Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Alckmin diz para Aécio que país “conta com Minas”

Eleições 2014: “Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante”.

Medalha JK

Fonte: Folha de S.Paulo

Alckmin sobre Aécio: o país "conta com Minas"

Em evento com Aécio, Alckmin afirma que país ‘conta com Minas’

Governador elogia mineiro, mas desconversa ao ser questionado sobre corrida presidencial

Senador disputa com José Serra candidatura tucana ao Planalto em 2014; solenidade ocorreu no reduto de JK

governador de São PauloGeraldo Alckmin (PSDB), disse ontem, em evento com a presença do senador mineiro Aécio Neves (PSDB), que “o Brasil conta com Minas”, como contou no passado com o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976).

A declaração veio durante visita de Alckmin a Diamantina (MG), no Estado do senador, provável candidato à Presidência pelo PSDB.

Questionado se tratava-se de uma declaração de apoio a Aécio, Alckmin desconversou e seguiu elogiando o senador mineiro.

Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante.”

senador mineiro tem trabalhado para obter o apoio de Alckmin, mas vem esbarrando nas pretensões do também tucano José Serra.

O ex-governador paulista já cobrou publicamente a realização de prévias no PSDB para a indicação do nome do partido e também analisa ser candidato por outra legenda.

Por esse motivo, Alckmin nem mesmo acompanhou Aécio em viagem recente ao interior de São Paulo.

A viagem do governador paulista a Minas ontem teve como justificativa uma homenagem, na qual recebeu a Medalha JK, entregue pelo governo mineiro a pessoas e instituições que “prestam ou tenham prestado serviços relevantes à sociedade”.

Em seu discurso como orador oficial da solenidade, Alckmin chamou o senador mineiro de “meu querido amigo e irmão”, disse que ele carrega o “legado” do presidente JK e que “os planejadores de Minas são também exímios conciliadores”.

No entanto, sempre teve o cuidado de manter o nome de Aécio atrelado ao do anfitrião, o governador de MinasAntonio Anastasia (PSDB).

Um aceno concreto de Alckmin veio quando Aécio foi questionado, em entrevista, se poderia contar com o apoio do PSDB paulista em uma eventual candidatura ao Planalto. O governador paulista interveio para dizer: “Pode, pode, pode”.

O discurso de Anastasia e as declarações de Aécio aos jornalistas foram no sentido de reforçar a construção de uma aliança econômica, de gestão e também política entre os Estados.

“Em todos os momentos da vida nacional, São Paulo e Minas estiveram juntos”, disse Aécio, que se referiu a São Paulo como “Estado irmão”.

“Com a aliança Minas-São Paulo, o Brasil todo ganha. Foi assim na história”, afirmou Anastasia.

O presidente da Assembleia Legislativa paulista, Samuel Moreira (PSDB), também foi ao evento e conversou muito ao pé do ouvido com Aécio.

O deputado, porém, evitou associar a presença dos tucanos paulistas com apoio, mas elogiou o trabalho de Aécio ”como presidente nacional do PSDB“.

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13/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Governo de Minas: Anastasia quer estimular valorização do café

Governador de Minas vai investir na qualidade e na certificação do café produzido. Serão destinados R$ 100 milhões do Fundo do Café.

Governo mineiro investe em commodities

Fonte: Folha de S.Paulo

Minas quer estimular exportação de café processado

Vaivém das commodities

Coluna Vaivém das commodities – Escrita por Mauro Zafalon

Anastasia quer estimular valorização do café

governo de Minas Gerais diz que é hora de o país buscar uma valorização do café. Isso é bom para o Estado, maior produtor nacional, e para o país, principal produtor e exportador mundiais.

Essa é uma bandeira que o governador Antonio Anastasia (PSDB) vai levar adiante na próxima semana, quando Belo Horizonte será palco da Semana Internacional do Café, evento que incluirá a reunião de 50 anos da Organização Internacional do Café.

“O país precisa avançar nas exportações de café processado. É um trauma que precisamos reverter”, diz Anastasia. O Brasil é o segundo maior consumidor mundial, mas o produto processado de alta qualidade vem de fora, via cápsulas, diz ele.

Um dos objetivos do governo de Minas Gerais é investir na qualidade e na certificação do café produzido, mas é importante também que esse produto seja processado internamente. O Estado deverá ter até o próximo ano pelo menos 2.000 propriedades auditadas conforme parâmetros internacionais.

governo mineiro está destinando R$ 100 milhões do Fundo do Café para investimentos que estimulem a produtividade e a qualidade.

E o Estado está pronto para elevar o processamento e a agregação de valor no setor. Há negociações bem avançadas entre o governo mineiro e uma das gigantes mundiais do setor para a instalação de uma fábrica em Minas Gerais. O governador não quis informar o nome da empresa.

Minas Gerais tem bons motivos para buscar uma solução para esse setor, que atravessa sérias dificuldades.

Em 2012, o café representou 9% do PIB do Estado e as receitas com as exportações do setor atingiram US$ 3,8 bilhões, quase metade das obtidas com o agronegócio.

A agregação de valor passa por alguns entraves. Primeiro, é preciso romper a barreira dos europeus que dificultam a entrada do produto processado. Segundo, deverá haver uma mudança interna de cultura, uma vez que o país não permite a entrada de café verde, importante na formação do blend exigido pelos consumidores mundiais.

Além disso, são necessários um forte canal de distribuição no exterior e a formação de uma marca forte.

06/09/2013 Posted by | Agricultura, Minas Gerais | , , , | Deixe um comentário

Choque de Gestão: Aécio é destaque na The Economist

Choque de Gestão: gestão eficiente é referência. “Remédio de Minas’ poderia fazer bem ao Brasil”, destacou revista britânica.

Fonte: PSDB

Gestão de Aécio Neves em MG é destaque na revista inglesa The Economist

Brasília – A revista inglesa The Economist deu destaque, em reportagem publicada no portal, nesta quinta-feira (21), à excelência na gestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à frente do governo de Minas Gerais durante os dois mandatos consecutivos (2003 e 2010). A publicação relata que Aécio herdou o estado “próximo da falência” e que, com o Choque de Gestão e demais programas de austeridade, transformou Minas no estado mais bem gerido do país, segundo executivos brasileiros consultados em uma pesquisa da consultoria Macroplan. E enfatiza: “uma dose do ‘remédio de Minas’ poderia fazer bem ao Brasil.”

 The Economist reitera como um dos atos mais importantes da gestão do tucano a redução dos custos do governo com a manutenção da máquina administrativa. Como governador, Aécio Neves teve papel fundamental na redução do número de secretarias estaduais de 21 para 15, diminuiu o próprio salário em 45% e deixou de preencher três mil cargos de confiança – “ao invés de seguir a tradicional tática de distribuí-los como uma forma de recompensar aliados”, diz a publicação.

A matéria constata que Minas Gerais teve, sob o comando do parlamentar, uma queda na pobreza superior à detectada no restante do país. A população, descreve a reportagem, “acostumou-se a saber que merece bons serviços como retorno pelos impostos pagos”.

A eleição em 2010 de Antonio Anastasia, vice de Aécio, é citada como um outro resultado da gestão positiva do senador: “Anastasia foi eleito governador com aproximadamente o dobro de votos recebidos pelo segundo candidato na disputa, que já estava na política havia um quarto de século”.

Leia AQUI a reportagem da The Economist

26/03/2013 Posted by | Gestão Eficiente | , , , , , , , | Deixe um comentário

Antonio Anastasia em defesa do Pacto Federativo

Antonio Anastasia: governador de Minas em artigo: “sem recursos, os gestores públicos se engalfinham numa disputa fiscal predatória”.

Antonio Anastasia: Pacto Federativo

 Antonio Anastasia em defesa do Pacto Federativo

Antonio Anastasia em defesa do Pacto Federativo

Fonte: Folha

É preciso restaurar a Federação

ANTONIO ANASTASIA

O atual pacto federativo sufoca os Estados e tem concentrado a arrecadação tributária na esfera federal. Não há como adiar: estamos em risco de colapso

A apenas quatro meses de findar o prazo dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para o Legislativo reexaminar a partilha dos recursos que a União deve destinar à Federação – por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE)-, os 27 governadores estão sendo chamados ao Congresso.

A intenção é discutir, nos próximos dias, não só um acordo para o FPE, mas também as bases de um novo -e mais do que urgente- pacto federativo. Além do FPE, estão na pauta, entre outros, o fim da guerra fiscal, que passa pela unificação do ICMS, e a renegociação da dívida dos Estados.

Esses pontos já estão detalhados em três Propostas de Emenda à Constituição e quatro projetos de lei complementar entregues ao Senado, em outubro, por uma comissão que buscou soluções para resgatar a autonomia e a saúde financeira dos Estados. O assunto preocupa o próprio governo federal, que encaminhou ao Congresso a medida provisória 599/12, bem como proposta legislativa que altera aspectos relativos à dívida dos Estados.

É hora de as bancadas federais se mobilizarem em direção a um novo modelo federativo. Não apenas em decorrência da decisão do STF, que considerou inconstitucional os atuais critérios do FPE, mas devido ao fato de seus Estados natais estarem sufocados pela absoluta atonia da Federação. Não há mais como postergar: estamos em risco de colapso federativo.

Vamos começar pelo FPE, composto por percentuais do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Desde 2009, com a crise internacional, a arrecadação vem caindo e, com isso, os repasses para os Estados. Para tentar manter a economia aquecida, o governo federal isentou vários setores de impostos. Em 2012, as desonerações, com destaque para o IPI, chegaram a R$ 45 bilhões -quase o valor total do FPE de 2011, que somou R$ 48 bilhões. As previsões de renúncia fiscal para 2013 se mantêm nesse patamar.

Por outro lado, a União tem preservado a receita das contribuições sociais, que não são divididas com os Estados. Isso impõe um quadro de concentração tributária na esfera federal, delineado há décadas e agravado pela Constituição de 1988.

Na prática, com as vinculações de receitas, os Estados são impedidos de aplicar seu Orçamento e de traduzir em políticas públicas peculiaridades e diferenças. A revisão do pacto federativo é fundamental para garantir, via descentralização, a qualidade e a eficiência dos serviços públicos -as quais perseguimos sem trégua há dez anos, ao implantar, em Minas Gerais, o choque de gestão.

Hoje, os governos estaduais acumulam aumento de despesa e perda de receita, de autonomia e de competência. E ainda têm com a União uma dívida monstruosa, antiga e interminável, que sufoca a atividade das administrações. Sem recursos, os gestores públicos se engalfinham numa disputa fiscal predatória.

É preciso restaurar a Federação e salvar os princípios republicanos que já permitiram aos Estados prover suas próprias despesas, com liberdade de legislação tributária, sem prejuízo da União. O espírito federativo de solidariedade, cooperação e harmonia deve ser o nosso guia nessa dura jornada em que o FPE é apenas o começo.

ANTONIO ANASTASIA, 51, é governador do Estado de Minas Gerais pelo PSDB

12/03/2013 Posted by | Brasil | , , , , | Deixe um comentário

Presidência em 2014: Aecio e Campos evitam falar de sucessão

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.

Aecio: 2014

 Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.

Fonte: Agência Estado publicado no Estado de Minas

Aecio e Campos evitam falar de possível aliança entre PSDB e PSB em 2014

Dois dos nomes cotados para terem papéis de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, o senador Aecio Neves (PSDB-MG) e o presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos (PE), participaram juntos de ato de campanha em Minas Gerais nesta sexta-feira, mas evitaram qualquer referência a uma possível aliança para a corrida presidencial. Pelo contrário, reforçaram parcerias nas eleições municipais, mas o tucano fez a ressalva da “compreensão das circunstâncias do outro”, enquanto Campos salientou que alianças locais significam uma renúncia “às posições em nível nacional”.Aecio é o nome mais cotado do PSDB para a eleição presidencial de 2014 e já manifestou interesse em uma aliança com o socialista, que integra a base do governo da Presidente Dilma Rousseff e é visto como figura essencial em uma possível coligação pela reeleição da petista. Mas PSB e PSDB também mantêm alianças locais, como a que resultou na reeleição em primeiro turno do prefeito de Belo Horizonte, o socialista Marcio Lacerda, e, em 2010, na eleição do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia.Nesta sexta-feira, os dois participaram de ato de campanha do deputado estadual Antonio Lerin (PSB), que chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB). Segundo Campos, porém, a presença dos dois no evento tem significado “para 2012“. “A eleição nem terminou ainda. Falar dessas coisas termina criando problema, mais para Aecio do que para mim”, disse, referindo-se a 2014, em meio a risos inclusive do tucano.

De acordo com o governador, as parcerias locais ocorrem “com muita naturalidade” porque integrantes das duas legendas estiveram juntos “em momentos bonitos da vida brasileira”, como a redemocratização. “Estivemos separados nos últimos anos nas lutas políticas brasileiras, mas, quando o interesse do País foi colocado na pauta, a gente sempre esteve junto. Isso é da maturidade democrática. Não faz a gente renunciar às nossas diferenças nem deixar as posições que temos a nível nacional”, observouCampos, que negou a intenção de rodar o Brasil em uma espécie de pré-campanha. “Quem está pelo País todo é o Aecio“, declarou, mais uma vez entre risos de todos.

Aecio concordou com a aproximação em torno das “grandes questões nacionais”, mas ressaltou que essas alianças ocorrem com “cada um compreendendo as circunstâncias do outro”. “Política é isso. Você compreender as circunstâncias do seu amigo, do seu companheiro. Eduardo participa hoje com seu partido da base de sustentação do governo da presidente Dilma. Somos a oposição. E cada um cumpre o seu papel”, concluiu.

Aécio: 2014 – Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/19/interna_politica,324532/aecio-e-campos-evitam-falar-de-possivel-alianca-entre-psdb-e-psb-em-2014.shtml

19/10/2012 Posted by | 2014, Eleições 2012, Política | , , , , , , , , , , , , | Comentários desativados em Presidência em 2014: Aecio e Campos evitam falar de sucessão

Minas antecipa metas da ONU para desenvolvimento do milênio

Minas Gerais alcançou e superou plenamente, ainda em 2008, cinco das oito metas propostas para 2015 pelas Nações Unidas (ONU) como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Um dos resultados mais expressivos diz respeito à redução da taxa de mortalidade infantil. Minas foi o Estado brasileiro que mais avançou nesse indicador. Em 1994, para cada 1 mil crianças nascidas vivas em território mineiro, 181 morriam antes de completar 1 ano de idade. A meta estabelecida pela ONU era reduzir o número de óbitos para 60,4 crianças até 2015. Minas ultrapassou a meta em 2008, com 17 óbitos para cada grupo de 1 mil nascidos vivos. A média brasileira é de 22,8 mortes.

Secretária Ana Lúcia Gazzola apresentou os índices de Minas Gerais

O resultado foi apresentado ao governador Antonio Anastasia, nesta segunda-feira (7), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, pela secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Ana Lúcia Gazzola, durante reunião de trabalho com entidades parceiras da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) na execução das ações de governo na área social. As metas do milênio têm o objetivo de reduzir a pobreza extrema pela metade até 2015, tornando o mundo mais justo e solidário. O compromisso foi assinado em 2000 por 191 países, entre eles o Brasil.

O governador afirmou que Minas conseguiu antecipar o cumprimento da maioria das metas porque teve coragem e ousadia para enfrentar graves dificuldades impostas pelas desigualdades sociais, econômicas e demográficas no Estado. Ele ressaltou que equilibrar as contas públicas, por meio do Choque de Gestão, foi o primeiro passo dado pelo Governo de Minas para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

“As metas do milênio, definidas pelas Nações Unidas ainda na década de 90, foram cumpridas pelo Estado de Minas Gerais com antecipação, já que as metas são para 2015, e os nossos últimos números são do final de 2008, o que é natural porque é um processo complexo de aferição de números e de dados. São números extremamente felizes e positivos, graças a um trabalho realizado ao longo dos últimos anos. Isso demonstra, não só que a nossa política social é uma política coordenada e efetiva, mas que apresenta resultados concretos a favor da população em todas as suas áreas”, afirmou o governador, em entrevista.

Redução da pobreza

Além da redução da taxa de mortalidade, fazem parte dos Objetivos do Milênio, outras sete metas. São elas: erradicar a extrema pobreza e a fome; oferecer educação básica de qualidade a todos; promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; melhorar a saúde materna; combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças; garantir a sustentabilidade ambiental; e estabelecer parcerias para o desenvolvimento.

Minas também reduziu a proporção de pessoas pobres de 53,5%, em 1991, para 25% do total da população, em 2008. A meta prevista para 2015 era de 26,8%. A proporção da população mineira sem acesso à água potável é de 14%, em 2008. A meta para 2015 era que este percentual chegasse ao máximo de 17%. Em 1991, era de 37%.

Minas Gerais ainda conseguiu diminuir a disparidade entre os sexos. A média de estudo de mulheres subiu de 6,3 anos, em 1991, para 9,9 anos, em 2008. A referência é a média do tempo de estudo dos homens mineiros que é de 9,1 anos.

Resultados avaliados pelo Ipea

Os números de Minas apresentados ao governador fazem parte do 4º Relatório de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e foram consolidados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), instituição vinculada ao governo federal. As informações regionalizadas integram o documento Sínteses Estaduais – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, do Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade (Orbis) e estão disponíveis no site www.portalodm.com.br.

Metas de Minas

Segundo Antonio Anastasia, o cumprimento das metas do milênio propostas pela ONU não deve desacelerar as ações sociais. Ele afirmou que o Governo de Minas fortalecerá a parceria com empresários, universidades e outros setores da sociedade para lançar, no segundo semestre deste ano, suas próprias metas de desenvolvimento para 2015.

“Lancei aqui um desafio à nossa equipe para apresentarmos, agora, outras metas, mais ousadas e mais arrojadas que aquelas das Nações Unidas, também para 2015, para continuar estimulando, porque é um trabalho do Governo, mas não é só do Governo. Temos também a sociedade civil, temos as entidades da sociedade civil, as prefeituras, os empresários, os sindicatos, as universidades, todos mobilizados em razão dessas metas”, disse Anastasia.

Atenção diferenciada

A secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Ana Lúcia Gazzola, ressaltou que o desenvolvimento social é a busca de patamares cada vez mais exigentes. Ela lembrou que o Governo de Minas implantou, em 2003, uma secretaria extraordinária para acelerar o desenvolvimento das regiões mais pobres do Estado – os Vales do Jequitinhonha e Mucuri e o Norte de Minas – e vem garantindo investimentos crescentes e diferenciados para essas regiões.

“Minas é um dos poucos, talvez o único estado da federação que tem uma secretaria de desenvolvimento social para uma determinada região de Minas Gerais. Na verdade, temos em Minas duas secretarias de Desenvolvimento Social, a Sedese, e a Secretaria Extraordinária do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, mostrando um acerto muito grande da nossa política. Você nunca superará as desigualdades regionais se você tratar os desiguais com políticas iguais. Você tem de tratar a desigualdade com política estratégica, com política desigual. Para que você possa, então, elevar todo mundo a um padrão adequado. E sempre haverá um melhor padrão a se alcançar, e isso é muito importante”, afirmou a secretária.

Clique aqui para ver os resultados de Minas Gerais nos Objetivos do Milênio (Documento do Word).

09/06/2010 Posted by | Cidadania, Responsabilidade Social | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário