Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Copasa implementa modelo sustentável criado no Governo Aécio Neves para tornar eficiente em energia as ETEs

O conceito de desenvolvimento sustentável, que diz sobre preservar os recursos naturais para gerações futuras, ultrapassou os discursos acadêmicos e ganhou o mundo corporativo. Hoje em dia, uma empresa só atinge a excelência quando associar suas práticas à defesa do meio ambiente e à economia de energia. Esse é o caminho que a Copasa trilha ao investir em usinas termoelétricas nas Estações de Tratamento de Esgoto.

Um exemplo dessa sustentabilidade poderá ser visto em julho na ETE Arrudas. Com um investimento da ordem de R$ 64 milhões, a Copasa colocará em funcionamento uma central termoelétrica, que transformará o gás produzido no tratamento de esgoto em energia. A potência dessa central atingirá os 2,4 megawatts, quantidade suficiente não só para abastecer todas as atuais estruturas da ETE como também as que estão planejadas para serem construídas. Uma medida que representará uma economia de até R$ 2,7 milhões por ano.

A nova estrutura irá aproveitar o gás eliminado em uma das fases do tratamento de esgoto, que é a reação anaeróbica realizada dentro de estruturas chamadas biodigestores. Nesse processo, o esgoto produz metano, gás altamente poluente para a atmosfera. O metano será canalizado para a central termoelétrica, onde será queimado, gerando calor que fará girar as turbinas que farão eletricidade.

Todo esse processo ajudará também a aumentar a eficiência da estação, cuja capacidade atual de tratamento é de 200 milhões de litros por dia. Num sistema chamado de cogeração de energia, o calor gerado na central termoelétrica, além de fazer girar as turbinas, aquecerá o lodo utilizado na reação anaeróbica. “Com o aproveitamento do gás, a central aumentará a eficiência dos biodigestores, acelerando o trabalho de toda a estação”, explica o superintendente adjunto de Gestão de Energia da Copasa, Marcelo Monachesi Gaio.

Segundo Gaio, a central estará apta para atender todas as novas estruturas da ETE Arrudas, que serão realizadas nas ampliações e melhorias da estação de tratamento de esgoto. Com recurso da ordem de R$ 200 milhões, as obras incluem a construção, dentre outros, de dois decantadores, um reator de lodo ativado, três digestores, dois flotadores e um sistema para controle de odor. Essas obras serão licitadas em maio deste ano. Quando concluídas, irão aumentar em 50% a capacidade da ETE Arrudas.

A experiência de sustentabilidade da ETE Arrudas poderá se repetir em outras regiões. No projeto de construção da ETE Ibirité, por exemplo, já está prevista a instalação de uma termoelétrica. “A Copasa pretende levar essa tecnologia para as suas estações que atenderem aos critérios da viabilidade econômica”, diz o superintendente adjunto.

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05/05/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , | Deixe um comentário

Projeto Manuelzão e ações do Governo Aécio Neves já revitalizaram mais de 580 km do Rio das Velhas

O maior afluente do Rio São Francisco, o Rio das Velhas, começa a apresentar melhoria na qualidade das águas, isso é comprovado pela volta dos peixes ao rio, que dá sinais de rejuvenescimento. Em dez anos, os peixes que subiam cerca de 200 km na bacia desde o Rio São Francisco agora são identificados ao longo de 580 km, já bem mais próximos as áreas consideradas mais degradadas, que ficam na região metropolitana de Belo Horizonte. Essa foi uma das constatações feitas pela Universidade Federal de Minas Gerais, por meio do Projeto Manuelzão, na “Expedição Rio das Velhas 2009: encontros de um povo com sua bacia”.

Um outro índice que comprova a qualidade da água do Velhas é o parâmetro “Demanda Bioquímica de Oxigênio” (DBO). O estudo é feito pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e mede a quantidade de material orgânico presente na água.

Os dados mostram uma melhora significativa na média de DBO no Rio das Velhas, diminuindo de 15,25 miligramas por litro, em 2003, para 7,6 em 2009. Quanto menor o índice, melhor a qualidade dos corpos de água. A diminuição da DBO e o aumento do oxigênio nos rios é um importante fator para a manutenção e reprodução da fauna aquática.

Este resultado está ligado ao Projeto Estruturador Meta 2010, criada na gestão Aécio Neves e uma iniciativa que reúne governo do Estado, a maioria das 26 prefeituras municipais que fazem parte da bacia do Velhas em seu trecho metropolitano, a sociedade civil organizada e a população em geral. O principal objetivo é elevar a qualidade das águas de “Classe III” para “Classe II”, que prevê a destinação ao abastecimento doméstico após tratamento convencional, às atividades de lazer, entre elas, nado e mergulho, à irrigação de hortaliças e a criação de peixes.

Para isso acontecer uma das principais ações é a eliminação do esgoto não tratado no rio, uma das metas do Plano Diretor dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas. Em janeiro de 2010 foi inaugurado o tratamento secundário da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Onça, o que representa a retirada de cerca de 90% da matéria orgânica presente nas águas, mais precisamente, o tratamento de uma vazão de 3.600l/s.No final do ano passado, o volume de esgoto coletado no Rio das Velhas pela Copasa alcançou 57,33% e a previsão é que este índice suba para 75% até o final de 2010. São 22 ETEs na bacia do rio, 8 em obras e 3 em fase de planejamento.

Poluição Difusa

Paralelo à implantação de grandes empreendimentos em saneamento ambiental, a Copasa realiza importante ação para a Meta 2010. Implantado em 1997, o programa Caça Esgoto é responsável por identificar e retirar o esgoto despejado inadequadamente nas galerias pluviais, nos córregos e nos rios, encaminhando-os para as ETEs. De 2003 a 2008 foram eliminados aproximadamente 550 lançamentos. Atualmente, estão sendo realizados 57 empreendimentos e outros 23 em fase de licitação.

O Caça Esgoto e as operações do Comitê Gestor de Fiscalização Integrada (CGFAI) ligado ao Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) são duas ações governamentais de combate à poluição difusa, (gerada pelo escoamento superficial da água em zonas urbanas e rurais, é dita de origem difusa, uma vez que provém de atividades que depositam poluentes de forma esparsa sobre a área de contribuição da bacia hidrográfica).

Em 2009, o Comitê Gestor de Fiscalização, órgão responsável por promover e planejar o monitoramento da fiscalização ambiental no estado de Minas Gerais, realizou quatro grandes operações integradas na bacia, nas quais foram suspensas as atividades de 37 empreendimentos.  Em todas as operações são feitos boletins de ocorrência, autos de infração e os técnicos e policiais fornecem orientações aos empreendedores para buscarem a legalização ambiental.

Navegação

Um outro objetivo da Meta 2010 é a navegação turística no trecho metropolitano do Rio das Velhas. Uma empresa começou em março deste ano a fazer o levantamento batimétrico, os estudos hidrológicos, a definição do canal navegável e dos locais para implantação de terminais de embarque e desembarque de passageiros, além de determinar o impacto ambiental nas áreas de cada terminal projeto. O trecho analisado abrange cerca de 117km da ponte de Sabará até Jaguara Velha e o estudo deve ficar pronto até o final de 2010.

Estas e outras ações que englobam o programa de revitalização do Rio das Velhas, o maior projeto de recuperação de bacia hidrográfica desenvolvido no país, vão ser apresentadas no II Seminário Internacional de Revitalização dos Rios. O evento será realizado em Belo Horizonte e faz parte de um projeto de criação de um movimento internacional pela revitalização de rios. Um dos objetivos é contribuir para o intercâmbio de projetos desenvolvidos em diferentes pontos do planeta, dando continuidade também nas ações do Projeto Estruturador do Estado de Minas Gerais “Meta 2010”.

O encontro será também uma oportunidade para debater modelos e conceitos diferentes de gestão das águas nas bacias hidrográficas, nas cidades e no campo, com apresentação de novos paradigmas, além de conhecer outras práticas de revitalização de rios no mundo, promover intercâmbio e fomentar novas iniciativas. A inscrição será efetivada após o envio do comprovante de depósito pelo fax (31) 3915-1917 ou pelo e mail:  participativo@meioambiente.mg.gov.br.

28/04/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio tem programa de redução de poluição do ETE Onça reconhecido pela ANA

A Estação de Tratamento de Esgoto Onça teve sua eficiência reconhecida pelo Programa de Despoluição de Bacias (Prodes). A ETE já recebeu R$ 4 milhões referente às duas parcelas correspondentes aos dois últimos trimestres de 2009, como pagamento pelos excelentes resultados obtidos em serviços de tratamento de esgoto. O programa, administrado pela Agência Nacional de Águas (ANA), consiste em um estímulo financeiro concedido aos prestadores de serviços de saneamento que investem na implantação e operação de estações de tratamento de esgotos.

O Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (Prodes) foi criado pela ANA em março de 2001, com a finalidade de incentivar a implantação de estações de tratamento de esgotos, reduzindo, assim, os níveis de poluição nas bacias hidrográficas do país. O Prodes, também conhecido como “programa de compra de esgoto tratado”, é uma iniciativa inovadora, pois não financia obras ou equipamentos e paga pelos resultados alcançados, ou seja, pelo esgoto efetivamente tratado.

O contrato de pagamento pelo esgoto tratado é firmado pelo governo federal, por intermédio da ANA, diretamente com o prestador do serviço de saneamento. A liberação dos recursos se dá a partir da conclusão da obra e início da operação da ETE, em parcelas vinculadas ao cumprimento de metas de abatimento de cargas poluidoras e demais compromissos contratuais. No caso da ETE Onça, o contrato prevê o pagamento de 12 parcelas trimestrais, totalizando cerca de R$ 24 milhões. Este é o maior valor já aprovado e liberado pela Agência Nacional das Águas por meio do Programa de Despoluição de Bacias.

Recentemente, foram iniciadas as atividades da segunda etapa, tratamento secundário, da ETE Onça. Ocupando 653 mil metros quadrados, sendo 240 mil m2 de edificações, a ETE Onça é a maior estação de tratamento da América Latina em área construída. A primeira etapa foi finalizada em 2006, com um custo de R$ 105 milhões. Com mais R$ 70 milhões, foi realizada a segunda etapa. A despoluição do Onça ajudará na recuperação do rio das Velhas, já que o ribeirão é um de seus principais afluentes. Desde 2003, a quantidade de esgoto tratado que chega ao Velhas subiu de 2% para 70%.

A ETE Betim Central, em fase final de obra e com capacidade instalada para tratar 500 litros de esgoto por segundo, encontra-se na fase de ratificação de metas pela ANA. Alguns ajustes propostos pela agência dependem de obras já em andamento. O início da certificação está previsto para ocorrer em 2012.

12/02/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio Neves inaugura maior estação de tramento de esgoto da América Latina – unidade garante a vida do Rio das Velhas

O governador Aécio Neves inaugurou,  quarta-feira (27), a segunda etapa da Estação de Tratamento de Esgoto do Ribeirão do Onça (ETE Onça), que irá permitir o tratamento secundário de parte do esgoto gerado em Belo Horizonte e Contagem, contribuindo para melhoria das condições sanitárias, de saúde e qualidade de vida de 4 milhões de pessoas. As obras da segunda etapa tiveram um custo de R$ 70 milhões.

A ETE Onça é a maior estação de tratamento da América Latina em área construída e faz parte de um amplo programa de saneamento do Governo do Estado e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). A estatal mineira triplicou o número de estações de tratamento de esgoto em Minas. O volume de esgoto tratado saltou de 22 milhões de metros cúbicos em 2003 para 150 milhões de metros cúbicos em 2009. Apenas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), funcionam 26 estações de tratamento de esgoto.

“Hoje estamos dando um passo absolutamente decisivo para que a Região Metropolitana de Belo Horizonte tenha em algum tempo todo o seu esgoto coletado e tratado. São investimentos extraordinários. A Copasa hoje é a melhor referência no Brasil e é reconhecida fora do Brasil como empresa de saneamento de melhores resultados e, portanto, de ação mais consistente. Ela é hoje exemplo para o Brasil inteiro. Belo Horizonte caminha para ser a primeira capital brasileira a ter 100% de seu esgoto tratado”, afirmou o governador, em entrevista.

Qualidade da água

De acordo com o governador, a conclusão da ETE Onça faz parte dos esforços do Estado para recuperar a qualidade das águas da Bacia do Rio das Velhas, que abastece grande parte da RMBH e é o maior afluente do Rio São Francisco. Aécio Neves afirmou que este desafio foi proposto ao Governo Aécio Neves pela sociedade civil em 2004, através da organização não-governamental Projeto Manuelzão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O governo mineiro aceitou o desafio e em 2007, a Meta 2010 – nome dado ao conjunto de ações implantadas na região da bacia – passou a ser um dos 57 Projetos Estruturadores do Governo de Minas, o que significa prioridade entre os investimentos do Estado. O governo mineiro está investindo R$ 1,3 bilhão no conjunto de 172 obras que visam melhorar a qualidade das águas do Rio das Velhas.

“Avançamos muito. O esgoto tratado na Bacia do Rio das Velhas subiu em torno de 2% para 70%. É algo absolutamente extraordinário. Apenas em Minas, na revitalização do São Francisco – o projeto do Rio das Velhas é um deles, pois é o mais importante afluente do São Francisco – investimos a mesma coisa que o governo federal está anunciando – não investindo – para todo o Brasil, o que mostra uma discrepância muito grande: os recursos anunciados pelo governo federal para a revitalização do São Francisco estão anos luz aquém do necessário”, disse Aécio Neves.

Peixes voltam ao rio

As ações adotadas para diminuir a forte degradação da Bacia do Rio das Velhas já provocam efeitos positivos. A comprovação da volta dos peixes ao Rio das Velhas é o mais visível indicador da melhoria da qualidade da água. O biomonitoramento realizado pelo Projeto Manuelzão constatou que peixes que subiam somente 250 km na bacia em 2000, hoje já são identificados ao longo de 580 km, chegando bem próximos às áreas que antes eram consideradas como as mais degradadas do rio.

“O que estamos fazendo é cumprir os nossos compromissos e o Rio das Velhas hoje já tem cerca de 600 km de extensão com peixes, com uma variedade enorme de peixes. Quando assumimos o governo, eles estavam em torno de 200 km apenas”, afirmou o governador.

Limpeza

A ETE Onça possui capacidade instalada para tratar 1.800 litros por segundo de vazão média e atende a uma população de 1 milhão de habitantes, com possibilidade de ser ampliada para tratar até 3.600 litros por segundo, atendendo uma população de 1,8 milhão de habitantes. Antes de ser lançada de volta ao ribeirão, a água tratada na ETE Onça passa por várias etapas de limpeza, em um percurso que demora, em média, 13 horas.

“Este processo gera 40 toneladas de resíduos – equivalentes a dez caçambas – por dia. O lixo retirado vai para o aterro sanitário, evitando o assoreamento do Onça e do Rio das Velhas. Durante o percurso de limpeza, a água passa por filtros e decantadores, que permitem maior oxigenação da água que retorna ao rio”, disse o governador.

O Ribeirão do Onça tem uma extensão de 38 km e recebe 28 afluentes. Nasce em Contagem, e desemboca no Rio das Velhas, em Santa Luzia. A ETE está localizada em Belo Horizonte, às margens do Ribeirão, próximo ao bairro Ribeiro de Abreu, região Nordeste da cidade.

Histórico

As obras de construção da primeira etapa da ETE Onça foram concluídas em junho de 2006. Nesta primeira fase, a Copasa investiu R$ 105 milhões. Ocupando 653 mil metros quadrados, sendo 240 mil de edificações, a ETE Onça é a maior estação de tratamento da América Latina em área construída.

Estiveram presentes à inauguração, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, e o presidente da Copasa, Ricardo Augusto Simões Campos.

28/01/2010 Posted by | Ação Sustentável, Água, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio Neves: Estações de Tratamento de Esgoto da Bacia do Ribeirão da Mata recebem outorga para despejo de efluentes tratados

O Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) concedeu, em dezembro de 2009, as primeiras outorgas de efluentes em corpos d’água superficiais no domínio de Minas Gerais. As concessões foram para as Estações de Tratamento de Esgoto (Etes) da Copasa, localizadas na bacia do Ribeirão da Mata, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). As outorgas de efluentes estavam previstas no Projeto Estruturador Revitalização do Rio das Velhas – Meta 2010, coordenado pelo Governo Aécio Neves,  cujo objetivo é alcançar neste ano as condições para o enquadramento do trecho do Rio das Velhas, na RMBH, em Classe 2.

A outorga prevê o lançamento de efluentes tratados nos cursos d’água com finalidade de diluí-los. Segundo o analista ambiental do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Filipe Dornelas, os efluentes devem ser tratados para se adequarem aos padrões previstos em lei. “No entanto, não basta esse tratamento para que os padrões sejam mantidos. Embora possa haver o respeito aos valores que constam na lei, nem sempre o corpo d’água tem capacidade de diluir esse efluente”, alerta.

A capacidade sobre a qual o analista se refere está prevista na resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) 357 e na Deliberação Normativa (DN) 01 do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Cerh). Dornelas explica que, por isso, o foco da outorga de efluentes é o curso d’água. “É preciso ver a capacidade do rio e respeitar a classe de qualidade na qual ele está enquadrado”, diz.

Ainda segundo Dornelas, as outorgas de efluentes concedidas fazem parte do processo de licenciamento das Etes, que ainda está em andamento. Ele acredita que esse é mais um recurso que vai possibilitar a revitalização da bacia do rio das Velhas, da qual faz parte o Ribeirão da Mata. “O empreendimento irá contribuir para o cumprimento da Meta 2010 ao promover a melhoria da qualidade das águas afluentes à bacia do rio das Velhas, além da melhoria da qualidade de vida e da saúde pública da população residente na bacia”, explica.

A outorga de lançamento de efluentes em corpos d’água de domínio do Estado foi regulamentada pela DN nº 26 do Cerh, em 18 de dezembro de 2008. A norma dispõe sobre procedimentos gerais de natureza técnica e administrativa a serem observados no exame de pedidos de outorga para esse tipo de intervenção.

11/01/2010 Posted by | Ação Sustentável, Água, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Copasa é referência em evento internacional sobre águas na Suiça

Pelo sucesso alcançado na gestão do combate a perdas de água, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa)foi a única empresa de saneamento convidada para dar palestra sobre o tema durante a World Water Week 2009, em Estocolmo, na Suécia. O evento, que ocorreu de 12 a 16 de agosto, é realizado pelo Stockholm Internacional Water Institute, organização sediada naquela cidade e especializada em políticas e pesquisas sobre a água.

A World Water Week reúne os maiores especialistas, empresas e órgãos internacionais, como o Banco Mundial e as Nações Unidas, para discutir questões relacionadas ao acesso à água potável. Durante o seminário “Non-Renevue Water Reduction: Strategies for Serving More People” (“Água não Convertida em Receita: Estratégicas para Universalização”, em tradução livre), o presidente da Copasa, Márcio Nunes, explicou como a empresa conseguiu alcançar as metas de diminuição de perdas de água e ser referência no país.

Dentre os principais pontos que levaram ao sucesso, o presidente destacou o atrelamento das metas de redução a indicadores de produtividade dos empregados (GDI e GDG), e o investimento em novas tecnologias de medição e controle.

Também participou do seminário a chefe da Assessoria Técnica da Presidência e presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), Cassilda Teixeira. Além da empresa, o evento contou com a presença de representantes do Asian Development Bank (ADB, integrante do Banco Mundial), do UNHABITAT (programa social da Organização das Nações Unidas) e da MIYA Water – empresa israelense considerada referência em tecnologia de manejo urbano de água e redução de perdas.

“A Copasa é referência em combate a perdas na América Latina, e a participação na World Water Week mostrou isso”, enfatizou Cassilda. Há três anos, a companhia mantém os melhores índices de perda de água do Brasil, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ligado ao governo federal.

28/08/2009 Posted by | Sem categoria | , , , , , | Deixe um comentário