Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

‘Governo do PT tratou o rio São Francisco com descaso’, lamentou Pimenta

“O São Francisco é um patrimônio nosso, de Minas, mas é um rio nacional, que atravessa 6 estados. Dilma registra o abandono” – diz Pimenta.

Governo do PT deficiente

Fonte: Pimenta 45

Pimenta lamenta descaso do governo do PT com o Rio São Francisco e anuncia programa de revitalização

Para o candidato a governador do PSDB, rio da integração nacional sofreu com obras bilionárias e inacabadas do governo federal

O candidato a governador de Minas Pimenta da Veiga conferiu de perto, nesta quinta-feira (25/09), a grave situação pela qual passa o Rio São Francisco em Pirapora, no Norte do Estado, e lamentou o descaso do governo federal do PT, que não investiu na revitalização do rio da integração nacional. Um dos patrimônios de Minas, o ‘Velho Chico’ enfrenta uma das piores secas de sua história e tem, inclusive, sua nascente ameaçada.

“O Rio São Francisco é um patrimônio nosso, de Minas, mas é um rio nacional, que atravessa seis estados. Portanto, é preciso registrar o absoluto abandono do governo federal em relação a ele. É incrível que estejam desviando águas do rio no Nordeste, antes de cuidar da revitalização. Estão fazendo uma obra bilionária, que começou em R$ 3 bilhões, já está em R$ 9 bilhões, e não sei em quanto vai parar, para desviar águas de um rio que precisa ser revitalizado. A verdade é que o governo do PT não tem prioridade, não sabe administrar o país e, ainda, é capaz de fazer com o Rio São Francisco isso que está fazendo”, salientou Pimenta da Veiga.

Durante a visita a Pirapora, ao lado do candidato a senador Antonio Anastasia, Pimenta anunciou que percorrerá nos próximos dias um trecho do São Francisco e afirmou que investirá fortemente na recuperação do rio, assim como foi feito nos últimos anos pelo Governo de Minas na recuperação do Rio das Velhas. O candidato ressaltou que R$ 1,3 bilhão já foram destinados pelo Estado à bacia do Rio das Velhas, um dos mais importantes rios de Minas.

“O Governo do Estado fará tudo o que for possível para recuperar o São Francisco. É preciso que todas as margens do rio e de seus afluentes estejam protegidas, e protegidas num amplo sentido. Primeiro, com a recuperação das matas ciliares e, depois, com o saneamento de todas as cidades do Vale do São Francisco. Em poucas palavras, repetir no Rio São Francisco o que fizemos no Rio das Velhas – que, aliás, é um grande tributário do Rio São Francisco”, garantiu Pimenta.

Além de investir na revitalização do rio, o candidato a governador enfatizou os compromissos para a região semiárida de Minas, que envolve as regiões Norte, Noroeste e vales do Jequitinhonha e Mucuri, para garantir o abastecimento da população nos longos períodos de seca. Pimenta reafirmou que o semiárido mineiro terá um projeto ousado, como nunca se viu no Estado.

“Vamos fazer em toda região do semiárido um programa de barragens de grande alcance. Estamos projetando algumas barragens grandes, vamos fazer um número muito expressivo de barragens médias e as barraginhas, e quero dizer aqui que o número é este mesmo, vamos fazer milhares de barraginhas, milhares, porque é uma maneira de atender a cada região, a cada pessoa, a cada casa e nós estamos concluindo um projeto como nunca se viu em Minas em relação a isso”, assumiu.

Pirapora transformada

O prefeito de Pirapora, Leo Silveira (licenciado do PSB), entusiasmado com a visita dos candidatos pela Coligação Todos por Minas, afirmou que o apoio a Pimenta e Anastasia se deve à gratidão por tudo o que o Governo de Minas realizou na cidade nos últimos anos, como o Centro de Convenções, Hospital, CTIs, Centro Viva Vida, asfalto, praças, sistema de bombeamento de água e diversas outras obras.

Na cidade, o Governo de Minas já investiu R$ 8,5 milhões no aeroporto, incluindo melhorias na pista de pouso e decolagem, intervenções no pátio principal, além da construção de uma estação de passageiros e seção de combate a incêndio. Também foram destinados R$ 4,4 milhões, entre 2006 e 2008, para a construção do Centro de Convenções José Geraldo Honorato Vieira – R$ 4,4. Além de repassar 13 viaturas à Polícia Militar, o Estado investiu R$ 1,6 milhão no Corpo de Bombeiros.

A saúde da população teve um salto de qualidade nos últimos anos. Minas implantou em Pirapora um Centro Viva Vida, sendo 1.108 gestantes atendidas pelo Mães de Minas, repassou R$ 5,5 milhões para o Hospital Dr. Moisés Magalhães Freire de R$ 5,416 milhões, além de promover mais de 53 mil atendimentos pelo Sistema Estadual de Transporte de Saúde e uma unidade do Farmácia de Minas em funcionamento.

“Toda a população tem enorme gratidão por tudo que Aécio e Anastasia fizeram por Pirapora e pela região. Isso nos dá esperanças sobre o que virá pela frente, por isso, apoiamos Pimenta da Veiga. Pimenta vai conduzir um programa de proteção às veredas, que são os berçários das águas do São Francisco, e vai estabelecer um grande sistema de hidrovia para ligar a nossa região ao Nordeste do Brasil. Temos plena confiança de que o Norte de Minas tem muito ganhar com as vitórias de Pimenta e Anastasia”, disse Leo Silveira.

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25/09/2014 Posted by | Anastasia,  ANTONIO ANASTASIA,  ELEIÇÕES 2014,  GESTÃO DO PT,  GOVERNO DE MINAS, POLÍTICA | , , , , | Deixe um comentário

Pimenta garante conclusão de hospitais regionais

O tucano afirmou que, se eleito, vai finalizar obras para implantação de hospitais do Governo de Minas na Zona da Mata.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Pimenta promete hospitais

Candidato do PSDB pretende ampliar rede no interior de Minas para facilitar acesso à saúde

O candidato do PSDB ao governo de MinasPimenta da Veiga, prometeu ontem investimentos na área da saúde durante campanha em Manhuaçu, na Zona da Mata. O tucano afirmou que, se eleito, vai finalizar obras para implantação de hospitais que já foram iniciadas pelo Executivo estadual  ou que estejam em fase de projeto. Na área de segurança, Pimenta disse que pretende aumentar o policiamento em Minas Gerais. “Para deixar claro que nós não convivemos com a bandidagem”, disse. O candidato esteve na cidade para uma caminhada e carreata, acompanhado do candidato do PSDB ao Senado, Antonio Anastasia, entre outros  aliados.

Segundo Pimenta da Veiga, o objetivo dos investimentos em saúde é evitar que pacientes do interior de Minas Gerais tenham que viajar à capital para fazer tratamentos. “Nós vamos concluir todos os hospitais iniciados. Não apenas os que estão com obras em andamento. Até agora, já estão prontos os hospitais de Pirapora, de Uberaba e de Uberlândia. E outros continuam  em obras, como os de Governador ValadaresTeófilo Otoni, Sete Lagoas, Divinópolis e Juiz de Fora. Nós vamos concluir todos esses, e aqueles que estão ainda em fase de projeto, nós vamos também iniciar a obra e conclui-la. E mais do que isso: nós vamos equipar os hospitais e colocá-los em funcionamento de maneira que nenhum mineiro precise viajar a Belo Horizonte para se tratar, todos possam resolver os problemas de saúde que tenham na sua região, sejam de baixa complexidade, de média ou de alta complexidade”.

Entre os hospitais em que pretende investir, Pimenta da Veiga citou também de Manhuaçu, destacando a importância dele para região. “É fundamental que a saúde aqui esteja no nível de outras cidades próximas e, sobretudo, que (a rede hospitalar) possa atender os pequenos municípios que gravitam em torno de Manhuaçu com um serviço de boa qualidade”, afirmou. O candidato prometeu também fazer o contorno viário da cidade. “É uma antiga reivindicação. Isso está no nosso plano de governo”.

Segurança Ao falar sobre segurança, Pimenta disse que o “governo do PT não toma conta das fronteiras e deixa entrar drogas e armas (no país)”, refirindo-se  à administração da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição. “Mas nós aqui em Minas temos um programa muito vigoroso com a Polícia Militar e a Polícia Civil, e no meu governo eu pretendo aumentar o policiamento ostensivo, para deixar claro que nós não convivemos com a bandidagem. Então, nós vamos ter mais policiamento ostensivo para que o cidadão se sinta mais seguro e o bandido fique com medo”, afirmou o tucano.

23/09/2014 Posted by | ELEIÇÕES 2014, Governo de Minas, SAÚDE | , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio garante que Pimenta vai conduzir Minas ao desenvolvimento social

Pimenta da Veiga vai conduzir ciclo virtuoso de crescimento e desenvolvimento social em Minas, garante Aécio Neves.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta da Veiga vai conduzir ciclo de crescimento e desenvolvimento social, garante Aécio

Carreata da vitória reuniu milhares de apoiadores neste sábado em Belo Horizonte; candidatos também fizeram caminhada pelas ruas da cidade

Milhares de pessoas participaram neste sábado (13/09), em Belo Horizonte, da grande carreata da vitória de Pimenta da Veiga ao Governo de MinasAécio Neves para a Presidência e Antonio Anastasia ao Senado. A caravana percorreu a Avenida Afonso Pena, desde a Praça do Papa até a Praça Sete. Por onde passaram, Pimenta, Aécio, Anastasia e o candidato a vice-governador Dinis Pinheiro receberam o carinho de populares, comerciantes e motoristas, que acompanharam a carreata com um buzinaço.

Aécio reafirmou sua convicção na vitória de Pimenta, destacando que o eleitor mineiro vai se decidir pelo caminho que impulsionará o desenvolvimento social do Estado. “Nossa experiência, a nossa competência, a nossa equipe – e aqui estão Anastasia, Pimenta, gente qualificadíssima pelo Brasil afora – está à disposição do Brasil. Nós temos uma seleção nacional para permitir um ciclo virtuoso de crescimento e desenvolvimento social. Quem tem uma seleção escalada e pronta para entrar em campo, não vai querer jogar com um time de segunda divisão”, destacou Aécio.

Pimenta da Veiga também destacou o apoio que vem recebendo em todo o Estado e classificou a carreata realizada neste sábado como “o caminho da vitória”. “Estamos, com esse grande encontro, consolidando a nossa vitória. Eu estou absolutamente tranquilo de que nós vamos ganhar e ganhar bem”, afirmou o candidato, que também participou de caminhadas com Aécio e Anastasia, na Praça do Papa e na Praça Sete, no centro da Capital. “São lindas caminhadas. Este é o início da nossa vitória”, completou Pimenta da Veiga.

Ainda segundo Aécio, a grande inspiração para a vitória emana do povo mineiro. “Estamos iniciando essa caminhada para a reta final da campanha extremamente otimistas, porque chegou a hora da grande virada, chegou a hora da onda da razão e eu tenho convicção de que Pimenta da Veiga e Anastasia vencerão as eleições em Minas Gerais e nós vamos para o segundo turno. Por isso, vamos até o final, buscando inspiração aqui pela Praça do Papa e vamos percorrer Belo Horizonte, dizendo que a virada começa em Minas”, disse.

Carreata da Vitória

Uma multidão tomou a Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, em Belo Horizonte, na manhã deste sábado. O local foi ponto de encontro para o início da maior carreata já feita em todo o Estado. Em carro aberto, Pimenta da Veiga, Aécio Neves, Antonio Anastasia e Dinis Pinheiro, sob uma chuva de papel picado, percorreram quase toda Avenida Afonso Pena, uma das principais da capital mineira, acenando e cumprimentando populares.

Do alto dos prédios, moradores e trabalhadores acenavam de suas varandas e janelas, exibindo faixas de apoio. Milhares de pessoas, que acompanharam a caravana, comandaram um bandeiraço e adesivaço, entoando o jingle da campanha. Populares se aproximavam e vários acompanharam, a pé, a carreata. De um trio elétrico, o grupo “Moleques de Aécio”, de Governador Valadares, comandou parte da festa, cantando um funk que fizeram em prol do candidato à Presidência pela Coligação Muda Brasil.

Próximo à Praça Sete, no centro de Belo Horizonte, os candidatos da Coligação Todos por Minas desceram do carro e, junto a milhares de pessoas, caminharam ao lado de populares. Ao lado de dezenas de jovens, os candidatos ergueram e agitaram uma enorme bandeira do Brasil. Aécio e Pimenta foram carregados nos ombros por eleitores, em clima de vitória.

Antecedendo a carreata, os candidatos assinaram o Pacto pela Juventude e pela Igualdade Racial. Representantes do Tucanafro e centenas de jovens aplaudiram a iniciativa e entoaram hinos de apoio aos candidatos que, segundo eles, são os únicos capazes de fazer com que o Brasil e Minas avancem. Para Antonio Anastasia, a parceria com a sociedade mineira é o grande trunfo da Coligação Todos por Minas. “Nossa vitória será a vitória do eleitor e, fundamentalmente, a vitória da ética, da eficiência. Por isso, o mineiro vai com Aécio, Pimenta e comigo”, destacou Anastasia.

16/09/2014 Posted by | AECIO,  AÉCIO NEVES,  ANASTASIA,  ANTONIO ANASTASIA | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio volta à Minas para trabalhar pela vitória de Pimenta

Aécio Neves prevê arrancada ao segundo turno na corrida presidencial e reviravolta de Pimenta da Veiga para o Governo de Minas.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Aécio volta a Minas e promete fazer “barba, cabelo e bigode”

Presidenciável tucano pretende vincular mais sua imagem à de Pimenta da Veiga para virar o quadro

ISABELLA LACERDA

O crescimento de oito pontos percentuais na intenção de voto de Pimenta da Veiga para o governo de Minas, como mostrou nesta quinta levantamento divulgado pelo Datafolha, e a vinda do senador e presidenciável Aécio Neves a Belo Horizonte para reforçar a campanha do PSDB no Estado reverteram o clima de crise até então instalado. Aécio previu a vitória de Pimenta, “com barba, cabelo, bigode”.

Depois das trocas internas no comando da campanha e das demissões causadas por problemas financeiros, a ordem dada nesta quinta por Aécio é que seja colocada em prática uma nova campanha. Serão alteradas as estratégias publicitárias e ainda será feita cobrança por mais empenho de prefeitos e deputados, tudo para virar o quadro favorável ao candidato Fernando Pimentel (PT).

Nesta quinta Aécio fez uma verdadeira peregrinação na capital na tentativa de acertar os ponteiros. O primeiro passo foi se reunir com a irmã e coordenadora de comunicação, Andrea Neves, e também com Pimenta e o novo líder da equipe, Danilo de Castro, para estabelecer mudanças na identidade visual da campanha, como adiantou nesta quinta O TEMPO.

Em seguida, o presidenciável esteve em dois encontros com prefeitos e parlamentares. No primeiro ato, pediu aos gestores que levem seu nome e o de Pimenta para o interior. A falta de contato entre a coordenação da campanha e os prefeitos foi um dos motivos apontados por aliados da crise interna.

PSDB também distribuiu kits com materiais de publicidade para que a eleição seja levada aos municípios fora da região metropolitana. “Pretendemos mobilizar forças e botar todo mundo para trabalhar”, disse o senador, admitindo uma presença mais constante no Estado neste mês.

Aécio também almoçou em reservado com deputados da base. Ele aproveitou para exigir apoio a Pimenta, mas também ouviu reclamações. “Espero que Minas mostre que não temos como vocação ser depósito de petista desempregado. Minas não merece ter o PT governando seus destinos”, afirmou, dando a tônica dos pleitos dos aliados: bater mais no PT. “Pedimos a reformulação no programa de televisão, achamos que é necessário aumentar o tom da campanha, com mais críticas ao Pimentel”, confidenciou um tucano após o encontro.

Aécio deixou claro ao longo do dia que “é hora de dar uma acelerada nessa reta final” e que é possível virar o quadro. Ele decidiu que é preciso vincular o máximo possível seu nome ao dePimenta. “Talvez devesse vincular um pouco as campanhas. Pimenta tem que ser identificado com o trabalho feito em Minas nos últimos 12 anos”, avaliou.

Peregrinação

Encontros. Em sua vinda a Belo Horizonte, nesta quinta, Aécio Neves fez uma verdadeira peregrinação e esteve em diversas reuniões com aliados.

Estratégia. Pela manhã, ele se reuniu com a irmã e responsável pela parte de comunicação das campanhas, Andrea Neves, e integrantes da campanha de Pimenta da Veiga, entre eles Danilo de Castro, para definir novos rumos da campanha.

Aliados. Depois, Aécio se encontrou com prefeitos e lideranças do Estado. Em seguida, almoçou com deputados aliados e pediu que participem mais ativamente da campanha.

08/09/2014 Posted by | AÉCIO NEVES, Anastasia, Antonio Anastasia, ELEIÇÕES 2014, Governo de Minas, POLÍTICA, PSDB | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Pimenta da Veiga: temos que estimular as vocações de cada microrregião

Minas Gerais: Pimenta da Veiga defendeu estímulo para a vocação econômica das regiões do Estado com o objetivo de atrair novas empresas.

Minas Gerais: eleições 2014

Fonte: PSDB-MG

Pimenta da Veiga defende estímulo à vocação econômica das regiões de Minas

O pré-candidato ao Governo de Minas pelo PSDB com apoio de 19 partidos aliados, que formam o Movimento Todos por Minas, Pimenta da Veiga, participou, nesse sábado (07/06), em Juiz de Fora (Zona da Mata), de encontro com lideranças políticas do PPS. Durante o encontro, Pimenta da Veiga defendeu maior estímulo para a vocação econômica de cada região do Estado com o objetivo de atrair novas empresas e a consequente geração de emprego e renda para a população.

“Temos que estimular as vocações de cada microrregião, seja o pólo moveleiro de Ubá, as áreas de fruticultura e muito mais. Mas o que precisamos na Zona da Mata é desenvolver programas que tragam novas empresas. Estou empenhado nisso. Estou discutindo com as lideranças regionais para que nos possam dar sugestões, mas isso passa por questões tributárias, por possibilidades de financiamentos e estilo pessoal de cada empresa que possa vir. Estou certo que vamos atrair novas empresas que tragam empregos e renda para todas as regiões”, disse Pimenta da Veiga.

O encontro contou com a presença do governador de MinasAlberto Pinto Coelho (PP); do presidente estadual do PSDB, deputado federal Marcus Pestana; da presidente do PPS em Minas, deputada estadual Luzia Ferreira; do ex-secretário de Estado de Saúde, Antonio Jorge; do ex-prefeito de Juiz de ForaCustódio Matos; além de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores da Zona da Mata, professores e representantes do PSDB Jovem.

Em seu discurso durante o encontro, o ex-ministro das Comunicações lembrou do enorme respeito que tem pelo PPS. “Vocês construíram um partido admirável, moderno que tem por outro lado uma história que precisa ser referenciada.”

Desenvolvimento regional

Presidente do Instituto Teotônio Vilela de Minas (ITV-MGPimenta da Veiga destacou que as transformações ocorridas no Estado nos governos tucanos de Aécio Neves e Antonio Anastasia priorizaram o desenvolvimento regionalPimenta da Veiga lembrou os programas que levaram mais infraestrutura para os municípios, como o Proacesso e oCaminhos de Minas, que aproximaram as regiões a partir da pavimentação de rodovias.

“Temos o Proacesso, os Caminhos de Minas e os programas da área da Educação. A educação em Minas é considerada a melhor educação básica de todo país. A saúde em Minas também é considerada a melhor de todo universo brasileiro. De fato foi feito muito. As Redes de Urgência e Emergência que, usando helicópteros, tem salvado vidas; oshospitais regionais. O hospital de Juiz de Fora é um exemplo. O Governo de Minas está investindo para que seja concluído, equipado, dotado de equipamentos para entrar em funcionamento e atender a população da região”, disse.

Esperança

Pimenta da Veiga considera que as transformações que começaram em Minas nos últimos 12 anos tornaram o Estado referência em gestão pública e estão inundando o país de esperança.

“Estou certo que há 12 anos começou em Minas uma enorme transformação política. Desde a eleição de Aécio Neves em seus dois mandatos, depois com Antonio Anastasia, e agora com Alberto Pinto CoelhoMinas, que começou por um Choque de Gestão, se tornou um Estado com uma administração pública das mais modernas e eficientes do país. Temos todas as soluções para isto. Vamos levar as mudanças para todo o país. Basta que todos compreendam a intensidade, o valor histórico deste momento que estamos vivendo. Podemos mudar a história do Brasil com nosso trabalho. Podemos recolocar o país nos trilhos, para não perdermos as conquistas já obtidas e depois para que o país não volte a viver o que já passamos tempos atrás”, disse.

Inflação

Pimenta da Veiga disse estar preocupado com os rumos da economia do país em razão da inflação e da elevação dos preços dos produtos. Segundo ele, o governo do PT está sacrificando a população brasileira.

“A inflação é altamente preocupante. Já pulou de 7% para 10%, e acima disto, o pulo é muito mais rápido, e ninguém sabe como resolver. O governo que está aí vem deixando que a inflação bata no teto da meta. O atual governo está abrindo um buraco nas contas externas e isto vai custar dezenas de bilhões de dólares que os brasileiros vão pagar. Isso me preocupa, assim como a tragédia que vem ocorrendo com a Petrobras”, afirmou.

10/06/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Pimenta da Veiga participa de encontro com lideranças políticas em Sabará

Pimenta da Veiga destacou os avanços em Minas nos últimos 12 anos nas áreas da saúde, educação, infraestrutura e gestão administrativa.

Movimento Todos por Minas: Pimenta da Veiga

Fonte: PSDB-MG

Moradores e lideranças políticas da RMBH recebem Pimenta da Veiga, em grande encontro em Sabará 

O presidente do Instituto Teotônio Vilela de Minas Gerais (ITV-MG) e líder do Movimento Todos por Minas, Pimenta da Veiga, participou, nesta quinta-feira (15/05), de encontro com lideranças políticas em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Vereadores, moradores e líderes de diversas comunidades da cidade histórica e de outrosmunicípios da RMBH lotaram o Clube Cravo Vermelho para apresentar as propostas ao pré-candidato do PSDB ao Governo de Minas.

No encontro, Pimenta da Veiga destacou os avanços conquistados em Minas nos últimos 12 anos nas áreas da saúde, educação, infraestrutura e gestão administrativa.

“Primeiro, foi o Choque de Gestão e os funcionários públicos passaram a ser remunerados pelo seu desempenho. Isso foi fundamental, porque, quando o estado ganha eficiência, todos os setores se beneficiam”, disse.

Pimenta da Veiga lembrou que o Estado é reconhecido pelo MEC por ter o melhor ensino fundamental do país. Segundo ele, a educação de qualidade é o melhor caminho para o desenvolvimento do Estado.

“É preciso fazer uma parceria sólida, definitiva, fraterna e solidária com os professores para fazer é uma revolução na educação mineira. Com educaçãociência e tecnologia Minas pode se transformar no Estado da Inovação. Vamos formar trabalhadores mais qualificados e competentes para impulsionar nosso crescimento”.

Estradas e crescimento

Em Sabará, depois de percorrer quase 100 cidades para ouvir as demandas e conversar com os mineiros, Pimenta da Veiga afirmou que os mineiros foram beneficiados no governo do PSDB com os maiores programas do país de pavimentação de rodovias, com asfaltamento de acesso a 240 cidades, resultando diretamente no crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano dos municípios.

Pimenta da Veiga destacou a importância do Proacesso e do Caminhos de Minas e lamentou a falta de solidariedade do governo federal com os mineiros que impediu que todas as cidades tivessem seus acessos asfaltados.

“Apenas seis cidades não conseguiram melhorar suas estradas de acesso, porque a pavimentação dos trechos dependia do governo federal“, explicou Pimenta.

Cenário econômico

O presidente do ITV-MG manifestou ainda seu receio sobre o cenário econômico nacional, em que a inflação, vencida pelo Plano Real, volta a ser uma ameaça.

“A inflação está perigosamente batendo as metas, e com inflação não se brinca. O governo federal está agindo irresponsavelmente. Os juros estão altos, o câmbio está descontrolado e nosso PIB é vergonhoso, colocando o Brasil atrás de todos os países da América do Sul. Perdemos apenas para a Venezuela, que não é espelho pra ninguém. Tudo isso vai chegar ao bolso dos brasileiros”.

16/05/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Choque de gestão, que trouxe eficiência em MG, é criticado por Lula

Em Salvador Lula critica modelo de gestão adotado em Minas e reconhecido pelo Banco Mundial como referência em administração pública.

Choque de Gestão: planejamento eficiente que mudou Minas

Fonte: Valor Econômico 

Choque de gestão é balela, diz Lula

Em Salvador para um ato político do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mirou nos dois principais prováveis adversários da presidente Dilma Rousseff nas eleições deste ano ao afirmar que é o governo federal quem “cuida dos pobres” em Minas Gerais e Pernambuco – Estados que foram, respectivamente, governados por Aécio Neves (PSDB) eEduardo Campos (PSB).

“Ninguém é tolo para acreditar que quem não faz em 500 anos vai fazer agora. É só ver quem são os nossos adversários e ver qual é a política social que eles fizerem nos Estados para ver se não tem o dedinho do governo federal. Quem é que cuida dos pobres em Minas Gerais? Quem é que cuida dos pobres em Pernambuco? É o governo federal”, afirmouLula.

Lula participou na noite de hoje de um ato político de apoio à pré-candidatura de Rui Costa (PT) ao governo da Bahia.

Numa crítica indireta ao tucano Aécio Neves, ironizou os que defendem a prática de “choques de gestão” – um dos principais motes do senador quando foi governador de Minas Gerais (2003-2010).

“Eles inventam umas palavras que terminam quando começam e não acontece nada: choque de gestão é a maior balela que eu já vi nesse pais”, disse Lula. “Toda vez que alguém fala em choque de gestão, o resultado é corte de salário e dispensa de trabalhador na maioria dos Estados brasileiros em que os governadores fazem isso.”

Marcando todo o discurso com a distinção entre “nós” e “eles”, o ex-presidente usou a maior parte do tempo para exaltar os 11 anos de gestões do PT no Planalto, em áreas como educaçãoacesso à água e políticas sociais.

“Eles tem que ter medo mesmo porque mais um mandato da Dilma [Rousseff], mais a eleição do Rui [Costa], a gente vai consertar mais um pouco este país, mais um pouco esta Bahia, e não vai ter espaço para eles voltarem”, afirmou.

Lula ainda defendeu a atuação de seu governo na aquisição, pela Petrobras, em 2006, da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, negócio sob críticas por suspeita de ter gerado um prejuízo milionário à estatal. Afirmou que a “essa gente” que critica o negócio está “interessada em fazer caixa de campanha”.

Conheça o Choque de Gestão

Choque de Gestão: planejamento eficiente que mudou Minas

Renata Vilhena, secretária de Planejamento e Gestão de MG, fala do modelo de austeridade fiscal e da adoção da diversificação da economia.

Políticas públicas

Fonte: Jogo go Poder

Choque de Gestão: Renata Vilhena participou da concepção do Choque de Gestão, modelo implantado em Minas a partir de 2003.

“É falácia dizer que Minas está muito endividada”, diz Renata Vilhena

Renata Vilhena é secretária de Estado de Planejamento e Gestão do Governo de Minas Gerais (Seplag-MG) desde 2007. Graduada em Estatística pela UFMG e especialista em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro, integrante da Comunidade de Gestão Avançada da FDC, é servidora de carreira da Seplag desde 1986. Também atuou no governo Federal como secretária-adjunta de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão, entre 1999 e 2002. Participou da concepção do Choque de Gestão, modelo implantado em Minas a partir de 2003 e que já está em sua terceira geração. Sobre o tema, foi uma das organizadoras, em 2006, do livro “Choque de Gestão em Minas – Políticas da Gestão Pública para o Desenvolvimento”. Na entrevista a seguir, Renata Vilhena aborda temas polêmicos, como o endividamento do Estado, previdência estadual e indicadores de criminalidade. A secretária quantifica os benefícios econômicos de uma política de austeridade fiscal e destaca ações no sentido de diversificar a economia mineira, hoje fortemente dependente de commodities minerais e agrícolas.

Existe uma demanda global por austeridade fiscal no setor público e, ao mesmo tempo, uma exigência por desenvolvimento. Qual a receita para atender às duas necessidades?
É um grande dilema. Tudo o que eu faço em expansão do serviço público é transformado posteriormente em custeio. Quando eu construo um presídio, eu gasto com o investimento na construção e depois preciso manter aquilo funcionando para o resto da vida, e considerando que um preso custa, em média, R$ 1.800 por mês.

Mas como reduzir o custeio sem parar a máquina pública?
É importante separar o que eu chamo de custeio finalístico, um custeio que é bom, do custeio que é a simples manutenção da administração pública, onde temos, sim, que ser severos, que é aquele custeio com água, luz, telefone, aluguel, diárias, passagens. Estaremos sempre investindo nos gastos finalísticos como merenda, transporte escolar, o combustível da polícia. Mas aquele custeio ligado meramente à atividade de manutenção, o esforço é para que seja cada vez mais qualificado e menor. É muito difícil, porque isso deve ser feito órgão a órgão, instituição por instituição.

A estratégia do governo de buscar Parcerias Público-Privadas (PPPs) é um forma de encarar esse desafio?
Com certeza. No complexo penitenciário, não teríamos recurso para construir no tempo recorde, como foi. Mas quando procuro um parceiro, ele executa as obras, o investimento, e eu diluo esse investimento no custeio e monitoro resultados. O que é muito interessante desse modelo de contrato é que eu pago por performances, medida por indicadores. Se o serviço não foi bem prestado, o repasse é menor. Pago pela entrega que recebo. Aprendemos muito com isso e migramos esse modelo para todos os contratos da Cidade Administrativa.

Temos editais na praça para a PPP dos resíduos sólidos e expectativa para a PPP do transporte ferroviário. Existe plano de PPP para algum outro setor?
Sim. As Unidades de Atendimento Integrado (UAI). Temos um piloto com seis já em funcionamento por PPP e temos licitação aberta para expansão em todos os outros postos. Ficou separado o UAI da Praça Sete, que, após consulta pública, decidiu-se por licitação separada porque se trata de um prédio tombado e com características diferenciadas. Nesse caso das UAIs, existe um outro aspecto interessante, que é o usuário que avalia o serviço, por meio de formulários.

E qual é o resultado dessa avaliação?
Hoje, a avaliação positiva é de 98%, e o Estado gasta 30% menos. É o sonho de consumo de todo gestor: gastar menos e ter um serviço prestado com maior qualidade. E é o que se espera das PPPs, a profissionalização da gestão dos contratos e diluir recursos do investimento em 20, 30 anos.

No ano passado, foram anunciadas pelo governador medidas de fusão de secretarias, impedimento na contratação de consultorias, etc. Qual o resultado disso?
Alcançou uma economia de R$ 142 milhões de agosto a dezembro de 2013 com a implantação das medidas administrativas para redução de custos e racionalização da administração pública. Cortes em cargos em comissão representaram 56%, e o restante, com venda de carros, redução de consultorias, viagens e outras medidas.

Qual o impacto da redução de aluguéis a partir da transferência dos serviços para a Cidade Administrativa?
Resultou em economia de R$ 16,8 milhões, em 2013, relativa ao não pagamento de aluguéis. A economia total com custos de manutenção ficou em R$ 121 milhões. Isso sem contar a venda de imóveis.

O Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI) prevê que, até 2030, Minas Gerais se beneficie muito com a valorização das commodities. O Estado é grande produtor de minério de ferro e café, principalmente. A partir desse bom momento de preços das commodities, o PMDI indica a necessidade de diversificar a economia e diminuir a dependência da economia estadual de ciclos positivos para as commodities. O que já foi feito nesse sentido?
Vários estudos com participação da Fundação Dom Cabral (FDC) foram feitos para avaliar o potencial do Estado de atração de empresas. Isso resultou, por exemplo, na Six Semicondutores, um tipo de investimento que nunca tivemos em Minas Gerais. Foi realizado também um estudo no Vetor Norte e identificou-se potencial para empresas de tecnologia, aviação, medicinal. Temos o Centro de Tecnologia e Adaptação Aeroespacial (CTCA), o aeroporto-indústria, a fashion city, a parte de empresas de medicamentos. Estamos sendo proativos e vemos resultados.

O PMDI também traça meta ousada de reduzir para 26 a cada 100 mil o número de jovens de 15 a 24 anos assassinados até 2015. Em 2009, eram 38,9 a cada 100 mil. A meta será cumprida?
Não tenho ainda os indicadores de 2013, que são medidos pela Universidade Federal de Minas Gerais. São metas ousadas mesmo. Essa meta é um dos Objetivos do Milênio. Não posso falar agora que a meta será cumprida, porque não tenho resultados prévios dos indicadores, mas temos chegado perto do cumprimento.

A fusão dos planos de previdência do funcionalismo estadual criou polêmica. O Estado está preparado para a judicialização do caso?
Está. A União, há cerca de dois anos, instituiu a previdência complementar e criou-se a possibilidade de os Estados criarem previdências suplementares. Tínhamos um fundo de previdência criado em 2002, em um contexto econômico diferente, e agora chegamos em um ápice de capitalização, onde o governo tem que colocar recursos do Tesouro, totalmente esterilizados, e que só poderão ser usados em 2030. Isso é muito bom se a gente tiver o mundo em situação de crescimento.

Mas o mundo não está crescendo. O que fazer?
O que fizemos foi instituir a previdência complementar e, para que não tivéssemos três modelos, ficamos só com o modelo que é de previdência complementar e o modelo onde o Tesouro, da mesma forma que fazia com o Funpemg, vem aportando a complementação dos inativos. Adotamos modelo idêntico ao do governo Federal, ao do Ceará, de Pernambuco, São Paulo. A União nunca fez um fundo de capitalização sob o argumento de que o Tesouro Federal não tem dinheiro para ficar parado enquanto temos demandas crescentes de serviços.

E Minas tem?
Minas Gerais é o mesmo caso. Temos muita segurança no que fizemos, com parecer da Advocacia Geral do Estado. A Lei Federal não veda o que fizemos, o que existe é uma resolução, que é um ato da Secretaria de Previdência Nacional, de que o ideal é ter um modelo de capitalização, e que ficou prejudicado após a criação da previdência complementar. Começamos a contribuir com a aposentadoria em 2003. Até então, nunca contribuímos. O que arca com a aposentadoria, com os R$ 8 bilhões ao ano de inativos, são impostos.

Uma crítica que se faz à administração pública em Minas Gerais é sobre o endividamento do Estado. Existe previsão de redução do endividamento?
Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece limites para o endividamento. Fala que os Estados não podem ultrapassar o valor de 2 para 1 em relação à receita corrente líquida. Então existe uma trajetória de endividamento e, se eu não cumpro, tenho todos os meus repasses de convênio e transferências da União bloqueados. A gente não chega aos 2, estamos em 1,8.

E a revisão dos juros da dívida?
As pessoas às vezes têm dificuldade de entender que uma coisa é um acordo da dívida que todos os Estados tinham com a União, que é essa discussão dos juros, que eu já paguei duas vezes o valor negociado e ainda devo cinco vezes. Outra coisa são as operações de crédito, aquelas que eu tenho com o BNDES,Banco do BrasilCaixaBanco Mundial, e que não podem ultrapassar 2 vezes a minha receita corrente líquida. É uma falácia dizer que Minas Gerais está muito endividada, porque eu cumpro os indicadores da Lei de Responsabilidade Fiscal. O que eu tomei de operações de crédito cabe perfeitamente dentro do meu fluxo de caixa. É o mesmo que acontece quando se compra uma casa, que tem valor muito acima do salário, mas as parcelas cabem perfeitamente no orçamento.

Qual a previsão de reajuste neste ano do funcionalismo?
Temos uma Lei de Política Remuneratória onde trabalhamos com a variação da receita deste ano com o anterior e o crescimento da folha deste ano em relação ao ano anterior. O que fica aí de intervalo é o que podemos conceder de aumento. Ano passado, concedemos 56% a mais do que essa variação e, para este ano, temos dois aumentos já concedidos à polícia, alguns aumentos da saúde e meio ambiente, entre outros. Até pelo calendário eleitoral, não sei o que vamos conceder além do que já foi.

14/05/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Gestão eficiente: Anastasia fala sobre resultados em mensagem de despedida

Palavra do Governador: Anastasia fala do modelo de gestão que valoriza o planejamento, a eficiência e a meritocracia.

Legado da eficiência

Fonte: Agência Minas 

Último programa: Anastasia fala sobre legados de sua gestão e agradece o apoio dos mineiros

“Este é um trabalho coletivo do Governo e dos 20 milhões de mineiros que trabalham de modo integrado pelo desenvolvimento do Estado”, destaca o governador

Depois de quatro anos à frente do Governo de MinasAntonio Anastasia deixa, nesta sexta-feira (04/04), o cargo de governador do Estado. Em seu lugar assume o vice-governador Alberto Pinto Coelho que, desde 2011, o tem acompanhado no planejamento e na condução dos programas desenvolvidos em todo o Estado, e conduzirá, até o final do ano, os projetos implementados nas diversas regiões de Minas.

No último programa Palavra do GovernadorAnastasia deixa uma mensagem de despedida otimista e cheia de gratidão a toda a população mineira, além de fazer um balanço dos resultados alcançados por sua gestão em áreas estratégicas como saúde, educação, segurança e infraestrutura. “Este é um trabalho coletivo, de toda a sociedade mineira. Agradeço especialmente aos 20 milhões de mineiros, que trabalham de modo integrado pelo desenvolvimento do Estado. À minha equipe de Governo e a todos os servidores públicos que se desdobraram tanto ao longo de tantos anos. Essa dedicação e esse empenho nos permitiram, ao longo de quatro anos, apresentar resultados tão expressivos paraMinas”, destaca.

Segundo Anastasia, orgulho é uma palavra que define bem seu sentimento ao avaliar o legado deixado por sua gestão aos mineiros. “Deixo o Governo não só com a cabeça erguida pelo comportamento ético e íntegro desta gestão, mas, sobretudo, com a consciência tranquila pelos bons resultados que alcançamos em todas as áreas de ação do Governo”, pontua.

Graças à capacidade de planejamento do corpo técnico do Governo de Minas, o Estado conseguiu amenizar os impactos da crise financeira que afetou o Brasil e o mundo a partir de 2008. Isso permitiu manter a qualidade dos serviços públicos e a manutenção dos investimentos previstos. Segundo lembra o governador, Minas Gerais conseguiu avançar em diversas áreas, dando respostas concretas às demandas da população.

Avanços em educação, saúde e segurança

“Na educação, por exemplo, Minas pode se orgulhar de ter conseguido, por duas edições consecutivas, no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o primeiro lugar no Brasil. Da mesma forma, desde que fomos o primeiro estado a colocar as crianças com seis anos na escola, avançamos muito através de programas como o Reinventando o Ensino Médio e o Poupança Jovem”, ressalta Anastasia, lembrando ainda da valorização dos professores com aumentos expressivos da folha de pagamento da Educação e a recuperação de escolas estaduais. “Acho que a educação talvez seja o principal legado de nosso Governo, não só em razão dos seus indicadores objetivos, mas pelo capital humano que gera, que é fundamental para o futuro de Minas Gerais”, acrescenta.

Para o governador, na área da Saúde os dados também são muito positivos, lembrando que, nos últimos anos, Minas aumentou substancialmente os investimentos nesse setor, criando e ampliando programas que estão assistindo desde os nascituros até os idosos. Ele cita como exemplos o Programa Mães de Minas, que garante o cuidado com a gestante e o bebê, e as cerca de 600 unidades do Farmácia de Minas implantadas em todas as regiões do Estado, levando para mais perto do cidadão o acesso aos remédios de uso controlado de forma gratuita.

Outros destaques são as dezenas de Unidades Básicas de Saúde concluídas e a rede de transporte em saúde, que estão dando mais dignidade àqueles que precisam de atendimento médico em momentos de dificuldades.

“O próprio governo federal apontou Minas como a melhor saúde do Sudeste e a quarta melhor do Brasil. Recentemente, o IBGE colocou Minas como o segundo Estado que mais investe em saúde em relação ao seu orçamento. O caminho atual que estamos trilhando é um bom caminho”, observa Anastasia.

Na Defesa Social, o governador recorda o levantamento do Ministério da Justiça, que aponta Minas como o estado que mais investe no setor, proporcionalmente ao seu orçamento. “Fizemos um esforço imenso nesses últimos anos. Multiplicamos por três o número de vagas no Sistema Penitenciário, aumentamos os efetivos da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Guarda Penitenciária e do Corpo de Bombeiros. Nunca houve tanto investimentos em equipamentos, veículos e novas tecnologias para as nossas forças públicas”, afirma Anastasia.

Infraestrutura para gerar empregos

Na infraestrutura, o Estado também deu saltos importantes, com programas como o ProMG, que se destaca como referência na manutenção e conservação das estradas estaduais, e o Proacesso, em fase de conclusão, que levará ligação asfáltica a 100% das cidades mineiras. Em outra frente, o Caminhos de Minas foi lançado para conectar regiões e cidades importantes e já conta com 60 obras em andamento e outras centenas de projetos em execução.

O objetivo, segundo o governador, é criar uma infraestrutura adequada, do ponto de vista econômico e logístico, que faça de Minas Gerais referência para atração de novos negócios, a fim de que sejam gerados mais empregos e renda. “Agência internacionais, como a Standard & Poor’s e a Moody’s, já reconheceram a boa governança de Minas Gerais e nos deram, portanto, o atestado de competência. Também conseguimos, nos últimos anos, atrair empresas de perfil diferenciado, nas áreas de locomotivas, helicópteros, caminhões, tecnologia, produtos médicos e até semicondutores, com a primeira fábrica dessa natureza na América Latina. Diversificamos bastante”, frisa o governador.

O grande legado da eficiência

Como bem lembra Anastasia, todos esses avanços só foram possíveis porque Minas Gerais adotou, nos últimos anos, um modelo de gestão que valoriza o planejamento, a eficiência e a atuação dos servidores públicos por meio de metas e indicadores de desempenho.

O objetivo principal, segundo ele, é gerar resultados para a população, gastando menos com o Estado e mais com a sociedade, elevando a qualidade de serviços públicos – uma meta desafiadora, mas que se tornou o norte de todas as ações da administração estadual.

“Deixo o Governo com o reconhecimento de Minas Gerais como um estado que tem o melhor planejamento e a melhor gestão pública do Brasil. Essa tarefa começou com o governo Aécio Neves e eu lhe dei a continuidade através dos programas do Choque de Gestão. Minas é hoje considerada um exemplo não só no país, mas internacionalmente”, comemora o governador.

Antonio Anastasia lembra, por fim, que visitou centenas de municípios ao longo desses anos, tendo sido sempre recebido de maneira afetuosa pelos mineiros de todas as regiões. “Só posso agradecer a todos, à população de nosso Estado e aos nossos servidores públicos. Tenho certeza de que o vice-governador Alberto Pinto Coelho dará sequência ao trabalho que realizamos em Minas por todos esses anos”, conclui Anastasia.

Palavra do Governador pode ser reproduzido por qualquer veículo de imprensa, sem ônus. O programa é disponibilizado todas as quintas-feiras nas modalidades texto, áudio e vídeo (em qualidade HD).

04/04/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Minas: Anastasia inaugura 1º aeroporto industrial do Brasil

Aeroporto Industrial abriga empresas de exportação e cuja produção utilize intensivamente o modal aéreo.

Desenvolvimento econômico

Fonte: Agência Minas

Primeiro aeroporto industrial do Brasil é inaugurado em Minas Gerais

Durante o evento de inauguração, foi assinado memorando para implementar a Cadeia Produtiva de Bioquerosene para a Aviação em Minas Gerais

O governador Antonio Anastasia inaugurou, nessa sexta-feira, em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o primeiro aeroporto industrial do país, que vai permitir às empresas instaladas no local trabalharem em uma zona de suspensão tributária, sob regime de entreposto aduaneiro especial. O Governo de Minas investiu R$ 17 milhões, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), para a construção e implementação da infraestrutura do espaço.

Durante a solenidade, foi assinado memorando de entendimento entre o Governo de Minas e 17 instituições para o desenvolvimento e consolidação da Cadeia Produtiva de Bioquerosene para a Aviação no Estado de Minas Gerais.

Anastasia destacou a importância dos anúncios realizados para o desenvolvimento não só do Vetor Norte, mas de todo o Estado. “Estamos resgatando compromissos que fizemos em 2010, no início da nossa caminhada. O Vetor Norte como pilar do desenvolvimento, o Aeroporto Industrial como equipamento fundamental para permitir agregação de valor aos produtos, aqui, desenvolvidos, e a inovação com relação aos novos combustíveis como elemento imprescindível para o desenvolvimento tecnológico”, afirmou o governador.

Primeiro Aeroporto Industrial do país

Localizado no sítio do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), a iniciativa para implantação do Aeroporto Industrial surgiu em uma parceria entre o Governo de Minas, a Receita Federal e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O Aeroporto Industrial é um recinto alfandegário credenciado para a realização de atividades de industrialização, abrigando empresas não poluentes, voltadas principalmente para a exportação e cuja produção utilize intensivamente o modal aéreo, de modo a assegurar rapidez, agilidade e acessibilidade, tanto aos fornecedores quanto aos consumidores.

Ao lado do vice-governador Alberto Pinto CoelhoAnastasia destacou a importância do Aeroporto Industrial para Minas Gerais. “Em parceria com a Infraero e com o consórcio que venceu a licitação para administrar o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, vamos ter um equipamento que permitirá não só a exportação, mas, especialmente, a atração de empreendimentos de alto valor agregado e tecnológico para o Vetor Norte. A ideia do primeiro Aeroporto Industrial do Brasil, que já vinha sendo acalentada há tantos anos, tem o propósito de trazer para o Vetor Norte, que já vem sendo tão favorecido com investimentos expressivos, empresas que possam gerar empregos de maior qualidade ainda”, disse o governador.

Segundo o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Luiz Antônio Athayde, as primeiras empresas que se instalarão no espaço deverão ser anunciadas a partir de agosto. Serão empreendimentos que utilizam alta tecnologia e terão todo o processo de importação, de produção e de reexportação, de colocação no mercado nacional e internacional, como se aqui fosse qualquer lugar do mundo. “Enquanto os produtos tiverem sendo produzidos aqui, não há pagamento de qualquer tributo, seja ele estadual, federal ou municipal. Há uma suspensão tributária, não uma isenção tributária. Vamos ganhar tempo”, destacou Athayde.

Aeroporto Industrial, já homologado pela Receita Federal, operou, de agosto de 2006 a dezembro de 2007, por meio de um projeto piloto com a empresa Clamper. Possui cerca de 8 mil metros quadrados de área construída, sendo 4.456 mil metros quadrados do entreposto e 3.619 metros quadrados de área de manobra. O espaço é destinado à Receita Federal, ao administrador do Aeroporto Industrial e possui um depósito de insumos na entrada e saída, bem como área de apoio para as empresas que se instalarão no local. O Governo de Minas realizou todo o investimento de infraestrutura em área de 46.000 mil metros quadrados, onde poderão operar nove lotes, que podem ser ocupados por até nove empresas.

O empreendimento será administrado pelo concessionário do AITN e entra em operação a partir de agosto deste ano. As empresas interessadas já podem entrar em contato com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e com o consórcio AeroBrasil. De acordo com a Sede, 20 empresas já manifestaram interesse em se instalar no espaço. Para se instalarem no Aeroporto Industrial as empresas devem ser credenciadas pela Receita Federal.

O Regime Especial de Entreposto Aduaneiro na Importação e na Exportação foi regulamentado por instrução normativa da Receita Federal que define as atividades permitidas, bem como os requisitos e procedimentos necessários para a adesão das empresas. Este regime tem como similares no mundo as Zonas de Livre Comércio.

Entre os empreendimentos que poderão operar no Aeroporto Industrial estão os dos segmentos aeroespacialequipamentos eletrônicosciências da vida e tecnologia da informação. Também poderá armazenar máquinas ou equipamentos mecânicos, eletromecânicos, eletrônicos ou de informática, provisões de bordo de aeronaves utilizadas no transporte comercial internacional, partes, peças e outros materiais de reposição, manutenção ou reparo de aeronaves, além de equipamentos e instrumentos de uso aeronáutico.

Cadeia de Bioquerosene

O memorando de entendimento assinado durante o evento é o primeiro passo para implementar uma plataforma institucional para desenvolver atividades e projetos colaborativos que levem à consolidação de um Programa Mineiro de Desenvolvimento da Cadeia de Valor de Bioquerosene para a Aviação e o seu uso em bases econômicas. O plano de ação para implementação da plataforma mineira de biocombustível deverá ser discutido e acordado pelos participantes em até 60 dias após a assinatura do memorando.

O objetivo é transformar Minas Gerais na primeira plataforma integrada de produção de BioQAv no Brasil, e o Aeroporto Internacional Tancredo Neves no primeiro aeroporto “verde” do Brasil. O BioQAv drop-in é todo biocombustível que possa ser misturado com combustível fóssil numa proporção definida sem requerer adaptação no avião ou nas turbinas.

Além do Governo de Minas, assinaram o documento a Acrotech Sementes e Reflorestamento Ltda, Amyris Brasil Ltda, Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Azul Linhas Aéreas Brasileiras S/A, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), The Boeing Company, Boeing Brasil Serviços Técnicos Aeronáuticos Ltda, Byogy do Brasil Ltda, Camelina Company Brasil, Companhia Mineira de Açúcar e Álcool, Consórcio AeroBrasil, Curcas Diesel Brasil Ltda, Embraer, Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

Representando a Plataforma Brasileira de BioQuerosene, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, destacou a importância da assinatura do documento e parabenizou o Governo de Minas pela iniciativa. “Minas, usando de sua tradição de sempre marchar à frente e de sempre apontar caminhos, se coloca como vetor, como vértice, como um instrumento que aponta para um futuro sustentável e de contribuição ao país. Parabéns a todos os profissionais desse Estado e conte conosco para um futuro ainda mais interessante, de conectividade, de crescimento da aviação brasileira e da economia mineira”, ressaltou Sanovicz.

A plataforma mineira pretende impulsionar a estrutura agrícola, transformando Minas Gerais em um grande fornecedor de matéria-prima para produção de biocombustíveis, implantando uma cadeia de suprimento apoiada pela academia e institutos de pesquisa. A meta é ter unidades de biomassa nos municípios de Jaíba e Montes Claros, no Norte de Minas, e usinas de prensagem do óleo em vários municípios.

plataforma de biocombustíveis deverá desenvolver toda a cadeia de valor do bioquerosene com várias matérias-primas como cana-de-açúcar, pinhão manso e camelina. Outro objetivo é ter uma indústria sustentável para aviação que vai desde a produção da biomassa até sua utilização no voo. A Plataforma Brasileira de Bicombustível foi formalmente estruturada em agosto de 2013.

Programa Mineiro

O Programa Mineiro de Desenvolvimento da Cadeia de Valor de Bioquerosene para a Aviação prevê o desenvolvimento de estudos e projetos envolvendo desde a matéria-prima, passando pela pesquisa, refino, certificação, produção e utilização do bioquerosene pelas empresas aéreas que operam no Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Entre os objetivos do programa está o de promover, incentivar e viabilizar toda a cadeia de pesquisa, produção, logística e consumo de bioquerosene de aviação em Minas, atendendo uma demanda nacional e global por combustíveis sustentáveis no setor de aviação e coprodutos semi-refinados renováveis.

Master Plan Econômico

A solenidade também contou com a entrega do Master Plan Econômico da Região Metropolitana de Belo Horizonte, documento que apresenta uma visão ordenada da ocupação do solo com governança ambiental, infraestrutura customizada, sustentabilidade, atração de investimentos da nova economia e planejamento estratégico em fases até 2033. Ele se baseia em uma “lógica econômica” fundada na premissa de que o crescimento econômico no século 21 será impulsionado pela mobilidade de negócios com base tecnológica. O estudo pretende ser uma ferramenta de planejamento municipal, capaz de orientar a ocupação do território e o desenvolvimento sustentável nos próximos 20 anos.

A diretora do Banco Mundial para o BrasilDeborah Wetzel, falou sobre a importância do estudo, que foi financiado pelo Banco, e sobre a parceria com o Governo de Minas. “Temos orgulho de fazer parte desse trabalho que apoia o desenvolvimento da Região Metropolitana, o Master Plan. No Brasil, o desenvolvimento das áreas metropolitanas é um assunto muito importante e possui vários desafios. Gostaria de parabenizar e agradecer ao governador Anastasia e sua equipe por todos os trabalhos desde o início do Choque de Gestão. O trabalho de Minas Gerais não é exemplo apenas no Brasil, é um sucesso mundial”, afirmou Deborah Wetzel.

O estudo engloba uma avaliação da RMBH que inclui: uso do solo, transportes, serviços de utilidade pública e meio ambiente, de forma que os investimentos a serem alocados na área proporcionem um suporte comercial e residencial para o Vetor Norte. Entre as propostas de centros econômicos na Aerotrópole previstas está a implantação de projetos-piloto para estimular novos empreendimentos no entorno do AITN e no Contorno Metropolitano Norte.

O estudo recomenda sete núcleos de setores como alvos compatíveis com os atributos e potenciais da RMBHaeroespacial e defesa; logística e distribuição; agronegócios; automotivo e equipamentos pesados; eletrônicos, alta tecnologia, tecnologia da informação e comunicações, pesquisa e desenvolvimento; ciências da vida; e moda e têxtil.

Integram o Master Plan Econômico os municípios de Belo Horizonte, Betim, Capim Branco, Confins, Contagem, Jaboticatubas, Lagoa Santa, Ibirité, Matozinhos, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia, São José da Lapa e Vespasiano que integram o Vetor Norte, mais 33 municípios da RMBH e do Colar Metropolitano.

Também participaram da solenidade, os secretários de Estado Dorotheia Werneck (Desenvolvimento Econômico), Carlos Melles (Transportes e Obras Públicas), Narcio Rodrigues (Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) e Alexandre Silveira (Saúde), o presidente da CodemigOswaldo Borges, parlamentares, empresários, prefeitos da região, entre outras autoridades.

18/03/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Gestão Fiscal: Minas fecha 2013 com resultado positivo

Gestão fiscal eficiente: mesmo com redução dos repasses da União, governo de Minas teve resultado positivo de R$ 1,2 bilhão.

Choque de Gestão

Fonte: Estado de Minas 

Governo de Minas apresenta balanço da Gestão Fiscal de 2013

A apresentação foi feita pelos secretário da Fazenda e do Planejamento, que rendeu ainda críticas à União, que repassou menos recursos para Minas

Os secretários de Estado da Fazenda, Leonardo Colombini, e de Planejamento, Renata Vilhena, apresentaram nessa quarta-feira o relatório de Gestão Fiscal de 2013 do governo de Minas com resultado positivo de R$ 1,2 bilhão. Apesar de valorizar o superávit no ano passado, os secretários criticaram a diminuição nos repasses feitos pelo governo federal para Minas Gerais, que teve uma perda de R$ 1,7 bilhão com a redução de receitas em razão de renúncias fiscais definidas pelo Palácio do Planalto. “Somos o terceiro estado que mais arrecada impostos federais e registramos quedas em praticamente todos os tipos de transferências. A União tem sido uma madrasta para Minas”, afirmou Colombini.

Segundo o balanço divulgado ontem, no somatório das transferências correntes da União para o estado houve uma queda em 2013. Enquanto em 2012 foram repassados para os cofres estaduais R$ 6,2 bilhões, no ano passado o valor foi de R$ 5,9 bilhões. “Além da redução nas transferências constitucionais, fomos prejudicados com astransferências voluntárias. Em 2012 Minas recebeu R$ 246 milhões por meio de convênios e em 2013 o repasse foi de R$ 237 milhões. Para um estado desse tamanho, que precisa de tantas obras, as reduções dificultam muito os investimentos”, explicou Colombini.

Renata Vilhena também criticou a recorrência nas quedas de repasses federais para o estado e disse que as reduções ao longo do ano fazem com que investimentos previstos para cada área passem por adequações. De acordo com o balanço, Minas deixou de receber R$ 830 milhões com renúncias por meio da Cide, do IPI e do Fundo de Participação dos Estados (FPE), além de R$ 550 milhões que foram reduzidos da arrecadação do ICMS de energia elétrica em razão da redução da tarifa.

“Tivemos que adaptar nossas metas em 2013. Citei por exemplo o objetivo de acabar com as cadeias no estado e transferir todos os detentos de cadeias para o sistema prisional. Nossa meta era fazer 100% dessa transferência e tivemos de reajustá-la para este ano. Na área do turismo, em que queríamos ter feito alguns festivais em municípios para atrair visitantes, e nas áreas da saúde e educação. Queríamos ter feito muito mais reformas em escolas, por exemplo. A demanda da sociedade é muito maior e, se não tivéssemos uma perda de R$ 1,7 bilhão, poderíamos ter feito muito mais”, disse Vilhena.

30/01/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário