Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio Neves visita o Nordeste e promete choque de infraestrutura para região

Aécio Neves visita região para apresenta a proposta de um Novo Nordeste.  Proposta é ampliar o investimentos em regiões de baixo IDH.

Aécio e o Novo Nordeste

Fonte: Estado de Minas

Aécio inicia caminhada pelo Nordeste e promete “choque de infraestrutura”

“Candidato tucano abre no estado do adversário socialista caminhada pela região que, segundo ele, receberá medidas de impacto social

Cinco dias depois de ter a sua candidatura a presidente da República oficializada, o senador Aécio Neves (PSDB) escolheu Pernambuco – berço político do adversário Eduardo Campos (PSB) – para anunciar um “choque de infraestrutura” para o Nordeste. No Recife, onde recebeu na noite de ontem o título de cidadão honorário, o tucano afirmou que vai percorrer vários estados da região ao longo do mês que vem para elaborar um conjunto de ações que chamou de “Novo Nordeste”, incluindo medidas de “enorme” impacto social.

As medidas prometidas caso eleito, segundo ele, visam diminuir as diferenças entre as regiões e os brasileiros, “tratando de forma diferente aqueles que são diferentes”. “Quando concluí meu governo em Minas, depois de oito anos de mandato, havíamos investido três vezes mais per capita nas regiões de menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) em relação às regiões mais ricas do estado. Digo isso não apenas em relação a Pernambuco, mas é preciso que apresentemos uma proposta muito clara que está sendo elaborada para o Nordeste brasileiro”, afirmou o tucano.Governador reeleito de Minas Gerais, o senador Aécio Neves ponderou ainda que o programa nordestino será semelhante ao Travessia, instituído para ampliar e melhorar o IDH do estado. De acordo com o candidato a presidente, será definido um prazo para que os índices do Nordeste se equiparem aos das regiões mas ricas do Brasil.Aécio Neves se reuniu ontem com o governador João Lyra Neto (PSB), sucessor de Eduardo Campos, que deixou o cargo em abril para disputar a Presidência da República. Na saída do encontro, classificado pelo tucano como uma “conversa entre amigos”, ele criticou a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) para a região – mesma estratégia usada por Campos em visita a municípios nordestinos.

“No Nordeste, há a percepção clara de que o governo (federal) faliu. O governo da presidente Dilma fracassou na condução da economia, que vai nos legar como herança, ou a quem quer que seja o presidente da República, uma das piores equações econômicas de nossa região”, disse. Em Pernambuco, os tucanos vão apoiar o candidato a governador Paulo Câmara (PSB), aliado de Eduardo Campos.

Presidente nacional do PSDB, Aécio disse que a decisão no estado foi tomada “de forma compartilhada” pela direção estadual do partido e que seria respeitada por ele. “Não colocarei meu projeto presidencial acima dos interesses locais do partido”, ponderou.

Segundo turno 

Em entrevista  à Rádio Jornal, do Recife, Aécio Neves disse que “ninguém tem lugar garantido” no segundo turno das eleições e mostrou-se confiante em um apoio de Eduardo Campos caso chegue à disputa com Dilma. “A partir do momento em que ele (Campos) vem para o campo oposicionista e passa a ter discurso de contestação ao que aí está, acredito que o eleitorado que votar nele é oposicionista, não é eleitor que vá votar no governo”, disse. Da mesma forma, afirmou que seria “natural” seus eleitores optarem por Eduardo Campos em um segundo turno.

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20/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio prevê dificuldades para Dilma em Davos

Inflação: de acordo com o presidente nacional do PSDB, o Governo Dilma perdeu o controle da inflação.

Pesquisa do PSDB identifica aumento do custo da cesta básica

Fonte: Portal R7

Aécio diz que inflação está descontrolada e prevê dificuldades para Dilma em Davos

Presidenciável afirma que imagem do Brasil no exterior é ruim devido à política econômica

Aécio critica alta do preço dos alimentos durante o governo Dilma

O presidente do PSDB e possível candidato do partido à Presidência, senador Aécio Neves (MG), criticou nesta quinta-feira (23) o descontrole do governo Dilma sobre a inflação. Em entrevista à rádio do partido, Aécio também disse que a presidente vai enfrentar dificuldades no Fórum Econômico de Davos, na Suíça, onde Dilma discursa para empresários.

Para o tucano, “a grande verdade é que o governo da presidente Dilma perdeu, sim, o controle sobre a inflação e, infelizmente, a herança para o próximo governo será um crescimento extremamente baixo”.

— Nós fizemos, agora, uma pesquisa nacional e vimos que a cesta básica, em 18 capitais pesquisadas, cresceu entre 10% e 17%, como aconteceu, por exemplo, em Salvador. Isso é extremamente grave.

Aécio enfatizou que seu partido foi responsável pelo controle da inflação e afirmou que “a má condução da economia, a pouca transparência dos dados fiscais, a perda de credibilidade do Brasil junto a investidores, tudo isso vem contribuindo para que a inflação esteja fora de controle”.

O tucano afirmou também que Dilma vai enfrentar maus bocados quando discursar para empresários estrangeiros no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.

— A presidente encontrará em Davos analistas do mercado financeiro, analistas em economia do mundo inteiro, que percebem que no Brasil não há confiabilidade em relação aos números. Por isso, tem havido crescentemente uma diminuição dos investimentos, em uma hora em que eles seriam extremamente necessários para que o Brasil voltasse a crescer de forma mais digna do que vem crescendo até aqui nesses últimos anos.

Aécio destacou que o sentimento em relação ao Brasil hoje “é de um País que não cumpre seus compromissos, que não respeita contratos […], que gere de forma inadequada as suas empresas, e a Petrobras é o mais triste exemplo de uma empresa que perdeu quase 50% do seu valor de mercado nos últimos anos e se transformou na empresa não financeira mais endividada do mundo, exatamente no momento em que ela precisava ter recursos para fazer face aos gigantescos investimentos e desafios que tem pela frente”.

— Seria, a meu ver, muito mais adequado, muito mais produtivo, alguns sinais claros de transparência dos dados fiscais, de combate efetivo à inflação, de fortalecimento das agências reguladoras, sinalizando para o fim desse intervencionismo absurdo que ocorre em várias áreas. Essas ações em território nacional seriam muito mais efetivas, com resultados muito mais positivos para o Brasil do que uma simples visita e um simples discurso em Davos.

24/01/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário