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Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio priorizará região Nordeste

Aécio: “no meu governo, assim como foi o de Juscelino Kubitschek, a prioridade absoluta vai ser o Nordeste brasileiro.”

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio se compara a Juscelino Kubitschek e promete prioridade ao Nordeste em eventual governo

Candidato tucano negou aproximação do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa com fim eleitoral

candidato do PSDB à presidência da República Aécio Neves se comparou ao ex-presidente Juscelino Kubitschek na tarde desta quarta-feira, em Itabuna, sul da Bahia ao afirmar que vai dar “prioridade” ao Nordeste e, em especial, à área de saúde. Após a agenda, por meio de nota oficial, o candidato comentou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente a 2013 divulgada nesta quinta-feira.

— Vamos levar a saúde mais próxima das pessoas com as clínicas de especialidades, onde o cidadão ou a cidadã vai ter a sua consulta marcada com antecedência. No mesmo espaço físico, vai ter atendimento com o especialista, vai fazer os exames e vai sair dali com os remédios. No meu governo, assim como foi o de Juscelino Kubitschek, outro mineiro que presidiu o Brasil há 60 anos, a prioridade absoluta vai ser o Nordeste brasileiro — declarou.

O tucano aproveitou a entrevista para desmentir que sua campanha esteja buscando o apoio do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa:

— Sou amigo do ministro Joaquim Barbosa, que é um grande brasileiro e prestou um extraordinário serviço à democracia brasileira, contrariando, obviamente, os interesses do PT. O Brasil deve muito a ele. Mas não tenho tido nenhuma conversa política com ele. O que é importante hoje é que o sentimento de Joaquim Barbosa contra a impunidade, pela justiça, pela decência na vida pública, é um sentimento que a nossa candidatura encarna.

Junto do prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) e dos candidatos Paulo Souto (DEM) e Geddel Vieira Lima (PMDBAécio participou de uma caminhada pela área comercial de Itabuna e disse acreditar no início de uma “virada”. Ele adotou uma linha saudosista ao comparar esse momento da campanha com a do avó, Tancredo Neves, em 1986, cujo cenário mudou depois de uma visita à Bahia.

— Ninguém ganha eleição de véspera. A eleição se decidirá no momento em que cada brasileiro se levantar no dia 5 de outubro, para dizer o que quer. Aqui, desta Bahia de Todos os Santos, dessa Itabuna do cacau e de Jorge Amado, nós estamos dizendo: chegou a hora da virada — assinalou o candidato, que se disse mais otimista, após a última pesquisa doIbope.

— Está chegando aquilo que chamo de “a onda da razão”. As pessoas estão avaliando com maior profundidade o que cada candidatura representa. E a minha candidatura é muito clara no que ela propõe para o Brasil. Queremos encerrar esse ciclo de governo do PT e iniciarmos um outro, de desenvolvimento econômico, de melhoria na segurança, na saúde, na educação. Quem pode vencer de verdade o PT e permitir o Brasil voltar a crescer é a nossa candidatura. E isso vai ficando cada vez mais claro. Por isso espero que, no dia 5 de outubro, ao lado do meu companheiro ACM Neto, possamos estar no segundo turno e, a partir daí, prontos para vencermos as eleições, pelo bem da Bahia, do Nordeste e do Brasil.

O percurso por Itabuna foi acompanhado por cerca de quatro mil pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar. Ora sorridente, ora discreto, ele demonstrava certo desconforto por fazer de palanque um trio elétrico — pouco desgrudava dos ferros que dão apoio no veículo. Antes de discursar, sem deixar de ajeitar os cabelos, o candidato tucano evitou citar nomes das adversárias. Mas não as poupou das críticas.

— As pessoas começam a perceber que o que está aí não dá mais, esse governo ninguém agüenta. Tanta irresponsabilidade e tanta incompetência, levando o Brasil de novo a conviver com a inflação, com a recessão da economia e com a fuga dos empregos — declarou Aécio que, em seguida, chamou Marina Silva (PSB), sem nominá-la, de inexperiente.

— Do outro lado, a gente vê um conjunto de boas intenções. Mas boas intenções todos nós temos. O que falta a outras candidaturas é o que esse palanque aqui demonstra: experiência e competência, apoio político e coragem pra mudar de verdade o Brasil.

Aécio reiterou “testemunhar” um desejo de mudança na sociedade brasileira. As palavras dele, por sinal, soavam como um apelo de quem corre contra o tempo.

— Peço que, a partir de hoje, nós arregacemos as mangas e confiemos que a política não é feita apenas de resultados eleitorais. Nós temos nas mãos a possibilidade de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento no Brasil — conclamou.

PNAD

Por meio de nota, Aécio lamentou os números da Pnad, afirmando que os dados “certamente deixarão todos os brasileiros muito preocupados”.

“São dados que evidenciam o que venho dizendo há um bom tempo, que o governo da presidente Dilma Rousseff fracassou em praticamente todas as áreas. Fracassou, inclusive, naquelas em que a presidente costuma ostentar como suas principais bandeiras: emprego, redução da desigualdade e educação. (…) Imaginem o que vai acontecer com a taxa de 2014, ano em que o crescimento real do PIB será próximo de zero”, diz o texto, que finaliza afirmando que os “números mostram que o desenvolvimento econômico e o progresso social estão correndo sérios riscos devido à incompetência deste governo do PT“.

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19/09/2014 Posted by | Política | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio articula com PMDB da Bahia

2014: o senador Aécio Neves e o ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato ao governo da Bahia, podem selar aliança.

2014: alianças partidárias

Fonte: Correio Braziliense

Aécio e o PMDB

Um jantar entre o presidente do PSDBsenador Aécio Neves, e o ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato ao governo da Bahia, praticamente selou a aliança do tucano com os peemedebistas baianos. O próximo alvo de Aécio como pré-candidato a presidente da República é o senador Eunício Oliveira, do PMDB do Ceará, que tende a concorrer ao governo estadual e ainda não se acertou com os petistas no estado.

A aliança entre PSDB e PMDB na Bahia tem um sabor de vingança. Em 2010, Geddel deixou o governo Lula crente que o ex-presidente e Dilma seriam neutros na disputa ao governo do estado. A então candidata desfilava com Jaques Wagner durante o dia e se encontrava com Geddel em rápidas reuniões fechadas. Repetir essa desfeita nem pensar.

Temores
Os promotores do Distrito Federal fizeram chegar à Vara de Execução Penal (VEP) um alerta sobre o risco de rebelião na Papuda por causa da vista grossa feita à romaria de visitantes aos condenados no processo do mensalão. Os presos comuns estão revoltados e, se continuar nesse ritmo de tratamento diferenciado, os problemas serão difíceis de contornar. Agora, com a saída de José Genoino para prisão domiciliar, a expectativa é a de que as coisas se acalmem.

“Perdemos a condição de dialogar, nem produtores, nem índios nos escutam mais. O poder moderador ruiu e a culpa é do governo”
Do senador Delcídio Amaral (PT-MS), referindo-se aos conflitos entre índios e produtores rurais

Diferenças
Integrantes da bancada do PR passaram no gabinete do réu e deputado Valdemar Costa Neto para lhe prestar solidariedade. Trataram-no como “meu líder”, “comandante”. Mas apenas nas internas. Em público, ninguém aparece defendendo o ex-presidente do PR. Um dos poucos que não compareceu ao gabinete de Valdemar foi Anthony Garotinho, do Rio: “Eu não era do PR nessa época”.

Candidatura calculada
A turma do PSol que defendeu a candidatura de Randolfe Rodrigues à Presidência da República tem outro objetivo, além de tentar conquistar os jovens: deixar Chico Alencar livre para ser candidato à reeleição no Rio de Janeiro. O partido calcula que, com Chico e Jean Wyllys, o partido não só reelege os dois como traz mais um de carona.

A bomba do Senado/ Funcionários da TV Senado tiveram que sair das salas do subsolo do anexo II, onde fica o auditório Petrônio Portela. Tudo porque a bomba do sistema de esgoto deu pane e os detritos ficaram concentrados ali, exalando um cheiro insuportável. Sabe como é. Ao longo dos anos, o Senado construiu tantos puxadinhos que a rede de esgoto seguiu no mesmo caminho. Não é a primeira vez que a pane acontece.

Senha/ Você que acompanha as sessões da Câmara dos Deputados fique atento: Quando Henrique Eduardo Alves ou o vice, André Vargas, conduzem os trabalhos em plenário, é sinal de que votações virão. Em outros casos, a chance é remota. No meio dos políticos, já tem quem diga que Henrique segue a escola de Antonio Carlos Magalhães que, certa vez, declarou, “reunião que eu não estou, não vale”.

Espirituoso/ Plenário do Congresso cheio, o senador Pedro Taques se aproxima da rodinha, onde conversavam os deputados José Reguffe, Luiz Pitiman e o senador Rodrigo Rollemberg. “Ei, vocês viram a pesquisa do Ibope que acaba de sair com os números para governador do Distrito Federal?” O trio arregalou os olhos e Taques saiu de fininho, dando risadas.

Acredite se quiser/ Alguém se aproxima de José Sarney e pergunta e sobre o pacto da estabilidade entre os partidos. “Pergunte aos líderes. Eu sou baixo clero!”

22/11/2013 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário