Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio defende reestatização da Petrobras

Petrobras: senador citou a estatal como exemplo do suposto aparelhamento promovido pelo PT e defendeu a “reestatização” da empresa.

Aparelhamento da máquina pública

Fonte: O Globo 

Dilma ironiza posição de Aécio sobre Bolsa Família; tucano responde

Um dia após o pré-candidato do PSDB à sucessão presidencial, Aécio Neves, ter incluído a manutenção dos programas Mais Médicos e do Bolsa Família entre as doze propostas que devem nortear seu projeto de governo, a presidente Dilma Rousseff ironizou a iniciativa, afirmando ser “sempre bom que eles finalmente reconhecem alguma coisa”. Segundo Dilma, a oposição não pode nortear seus atos na base do “quanto pior, melhor”. Ela fez as declarações nesta quarta-feira, durante entrevista concedida à rádio Jornal do Commercio, em Recife.

– É sempre bom ver que eles reconhecem alguma coisa. Durante um bom tempo, o Bolsa Família foi chamado de Bolsa Esmola. Mas hoje todos sabem o reconhecimento.

Aécio, por sua vez, reagiu às declarações da presidente:

– A presidente pode ficar tranquila que as ações positivas deste governo, que não são muitas, obviamente serão continuadas e aperfeiçoadas. Mas ela está equivocada. Como ela agora se mostra muito conectada com as redes, sugiro que ela entre no YouTube e coloque lá: presidente Lula, 2002, esmola. Ela vai ver que foi seu tutor quem chamou os programas Bolsa Escola e o Bolsa Alimentação, que originaram o Bolsa Família, de esmola – afirmou o tucano.

Em Brasília, os dois chegaram a se encontrar nesta quarta-feira, em sessão simbólica de devolução do mandato presidencial a João Goulart. Mesmo após a troca de farpas, ambos foram cordiais e trocaram cumprimentos.

De manhã, por telefone, Dilma respondeu a seis perguntas sobre os temas política, Nordeste, Pernambuco e economia. Dilma também falou sobre o senador mineiro e o governador Eduardo Campos (PSB), que também poderá ser um dos seus adversários em 2014.

Ao ser abordada sobre o senador – que já apresentou projeto no Senado para transformar o Bolsa Família em programa de estado, e não de governo -, ela lembrou que o programa social já foi muito criticado pela oposiçãoDilma também reclamou das críticas ao programa Mais Médicos, que provavelmente será utilizado como iniciativa vitoriosa em sua campanha pela reeleição.

– No início do Mais Médicos houve críticas bastante ácidas, porque sempre que se faz alguma coisa, em vez do pessoal achar a parte que é boa, que vai melhorar a vida da população, começam a fazer críticas um pouco sem fundamento. Não estou falando do senador, mas do partido do senador. No início dele, na hora mais difícil, não estavam apoiando não. A gente teria ficado muito agradecida se tivessem apoiando naquele momento. Agora que o programa está dando certo, é óbvio que vão apoiar. Não queremos ser donos da verdade, mas sabemos o que fizemos, fizemos de uma forma a beneficiar a população – disse Dilma.

Aécio promete equiparar salários de cubanos

O senador, no entanto, também voltou a criticar nesta quarta-feira o fato de os médicos cubanos estarem recebendo valores bem menores que os demais médicos que participam do programa Mais Médicos.

– Nós votamos a favor do Mais Médicos, mas tentamos aprimorá-lo. Num governo do PSDB não haverá preconceito em relação a médicos de outros países, em especial os cubanos, que na minha avaliação até por viverem em um regime autoritário deveriam ter uma solidariedade ainda maior. Nós pagaremos aos cubanos que aqui vierem os R$ 10.000 que são hoje pagos aos médicos de outros lugares. Jamais faremos como faz o governo do PT, subordinando os interesses nacionais aos interesses de um regime autoritário – disse.

Em Pernambuco, Dilma prometeu que até março ou abril, todos os médicos solicitados ao programa estarão atuando em Pernambuco.

Sobre o encontro com o governador Eduardo Campos, em Ipojuca, no dia anterior, ela limitou-se a agradecer, mais uma vez, “a recepção fraterna e respeitosa”. A presidente deixou o governo pernambucano frustrado, que esperava que ela anunciasse mais recursos, principalmente para obras viárias. A expectativa era que fossem anunciadas verbas no valor de R$ 6 bilhões.

O total anunciado foi de R$2,9 bilhões, para construção de corredores exclusivos de ônibus, implantação de veículos sobre trilhos e de um corredor de transporte fluvial. Mas só foi assinado um edital de licitação para contratação de empresas que farão projeto básico e executivo do arco metropolitano, uma via que vai desafogar o tráfego na BR-101. Embora a BR-101 seja federal, o arco metropolitano – tido como essencial para os polos industriais ao norte e sul do estado – havia sido assumido pelo governo estadual, que iria implantá-lo através de uma parceria pública privada. Mas, segundo o Palácio do Campo das Princesas, o Planalto informou em março que assumiria a construção da obra.

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20/12/2013 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

PSDB: Aécio defende emenda que aumenta recursos para a saúde

PSDB: emenda do PSDB obrigará o governo federal a aumentar sua participação nos gastos com saúde no país, a partir de 2015.

PSDB: emenda da saúde

Fonte: Jogo do Poder 

Senador Aécio defende emenda do PSDB que aumenta recursos federais para a saúde

Absolutamente incoerente que o governo federal faça e apresente o programa Mais Médicos com uma bilionária propaganda na TV, fazendo dele peça de marketing eleitoral, e, por outro lado, o mesmo governo defenda menos recursos para a saúde”, diz Aécio Neves

senador Aécio Neves defendeu, na noite desta quarta-feira (06/11), em plenário, a emenda do PSDB que, se aprovada, obrigará o governo federal a aumentar sua participação nos gastos com saúde no país, a partir de 2015. A proposta do senador Cícero Lucena ao projeto de lei que cria o Orçamento Impositivo estabelece quotas federais no financiamento da saúde, chegando, em 2018, ao total de 18% de sua receita corrente líquida.

A emenda acaba com a lacuna deixada este ano pelo governo federal na regulamentação da Emenda 29, que definiu a aplicação de estados e municípios na área da saúde, mas não definiu a participação da União nesses investimentos. A emenda será votada, na próxima terça-feira, no plenário Senado Federal.

Segue transcrição de pronunciamento do senador Aécio Neves em defesa do aumento de investimentos federais na saúde.

“Quando discutimos aqui a regulamentação da Emenda 29, tão aguardada e por tanto tempo postergada, tratou-se desta questão: garantir um piso mínimo de participação do governo federal, a partir do seu Orçamento no financiamento da saúde. A base do governo rejeitou a proposta. Apenas os estados e municípios – os primeiros com 12%; os segundos com 15% de piso – assumiram esse compromisso. Agora, busca-se complementar aquela votação. Em 2002, quando assumia o governo o atual partido que hoje governa o Brasil, o PT, o governo federal participava com 56% do conjunto de investimentos que se fazia na saúde pública. Onze anos se passaram. Hoje, o governo federal participa com apenas 45%. E quem vem pagando esta conta? É óbvio que os estados e municípios.

A proposta repõe a responsabilidade do governo federal no financiamento da saúde pública. E não existe tragédia maior no Brasil hoje, sobretudo no Brasil dos mais desassistidos, como a calamidade do tratamento e do atendimento à saúde. Esta proposta, escalonada responsavelmente pelo senador Cícero, permitirá que, nos próximos quatro anos, de forma gradual, possamos fazer com que o governo federalrestabeleça sua responsabilidade, como os estados e os municípios já vêm fazendo. É um gesto de solidariedade com os cidadãos mais pobres do Brasil”, disse Aécio Neves.

07/11/2013 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário