda, Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Azul Linhas Aéreas Brasileiras S/A, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), The Boeing Company, Boeing Brasil Serviços Técnicos Aeronáuticos Ltda, Byogy do Brasil Ltda, Camelina Company Brasil, Companhia Mineira de Açúcar e Álcool, Consórcio AeroBrasil, Curcas Diesel Brasil Ltda, Embraer, Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

Representando a Plataforma Brasileira de BioQuerosene, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, destacou a importância da assinatura do documento e parabenizou o Governo de Minas pela iniciativa. “Minas, usando de sua tradição de sempre marchar à frente e de sempre apontar caminhos, se coloca como vetor, como vértice, como um instrumento que aponta para um futuro sustentável e de contribuição ao país. Parabéns a todos os profissionais desse Estado e conte conosco para um futuro ainda mais interessante, de conectividade, de crescimento da aviação brasileira e da economia mineira”, ressaltou Sanovicz.

A plataforma mineira pretende impulsionar a estrutura agrícola, transformando Minas Gerais em um grande fornecedor de matéria-prima para produção de biocombustíveis, implantando uma cadeia de suprimento apoiada pela academia e institutos de pesquisa. A meta é ter unidades de biomassa nos municípios de Jaíba e Montes Claros, no Norte de Minas, e usinas de prensagem do óleo em vários municípios.

plataforma de biocombustíveis deverá desenvolver toda a cadeia de valor do bioquerosene com várias matérias-primas como cana-de-açúcar, pinhão manso e camelina. Outro objetivo é ter uma indústria sustentável para aviação que vai desde a produção da biomassa até sua utilização no voo. A Plataforma Brasileira de Bicombustível foi formalmente estruturada em agosto de 2013.

Programa Mineiro

O Programa Mineiro de Desenvolvimento da Cadeia de Valor de Bioquerosene para a Aviação prevê o desenvolvimento de estudos e projetos envolvendo desde a matéria-prima, passando pela pesquisa, refino, certificação, produção e utilização do bioquerosene pelas empresas aéreas que operam no Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Entre os objetivos do programa está o de promover, incentivar e viabilizar toda a cadeia de pesquisa, produção, logística e consumo de bioquerosene de aviação em Minas, atendendo uma demanda nacional e global por combustíveis sustentáveis no setor de aviação e coprodutos semi-refinados renováveis.

Master Plan Econômico

A solenidade também contou com a entrega do Master Plan Econômico da Região Metropolitana de Belo Horizonte, documento que apresenta uma visão ordenada da ocupação do solo com governança ambiental, infraestrutura customizada, sustentabilidade, atração de investimentos da nova economia e planejamento estratégico em fases até 2033. Ele se baseia em uma “lógica econômica” fundada na premissa de que o crescimento econômico no século 21 será impulsionado pela mobilidade de negócios com base tecnológica. O estudo pretende ser uma ferramenta de planejamento municipal, capaz de orientar a ocupação do território e o desenvolvimento sustentável nos próximos 20 anos.

A diretora do Banco Mundial para o BrasilDeborah Wetzel, falou sobre a importância do estudo, que foi financiado pelo Banco, e sobre a parceria com o Governo de Minas. “Temos orgulho de fazer parte desse trabalho que apoia o desenvolvimento da Região Metropolitana, o Master Plan. No Brasil, o desenvolvimento das áreas metropolitanas é um assunto muito importante e possui vários desafios. Gostaria de parabenizar e agradecer ao governador Anastasia e sua equipe por todos os trabalhos desde o início do Choque de Gestão. O trabalho de Minas Gerais não é exemplo apenas no Brasil, é um sucesso mundial”, afirmou Deborah Wetzel.

O estudo engloba uma avaliação da RMBH que inclui: uso do solo, transportes, serviços de utilidade pública e meio ambiente, de forma que os investimentos a serem alocados na área proporcionem um suporte comercial e residencial para o Vetor Norte. Entre as propostas de centros econômicos na Aerotrópole previstas está a implantação de projetos-piloto para estimular novos empreendimentos no entorno do AITN e no Contorno Metropolitano Norte.

O estudo recomenda sete núcleos de setores como alvos compatíveis com os atributos e potenciais da RMBHaeroespacial e defesa; logística e distribuição; agronegócios; automotivo e equipamentos pesados; eletrônicos, alta tecnologia, tecnologia da informação e comunicações, pesquisa e desenvolvimento; ciências da vida; e moda e têxtil.

Integram o Master Plan Econômico os municípios de Belo Horizonte, Betim, Capim Branco, Confins, Contagem, Jaboticatubas, Lagoa Santa, Ibirité, Matozinhos, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia, São José da Lapa e Vespasiano que integram o Vetor Norte, mais 33 municípios da RMBH e do Colar Metropolitano.

Também participaram da solenidade, os secretários de Estado Dorotheia Werneck (Desenvolvimento Econômico), Carlos Melles (Transportes e Obras Públicas), Narcio Rodrigues (Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) e Alexandre Silveira (Saúde), o presidente da CodemigOswaldo Borges, parlamentares, empresários, prefeitos da região, entre outras autoridades.

18/03/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: Aécio confirma Anastasia como coordenador programa de governo

Eleições 2014: senador Aécio Neves,  provável candidato do PSDB à Presidência da República, confirmou apoio do governador de Minas.

Anastasia fez parte da equipe que auxiliou o senador na confecção das 12 propostas apresentadas em dezembro pelo PSDB

Fonte: Estado de Minas

Aécio confirma Anastasia como coordenador do programa de governo

Na semana passada, o senador e presidente nacional do PSDB já havia afirmado que o governador de Minas deixará a administração estadual para concorrer ao Senado

senador Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições de outubro, disse nessa quarta-feira que o governador de MinasAntônio Anastasia, será o coordenador do programa de governo dele para a disputa. Na semana passada, o senador já havia comentado a saída de Anastasia da administração estadual para disputar uma vaga no Senado.

Antônio Anastasia já vem participando das discussões e montagem do plano de governo, juntamente com outros integrantes da executiva nacional do partido. As conversas têm ocorrido desde o ano passado. Ele fez parte da equipe que auxiliou o senador na confecção das 12 propostas apresentadas em dezembro e que vão servir de base para as propostas para o país, caso Aécio seja eleito.

Outros dois nomes já foram confirmados por Aécio para fazer parte da equipe de campanha. O ex-deputado Xico Graziano vai coordenar as ações na internet. O engenheiro-agrônomo, que teve um dos papéis principais na candidatura do ex-governador José Serra (PSDB) ao Palácio do Planalto em 2010 e é diretor-executivo do site Observador Político, no Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC), já aceitou o convite. As tarefas, no entanto, só deverão ser definidas em meados de abril.

No início do mês, a irmã do senador, Andrea Neves, também foi confirmada na campanha. Após sua saída do comando do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea chegou a ser confirmada por alguns integrantes da executiva estadual como a coordenadora da equipe que organizará as ações durante a disputa, mas a informação foi negada pelo senador, que afirmou apenas que ela está entre os integrantes do comitê.

17/01/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio presidente: candidatura deve ser confirmada em março

Aécio presidente 2014: senador disse que pretende resolver nestes primeiros meses questões chave para sua candidatura à Presidência.

Eleições 2014

Fonte: Valor Econômico 

Candidatura de Aécio deve ser confirmada em março

Por Marcos de Moura e Souza

senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem que pretende resolver nestes primeiros meses do ano algumas questões chave para sua candidatura à Presidência da República. A primeira delas é a própria confirmação de seu nome como o candidato do PSDB. A data ideal, segundo ele, é março. No partido há também, segundo Aécio, consenso de que não será possível esperar mais.

Mas antes, o tucano, que é presidente nacional do partido, quer definir a situação da legenda em casa. O PSDB, que governa Minas Gerais desde 2003 – primeiro com Aécio e atualmente com Antonio Anastasia – ainda não disse quem será o candidato do partido a governador, a vice e a senador.

Ontem, ao falar com jornalistas em Belo Horizonte, Aécio afirmou que o objetivo é decidir os nomes em fevereiro ou até o Carnaval, no início de março. Para o governo, o mais forte no partido é o ex-ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Pimenta da Veiga. Mas o favorito do eleitorado mineiro, segundo todas as pesquisas, é o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, do PT.

Aécio não mencionou as opções do PSDB ao governo, mas reforçou as especulações sobre o futuro de Anastasia. ”Não há uma decisão, mas há uma possibilidade concreta de afastamento do governador a partir do fim de março deste ano”, para disputar a única vaga ao Senado em jogo este ano. O governador é hoje um nome considerado até peloPT como imbatível na disputa.

Aécio disse que decidiu definir até maio que arranjo terá com o PSB, do presidenciável e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em relação às disputas em seus respectivos Estados. Uma opção é que o PSB apoie o candidato tucano em Minas e os tucanos o nome do PSB no Pernambuco. Mas Aécio disse que há ainda a hipótese de seu partido lançar o deputado estadual Daniel Coelho, em Pernambuco.

Quanto à sua candidatura ao Planalto, o que havia de resistências à sua indicação estava limitado a um grupo próximo ao ex-governador de São Paulo, o tucano José Serra, que tentou no ano passado viabilizar-se como candidato a presidente – na que seria sua terceira candidatura. Serra, no entanto, aparentemente se rendeu à maioria expressiva do partido que apoia Aécio e disse, no fim do ano, que o PSDB deveria logo apresentar o mineiro como candidato.

Aécio voltou ontem a agradar o ex-governador: “Serra será extremamente fundamental nessa campanha. Serra não será apenas, se eventualmente não for o candidato, um cabo eleitoral. Terá um papel de absoluto destaque e a sua presença e a sua participação é vital para assegurar a nossa vitória”.

O senador disse ainda que os dois conversaram no fim do ano e que devem voltar a se falar em breve. “Pretendo ter uma conversa nos próximos dias com ele, não está ainda agendada, para nós definirmos esse calendário final”, afirmou.

Sobre a apresentação de seu nome como candidato, disse: “Eu acho que o mês de março, como eu já disse no fim do ano passado, é o momento correto de uma definição formal do partido, uma definição objetiva do partido.” E acrescentou: “Esse é o consenso dentro do partido, que até o fim de março nós possamos ter a candidatura do PSDBoficiosamente colocada [Oficialmente, só na convenção do partido, em meados do ano]. Esse é um bom momento para que ela ocorra. E a composição da chapa até o fim do mês de maio.”

Segundo Aécio, ele tem recebido “muitas sugestões” de nomes para disputar a Vice-Presidência. Mas afirmou que este não é um assunto que esteja tratando como prioritário agora. O assunto deverá ser definido em maio, disse.

No início de fevereiro, Aécio retoma o que disse que será uma agenda intensa de viagem, que começará por Cascavel (PR), num evento do agronegócio, no início de fevereiro. Em seguida, terá encontros organizados por Paulinho da Força (SDD-SP) com representantes em São Paulo do setor produtivo.

10/01/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

2014: Aécio começa definir tabuleiro eleitoral em Minas

2014: Anastasia vai concorrer ao Senado. Com ele no páreo, vaga de senador na chapa de Pimentel passaria a valer menos que uma nota de R$ 3.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Aécio joga em casa

O presidenciável Aécio Neves (PSDB) iniciou ontem uma operação para torpedear o PT em Minas Gerais, seu reduto eleitoral. Ele avisou a aliados que lançará até o Carnaval o candidato tucano no Estado. Já o governador Antonio Anastasia (PSDB) renunciará em 31 de março para concorrer a senador. Com ele no páreo, a vaga ao Senado na chapa de Fernando Pimentel (PT) passaria a valer menos que uma nota de R$ 3. E os petistas apostavam muito nela para atrair novos aliados.

Pimenta nos outros. O deputado Marcus Pestana ainda sonha com o governo mineiro. Mas Pimenta da Veiga, ministro das Comunicações de FHC, é favorito para disputar o cargo pelo PSDB.

Vem ni mim. Aécio diz que Fernando Pimentel é um “bom nome” para enfrentar a máquina tucana, há 11 anos no poder em Minas. “Mas é bom lembrar que em 2010 havia duas vagas para o Senado e ele chegou em terceiro…”

Enquanto isso… O governador Geraldo Alckmin (PSDB) ligou para o presidenciável Eduardo Campos (PSB) na segunda-feira e o convidou para um café no Palácio dos Bandeirantes. Ele citou dados sobre o crescimento de Campos em São Paulo e o parabenizou pelo desempenho.

Para depois . A dupla conversou sobre o possível lançamento de candidato próprio do PSB ao governo paulista. Alckmin respondeu que respeitará a decisão de Campos, mas espera apoio da sigla no segundo turno.

Os magoados. A campanha do PSB vai frear a busca por novos aliados neste início de ano. A ideia é esperar a reforma ministerial de Dilma Rousseff para depois correr atrás dos descontentes.

Guerra fria. Dois auxiliares de Alckmin travam uma disputa velada pelo posto de coordenador-geral de sua campanha à reeleição: o secretário Edson Aparecido (Casa Civil) e o assessor especial João Carlos Meirelles.

Papo com o PIB. Em novo esforço para acalmar investidores, Dilma mandou sua equipe organizar um encontro com altos executivos no Fórum Econômico Mundial. O Planalto espera a presença de 70 CEOs na conversa, a portas fechadas.

Libera aí. A família Perrella pediu à Justiça Federal do Espírito Santo que devolva o famoso helicóptero flagrado com cocaína em novembro. A aeronave pertence a uma empresa do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG).

Agora, não. O advogado dos Perrella, Antonio Carlos de Almeida Castro, foi avisado de que o helicóptero está cedido ao governo capixaba para socorrer cidades afetadas pela chuva. Ele reapresentará o pedido quando a operação terminar.

Monsieur Suplicy. Ontem, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) passou o dia mais feliz do que pinto no lixo, como diria o mangueirense Jamelão. A editora Calmann-Lévy, de Paris, avisou que publicará seu livro “Renda de Cidadania” em francês.

Enviado especial Dilma estuda enviar o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) a São Luís para acompanhar a crise no Maranhão. Sua pasta coordena os trabalhos da Força Nacional de Segurança, que teve sua permanência prorrogada por mais dois meses nos presídios do Estado.

Herança . Eleito com ajuda de Paulo Maluf (PP), o prefeito Fernando Haddad (PT) voltou a sentir ontem o peso da herança do aliado. Sua licitação bilionária de novos corredores de ônibus foi suspensa pelo presidente do Tribunal de Contas do Município, Edson Simões. Que, por sua vez, chegou ao cargo graças ao ex-prefeito Celso Pitta.

com ANDRÉIA SADI e BRUNO BOGHOSSIAN

tiroteio

“O ataque virulento do PT nos dá a certeza de que temos uma chapa para ganhar. Ninguém atira pedra em árvore que não dá fruto.”
DE BETO ALBUQUERQUE (RS), líder do PSB na Câmara, sobre o texto publicado na página oficial do PT no Facebook que chama Eduardo Campos de “tolo”.

contraponto

O líder de todos os governos
Em sessão da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, no fim de dezembro, Vital do Rêgo (PMDB-PB) brincou com o extenso currículo do aliado Romero Jucá (PMDB-RR). O peemedebista, como se sabe, conseguiu ser líder dos governos de FHCLula e Dilma Rousseff.
–Vossa Excelência, como líder de plenário histórico, o mais antigo neste Congresso, pode nos ajudar muito –disse o senador paraibano.
–Líder desde João Goulart, diga-se de passagem… –emendou Pedro Taques (PDT-MT).
–Desde Getúlio! –arrematou Vital.

09/01/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Aécio e Anastasia e os 10 anos do eficiente Choque de Gestão

Choque de Gestão: às inovações gerenciais e de gestão criadas em Minas permitiu sair do desequilíbrio fiscal para uma sólida condição financeira.

10 anos do Choque de Gestão

Fonte: Agência Minas 

Entre 2003 e 2012, o sistema de gestão implementado em Minas permitiu a efetivação de R$ 163 bilhões em investimentos públicos e privados em todas as regiões mineiras. Nos últimos anos, a gestão pública eficiente do Governo do Estado concentrou seus esforços para atrair empreendimentos da chamada “Nova Economia”, cujos principais insumos são o conhecimento e alta tecnologia. Entre os exemplos de empresas dessa área estão fábricas de helicópteros, locomotivas, insulina e semicondutores (chips eletrônicos), que já se instalaram ou estão em processo de instalação no Estado.

Devido às inovações gerenciais e de gestão implantadas, Minas saiu da situação de desequilíbrio fiscal registrado em 2003 para uma sólida condição financeira. Na última década, foi o Estado que mais ganhou participação no PIB nacional. Minas é também o segundo estado em geração de empregos e a Região Metropolitana de Belo Horizonte exibe a menor taxa de desemprego. Além disso, há vários anos, a balança comercial brasileira só alcança superávit graças ao bom desempenho das exportações mineiras.

A solidez financeira é atestada também pela boa avaliação da gestão administrativa recebida pelo Estado por parte das agências internacionais de risco. Em agosto deste ano, a Standard & Poor’s reafirmou os ratings de crédito em grau de investimento concedidos a Minas inicialmente em 2012.

Em outubro foi a vez Moody’s confirmar o rating do Estado. De acordo com a agência, essa classificação reflete o bom desempenho estadual, além do ambiente operacional estável. Entre os pontos positivos considerados no relatório da Moody’s, destacam-se a crescente e sólida fonte de arrecadação própria e uma base econômica diversificada, a manutenção da tendência dos saldos operacionais brutos e superávit financeiro, além de políticas e práticas de gestão claras.

07/01/2014 Posted by | Política | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Choque de Gestão: Anastasia reduz custeio para ampliar investimentos

Choque de Gestão: governador de MG reduz secretarias, corta cargos comissionados e promove reforma administrativa para economizar R$ 1 bi.

Gestão Eficiente em Minas

Fonte: Folha de S.Paulo

Minas quer cortar R$ 1 bi em custeio para investir

Total de secretarias do governo de Antonio Anastasia cai de 23 para 17

Deve haver redução de 2.000 cargos comissionados no Estado, de acordo com o anunciado pelo tucano

Em aperto financeiro, o governo mineiro de Antonio Anastasia (PSDB) coloca em ação a partir de hoje a segunda parte da já anunciada reforma administrativa que pretende economizar R$ 1 bilhão para o Estado ter recursos destinados a investimentos no ano eleitoral que se inicia.

Foram publicadas no “Diário Oficial” do Estado do último dia de 2013 as extinções e fusões de secretarias e órgãos públicos. As secretarias foram reduzidas de 23 para 17.

Essas mudanças vão significar cortes de aproximadamente 2.000 cargos comissionados e eliminarão gastos com o custeio, conforme anunciado ainda em agosto pelo governador tucano.

Algumas medidas vêm sendo adotadas desde agosto, resultando em economia de R$ 142 milhões, segundo o governo mineiro. A meta é economizar mais R$ 1 bilhão.

Com essa economia, o Estado espera ter mais recursos para investir. O aperto financeiro em 2013 não possibilitará ao Executivo cumprir a dotação orçamentária de R$ 15 bilhões de investimentos.

Até outubro, o valor investido pelo Estado foi R$ 8,7 bilhões (58%).

Recentemente, o secretário da Fazenda de Minas, Leonardo Colombini, ao fazer um balanço do ano, disse que os investimentos do Estado estão pressionados pelo crescimento da dívida com a União e pela redução dos repasses federais provenientes de desonerações fiscais.

A queda dos repasses federais vai girar em torno de R$ 1,5 bilhão, segundo ele.

Mais de um terço dessa perda será por causa da redução da tarifa de energia elétrica na conta de luz.

Além disso, estima-se que a queda do FPE (Fundo de Participação dos Estados) deve somar um total de R$ 350 milhões.

02/01/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário