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Aécio: ‘É uma vergonha o Brasil ser administrado por quase 40 ministérios’

Aécio Neves atacou os governos do PT em entrevista de pouco mais de dez minutos à rádio do Mercadão de Madureira.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Ministérios para ‘companheirada’

Aécio Neves se refere aos quase 40 órgãos como uma vergonha e promete cortar a metade

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, atacou os governos do PT em entrevista de pouco mais de dez minutos à rádio do Mercadão de Madureira, tradicional centro de comércio popular da zona norte do Rio de Janeiro, na manhã de ontem. “Quem tem condições de derrotar o PT no segundo turno somos nós”, disse Aécio, sem citar a candidata do PSB, Marina Silva, segunda colocada nas pesquisas. “Me preparei para governar o Brasil e encerrar esse ciclo que está aí, de inflação alta, crescimento baixo e escândalos que não param”, afirmou o tucano.

Aécio voltou a defender na entrevista a redução da maioridade penal e o corte de metade dos ministérios. “Vou acabar com metade dos atuais ministérios. É uma vergonha o Brasil ser hoje administrado por quase 40 ministérios para atender à companheirada”, acusou.

O senador permaneceu por 50 minutos no Mercadão de Madureira, mas não percorreu os boxes. Apenas desceu para a rádio, que fica no subsolo, e depois foi embora. O candidato posou para fotos com eleitores e ganhou de um deles um chapéu panamá, que usou no compromisso de campanha. Ao sair, o senador entrou em um ônibus e presenteou o motorista com o chapéu.

Após uma chegada tumultuada ao mercadão, o candidato falou com os jornalistas em um espaço reservado da rádio local, ao lado de Francisco Dornelles (PP), candidato a vice-governador na chapa de Luiz Fernando Pezão, que tenta a reeleição, e também acompanhado por Índio da Costa, candidato a deputado federal pelo PSD.

Em relação à Marina Silva, Aécio afirmou que a candidata “não atingiu governabilidade”, enquanto o PSDB tem quadros “qualificados”, em uma referência a declarações de Marina, de que gostaria de “governar com os melhores”, independentemente de partido. “Ela fica buscando enxergar no terreno do vizinho o fruto mais vistoso para compor seu pomar”, disse.

Menos impostos. O candidato tucano voltou a falar ontem em simplificação do sistema tributário, caso seja eleito. Ele se referiu especialmente às micro e pequenas empresas. Segundo Aécio, são elas as que mais geram empregos. “Meu compromisso é com simplificação do sistema tributário, facilitando a vida de quem empreende”, disse.

O presidenciável voltou a prometer que, caso seja eleito, irá apresentar ao Congresso Nacional na primeira semana de seu governo um projeto de lei que simplifique impostos. Em discurso voltado à economia, Aécio falou em desburocratizar as empresas brasileiras para que os empreendedores se sintam estimulados a fazer investimentos.

Preços

Sob controle. O tucano disse que seu governo não permitirá um avanço intenso de preços. “Teremos tolerância zero com inflação, que infelizmente este governo permitiu que voltasse”, afirmou.

FHC ironiza Dilma em evento

Nobel. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ironizou a presidente Dilma ao falar para 1.200 empresários em Fortaleza. “Ela merece o Prêmio Nobel da Economia, pois conseguiu arrebentar tudo ao mesmo tempo. Isso é muito difícil de fazer em economia”, disse, sob aplausos. FHC criticou a passagem de Dilma pela ONU. “É triste quando a presidente do Brasil diz que vamos negociar com quem quer degolar”, disse, em referência ao grupo radical Estado Islâmico.]

Segundo turno. Ao lado do candidato ao Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), o ex-presidente FHC pediu votos para Aécio, mas admitiu que é difícil ele ir para o 2º turno. “Se fosse pelas qualidades dele, iria, mas a máquina federal está muito organizada para reeleger a presidente, e o apelo de Marina é forte. Infelizmente, o que vale agora é o ‘marquetismo’, que confunde tudo”. O ex-presidente tem sido um cabo eleitoral ativo de Aécio Neves.

02/10/2014 Posted by |  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Compromisso de Aécio será renegociar as dívidas dos estados

Aécio Neves lembrou que foi um dos propositores para o estabelecimento de um novo indexador para as dívidas dos estados, quando era governador de Minas Gerais.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Renegociação das dívidas dos estados é compromisso, diz Aécio

O candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, afirmou nessa quinta-feira (25) que se for eleito será o presidente da renegociação da dívida dos estados. Em entrevista a uma rádio gaúcha, o tucano lembrou que foi um dos propositores para o estabelecimento de um novo indexador para essas dívidas, quando ainda era governador de Minas Gerais. E criticou a forma como o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) tratou essa questão, considerada por ele como crucial para os Estados equilibrarem as suas contas.

“A minha proposta, em primeiro lugar, é aprovar aquilo que está no Congresso Nacional e o governo do PT não permitiu que fosse aprovado. Falo da proposta de renegociação do indexador da dívida, que não pode continuar penalizando os Estados. Hoje, uma empresa amiga do poder vai ao BNDES e consegue um financiamento para os seus negócios em condições mais favoráveis do que os Estados têm para pagar sua dívida com a União”, argumentou.

O projeto de lei que estabelece novo indexador para as dívidas dos estados com a União está parado no Senado. Atualmente, as dívidas são corrigidas pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais juros de 6%, 7,5% ou 9% ao ano.

Com a aprovação do projeto, as dívidas serão corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ou a taxa Selic, o que for menor. O projeto também autoriza a União a conceder desconto sobre os saldos devedores dos contratos.

O projeto foi apresentado pelo Poder Executivo e começou a tramitar na Câmara no início de 2013, sendo aprovado em 23 de outubro. Na Câmara, foi alterado para prever descontos nos estoques das dívidas, equivalentes à diferença entre o saldo devedor existente em 1º de janeiro de 2013 e aquele apurado com a aplicação da variação acumulada da taxa Selic desde a assinatura dos respectivos contratos.

No dia 5 de fevereiro, líderes partidários chegaram ao um acordo para que as emendas apresentadas pelo senador Randolfe Rodrigues fossem analisadas nas comissões para depois a proposta ser analisada no plenário.

Desonerações

“E vamos aprovar um projeto de minha autoria que impede que as desonerações feitas pelo governo federal impactem nas receitas de Estados e municípios.”, disse o tucano. “Quando se dá um desconto, uma desoneração de IPI ou de Imposto de Renda para determinado setor da economia, você impacta nas receitas dos municípios e dos Estados, porque o Imposto de Renda constitui o Fundo de Participação”, completou, ao lembrar que o governo federal só poderá fazer desonerações sobre a parcela de receitas da União, caso seja aprovado seu projeto.

Programa de governo

Aécio Neves decidiu lançar a versão completa de seu programa de governo no começo da semana que vem, a última antes do 1º turno das eleições. Segundo Arnaldo Madeira, coordenador do programa, o documento será anunciado em uma entrevista coletiva no comitê central tucano em São Paulo, na segunda, 29, ou terça-feira, 30.

“O programa está pronto faz tempo, mas faltava editá-lo para a apresentação final”, diz Madeira. O candidato chegou a anunciar em agosto que apresentaria suas propostas no começo de setembro, mas mudou de ideia depois da repercussão negativa em torno do programa de Marina Silva (PSB).

29/09/2014 Posted by |  AÉCIO NEVES,  AÉCIO NEVES: LÍDER DA OPOSIÇÃO,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014,  GOVERNO DE MINAS,  MINAS GERAIS,  POLÍTICA,  PSDB | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Voto Aberto: Aécio vota pelo fim do voto secreto

Aécio: “Voto pelo voto aberto nas condições que o regimento agora nos oferece, em todas as situações”.

Aécio: voto aberto

Fonte: PSDB-MG

Aécio Neves vota pelo fim do voto secreto no Congresso

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), votou, nesta quarta-feira (13), pelo voto aberto em todas as deliberações do Congresso Nacional. A PEC 43, de 2013, que institui o voto aberto, foi aprovada por 54 votos a 10 em 1º turno.

Aécio Neves ressaltou que seria importante manter a análise de vetos presidenciais de forma fechada, mas que, como a votação da PEC estabelecia o fim do voto secreto ou sua manutenção em todas as votações, defendeu o voto aberto em todos os casos.

Abaixo, transcrição de fala do senador durante votação.

“Ouvimos durante toda a tarde e início da noite as mais variadas manifestações e todas elas têm que ser respeitadas. Até porque argumentos existem de todos os lados. Não gostaria de pecar pela omissão.

Preferiria que tivéssemos oportunidade votar o voto aberto nas situações previstas, podendo haver manifestações favoráveis ao voto aberto em determina circunstância e, eventualmente, em outras não.

Estou votando pelo voto aberto, já que essa é a opção e me parece o caminho mais adequado. Mas não quero deixar de registrar de forma clara e manter a coerência do meu pensamento. E todos devemos ser julgados pela coerência dos nossos pensamentos e atitudes.

Fui presidente da Câmara dos Deputados, líder por vários mandatos, parlamentar por 16. Chego hoje ao Senado. Acho que o voto aberto na grande maioria dos casos é absolutamente necessário, um instrumento de conexão maior do Parlamento, dos representantes com seus representados.

Mas continuo compreendo, e essa era minha posição pessoal, que em relação aos vetos presidenciais o voto secreto é uma defesa do Parlamento e da consciência do parlamentar contra pressões e manipulações do governo, do poder central. Em todos outros casos, inclusive votação para indicação de autoridades, acho que há um sentimento comum de que deve ser aberto. Não vejo o menor problema ou qualquer tipo de constrangimento que possa haver.

Mas em relação ao voto, parlamentar que sou, que tem defendido incessantemente as prerrogativas dessa Casa – aprovamos apenas um instrumento novo durante esse dois anos e meio na direção do fortalecimento do Parlamento, que foi decisão tomada de que a partir de agora os vetos, após 30 dias, são colocados em votação –, infelizmente, ao não termos o voto preservando o parlamentar, certamente o poder central poderá comemorar hoje a manutenção de todos os seus vetos.

Não haverá força no Parlamento, infelizmente, para derrubar qualquer veto, em razão das pressões que conhecemos, exercida pelo Executivo.

Voto, portanto, pelo voto aberto nas condições que o regimento agora nos oferece, em todas as situações. Mas fica meu registro que perdemos a possibilidade, com voto aberto para vetos, perdemos parcela das prerrogativas do Parlamento brasileiro”.

27/11/2013 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio afirma que mudança do indexador da dívida fortalece Federação

Aécio: para o senador é apenas o primeiro passo para que estados e municípios readquiram capacidade de investimento.

Fortalecimento da Federação

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves: mudança nos juros cobrados pelo governo federal de estados e municípios é primeiro passo para fortalecimento da Federação

Senador alerta para a necessidade de retomada de investimentos fundamentais para a população

senador Aécio Neves afirmou, nesta quinta-feira (24/10), que a mudança do indexador usado para correção da dívida de estados e municípios junto à União é apenas o primeiro passo para que estados e municípios readquiram a capacidade de investimento em áreas essenciais à população, como saúde, educaçãosaneamento e transportes.

Na noite de quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar que muda o indexador utilizado hoje na correção das dívidas e que obriga estados e municípios a pagarem juros maiores que os praticados pelo próprio governo federal e pelas empresas atendidas pelos bancos públicos. O novo indexador será a taxa SELIC ou o IPCA, o que for menor, mais 4% ao ano. Atualmente, a dívida dos estados e municípios é corrigida pelo IGP-DI mais juros de 6,5% a 9% ao ano. A mudança será retroativa e ainda precisa ser aprovada pelo Senado Federal.

Entre 2001 e 2010, prefeitos e governadores pagaram ao governo federal R$ 199,8 bilhões. Apesar disso, a dívida de municípios e estados com a União saltou de R$ 439,8 bilhões, mais que o dobro do valor original. Aécio Neves lembrou que, nos últimos anos, o governo federal passou a conceder empréstimos a empresas privadas a juros mais baixos que os cobrados de estados e municípios brasileiros.

“A proposta aprovada na Câmara dos Deputados é apenas um pequeno e ainda tímido passo na direção daquilo que temos defendido ao longo de anos: a repactuação, a refundação da Federação. É positiva essa medida, mas precisamos dar outros passos vigorosos para que municípios e estados readquiram eles próprios as condições de atender suas demandas”, afirmou.

Aécio Neves alertou também para o enfraquecimento da autonomia dos estados e municípios em razão da concentração de recursos públicos nas mãos do governo federal. O debate de um novo pacto federativo para o país, com uma distribuição mais justa de recursos tem sido uma das bandeiras defendidas por Aécio desde que assumiu o governo de Minas, em 2003.

“Vivemos no Brasil um presidencialismo quase imperial, com uma concentração abusiva cada vez maior de recursos nas mãos da União. E, ao longo de todo esse período de governo do PT, as empresas privadas pegavam empréstimos no BNDES a juros subsidiados muito mais baixos que os estados pagavam à União. Essa correção começa a ocorrer agora, mas não pode ser o último passo. Vamos continuar trabalhando no Congresso Nacional para que municípios e estados possam readquirir condições de planejar e enfrentar as enormes dificuldades que tem hoje”, disse Aécio.

Entenda a mudança no indexador da dívida dos estados e municípios: 

Como é hoje: Os contratos são corrigidos com base no IGP-DI, mais um percentual que varia de 6% a 9% ao ano. Os juros altos pagos reduzem o volume de investimentos de estados e municípios.

Como vai ficar: A partir de janeiro de 2013, a correção passa a ser feita pela taxa Selic ou o IPCA, o que for menor, mais 4% ao ano.

29/10/2013 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Trabalho de Aécio Neves no Congresso ganha reconhecimento, senador é considerado por parlamentares o mais influente

Aécio oposição

Fonte: PSDB-MG

Diap: Aécio é o parlamentar com maior prestigio pessoal no Congresso

A pesquisa do DIAP divulgada nesta segunda-feira (05/12), feita anualmente entre os 100 “Cabeças” do Congresso para a eleição dos parlamentares mais influentes, revela que o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) é o parlamentar sem cargo institucional no Congresso Nacional mais influente no parlamento brasileiro.

A consulta aos parlamentares aconteceu entre os dias 26 de outubro e 1º de dezembro, tendo votado 65 congressistas, sendo 43 deputados e 22 senadores.

Os parlamentares posicionados à frente do senador mineiro têm somados à sua atuação pessoal o peso dos cargos que ocupam. Aécio é o parlamentar sem cargo institucional ou de representação partidária mais bem  http://www.aecioneves.net.br/2011/11/aecio-neves-quer-tornar-obrigatorio-repasse-a-estados-dos-recursos-dos-fundos-de-seguranca-concentrados-na-uniao/posicionado na pesquisa.

Conheça a atuação parlamentar do senador Aécio Neves no Senado Federal

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06/12/2011 Posted by | Aécio Cunha, Aécio Neves | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

De acordo com cientistas políticos Aécio Neves, Aloysio Nunes e Itamar são nomes fortes da oposição

Batalha para ser destaque

Fonte: Renata Mariz – Estado de Minas

Congresso

Especialistas elegem nomes de parlamentares que devem ganhar projeção na legislatura iniciada ontem. Apostas convergem para tucanos, como os senadores Aécio e Aloysio Nunes.

edilson rodrigues/cb/d.a press

Cientistas políticos apostam que novatos, como Aécio Itamar e Romário, farão bom trabalhoCom a legislatura que começou ontem no Congresso Nacional, iniciaram-se também os esforços de cada parlamentar para ganhar projeção política e respeito entre os colegas. A briga por cargos de destaque, como a presidência da Câmara e as secretarias das mesas diretoras das duas casas, foi o primeiro passo. Passada essa disputa, começará a luta pelas indicações em comissões expressivas ou relatorias de matérias importantes. Embora nem todos os postos de destaque na Câmara e no Senado estejam definidos, alguns nomes chegam ao Parlamento com grandes chances de ganhar notoriedade. Do lado da oposição, os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) são nomes fortes na cotação de cientistas políticos. Na base governista, as apostas recaem sobre as senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Marta Suplicy (PT-SP), além dos deputados Eduardo Braga (PMDB-AM) e Marco Maia (PT-RS), eleito ontem presidente da Casa.

“O Maia, que sempre foi um deputado de bastidor, ganha agora um posto de destaque. Mas Aécio Neves e Itamar Franco (PPS-MG), independentemente dos postos que ocuparão, trazem para o Congresso uma reputação e uma legitimidade que os colocam em destaque. Eles lideram grupos importantes em seus estados, são conselheiros e formadores de opinião”, explica Antonio Augusto de Queiroz, analista político e diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). O especialista considera também que determinados parlamentares com votações expressivas e boas relações com os governos estaduais chegam fortes. “É o caso de Eunício Oliveira (PMDB-CE), que se recupera com boa perspectiva de projeção. Note que a presidente da República não tem o carisma de Lula, que usava esta característica para pressionar o Congresso de fora para dentro. Agora, Dilma terá de negociar muito, estreitar relações com parlamentares e governadores.”

Para Leonardo Barreto, cientista político da Universidade de Brasília (UnB), a senadora Gleisi Hoffman deverá se projetar muito, tanto pelas qualificações técnicas na área de orçamento quanto pelo papel de aliada do governo no Congresso. “É possível que ela ocupe um espaço importante deixado pela senadora Ideli Salvatti”, afirma Barreto. De acordo com ele, vale a pena prestar atenção também na performance de Aloysio Nunes Ferreira, senador mais votado em São Paulo, com 30% da preferência do eleitorado. ”Ele é um dos aliados próximos do José Serra, ou seja, será a voz do candidato que perdeu a disputa presidencial dentro do Senado. É um parlamentar que merece ser observado, assim como Aécio Neves, cuja pergunta é se, de fato, conseguirá se tornar uma liderança nacional”, diz o cientista político.

Apostas Além dos nomes consensuais, Barreto aponta parlamentares que podem se destacar mais por questões contextuais do que por experiência política ou cargos institucionais de destaque. “Por incrível que pareça, o Romário é um deputado que vale a pena ser acompanhado. Como a Copa do Mundo entrará na pauta do Congresso, quem sabe ele não se projetará atuando em alguma comissão”, sugere o especialista. Em virtude da proximidade com Brasília, o deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), mais conhecido pelo último sobrenome, é outro nome que talvez ganhe notoriedade. “A questão é verificar se ele conseguirá levantar a bandeira da redução de gastos na Casa, da ética, entre outras promessas de campanha, ou se será engolido pelos outros”, ressalta.

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02/02/2011 Posted by | Meio Ambiente | , , , , , , , | Deixe um comentário