Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio reforça compromisso por melhores condições para trabalhadores

“Estou aqui para reafirmar compromisso com fim da inflação e de fazer políticas públicas que melhorem a vida do trabalhador”, comentou Aécio.

Fonte: Jogo do Poder

Aécio reforça compromissos do PSDB com benefícios para os trabalhadores em evento da Força Sindical

presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta quinta-feira, Dia do Trabalhador, que o partido continuará lutando pelo reajuste real do salário mínimo e por políticas públicas que melhorem as condições de vida e de trabalho no país. O compromisso foi assumido durante festa organizada pela Força Sindical em comemoração ao 1º de Maio, na Praça Campos de Bagatelle, em São Paulo.

“Estou aqui para reafirmar o compromisso com o fim definitivo da inflação e de fazer políticas públicas que melhorem a saúde, a educação e a segurança do trabalhador. Queremos também fazer um esforço para recuperarmos a indústria e os empregos no país. O Brasil precisa de seriedade e de competência. O Brasil precisa de trabalho e de decência”, ressaltou Aécio Neves durante discurso para milhares de trabalhadores.

Aécio lembrou que o PSDB e o Solidariedade, partido presidido pelo deputado federal Paulinho da Força, protocolaram no início desta semana uma proposta para garantir o reajuste real do salário mínimo.

presidente nacional do PSDB também afirmou que o partido possui um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados para reajustar a tabela do Imposto de Renda de acordo com a inflação, ao contrário do anúncio feito pela presidente Dilma Rousseff em rede nacional de rádio e TV na noite de quarta-feira (30).

Aécio lembrou que a correção de 4,5%, proposta por Dilma, ficou abaixo da inflação, que hoje ameaça romper o teto da meta de 6,5% do governo federal.

“No momento em que ela fala do reajuste da tabela do Imposto de Renda, uma outra demanda inclusive nossa do PSDB, temos um projeto tramitando na Câmara dos Deputados que garante o reajuste da tabela do Imposto de Renda pela inflação, mas ela omitiu os números. O reajuste de 4,5% não atende aos índices inflacionários. Não chega à inflação de 6% que deveria atender”, disse Aécio em entrevista as jornalistas na chegada ao evento.

Bolsa Família

senador Aécio Neves também afirmou que a presidente Dilma mentiu aos brasileiros sobre o aumento do Bolsa Família, anunciado durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV na quarta-feira.

De acordo com o tucano, o reajuste de 10% prometido pela presidente não permitirá que os beneficiários saiam da linha de pobreza de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

“A presidente da República, infelizmente, mente aos brasileiros no momento em que diz que o reajuste de 10% no Bolsa Família permite que a remuneração alcance aquele patamar mínimo estabelecido pela ONU de 1,25 dólares por dia, com uma renda mínima para se estar acima da linha da pobreza. Para que isso fosse verdade, o reajuste teria que chegar a 83 reais e não a 77 reais como ela propõe”, explicou.

Presidente Dilma não foi

Aécio também criticou o não comparecimento da presidente Dilma ao evento, apesar do convite feito pela Força Sindical à Presidência da República. O representante enviado por ela, o ministro Gilberto Carvalho, foi vaiado ao defender a petista e criticar o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

“A presidente foi ontem à televisão, falando que quer dialogar com a classe trabalhadora, e hoje está fechada no Palácio do Governo, não veio aqui para olhar para os trabalhadores e explicar por que a inflação voltou, por que o crescimento sumiu e por que a decência anda em falta no atual governo. Acho sim que é uma presidente que está acuada pelas pressões internas e, infelizmente, pelos atos do seu governo que levaram ao recrudescimento da inflação, isso sim, algo perverso com a classe trabalhadora”, afirmou Aécio Neves.

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02/05/2014 Posted by | Política | , , , , , , , , | Deixe um comentário

No lançamento do Plano de Governo, Antonio Anastasia disse que Minas hoje tem os melhores indicadores sociais e econômicos do país – ações tiveram início do Governo Aécio

Anastasia destaca liderança de Minas na redução da pobreza e nos investimentos em saúde

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Indicadores sociais e econômicos do Estado são os melhores entre os estados brasileiros

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, destacou nesta quinta-feira (09/09) que Minas Gerais é o estado brasileiro que apresenta os melhores resultados do país, tanto nos indicadores sociais quanto no crescimento da economia. O governador comemorou o novo salto do PIB (Produto Interno Bruto) de Minas de 11,2%, resultado superior ao PIB nacional de 8,8%, divulgado ontem, e que comprova o crescimento da economia mineira maior que a média do Brasil, e disse que Minas tem hoje os melhores resultados do país na redução da pobreza e nos avanços sociais.

“Minas é o estado que tem mais gerado empregos no Brasil, apresenta um crescimento do PIB superior ao do país. Tem se apresentado em políticas, como saneamento, redução de miséria, desigualdade social, superior à média do Brasil. Então, ficamos muito satisfeitos que ao longo desses anos todas as nossas políticas sociais, econômicas e de infraestrutura estão dando certo”, afirmou o governador, nesta manhã, em entrevista durante o lançamento do seu Plano de Governo.

Anastasia destacou que a liderança de Minas no país é atestada por diferentes estudos realizados pelo Governo Federal, entidades civis e até mesmo internacionalmente, mas tem o principal reconhecimento, que é o da população. Para o governador, mais importante que estabelecer uma competição entre os estados é garantir serviços públicos de qualidade às pessoas.

“Fizemos mais que os outros estados da federação. Por quê? Porque tivemos um governo de parceria, de muito esforço, que teve planejamento e que teve o apoio das pessoas. Temos dados muito positivos a mostrar. Mas veja bem, governo também não é uma corrida de obstáculos, para fazer comparações. O importante é entregarmos às pessoas serviços públicos de qualidade, que sejam serviços públicos que as pessoas reconheçam o bom desenvolvimento do governo. Em Minas, as pessoas reconhecem o que foi feito pelo Governo do Estado, tanto assim que há um índice de satisfação muito grande com a administração estadual”, afirmou o governador.

Pioneirismo e liderança nas políticas sociais
Antonio Anastasia destacou a posição de liderança que Minas Gerais ocupa hoje na redução da pobreza e na implantação de políticas assistenciais a pessoas pobres. Levantamento realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, publicado em 2008, mostrou Minas em primeiro lugar entre os estados brasileiros a cumprir as metas definidas pelo governo federal no desenvolvimento de ações sociais. O ranking mediu a implantação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Em julho passado, levantamento do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), órgão do governo federal, mostrou que Minas antecipará em três anos a meta nacional de erradicação da pobreza absoluta. O estudo mostrou que o Brasil deverá erradicar já pobreza em 2016. Em Minas, essa meta será atingida em 2013.

“Enquanto havia o ranking do Ministério do Desenvolvimento Social, Minas Gerais sempre esteve em primeiro lugar. Depois o ranking foi extinto”, lembrou o governador.

O levantamento “Metas do Milênio”,  realizado no mundo pela ONU, também demonstra a qualidade das ações e dos programas socais desenvolvidos em Minas. Do total de oito metas estipuladas pela ONU para erradicação da pobreza, Minas já cumpriu cinco. São elas: acabar com a fome e a miséria; reduzir a taxa de mortalidade infantil; combater a Aids, malária e outras doenças; garantir a sustentabilidade ambiental; e estabelecer parcerias para promover o desenvolvimento.

“Temos investimentos expressivos em programas extremamente inovadores como o Travessia e o Poupança Jovem. Minas foi o primeiro estado a declarar que o Estado financiaria o Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Depois de Minas, outros estados aderiram. Fomos pioneiros nisso. Temos exemplos excepcionais da boa gestão social. Aliás, os resultados concretos dessa ação são, cada dia mais, perceptíveis pela população, não só na geração de empregos, na melhoria da renda, mas até na diminuição da desigualdade pelo famoso Índice Gini”, afirmou Anastasia.

Parcerias sociais
Antonio Anastasia destacou também que o Governo do Estado, nos últimos anos, ocupou posição de pioneirismo em relação aos programas sociais e às parcerias firmadas com o governo federal. Segundo ele, os resultados podem ser comprovados pelo Coeficiente Gini, índice internacional usado pelos países para medir o grau de desigualdade na distribuição de renda. Ano passado, o índice Gini de Minas foi de 0,504, superior ao registrado na média nacional de 0,524. Quanto mais próximo de zero, menor é a desigualdade de renda num país.

O Governo de Minas investiu R$ 4,7 bilhões em ações de redução da pobreza e das desigualdades regionais entre 2003 e 2009. Até o final de 2010, esse investimento somará R$ 5,9 bilhões. As regiões mais pobres do Norte e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri receberam o maior volume de recursos da história do Estado. Somente ano passado foram investidos R$ 276 per capital nos vales, o que corresponde a três vezes mais que o realizado nas regiões mais desenvolvidas.

“Essas comparações acabam sempre mostrando que Minas Gerais, felizmente, ao longo desses últimos anos, graças ao nosso trabalho em parceria com o governo federal, prefeituras, sociedade civil e empresários, tem apresentado ao Brasil números excepcionais”, afirmou.

Investimento na saúde é 200% maior
O governador Antonio Anastasia afirmou, também, que os investimentos feitos pelo Estado na área da saúde aumentaram 200%, passando de R$ 1,1 bilhão, em 2003, para R$ 3,3 bilhões. Até o final deste ano serão mais R$ 3,6 bilhões, permitindo a redução dos mais importantes indicadores, como mortalidade infantil e materna e as taxas de desnutrição. Ele lembrou que, enquanto o governo federal não mobilizar suas bancadas no Congresso Nacional em favor da aprovação da Emenda 29, vários estados brasileiros deverão continuar cumprindo os limites estipulados pelos Tribunais de Contas estaduais para os investimentos na saúde.

“É um assunto antigo. Enquanto não for regulamentada a Emenda Constitucional 29, que tem de ser regulamentada pelo Congresso Nacional e, naturalmente, com a participação do próprio governo federal, que tem a maioria nas duas Casas, devemos ter sempre respeito às decisões dos Tribunais de Contas de cada estado. Nós atendemos plenamente o que determina o nosso Tribunal de Contas”, disse Anastasia.

Os investimentos do governo do Estado levaram a importantes avanços nos indicadores de saúde da população mais pobre.  Minas reduziu a taxa de mortalidade em 22,7%. Em 2003, a taxa era de 17,4 mortes por 1 mil nascidos vivos. Em 2009, a taxa caiu para 13,5. A taxa de desnutrição no Norte, no Jequitinhonha e do Mucuri  registrou queda de 55%, passando de 11,6 crianças, por grupos de 10 mil crianças de 0 a 4 anos, para 4,2 crianças atendidas nas unidades de saúde.

Na construção e melhoria da rede hospitalar, Minas investiu R$ 500 milhões, reforçando a qualidade do atendimento em 129 hospitais que atendem pelo SUS em 112 municípios de todas as regiões do Estado. Com esses investimentos, o Governo de Minas facilitou à população o acesso aos serviços públicos de saúde.

11/09/2010 Posted by | politica | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário