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PSDB-MG: Pimentel tenta acuar investigação da PF

Em nota, o PSDB critica posicionamento do Governador de Minas de tentar pressionar a PF em decorrência das investigações da Operação Acrônimo.

Fernando Pimentel é investigado em suposto caso de lavagem de dinheiro, crime de Caixa 2 durante campanha eleitoral e, ainda de ter usado a estrutura do Ministério do Desenvolvimento e BNDES para realizar ações ilícitas.

Fonte: Jogo do Poder e Estadão

PSDB-MG: Pimentel tenta acuar investigação da PF

Fernando Pimentel orientou seus advogados a pedirem abertura de investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da Operação Acrônimo, da Polícia Federal. Divulgação

Leia a íntegra da nota do PSDB

Pedido do governador Fernando Pimentel ao Ministro da Justiça de abertura de investigação contra a Polícia Federal

“Se confirmada a iniciativa do governador Fernando Pimentel de tentar acuar a Polícia Federal nas investigações que apuram crimes de Caixa 2 e de lavagem de dinheiro envolvendo seu núcleo de relacionamento pessoal e político, conforme noticia hoje a imprensa, será motivo de vergonha para Minas Gerais e tal ato deverá ser contestado por todos no país que esperam ver a corrupção varrida da vida nacional.

Recorrer a um colega de partido, sobretudo um ministro de Estado, na tentativa de inibir os trabalhos da PF é um recurso que pertence aos períodos mais sombrios da nossa história: os tempos do coronelismo e da censura. Trata-se de um ato inaceitável e que reforça a importância de que as investigações da Operação Acrônimo ocorram em profundidade, com independência e autonomia, doa a quem doer.

O governador Pimentel e o PT precisam aceitar que a lei vale para todos. Nós, os mineiros, estamos hoje constrangidos pela atitude do governador do Estado, mas cada vez mais atentos para que, em lugar de ameaças, Fernando Pimentel nos dê explicações.”

Medida constrange Cardozo, que já está sob pressão do PT após sigla aprovar convite para ele explicar operações.

Pimentel quer apuração sobre vazamentos da PF

Medida constrange Cardozo, que já está sob pressão do PT após sigla aprovar convite para ele explicar operações

Estadão

O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), orientou seus advogados a pedirem abertura de investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da Operação Acrônimo, da Polícia Federal. Segundo fontes do governo mineiro, o pedido deve ser formalizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro responsável por processos contra governadores, mas o alvo é mesmo a PF.

O pedido coloca numa saia-justa o titular da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem a PF é subordinada. Na semana passada, a Executiva Nacional do PT aprovou convite para o ministro explicar ao partido as ações da PF nas Operações Acrônimo e Lava Jato.

Segundo pessoas próximas ao ministro, Cardozo está disposto a instaurar a investigação sobre o vazamento na Acrônimo, mas teme o desgaste político de ser acusado de agir sob pressão do partido, por causa do convite feito pelo PT.

Fontes do ministério lembram que Cardozo nunca se negou a investigar supostos abusos da PF e chegou a instaurar um procedimento em relação ao vazamento de peças do inquérito que apura a formação de cartel no Metrô de São Paulo a pedido de tucanos, em agosto de 2013.

Fritura. Agora, o ministro que já é alvo de fritura por parte do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por supostamente não controlar as investigações da PF contra o partido deve entrar também na linha de tiro da oposição, que poderá acusa-lo de pressionar a PF.

A Operação Acrônimo investiga a possibilidade de existência de caixa dois na campanha que elegeu Pimentel no ano passado. A primeira-dama de Minas, Carolina Oliveira, é uma das investigadas.

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30/06/2015 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Lava-Jato: MPF pede a condenação de nove por organização criminosa

Entre eles estão Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. Todos os investigados são réus em processos decorrentes da Lava-Jato.

Fim da linha

Fonte: O Globo 

MPF pede a condenação de Costa, Alberto Youssef e outros sete por organização criminosa

Documento encaminhado à Justiça Federal do Paraná pede a condenação por envolvimento no esquema de corrupção dentro da Petrobras

Ministério Público Federal (MPF) pediu, em documento encaminhado na quarta-feira à Justiça Federal do Paraná, a condenação de nove suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção que atuava dentro da Petrobras. Entre eles estão o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. Todos os investigados são réus em processos decorrentes da primeira fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Os procuradores disseram que Costa associou-se, em organização criminosa, ao doleiro Alberto Youssef e outras pessoas. Ele usava sua influência dentro da estatal para obter propina de grandes empresas que recebiam em troca contratos com a Petrobras. O MP também aponta como lavagem de dinheiro a aquisição de um veículo de luxo por Youssef em benefício de Costa. O ex-diretor recebeu um Land Rover, adquirido pelo doleiro, como parte da propina. Segundo admitiu em depoimento, obteve ainda 2,8 milhões de reais diretamente da construtora Camargo Corrêa por serviços de consultoria inexistentes para disfarçar o recebimento de suborno.

Além de Costa e Youssef, os procuradores pediram a condenação do sócio da importadora Sanko-Sider, Márcio Andrade Bonilho; do dono da MO Consultoria, Waldomiro Oliveira; do contador das empresas RCI Software e Empreiteira Rigidez, Antônio Almeida Silva; dos sócios da Laboegen Leonardo Meirelles, Leandro Meirelles e Esdra de Arantes Ferreira; e do sócio da Piroquímica Pedro Argese Júnior.

No mesmo documento, os procuradores pediram ainda a absolvição de Murilo Tenio Barros, sócio da Sanko Sider e um dos investigados no processo. O MPF argumenta que durante a operação foram encontrados elementos que comprovam a existência de lavagem de dinheiro, resultante de corrupção ativa e passivapeculato e fraude de licitações em um contrato da estatal.

05/12/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário