Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

PSDB não pode saltar etapas, afirma Aécio sobre 2018

“O PSDB é uma usina de talentos e de homens públicos extremamente respeitados  “, disse Aécio.

Na sequência Aécio comentou ainda que era preciso ter a “responsabilidade de não saltar etapas” e não antecipar esse debate.

Fonte:  Estadão

Aécio sobre 2018: PSDB não pode saltar etapas

Aécio afirmou que defende que o partido faça prévias para escolher o nome que representará a sigla nas eleições de 2018. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

PSDB não pode ‘saltar etapas’, diz Aécio sobre eventual candidatura de Alckmin em 2018

Tucano minimizou lançamento da candidatura de governador de São Paulo durante eleição do diretório estadual da sigla

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), minimizou nesta segunda-feira, 15, o fato de o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ter sido lançado à Presidência da República durante a convenção estadual do partido realizada no domingo. Ele afirmou, porém, que era muito cedo para começar a discutir o assunto. Os dois são os principais nomes da sigla cotados para disputar a eleição de 2018.

“O PSDB é uma usina de talentos e de homens públicos extremamente respeitados  “, disse Aécio, para na sequência emendar que era preciso ter a “responsabilidade de não saltar etapas” e não antecipar esse debate.

“No momento certo, o PSDB tomará, unido, a sua decisão (de quem será o candidato), e será aquela que for melhor para o Brasil, para encerrarmos definitivamente esse perverso ciclo de governos do PT“, disse

Ele afirmou que defende que o partido faça prévias para escolher o nome que representará a sigla nas eleições de 2018, mas voltou a repetir que “essa não é a agenda hoje do PSDB”.

No domingo, o após ser eleito presidente do diretório paulista do partido, o deputa estadual Pedro Tobias defendeu a candidatura de Alckmin à Presidência. Desde o início do ano, o governador tem tentado adotar uma agenda nacional para fazer frente a Aécio, que terminou as eleições presidenciais do ano passado em segundo lugar, com mais de 51 milhões de votos.

Anúncios

16/06/2015 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Aécio afirmou dar a largada para o segundo turno em ‘muito boa companhia’

Aécio destacou que os brasileiros assistiram no primeiro turno das eleições a vitória clara desse sentimento de mudança que se espalhou por todo o país.

Eleições 2014

“Dou a largada para o segundo turno em muito boa companhia”, diz Aécio

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, agradeceu, nessa segunda-feira (06/10), em São Paulo, o esforço e a confiança dos brasileiros que acreditaram em sua candidatura e o levaram a disputar o segundo turno das eleições com a aprovação de cerca de 35 milhões de eleitores – 33,55% dos votos válidos.

Ao lado de Aloysio Nunes, vice na chapa presidencial, do governador reeleito de São Paulo,Geraldo Alckmin, do senador eleito José Serra, e dos deputados federais Antonio Imbassahy (BA), do PSDB, Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e Mendonça Filho (DEM-PE), Aécio afirmou que dá a largada para o segundo turno em “muito boa companhia”.

“Gostaria, em primeiro lugar, de agradecer o esforço, o trabalho e a confiança de cada companheiro, cada companheira, em todas as regiões do país. E hoje, de forma muito especial, em São Paulo. A minha candidatura, a partir desse instante, não é mais apenas a candidatura de um partido político ou de uma aliança entre partidos, é a candidatura que carrega a possibilidade concreta do Brasil se reencontrar com o desenvolvimento, com a recuperação dos empregos, com a melhoria da saúde e da segurança”, ressaltou.

O candidato da Coligação Muda Brasil destacou que os brasileiros assistiram no primeiro turno das eleições a “vitória clara desse sentimento de mudança que se espalhou por todo o país”.

“A soma dos votos obtidos pelas candidaturas de oposição demonstra isso de forma muito clara. Sinto-me extremamente honrado de poder, agora, no segundo turno, liderar a condução desse novo projeto para o Brasil e para os brasileiros”, afirmou.

“Suar a camisa”

Aécio agradeceu ainda o apoio recebido em São Paulo, que o levou à vitória no maior colégio eleitoral do país. Ele completou dizendo que está pronto para vencer as eleições e “fazer a grande travessia para um país que cresça, enfrente a questão da inflação e que possa gerar mais oportunidades para os seus filhos”.

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin, reeleito com 57,3% dos votos válidos, destacou que é hora de “suar a camisa” e trabalhar para eleger Aécio Neves, em benefício da população brasileira.

“Iniciamos hoje o segundo turno, e quero dizer ao Aécio que a sua palavra, sua alma, atingiu o coração dos paulistas. Quando eu disse, quando se iniciou a campanha, que o Aécio era o mais paulista dos mineiros, eu tinha razão. São Paulo estará junto para ajudar o Brasil no novo momento, para fazer as reformas que o país precisa, para dar um outro grande salto em termos de desenvolvimento, emprego, renda, salário mais alto. Esse é o bom caminho. É uma alegria recebê-lo aqui em nosso Estado, e dizer que conte conosco. Agora é Aécio na cabeça!”, afirmou.

Eleito senador com 58,5% dos votos, José Serra acrescentou que seu objetivo a partir de agora será a mobilização para ampliar a diferença dos votos recebidos por Aécio Neves no Estado.

“São Paulo desempenhou um papel nesse primeiro turno vital para o futuro do Brasil, porque abriu a perspectiva de fato da troca dos responsáveis pela condução do nosso país. Não bastará levar o Aécio para a Presidência, teremos que mudar também o Brasil. Esse será o desafio que teremos, e essa nossa tarefa começa hoje. Jogaremos tudo o que temos, em matéria de esforço, de ideias, de perspectiva para o futuro do país. Tenho certeza que alcançaremos a nossa meta. É Aécio Presidente”, completou.

09/10/2014 Posted by | 2º TURNO,  AÉCIO NEVES,  AÉCIO PRESIDENTE,  AÉCIO PROPOSTAS,  AECIO,  AECIO: PRESIDENTE 2014,  ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio e Alckmin reforçam união em convenção estadual do PSDB

Tucanos defenderam o valor da união na construção de um novo projeto para o Brasil e ampliação das conquistas dos governos tucanos em SP.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio e Alckmin reforçam união em defesa de um novo projeto para o Brasil

O presidente nacional e candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, e o governador e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin, reforçaram neste domingo (29/06) o valor da união na construção de um novo projeto de desenvolvimento para o Brasil e de ampliação das conquistas dos governos tucanos em São Paulo.

Aécio esteve com o governador de São Paulo na convenção estadual do PSDB, realizada na capital paulista. Ao lado das principais lideranças do partido, como o ex-governador José Serra e o líder no SenadoAloysio Nunes, o candidato a presidente elogiou a gestão de Alckmin a frente do Palácio dos Bandeirantes.

“São Paulo oferece aos brasileiros o mais qualificado governador de nossa história recente. Homem público exemplar, cuja liderança e apoio a nossa candidatura, incontestável em suas manifestações, haverá de inspirar os paulistas e de orientar o apoio de muitos brasileiros”, disse Aécio Neves durante discurso.

O candidato a presidente afirmou ainda que as administrações do PSDB no estado são um exemplo a ser seguido por outros gestores públicos. Aécio disse também que São Paulo será decisivo na eleição presidencial.

“Aqui está se decidindo não apenas o futuro de São Paulo, mas também o futuro do Brasil. É daqui, do vigor do trabalhador paulista e dos exemplos de administrações sérias e responsáveis como foram as de Franco MontoroMário CovasJosé Serra e é de Geraldo Alckmin que políticos de todos o Brasil hão de se inspirar para resgatar a relação perdida entre representantes e representados”, destacou.

Aécio Neves voltou a defender mais recursos federais para estados e municípios. A defesa da Federação é uma bandeira antiga do PSDB e foi renovada durante encontro político realizado ano passado, em Poços de Caldas (MG), com a presença de várias lideranças nacionais, como ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“Queremos resgatar no plano federal a capacidade de construirmos um novo projeto, generoso com a Federação, permitindo que possa haver financiamento adequado à saúde pública, que vem diminuindo nos 11 anos de PT, e para que possamos estabelecer no Brasil uma efetiva política nacional de segurança, no lugar da criminosa omissão do governo federal em um tema tão urgente a todos os brasileiros”, criticou Aécio.

Alckmin

Lançado como candidato do PSDB à reeleição ao governo estadual, o governador Geraldo Alckmin iniciou seu discurso na convenção destacando a trajetória de Aécio Neves na vida pública.

Aécio encarna a esperança de mudança duradoura para a vida do país. Hábil negociador, democrata, líder natural, Aécio simboliza o que há de melhor na política brasileira e o que há de mais eficiente na defesa do interesse público. Estamos todos juntos, Aécio, nesta caminhada em que o grande vencedor será o povo brasileiro”, afirmou Alckmin.

Em seu discurso, Alckmin disse que inicia a campanha pela reeleição com muita tranquilidade, porque a gestão do PSDB em São Paulo é aprovada continuamente pela população. “Estamos tranquilos, porque somos um time testado e aprovado de quatro em quatro anos. São Paulo não quer esperteza nem arrogância”, afirmou, em um recado claro aos adversários.

O governador também criticou o improviso da gestão em governos petistas. “Não existe atalho nem jeitinho da vida pública. Foi sem atalho que chegamos até aqui. Nosso legado está aí para quem quiser ver. Nós da social democracia servimos para melhorar a vida das pessoas. O que temos a oferecer é o nosso trabalho e a nossa história”, ressaltouAlckmin.

30/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: Aécio trabalhará com equipe de FHC

Eleições 2014: senador Aécio Neves está disposto a resgatar legado dos oito anos do Governo Fernando Henrique.

Time da Campanha

Fonte: O Estado de S.Paulo

Aécio chama time de FHC para campanha

Provável candidato do PSDB começa a se cercar de ex-ministros da gestão tucana no Palácio do Planalto para conduzir a disputa presidencial 

A pouco mais de cinco meses de começar oficialmente a disputa eleitoral, em 6 de julho, o senador Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República e presidente nacional da sigla, já definiu parte dos nomes que vão compor a linha de frente e a retaguarda da campanha. As escolhas feitas até agora indicam que o partido está disposto a resgatar o “legado” dos oito anos em que esteve à frente do Palácio do Planalto com Fernando Henrique Cardoso, que comandou o Palácio do Planalto entre 1995 e 2002.

Nas três últimas campanhas presidenciais, a herança de FHC foi abordada discretamente pelos candidatos tucanos. O primeiro nome anunciado na semana passada, conforme revelou o Estado, foi o do engenheiro agrônomo Xico Graziano. Diretor do Instituto FHC e ex-chefe de gabinete do ex-presidente, ele será responsável pela coordenação de uma das áreas mais sensíveis da campanha: a internet. Presidente do Banco Central entre 1999 e janeiro de 2003, no segundo mandato de FHCArmínio Fraga foi escalado para aproximar Aécio dos empresários e arrecadar recursos para a campanha.

Fraga também deve integrar o grupo que vai elaborar a parte de economia no programa de governo deAécio. A coordenação-geral da elaboração do programa será feita a partir de março pelo governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia. Afilhado político de AécioAnastasia também foi secretário executivo e ministro interino do Trabalho no segundo mandato de FHC. O senador mineiro convidou ainda o economista Barjas Negri, ministro da Saúde no primeiro mandato de FHC, para elaborar as propostas de saúde.

Outro nome que deve integrar o grupo, mas ainda não foi confirmado pela equipe do senador, é o engenheiro José Carlos Carvalho. Ministro do Meio Ambiente de FHC entre março e dezembro de 2002, ele deve participar da elaboração das propostas dessa área, missão que dividirá com o deputado estadual pernambucano Daniel Coelho. No passado, Carvalho foi um dos principais interlocutores de Aécio com os ambientalistas e ajudou a organizar um jantar com o tucano e 60 dos maiores líderes do setor.

“Muitos candidatos prestigiam especialistas de fora na hora de montar o plano de governo. Esses nomes prestigiam o PSDB e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Não há como separar o partido das duas gestões dele na Presidência”, avalia o deputado Antonio Carlos Mendes Thame (SP), secretário-geral do PSDB.

A decisão de se antecipar aos adversários na apresentação dos nomes, iniciativa que será referendada pela direção executiva tucana em reunião marcada para 11 de fevereiro, também foi um movimento estratégico. ”Ao antecipar os nomes, o senador Aécio está sinalizando de forma transparente que levará essas pessoas para o governo. Isso é um fator de estabilidade para o Brasil”, afirma o senador tucano Cássio Cunha Lima (PA), um dos quadros mais próximos do provável candidato.

Postos-chave. O senador também já conta com uma lista de nomes que devem compor o comando executivo da campanha. Irmã de Aécio, a jornalista Andrea Neves deixou a presidência do Serviço Voluntário de Assistência Social, órgão do governo mineiro, para ser uma figura central na área de comunicação.

O publicitário mineiro Paulo Vasconcellos é o mais cotado para assumir o marketing da campanha. As decisões, porém, serão submetidas a um conselho de comunicação, fato inédito em campanhas tucanas.

Estado-chave na estratégia do PSDB, São Paulo recebe atenção especial na formação da equipe. Ex-ministro de FHC e atualmente vereador paulistano, Andrea Matarazzo foi sondado para assumir o comando da campanha na capital.

O prefeito de Botucatu, João Curi, será responsável por articular e engajar os prefeitos do interior na campanha presidencial. Presidente do PSDB paulista, o deputado Duarte Nogueira é apontado como um dos nomes para comandar a campanha no Estado e fazer a sinergia com a corrida pela reeleição do governador Geraldo Alckmin.

20/01/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

‘Rolezinhos’: Aécio Neves diz que governo ‘lava as mãos’

‘Rolezinhos’: “rolês não são uma questão de segurança. É uma questão que tem que ser tratada como um fenômeno natural”, comentou o senador.

Polêmica

Fonte: O Globo

Aécio diz que governo federal ‘lava as mãos’ no caso rolezinho

Senador reuniu-se com Alckmin para tratar de alianças eleitorais

senador Aécio Neves (PSDB) disse nesta quinta-feira que o governo federal está adotando em relação aos rolezinhos a mesma postura de “lavar as mãos” adotada em outras ocasiões. Aécio esteve em São Paulo para uma visita ao governador Geraldo Alckmin (PSDB).

— Nós temos um governo federal que historicamente reage e não planeja, não percebe aquilo que vem acontecendo no país. Existe esse fenômeno novo dos rolês. Eu acho que o diálogo é sempre importante. Agora, infelizmente, governo federal, seja nessa questão como em outras, lava as mãos e coloca sobre os ombros dos estados a responsabilidade total pela segurança pública.

Na mesma linha de discurso de AlckminAécio defendeu que o fenômeno não seja tratado como um assunto de segurança pública.

— Os rolês não são uma questão de segurança. É uma questão que tem que ser tratada como um fenômeno natural.

Pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio reuniu-se com Alckmin para fazer uma radiografia das alianças eleitorais do PSDB nos estados. Em São Paulo, o partido enfrenta um dilema. A parceria com um de seus maiores aliados, o PSB, está ameaçada. A ex-senadora Marina Silva, recém-filiada à sigla, veta o apoio à candidatura à reeleição de Alckmin. O tucano ainda busca um acordo para manter a coligação.

Na conversa, durante um almoço na ala residencial da sede do governo paulista, ambos também conversaram sobre o PPS. O senador mineiro sinalizou que não desistiu ainda de ter o partido na sua coligação. A sigla está com Alckmin em São Paulo, mas rejeitou apoiar Aécio e aprovou no fim do ano passado uma aliança com presidenciável e governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Mas, até junho, quando as coligações serão formalizadas, o PPS não descarta rever o apoio, principalmente se o PSB obrigar um rompimento da legenda em São Paulo com Alckmin.

O mineiro também comunicou Alckmin de que retomará as viagens pelo estado para tornar-se mais conhecido dos paulistas e pediu que ele o acompanhe, quando possível.

17/01/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: Aécio e Alckmin definem alianças

Eleições 2014: Geraldo Alckmin disse que não há nada definido sobre eventual aliança com o PSB em torno da candidatura à reeleição.

Aliança entre PSDB e PSB

Fonte: Valor Econômico 

Aécio e Alckmin se reúnem em SP

Depois de uma semana com declarações públicas que conturbaram a relação entre PSDB e PSB, duas das principais lideranças do PSDB colocaram o pé no freio na discussão sobre a aliança entre os partidos. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que não há nada definido sobre uma eventual aliança com o PSB em torno de sua candidatura à reeleição, e o senador Aécio Neves (MG), provável candidato à Presidência, evitou comentar o assunto.

Eles se reuniram ontem no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e discutiram, entre outros temas, “uma radiografia das alianças” que o PSDB busca fazer nos Estados, disse Aécio. Segundo ele, o PSDB terá candidatos, próprios ou coligados, “em mais de 20 Estados”, e o quadro a alianças é “favorável”.

“Estaremos competitivos em praticamente todos os Estados. Teremos candidaturas a governador em maior número que qualquer outro partido”, disse ele, acrescentando que a palavra de Alckmin sobre o assunto é importante.

PSDB e PSB costuram alianças em vários Estados, mas a parceria está ameaçada por conta de restrições da ex-ministra Marina Silva, que se filiou ao PSB e não quer que o partido apoie Alckmin. Durante a semana, interlocutores dos dois partidos falaram sobre o assunto.

Na terça-feira, Aécio disse que o principal prejudicado pelo rompimento da aliança em São Paulo e em alguns Estados seria o PSB, opinião sustentada pelo presidente do estadual do PSB e deputado federal Márcio França (SP). Em resposta, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, disse que Aécio perdeu “ótima oportunidade de ficar calado”.

Ontem, Aécio não quis comentar as declarações de Amaral e disse que o conhece “muito pouco”. “A minha interlocução com o PSB é feita prioritariamente com o presidente do partido [Eduardo Campos]“, disse Aécio, acrescentando que a relação com o PSB é “positiva”. ”A minha relação com o governador Eduardo é uma relação antiga, que precede candidaturas.”

Alckmin evitou criar novos conflitos. Questionado sobre como está a questão da aliança em torno de sua reeleição, disse que o assunto não foi discutido. O discurso de Alckmin vai na linha da declaração feita no começo da semana pelo governador de Pernambuco e presidente do PSBEduardo Campos, que disse não haver definição sobre a política de alianças nos Estados. Campos também afirmou que a parceria com Marina Silva continua sólida.

“Primeiro precisa definir o candidato [ao governo de São Paulo], e definição de candidato é só mais à frente, não há candidatura hoje”, disse ontem Geraldo Alckmin aos jornalistas após a reunião com Aécio Neves. ”Depois se definem as alianças. Não há hipótese de se definir aliança no começo do ano.”

Questionado sobre quando encontraria CamposAlckmin disse que “não tem nada marcado, mas quando ele vier à província de Piratininga, a gente toma um café”.

17/01/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Alckmin diz para Aécio que país “conta com Minas”

Eleições 2014: “Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante”.

Medalha JK

Fonte: Folha de S.Paulo

Alckmin sobre Aécio: o país "conta com Minas"

Em evento com Aécio, Alckmin afirma que país ‘conta com Minas’

Governador elogia mineiro, mas desconversa ao ser questionado sobre corrida presidencial

Senador disputa com José Serra candidatura tucana ao Planalto em 2014; solenidade ocorreu no reduto de JK

governador de São PauloGeraldo Alckmin (PSDB), disse ontem, em evento com a presença do senador mineiro Aécio Neves (PSDB), que “o Brasil conta com Minas”, como contou no passado com o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976).

A declaração veio durante visita de Alckmin a Diamantina (MG), no Estado do senador, provável candidato à Presidência pelo PSDB.

Questionado se tratava-se de uma declaração de apoio a Aécio, Alckmin desconversou e seguiu elogiando o senador mineiro.

Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante.”

senador mineiro tem trabalhado para obter o apoio de Alckmin, mas vem esbarrando nas pretensões do também tucano José Serra.

O ex-governador paulista já cobrou publicamente a realização de prévias no PSDB para a indicação do nome do partido e também analisa ser candidato por outra legenda.

Por esse motivo, Alckmin nem mesmo acompanhou Aécio em viagem recente ao interior de São Paulo.

A viagem do governador paulista a Minas ontem teve como justificativa uma homenagem, na qual recebeu a Medalha JK, entregue pelo governo mineiro a pessoas e instituições que “prestam ou tenham prestado serviços relevantes à sociedade”.

Em seu discurso como orador oficial da solenidade, Alckmin chamou o senador mineiro de “meu querido amigo e irmão”, disse que ele carrega o “legado” do presidente JK e que “os planejadores de Minas são também exímios conciliadores”.

No entanto, sempre teve o cuidado de manter o nome de Aécio atrelado ao do anfitrião, o governador de MinasAntonio Anastasia (PSDB).

Um aceno concreto de Alckmin veio quando Aécio foi questionado, em entrevista, se poderia contar com o apoio do PSDB paulista em uma eventual candidatura ao Planalto. O governador paulista interveio para dizer: “Pode, pode, pode”.

O discurso de Anastasia e as declarações de Aécio aos jornalistas foram no sentido de reforçar a construção de uma aliança econômica, de gestão e também política entre os Estados.

“Em todos os momentos da vida nacional, São Paulo e Minas estiveram juntos”, disse Aécio, que se referiu a São Paulo como “Estado irmão”.

“Com a aliança Minas-São Paulo, o Brasil todo ganha. Foi assim na história”, afirmou Anastasia.

O presidente da Assembleia Legislativa paulista, Samuel Moreira (PSDB), também foi ao evento e conversou muito ao pé do ouvido com Aécio.

O deputado, porém, evitou associar a presença dos tucanos paulistas com apoio, mas elogiou o trabalho de Aécio ”como presidente nacional do PSDB“.

13/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio 2014: faxina de Dilma não tem consistência

Aécio: “O governo parece que vive em um outro mundo. Aquele discurso (da faxina ministerial) era sem consistência”, criticou.

Aécio: 2014

Fonte: Globo

Para senador, ‘faxina’ de Dilma não tem consistência

Tucano critica volta  do PR ao Ministério dos Transportes

senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin

Aécio: “O governo parece que vive em um outro mundo. Aquele discurso (da faxina ministerial) era sem consistência”, criticou.

SANTOS (SP)  Em busca de apoios em São Paulo, estado onde ainda enfrenta resistência à sua candidatura ao Palácio do Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou ontem do Congresso Estadual de Municípios, em Santos (SP), e fez duras críticas ao governo federal. Em discurso, o tucano acusou a presidente Dilma Rousseff de governar pela “lógica da reeleição” e considerou que o retorno do PR à Esplanada dos Ministérios demonstra que o discurso da “faxina ministerial” não tem “consistência”. Em 2011, o partido havia sido defenestrado da pasta, após o então ministro Alfredo Nascimento ter sido alvo de denúncias de corrupção.

– Quem governa o país não é mais a presidente, mas a lógica da reeleição. Os espaços públicos não têm servido para melhorar a qualidade dos serviços públicos, mas para garantir minutos a mais na propaganda eleitoral. O governo parece que vive em um outro mundo. Aquele discurso (da faxina ministerial) era sem consistência – criticou.

No momento em que a presidente estuda conceder um pacote de desoneração para o setor de transporte, o senador acusou o governo federal de fazer bondades setoriais com “o chapéu de estados e municípios” e alertou que, caso o Palácio do Planalto se mantenha omisso nas discussões sobre um novo pacto federativo, haverá uma nova “conflagração da Federação”, semelhante à ocorrida na votação das novas regras de distribuição dos royalties de petróleo.

– O governo federal não pode fazer o que vem fazendo: essas bondades setoriais com o chapéu dos estados e municípios. Isso virou uma regra no atual governo e não apenas uma exceção – afirmou.

O tucano antecipou em um dia sua participação no evento para comparecer ao lado do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, escalado pelo comando do partido para apaziguar sua relação com o grupo do ex-governador José Serra. A mudança de dia também evitou que o senador dividisse hoje os holofotes no evento com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), um dos seu prováveis adversários na disputa de 2014.

Para vencer as resistências em São Paulo, a direção nacional do PSDB programa para junho um cronograma de viagens do tucano pelo interior do estado. O tour incluirá cidades como Campinas, Sorocaba e São José dos Campos. O governador não pretende acompanhar o senador no périplo, para não antecipar a campanha em São Paulo.

09/04/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio 2014: Dilma é movida pela lógica da reeleição

Aécio 2014: senador disse que  os espaços públicos têm servido para garantir alguns minutos a mais na propaganda eleitoral da presidente.

Aécio 2014: governo Dilma e reeleição

Fonte: O Tempo

Aécio acusa lógica da reeleição

2014.Para prefeitos paulistas, presidenciável reafirma que ações do governo Dilma só visam à sucessão

“O governo, hoje, é nosso maior aliado para mostrar suas falhas”, diz tucano

Aécio 2014: senador critica Dilma

Aécio 2014: senador disse que os espaços públicos têm servido para garantir alguns minutos a mais na propaganda eleitoral da presidente.

Santos. O senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República em 2014, voltou a atacar ontem a criação do 39º ministério do governo Dilma Rousseff (da Micro e Pequena Empresa) e da 5ª estatal (a Hidrobrás), além do retorno do PR ao Ministério dos Transportes. Para o tucano, as medidas mostram que a teoria da “faxina” da presidente indica “que era um discurso sem consistência”. “O que move o governo em todas as áreas é a lógica da reeleição”, acusou.

O presidenciável foi convidado de honra do 57º Congresso Estadual de Municípios, em Santos. Após discursar, Aécio disse que o governo federal não está preocupado com as questões centrais do país, como “a paralisia da economia, os gargalos da infraestrutura”, entre outros.

“Isso só comprova o que tenho dito: quem governa o Brasil não é mais a presidente, é a lógica da reeleição. Os espaços públicos não têm servido para melhorar a qualidade dos serviços públicos, mas para garantir alguns minutos a mais na propaganda eleitoral da presidente”, apontou.

Para o senador, cabe à oposição mostrar ao país a diferença entre a situação “virtual”, mostrada pelo governo, e a situação “real”. O tucano disse que seu discurso será focado nas omissões, nas falhas e no caráter eleitoral das iniciativas do governo. “O governo, hoje, é nosso maior aliado para mostrar suas falhas”, considerou o senador, que classificou a gestão da presidente Dilma de “improvisada” e de um governo “da insegurança jurídica”.

A participação de Aécio no congresso estava prevista inicialmente para hoje, mesmo dia em que estará presente o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). No entanto, a agenda foi alterada porque o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), decidiu comparecer ontem e preferiu que Aécio que fosse junto com ele.

O senador negou que a troca de data tenha acontecido para evitar um encontro com Eduardo Campos. “Bom é vir com Geraldo, não acha? Eu encontro com o Eduardo todos os dias, mais do que você imagina”, brincou o mineiro.

Gafe. Recebido por prefeitos paulistas como “exemplo de gestor”, o ex-governador de Minas utilizou o termo “revolução” para se referir ao golpe militar de 1964. Indagado sobre a razão de ter usado essa expressão, Aécio tergiversou: “Ditadura, revolução, como quiserem”.

O termo foi usado em seu discurso, no momento em que fazia um breve relato de episódios históricos, considerados por ele exemplos que retratam a política centralizadora do governo federal, ao corroborar a principal reclamação dos prefeitos sobre a concentração de poder do Planalto.

“Veio a revolução de 64, novo período de grande concentração nas mãos da União, apesar de ter sido um período em que foram criadas políticas compensatórias para determinadas regiões menos desenvolvidas”.

Terra de Campos
PSB reage à investigação da Abin

Brasília. O líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), afirmou que considera “inadmissível” o monitoramento feito pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre sindicalistas no Porto Suape, em Pernambuco. Reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo” revelou que foi montada uma operação, coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para verificar se estivadores do Estado poderiam irradiar paralisações em portos brasileiros, com eventual desgaste político para a presidente Dilma Rousseff.

Provável adversário de Dilma ano que vem, Eduardo Campos tem liderado o movimento contrário à aprovação da Medida Provisória dos Portos que, entre outras mudanças, retira a autonomia de Estados de licitar novos terminais de carga. “Nós consideramos inadmissível qualquer investigação desse tipo”, disse Rollemberg, em discurso no plenário.

O líder socialista disse que as relações do governo Eduardo Campos com o movimento sindical tem se dado de forma “absolutamente transparente” e que as manifestações do governador sobre a MP dos Portos têm sido todas públicas.

Rollemberg disse que fez questão de telefonar para o chefe do GSI, general José Elito Carvalho Siqueira, antes do pronunciamento para ouvir sua posição. Segundo ele, o ministro negou “veementemente” qualquer tipo de investigação. “É muito importante que a posição do governo seja muito clara nesse sentido”, reforçou.

Concorrência
Câmara de BH vai conceder cidadania a Eduardo Campos

A Câmara de Belo Horizonte aprovou, na sessão da tarde de ontem, a pedido do vereador Professor Wendel (PSB), a concessão do título de cidadania honorária da capital ao governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos.

No próximo dia 15, a Assembleia Legislativa de Minas irá conceder a mesma honraria, mas em âmbito estadual, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Existe a expectativa de que a presidente Dilma Rousseff compareça à solenidade.

Em razão dessa “concorrência”, o vereador Wendel trabalha para marcar a entrega do título a Campos antes do dia 15, que será uma segunda-feira.

Como justificativa para a homenagem ao pernambucano, o autor da proposta explica que, assim como ele próprio, o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, também é do PSB.

“Ele (Campos) deu essa contribuição para o crescimento do partido, que transformou o histórico dessa cidade”, argumentou o vereador, para quem a pré-candidatura do governador “é vista com bons olhos aqui em Minas”.

A homenagem de Belo Horizonte será a segunda para Campos nas últimas semanas. Segundo a assessoria do socialista, ele já recebeu a comenda em João Pessoa. (Da Redação)

09/04/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário