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Eleições: Aécio defende aliança paulista com PSB

Defesa se dá em meio a gestos do pré-candidato do PSB, Eduardo Campos, de romper acordos com o PSDB em importantes colégios eleitorais.

Eleições 2014: alianças

Fonte: PSDB

Aécio defende aliança paulista entre PSDB e PSB

Presidente nacional do PSDB e pré-candidato do partido à Presidência, o senador Aécio Neves (MG) defendeu ontem uma aliança entre seu partido e o PSB em  São Paulo, maior colégio eleitoral do país. Para Aécio, o acordo entre as duas legendas no Estado é “natural” e tem apoio do comando nacional do PSDB.

A defesa se dá em meio a gestos do presidente nacional do PSB e pré-candidato à Presidência, Eduardo Campos, de romper acordos com o PSDB em importantes colégios eleitorais. Em Minas Gerais, Estado de Aécio, o PSB deve lançar candidato próprio, contrariando pacto de não agressão com os tucanos.

Aécio reuniu-se ontem com o governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), na sede do governo paulista, e o orientou a manter as negociações com o PSB.

“Quaisquer que sejam as alianças que o governador Alckmin conduzir, terá o nosso absoluto apoio. Ele tem feito essas conversas, até porque são naturais, com o PSB e outras forças políticas”, disse Aécio. “Já disse meses atrás que considero natural o PSB continuar onde estava. E onde o PSB sempre esteve em São Paulo? Ao lado do governador Alckmin“, afirmou, referindo-se à sigla que integra a base aliada de Alckmin.

Em São Paulo, o PSB está dividido em relação ao apoio a Alckmin. O presidente estadual da legenda, deputado Márcio França, é o principal defensor da aliança. França, que já foi secretário de Turismo da atual gestão estadual, é cotado para ser vice de Alckmin. A negociação no Estado esbarra na ex-senadora e pré-candidata a vice na chapa de Campos,Marina Silva, que é contrária ao apoio e defende o lançamento de um nome do partido no Estado. Para a ex-senadora, seria contraditório defender a renovação na política no campo federal e estar no mesmo palanque que o PSDB, que está há cinco gestões consecutivas em São Paulo.

Ao mesmo tempo em que negocia com o PSBAlckmin tenta também atrair o PSD, que poderia ser vice em sua chapa. Depois da reunião com Aécio, o governador conversou com o presidente nacional do PSDGilberto Kassab. Os dois reuniram-se antes de evento no Palácio dos Bandeirantes.

Na sede do governo paulista, Aécio disse que planeja anunciar na próxima semana o apoio de partidos nanicos à sua pré-candidatura. O PMN deve ser a primeira dessas legendas a selar o acordo. O tucano negocia com PTN, PTC, PSL, PTdoB e PEN, que devem render 20 segundos no tempo de televisão.

pré-candidato presidencial disse ter conversado ontem com a presidente nacional do PMN, Telma Ribeiro. Apesar de comemorar o apoio dos partidos nanicos, Aécio é um dos principais defensores no Congresso da cláusula de barreira, que acabaria com as legendas com pouca representatividade no Legislativo.

Aécio desconversou ao ser questionado sobre a reunião com Alckmin em pleno expediente do governador, na sede do governo paulista, para tratar de eleições, e afirmou ter discutido temas nacionais, como segurança pública e dívida dos Estados.

O tucano disse que o encontro com Alckmin no Palácio dos Bandeirantes, marcado para as 15h, foi distinto da reunião que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tiveram em Brasília, no Palácio do Alvorada, em março. Na ocasião, Aécio criticou o uso da sede do governo federal para o encontro e recorreu à Justiça Eleitoral. “Eu passei na hora do almoço. Essa talvez seja a principal diferença”, disse, em entrevista concedida depois da reunião, por volta das 16h30. “Não estamos falando de uma reunião eleitoral, com marqueteiro, sobre estratégia de campanha. É a visita do presidente do partido do governador ao governador”, afirmou. “Não se pode fazer do palácio do governo um cenário de debates eleitorais. A visita do presidente do partido é absolutamente natural”.

28/05/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Intenções de voto: Aécio cresce 7% entre mais pobres, aponta Ibope

Pré-candidato do PSDB, Aécio teve melhor performance dele entre os eleitores mais pobres — com renda entre um e dois salários mínimos.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Dilma sobe entre os mais ricos, e Aécio melhora junto aos pobres

Para especialistas, nova classe média teme riscos; tucano atrai desiludidos

A reação da presidente Dilma Rousseff registrada pela pesquisa Ibope foi alavancada principalmente pelas intenções de voto de um eleitorado que está longe de ser o tradicional do PT. Foi no grupo dos eleitores mais ricos — o que na metologia usada pelo Ibope inclui majoritariamente a classe média brasileira — que Dilma teve seu maior crescimento no último mês. Em sentido oposto seguiu o pré-candidato do PSDBAécio Neves. A melhor performance dele, em comparação ao levantamento de abril, deu-se junto aos eleitores que estão entre os mais pobres — aqueles com renda entre um e dois salários mínimos. Eduardo Campos (PSB) registrou o mesmo ritmo de crescimento nos dois grupos.

Leia também:

Ibope: Aécio é o que mais cresce em pesquisa

O aumento de intenções de voto de Dilma entre os mais ricos e de Aécio entre os mais pobres já havia aparecido na sondagem do Datafolha no início do mês. A pesquisa Ibope vem confirmar essa tendência que, para especialistas ouvidos pelo GLOBO, é curiosa e precisa ser acompanhada de perto nos próximos levantamentos para ter suas causas entendidas.

Segundo o IbopeDilma cresceu 12 pontos percentuais entre os eleitores com renda acima de cinco salários mínimos, passando de 26% em abril para 38% em maio. Com a escalada, ela superou Aécio. No mês passado, os dois estavam empatados nesse segmento. O tucano oscilou um ponto para baixo e tem hoje a simpatia de 25% dos eleitores.

O maior crescimento de Aécio, de sete pontos, aconteceu entre os entrevistados mais pobres, historicamente ligados ao PT. Ele saltou de 10% das intenções de voto para 17%.

Algumas hipóteses foram levantadas para o fenômeno. Para a professora de Ciência Política da Universidade Federal de São Carlos (UfscarMaria do Socorro Sousa Braga, a melhora de Dilma entre os que ganham mais pode ter relação com a nova classe média.

— Esse é o conjunto do eleitorado mais preocupado com a ameaça de retrocesso. Esse é o eleitor mais suscetível ao discurso do medo que o PT levou a TV nos últimos dias — afirmou.

Programa de TV funcionou

Para o professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em marketing político Paulo José Cunha, o avanço de Dilma pode ser explicado também pelo perfil conservador desse eleitorado.

— É um eleitor que até quer mudanças, mas não quer correr riscos.

Já o crescimento de Aécio entre os mais pobres, para Cunha, indica que o tucano “estaria conseguindo conquistar, com o discurso sobre corrupção, os decepcionados com o governo, embora beneficiários de programas sociais”.

Apesar dessas movimentações, Dilma continua tendo no eleitorado mais pobre seu maior capital eleitoral, com apoio de mais de 40% dos entrevistados, enquanto Aécio tem maior adesão entre os mais ricos.

Cientista Político, Rubens Figueiredo atribuiu o crescimento geral de Dilma na pesquisa ao programa exibido pelo PT na semana passada.

— Não fosse a propaganda do PT, que foi impactante, Dilma teria dificuldades para se recuperar.

23/05/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio critica PSB por desonrar acordo em Minas

Presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Marcus Pestana, acrescentou: “Para nós, rompimento de acordo é gravíssimo.”

PSB está reavaliando a situação e a conveniência de lançar candidato a governador em Minas

Fonte: Valor Econômico

Aécio sugere que PSB descumpre acordo de reciprocidade

Tudo parecia acertado entre os dois pré-candidatos da oposição à Presidência da República. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) enquadrava seu partido em Pernambuco e o colocava na base de apoio do candidato do PSB ao governo do Estado. E o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) poria seu partido para apoiar o candidato tucano aogoverno de Minas. Esse era o caminho desenhado há alguns meses e que nos últimos dias começou a ruir.

PSB está reavaliando a situação e a conveniência de lançar candidato a governador em Minas, base eleitoral de Aécio.

Ontem, ao ser perguntado por jornalistas sobre a situação do acordo, o tucano deu a entender que tem dúvidas em relação à capacidade de Campos de cumprir acordos. “Temos de respeitar as posições de outros candidatos. Eu não mudarei a minha estratégia e tampouco o entendimento, os acordos que firmei. Pelo menos da minha parte, eles serão honrados”, disse Aécio em Belo Horizonte após discursar no lançamento da pré-candidatura ao Senado de Antonio Anastasia, ex-governador de Minas.

Perguntado sobre o comportamento do PSB, o tucano arrematou, soando um tanto contrariado: “Eu não posso dizer”, disse. “Tem que perguntar para eles.”

Presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Marcus Pestana, acrescentou: “Para nós, rompimento de acordo é gravíssimo”. Ele diz que até agora nem ele nem Aécio foram comunicados formalmente que o partido de Eduardo Campos vai lançar mesmo candidato em Minas para dar palanque a pessebista no segundo maior colégio eleitoral do país. O acordo entre Aécio e Campos de mútuo apoio em seus Estados de origem foi fechado na casa do então governador de Pernambuco, lembrou Pestana.

“A repercussão [de uma reviravolta] seria gravíssima. O PSDB fez um movimento muito claro de realinhamento político em Pernambuco, onde éramos oposição [a Campos].”

Depois das declarações de Aécio, o presidente do PSB em Minas, o deputado federal Julio Delgado, disse à reportagem que a situação mudou. “Não era um acordo, era uma simetria que foi concebida numa realidade política, num outro momento”, disse. Segundo ele, Eduardo Campos voltou de sua visita a Minas no início do mês percebendo que a base do PSB no Estado não está confortável com a ideia de apoiar o candidato do PSDB ao governo de MinasPimenta da Veiga. E que se apoiar o candidato tucano, correrá o risco de passar a imagem de ser uma sub-legenda do tucano e que iria ter um espaço esvaziado em Minas.

Delgado compara o número de eleitores de Minas, 15 milhões, e de Pernambuco, 8 milhões, e provoca: “Que acordo era esse? Estavam achando que iriam menosprezar nossa inteligência?”

Delgado é um dos nomes cotados a ser o candidato do PSB em Minas e que teria as bênçãos de Campos; outro é o ambientalista Apolo Heringer. O deputado, no que parece um esboço de slogan, diz que Minas também é atingida pelos ventos que pedem mudanças no país. O PSDB governa Minas há 12 anos.

Em entrevista ao Valor publicada na sexta-feira, o próprio Eduardo Campos colocou no telhado o acordo de boa vizinhança com Aécio envolvendo Pernambuco e Minas. Disse que o PSB mineiro se empolgou com a ideia de ter um candidato próprio mesmo depois de o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda – o nome que era o mais forte da legenda para disputar o governo estadual – ter decidido que não iria se candidatar.

“Esse movimento que manteve o Marcio Lacerda na prefeitura quando ele desejava sair frustrou um time que começou a ficar animado por um ambiente que está gerado em Minas, de uma eleição que não é exatamente do jeito que se imaginava, polarizada desde agora [entre PT e PSDB]“, afirmou. “Fiz uma reunião com o Rede para ver os caminhos. E o pessoal lá disse que vai colocar a candidatura do Apolo [Heringer] nos órgãos partidários. Não podemos impedir isso”.

Ontem, o coordenador jurídico nacional do PSDB, deputado federal Carlos Sampaio (SP), disse que o partido estuda entrar com ações na Justiça contra candidatos que disserem que o presidenciável da legenda é contra a continuidade do programa Bolsa Família: “Vamos na Justiça reclamar sobre as inverdades que estão sendo ditas em todo o Brasil.”

O partido fez representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela manhã contra o senador Edson Lobão Filho (PMDB-MA), pré-candidato ao governo do Maranhão com apoio do PT, que disse em evento na cidade de Barra do Corda (MA), em 3 de maio, que estava “preocupado porque o candidato à Presidência Aécio Neves já declarou, em todos os jornais e emissoras de TV, que era contra o Bolsa Família“. O discurso foi gravado por um candidato a vereador do PSDB e enviado à direção nacional do partido. A representação feita contra Lobão Filho foi por propaganda antecipada negativa.

22/05/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio diz que oposição não pode “cair na armadilha do PT

Aécio disse, num recado a Marina, que a oposição não pode “cair na armadilha do PT” de dividir os adversários.

“O que eu posso dizer é que nos últimos quinze anos, se eu me especializei em alguma coisa foi em derrotar o PT sucessivamente. Acho que ninguém tem, hoje, no Brasil o know-how de ter imposto tantas derrotas ao PT como eu tenho”, senador Aécio Neves

Fonte: O Globo

Aécio sugere que faltou a Marina humildade ao falar de resultado eleitoral

Ex-senadora disse que sente ‘cheiro de derrota do PSDB’ num segundo turno em entrevista ao jornal ‘Folha de S.Paulo’

Pré-candidato do PSDB à Presidência da República, o senador Aécio Neves disse nesta quinta-feira que é preciso ter “humildade” e deixar para os eleitores a decisão sobre o resultado da próxima eleição. A declaração foi uma resposta à ex-senadora Marina Silva (Rede), vice na chapa do pré-candidato Eduardo Campos (PSB), que disse, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, que sente “cheiro de derrota do PSDB no segundo turno”.

Aécio começou dizendo, num recado a Marina, que as oposições não podem “cair na armadilha do PT” de dividir os adversários. Depois disse que concordou com “grande parte” do que ela disse sobre as diferenças entre as candidaturas presidenciais do PSDB e do PSB. Em seguida, sem citar diretamente Marina, cobrou humildade.

— Eu apenas acho que em relação a resultado eleitoral, quem ganha ou quem perde, todos nós temos que ter humildade de deixar essa decisão para os eleitores.

O senador tucano afirmou que se considera, hoje, o maior especialista no Brasil em derrotar o PT.

— O que eu posso dizer é que nos últimos quinze anos, se eu me especializei em alguma coisa foi em derrotar o PT sucessivamente. Acho que ninguém tem, hoje, no Brasil o know-how de ter imposto tantas derrotas ao PT como eu tenho.

Aécio chegou a São Paulo nesta tarde para participar de um encontro na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Ainda hoje o senador embarcará para Maceió, onde terá compromissos da pré-campanha nesta sexta-feira.

Aécio também falou sobre a instalação da CPMI do Metrô de São Paulo no Congresso, que coloca o governo do PSDB no estado no foco das apurações, e a classificou como “CPI da vingança”.

— Acho apenas que ela chega com enorme atraso porque são denúncias que vêm sendo colocadas na imprensa há anos. No caso de São Paulo, vejo que há uma iniciativa do governo na busca da apuração. Mas, para que não fique dúvida de que nós também não tememos investigações, coloquei lá minha assinatura. Mas isso me soa muito mais uma CPI da vingança do que uma iniciativa de quem quer apurar.

Aécio evitou comentar a retirada por senadores tucanos de assinaturas do requerimento para criação da CPI ontem.

— Os outros (tucanos que retiraram assinaturas) certamente têm seus motivos e responderão por eles. Eu fiz como símbolo. Quando eu assinei já havia número mais do que suficiente para a instalação.

Marina não quis comentar nesta tarde as declarações do senador.

12/05/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Aécio diz que oposição não pode “cair na armadilha do PT

Aécio disse, num recado a Marina, que a oposição não pode “cair na armadilha do PT” de dividir os adversários.

“O que eu posso dizer é que nos últimos quinze anos, se eu me especializei em alguma coisa foi em derrotar o PT sucessivamente. Acho que ninguém tem, hoje, no Brasil o know-how de ter imposto tantas derrotas ao PT como eu tenho”, senador Aécio Neves

Fonte: O Globo

Aécio sugere que faltou a Marina humildade ao falar de resultado eleitoral

Ex-senadora disse que sente ‘cheiro de derrota do PSDB’ num segundo turno em entrevista ao jornal ‘Folha de S.Paulo’

Pré-candidato do PSDB à Presidência da República, o senador Aécio Neves disse nesta quinta-feira que é preciso ter “humildade” e deixar para os eleitores a decisão sobre o resultado da próxima eleição. A declaração foi uma resposta à ex-senadora Marina Silva (Rede), vice na chapa do pré-candidato Eduardo Campos (PSB), que disse, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, que sente “cheiro de derrota do PSDB no segundo turno”.

Aécio começou dizendo, num recado a Marina, que as oposições não podem “cair na armadilha do PT” de dividir os adversários. Depois disse que concordou com “grande parte” do que ela disse sobre as diferenças entre as candidaturas presidenciais do PSDB e do PSB. Em seguida, sem citar diretamente Marina, cobrou humildade.

— Eu apenas acho que em relação a resultado eleitoral, quem ganha ou quem perde, todos nós temos que ter humildade de deixar essa decisão para os eleitores.

O senador tucano afirmou que se considera, hoje, o maior especialista no Brasil em derrotar o PT.

— O que eu posso dizer é que nos últimos quinze anos, se eu me especializei em alguma coisa foi em derrotar o PT sucessivamente. Acho que ninguém tem, hoje, no Brasil o know-how de ter imposto tantas derrotas ao PT como eu tenho.

Aécio chegou a São Paulo nesta tarde para participar de um encontro na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Ainda hoje o senador embarcará para Maceió, onde terá compromissos da pré-campanha nesta sexta-feira.

Aécio também falou sobre a instalação da CPMI do Metrô de São Paulo no Congresso, que coloca o governo do PSDB no estado no foco das apurações, e a classificou como “CPI da vingança”.

— Acho apenas que ela chega com enorme atraso porque são denúncias que vêm sendo colocadas na imprensa há anos. No caso de São Paulo, vejo que há uma iniciativa do governo na busca da apuração. Mas, para que não fique dúvida de que nós também não tememos investigações, coloquei lá minha assinatura. Mas isso me soa muito mais uma CPI da vingança do que uma iniciativa de quem quer apurar.

Aécio evitou comentar a retirada por senadores tucanos de assinaturas do requerimento para criação da CPI ontem.

— Os outros (tucanos que retiraram assinaturas) certamente têm seus motivos e responderão por eles. Eu fiz como símbolo. Quando eu assinei já havia número mais do que suficiente para a instalação.

Marina não quis comentar nesta tarde as declarações do senador.

12/05/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Eleições: Aécio faz de São Paulo eixo de campanha presidencial

Parlamentar disse que a coordenação de Aécio em SP tem como meta obter 10 milhões de votos, quase a repetição do resultado de 2010.

Eleições 2014

Fonte: Valor Econômico

PSDB e PSB fazem de SP o eixo de suas campanhas presidenciais

Detentor de 23% do eleitorado nacional e sem candidato próprio a presidente pela primeira vez desde 1950, o Estado de São Paulo será o eixo central das campanhas presidenciais de Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), os dois principais adversários da presidente Dilma Rousseff na eleição.

O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que está morando em São Paulo desde o mês passado, estuda com a sua pré-candidata a vice, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, entregar a uma liderança de São Paulo a coordenação-geral da campanha. O favorito para desempenhar o papel é o deputado Márcio França, que havia sido lançado pré-candidato a governador em março. Uma reunião prevista para a noite de ontem entre Campos e Marina, em Brasília, deveria decidir a questão, que pode deixar o PSB paulista livre para apoiar a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Caso não tenha candidato próprio em São PauloCampos perderia espaço no horário eleitoral gratuito, já que não estaria representado no tempo destinado aos postulantes do Estado. Mas o comando da campanha de Campos faz duas apostas para dividir os votos do maior colégio eleitoral do país: a presença física do candidato no Estado e o baixo potencial de transferência de votos de Alckmin para o candidato de seu partido. Por esta tese, retraído pelo desgaste dos tucanos após 20 anos de poder regional em São PauloAlckmin teria necessidade de montar uma coligação ampla, com aliados sem compromisso eleitoral com Aécio. Segundo aliados de Campos, as três candidaturas presidenciais devem ficar na faixa de 30% dos votos válidos no Estado.

O senador tucano Aécio Neves esteve ontem em dois compromissos na capital paulista, onde já havia participado das comemorações de 1º de maio. Na próxima semana, voltará duas vezes a São Paulo, para agendas em Ribeirão Preto e na região metropolitana oeste da capital. Aécio não descarta concentrar no Rio de Janeiro, onde tem residência, a produção de seus programas para o horário eleitoral. A mulher do candidato, Leticia Weber, está grávida e deve dar à luz na primeira semana de agosto. Mas sua presença em São Paulo poderá estar ancorada com um vice paulista em sua chapa, segundo comentou o presidente estadual do PSDB, deputado Duarte Nogueira.

“Isso poderá aumentar sua identificação com o Estado, que já estará garantida pela amarração que estamos fazendo entre a campanha pela reeleição de Alckmin e a candidatura presidencial do Aécio“, afirmou Nogueira. O parlamentar disse que a coordenação de Aécio em São Paulo tem como meta obter 10 milhões de votos em outubro, um objetivo que representaria quase a repetição do resultado de 2010, quando o então candidato José Serra obteve 40,6% do total, ou 9,5 milhões de votos.

O deputado admitiu, entretanto, que Alckmin poderá ter companheiros de chapa sem compromisso com a candidatura presidencial. “As alianças não necessariamente se repetem”, disse. A convenção que deve oficializar Aécio como candidato presidencial acontece em São Paulo, no dia 14 de junho. O encontro estadual do partido, que define a candidatura de Alckmin à reeleição e escolhe o nome para o Senado e para vice-governador, entretanto, só acontecerá no dia 28. “Nenhum candidato para senador ou vice deve ser lançado até lá”, disse Nogueira.

A presidente Dilma Rousseff ficou em segundo lugar no Estado nas eleições presidenciais de 2010, com 37,3% dos votos no primeiro turno. Foi uma votação praticamente idêntica à obtida por Luiz Inácio Lula da Silva em 2006, quando conseguiu 36,8% e também ficou em segundo. No comando da campanha da petista, não se espera um resultado melhor nas eleições deste ano, mas se conta com um desempenho pior dos tucanos: é feita a aposta que a crise de abastecimento de água no Estado já está contaminando a popularidade de Alckmin e pode debilitar Aécio por tabela. Nos cálculos petistas, Aécio conseguiria em São Paulo cerca de 30% do total, percentual semelhante ao obtido por Serra nas eleições de 2002.

06/05/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Petrobras: senadores aderem ao requerimento de Aécio para criação de CPI

Oposição reuniu apoio de 28 senadores para apresentar pedido de criação da CPI da Petrobras no Senado.

Mais senadores podem aderir à CPI

Fonte: Folha de S.Paulo 

Oposição consegue assinaturas para criação de CPI da Petrobras

Número mínimo de 27 apoios foi alcançado com ‘traições’ de senadores de partidos governistas

Governo tentará fazer com que aliados retirem suas assinaturas; CPI, se criada, investigará compra de refinaria

oposição reuniu ontem o apoio de 28 senadores para apresentar pedido de criação da CPI da Petrobras no Senado, derrotando por ora o governo Dilma Rousseff, que passou o dia tentando convencer aliados a não apoiar requerimento do PSDB do presidenciável Aécio Neves.

O número mínimo de 27 apoios necessários foi ultrapassado com “traições” de senadores de partidos governistas e a adesão do PSB do também presidenciável Eduardo Campos (PE).

Agora, o Planalto fará uma ofensiva para que alguns senadores mais alinhados retirem as assinaturas. Caso não consiga, vai trabalhar para que a CPI seja mista (Câmara e Senado). A avaliação é que uma comissão apenas no Senado pode virar palco de campanha para Aécio.

Os alvos iniciais do Planalto serão os governistas Clésio Andrade (PMDB-MG)Eduardo Amorim (PSC-SE) e Sérgio Petecão (PSD-AC). O clima no Planalto na noite de ontem, porém, era de pessimismo, já que há expectativa de que outros senadores também assinem o pedido: Wilder Morais (DEM-GO), por exemplo, que está afastado do Senado, prometeu enviar seu apoio.

oposição diz que vai protocolar o pedido hoje, às 9h.

O requerimento pede apuração sobre a compra da refinaria de Pasadena, sobre suposto superfaturamento de refinarias, irregularidades em plataforma, além da suspeita de que uma empresa holandesa pagou propina a funcionários da Petrobras.

Em ano eleitoral, congressistas admitem, nos bastidores, que o pedido pode esbarrar na pressão de empreiteiras, tradicionais doadoras de campanhas, que têm contratos com a Petrobras.

Pelo regimento do Senado, os senadores podem retirar assinaturas do pedido até a meia-noite do dia em que ele for lido no plenário da Casa.

A data da leitura é marcada pelo presidente do SenadoRenan Calheiros (PMDB-AL), aliado de Dilma, que declarou publicamente ser contrário às investigações. O PMDB não tem interesse na CPI, pois diretores que devem ser alvo da apuração foram nomeados com seu apoio.

Crucial para que o número mínimo de assinaturas fosse atingido, o PSB só assinou em peso o pedido por pressão de Eduardo Campos. Parte da bancada resistiu temendo retaliações do Planalto nas costuras estaduais para as eleições de outubro.

O líder do PSB, o senador Rodrigo Rollemberg (DF) subiu à tribuna e anunciou que a sigla apoiará as apurações.

Na Câmara, o PPS disse ter reunido 176 apoios –cinco a mais do que o necessário– em uma das listas que circula na Casa para criar uma CPI da Petrobras. Por diferir em alguns pontos do requerimento do Senado, há dúvida se ela vale para a criação de CPI mista. Há outra, patrocinada pelo PSDB, que ainda não reuniu apoio mínimo.

27/03/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio e Campos mobilizam oposição para viabilizar CPI da Petrobras

Oposição em tese conseguiu apoio de 27 assinaturas de senadores necessárias para instalar a comissão mista.

CPI da Petrobras

Fonte: Estado de S.Paulo

Por CPI da Petrobrás, Aécio e Campos repetem tática eleitoral no Congresso

Pré-candidatos da oposição à Presidência da República unem forças, aprovam ida de presidente da estatal e ministro de Minas e Energia a comissões temáticas, obtêm assinaturas no Senado suficientes para investigação e agora travam batalha na Câmara

A estratégia conjunta de não-agressão na campanha eleitoral firmada entre os pré-candidatos a presidente da República, senador Aécio Neves (PSDB), e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), foi transformada nesta terça-feira, 24, em uma outra aliança, desta vez no Congresso, para viabilizar a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar irregularidades na Petrobrás.

Ao final desta terça, a oposição já tinha as 27 assinaturas de senadores necessárias para instalar a comissão mista, com trabalho conjunto entre Senado e Câmara. Além dos 11 senadores do PSDB, os quatro do PSB, quatro do DEM, um do SDD e um do PSOL, só foi possível obter o número mínimo após a adesão de senadores da base, como Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Simon (PMDB-RS), Pedro Taques (PDT-MT), Ana Amélia (PP-RS), Cristovam Buarque (PDT-DF) e Sérgio Petecão (PSD-AC).

As negociações em curso para a formação dos palanques eleitorais em seus Estados foi um elemento fundamental para a adesão. Taques, por exemplo, deve ser o candidato a governador que dará palanque a Campos no Mato Grosso. Ana Amélia, por sua vez, caminha para fechar com o PSDB e dar palanque a Aécio no Rio Grande do Sul. O partido deCristovam, o PDT, negocia com o PSB uma candidatura contrária ao PT no Distrito Federal.

Mas o que mais pesou foi o interesse dos dois principais candidatos de oposição em desestabilizar a presidente Dilma Rousseff a poucos meses do início da campanha eleitoralAécio, após se reunir à tarde com lideranças da oposição na Câmara e no Senado deixou claro esse interesse, ao mencionar a possibilidade de a própria Dilma comparecer para depor. “Queremos trazer o senhor (Nestor) Cerveró, o diretor Paulo Roberto (Costa), o ex-presidente da empresa (José Sérgio Gabrielli) e até a própria presidente da República, se achar necessário, que venha aqui também prestar esclarecimentos. É o que queremos”. Também falou sobre a importância do PSB no processo: “A colaboração do PSB para alcançar a adesão necessária é indispensável”.

De São Paulo, onde participou de um evento, Campos orientou parlamentares do PSB que deveriam assinar qualquer proposta: CPICPMI, requerimento, tudo o que fosse possível para desgastar a imagem de “boa gerente” de Dilma. Ligou para o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e disse que havia se convencido da necessidade de aderir ao movimento dada “a gravidade da situação”.

Convites. O efeito foi imediato. Já pela manhã, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), principal aliado de Campos no Senado, conseguiu aprovar na Comissão de Meio Ambiente e na de Assuntos Econômicos, requerimentos de convite para que a presidente da PetrobrásGraça Foster, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, compareçam à Casa. Foster para falar sobre Pasadena, e Lobão para discorrer sobre problemas no setor de energia do País.

A opção preferencial por uma CPI mista foi definida à tarde por Aécio na reunião com lideranças da oposição. O motivo é que seria improvável conseguir abrir uma CPI exclusiva na Câmara, tendo em vista que a lista de requerimentos para instaurar uma comissão na Casa é extensa e não há disposição do presidente, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em furar essa fila.

“Já tem o Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Polícia Federal investigando. Nunca tantos órgãos investigaram ao mesmo tempo uma matéria como esta. Então, agora é aguardar essa apuração. Uma CPI meramente para atear fogo em questões políticas em ano eleitoral, eu acho que não é a vontade do País”, disse ele nesta terça pela manhã. Já uma CPI exclusiva do Senado teria de ter o aval do presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), que já declarou, na semana passada, ser contrário a ela.

Com as 27 assinaturas do Senado asseguradas, o objetivo nesta quarta é conseguir fechar as 171 assinaturas mínimas de deputados necessárias para que o requerimento seja apresentado. A tarefa de coleta na Câmara cabe a quatro partidos: PPSPSDBDEM e PSB. Até o fechamento desta edição, faltavam aproximadamente 50 deputados para completar o número obrigatório e muitos oposicionistas sequer haviam assinado.

A expectativa é de que o número será obtido e também com a ajuda da base aliada.

27/03/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

CPI da Petrobras: Aécio busca acordo com oposição

Aécio Neves pretende organizar a oposição, dispersa em iniciativas diferentes de investigação sobre a Petrobras.

CPI da Petrobras

Fonte: Valor Econômico

Aécio busca acordo para criar CPI da Petrobras

senador mineiro Aécio Nevesprovável candidato do PSDB à Presidência da República neste ano, coordenará na tarde de hoje uma reunião de líderes da oposição na Câmara e no Senado. Em pauta, a definição de uma estratégia única para levar adiante a tentativa de criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre maus negócios feitos pelPetrobras no exterior e suspeitas de corrupção contra funcionários da estatal. O encontro está marcado para as 15h, na sala da liderança tucana no Senado.

Com a iniciativa, Aécio pretende organizar a oposição, dispersa em iniciativas diferentes de investigação sobre a Petrobras. Neste momento, dois pedidos de CPI dividem os esforços dos oposicionistas, que precisam gastar tempo e lábia para obter ajuda de alguns integrantes da maioria governista que compõe o Congresso. Um dos pedidos propõe a instalação de uma CPI na Câmara, composta apenas por deputados e com o objetivo de investigar a compra e venda de ativos da Petrobras no exterior, incluindo a refinaria de Pasadena, nos EUA.

O outro propõe uma CPI mista, formada por deputados e senadores e com o objetivo de investigar, além dos negócios no exterior, as suspeitas de que funcionários da Petrobras receberam propinas da SBM Offshore, uma empresa holandesa que aluga plataformas flutuantes para petroleiras. Essa segunda alternativa já foi defendida por Aécio.

A reunião de hoje, segundo informou Aécio por meio de sua assessoria, servirá para “analisar todas as propostas”. “A ideia é tirar uma estratégia conjunta. Unificar as ações para que a CPI ocorra”, disse a assessoria do senador, que também afirmou que a reunião está aberta a políticos de outros partidos que quiserem participar.

Apesar do apoio de Aécio à CPI mista, a opinião dos deputados da oposição até a semana passada era de que essa opção teria mais dificuldades de prosperar porque o governo conseguiria impedir o alcance do apoio mínimo no Senado. Para ser formalmente apresentado, o pedido de CPI mista precisa das assinaturas de 171 deputados e de 27 senadores. O pedido de CPI na Câmara precisa de 171 deputados. Ontem, no entanto, o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), afirmou ter ouvido de Aécio Neves que há chances de a CPI mista prosperar. “O Aécio disse que tem um mapa interessante do Senado“, disse.

O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), que coordena a coleta de assinaturas na Câmara, disse que não vê “prejuízo” em tentar as assinaturas para as duas CPIs ao mesmo tempo. Mas afirmou que “se houver verificação de que isso [a CPI mista] é possível, não é preciso dispender esforço para o projeto de resolução [que cira a CPI da Câmara]“. Nesse caso, disse, “a agente abre mão de fazer o esforço na Câmara“. O líder do DEM no SenadoJosé Agripino (RN) disse que é preciso defender “o que for executável”. “Não sei quantos senadores do PMDB, do PDT, do PTB, do PSOL e do PSB estão dispostos a assinar. Uma andorinha só não faz verão. E queremos fazer verão”, disse.

A oposição espera contar com o apoio de parte da base aliada do governo. Alguns deputados de partidos governistas, como Leonardo Quintão (PMDB-MG) e Maurício Quintella Lessa (PR-MG), que pediram no passado uma CPI para investigar a Petrobras, já declararam apoio à nova investigação. O PSB, partido do governador de Pernambuco e presidenciávelEduardo Campos, quer dar “uma última oportunidade para o governo se explicar”, segundo afirmou seu líder na Câmara, deputado Beto Albuquerque (RS).

Antes de assinar a CPI, disse o deputado, o PSB tentará negociar a ida ao Congresso da presidente da PetrobrasGraça Foster, e do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), para falarem sobre os recentes escândalos envolvendo a empresa. O ministro pode ser alvo de uma convocação, que ele tem a obrigação de atender. Já Graça Foster só pode receber um convite para ir ao Congresso e tem a liberdade para recusá-lo.

Ontem, o governador Eduardo Campos afirmou que a criação de uma CPI para apurar irregularidades na gestão da estatal pode ser necessária.

“Caso esses esclarecimentos não sejam suficientes, aí nós entendemos que vai ser o caso, efetivamente, de se pedir uma Comissão Parlamentar de Inquérito”, disse Campos, referindo-se às informações solicitadas à direção da estatal pela bancada do PSB no Senado.

O governador de Pernambuco disse que não gostaria de “eleitoralizar” o debate em torno da Petrobras, mas que as respostas são necessárias. “É cada dia uma surpresa; cada dia uma notícia diferente, uma notícia nova”, disse Campos.

Na sexta-feira, durante entrevista a rádios do interior de Pernambuco, Campos criticou a desvalorização das ações e o crescimento da dívida da Petrobras. No sábado, em Salvador, disse temer que o governo esteja preparando o terreno para vender privatizar a companhia petrolífera.

26/03/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: Solidariedade oficializa apoio a Aécio

Eleições 2014: Aécio foi recebido aos gritos de “Brasil para frente, Aécio presidente”.

“O importante é derrotar o PT”

Fonte: Folha de S.Paulo

Em festa, Solidariedade oficializa apoio a Aécio

O aniversário do deputado Paulo Pereira da Silva (SP), transformou-se num ato de campanha do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ao Planalto.

Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, como o parlamentar é conhecido, usou o evento para anunciar o apoio da sigla ao tucano e dividir com ele um palanque recheado de ataques à presidente Dilma Rousseff (PT).

Aécio foi recebido aos gritos de “Brasil para frente, Aécio presidente“. Em discurso, o senador conclamou os convidados, a maioria representantes de sindicatos, a caminharem com ele “até a vitória”.

“Nós vamos fazer de tudo para tirar o PT do poder”, disse Paulinho. O deputado controla a Força Sindical, segunda maior central do país.

Ele, que criou o Solidariedade no ano passado, quando deixou o PDT para fazer oposição a Dilma, fez críticas pesadas a ela, a quem acusou de prejudicar o trabalhador.

Aécio, por sua vez, disse que o discurso de Dilma narra um “Brasil de mentira” e que o clima dos investidores é de “desconfiança”.

“Assistimos à presidente falando em Davos [no Fórum Econômico Mundial] de um país que infelizmente não é o nosso. O Brasil do discurso não tem conexão com o real.”

Paulinho endossou: “Temos que arregaçar as mangas e tirar esse povo que está lá. Vou fazer de tudo para te eleger, Aécio“. Apesar das promessas de apoio, o deputado disse, antes de o senador chegar, que estará com qualquer candidato da oposição que chegar ao segundo turno.
Questionado sobre o governador Eduardo Campos (PSB-PE) foi taxativo: “Se for o Campos, nós estaremos com ele. O importante é derrotar o PT“.

Paulinho é o segundo aliado de Aécio a usar esse tipo de raciocínio. Na última semana, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que eventual vitória de Campos também iria “arejar” o Brasil.

O senador disse não ter reparos a quem elogia Campos: “O fato de ele sair da base do governo e vir para militar no campo da oposição tem que ser saudado por nós como algo extremamente relevante”.

Paulinho afirmou que a situação do governo não é tão boa e disse que os sindicatos ligados à Força deverão engrossar protestos. “As manifestações vão voltar antes da Copa e vão voltar muito forte. Nós vamos dar uma mão.”

27/01/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário