Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

II Seminário Internacional sobre Revitalização de Rios conhece experiência da cidade de Lodz, localizada na Polônia

O processo de recuperação da cidade de Lodz, localizada na Polônia, foi o tema da primeira palestra do II Seminário Internacional sobre Revitalização de Rios, realizada na abertura do evento nessa segunda-feira (10), no Minascentro, em Belo Horizonte. Com o tema “Revitalização de Rios, ordenamento territorial e desenvolvimento urbano”, o tema foi exposto pela representante da Universidade de Lodz, Kinga Krause. As ações realizadas na Polônia foram executadas no âmbito do Projeto Switch, programa internacional para gestão sustentável das águas.

De acordo com Krause, Lodz é uma cidade de cerca de 800 mil habitantes que não possui nenhum rio de grande porte. No entanto, pela cidade passam vários rios de médio e pequeno porte e que por um longo tempo sofreram com problemas de esgoto, lixo e desmatamento das margens dos rios.

Na cidade foi feita a revitalização de um rio municipal, chamado Sokolowka, baseado na recuperação das matas ciliares e controle da poluição difusa, como a poluição advinda de metais pesados, decorrentes de atividades industriais e de uso do solo, além do controle da disposição adequada de lixo e tratamento de esgoto. “Buscamos uma ecologia urbana segura”, disse Krause.

A semelhança das ações realizadas por meio do Projeto Swicth na Polônia foi destacada durante o debate realizado após a palestra. Diversas perguntas direcionadas a representante foram relativas ao caso de revitalização do rio das Velhas, que também possui ações focadas na recuperação de mata ciliar e tratamento de esgoto. “Nossa ação, como a realizada em Minas Gerais, tem focos na biodiversidade, estrutura urbana, economia e gestão das águas, isso com a cooperação e trabalho integrado com a sociedade civil organizada”, respondeu.

“Podemos criar uma nova economia baseada na gestão adequada das águas, e acreditamos que não estamos muito distantes dessa realidade. Queremos que os investidores e autoridades invistam em meio ambiente e desenvolvam novas tecnologias para a melhoria da qualidade da água”, completou.

“Entendemos que a participação da sociedade é condição essencial para o sucesso de ações de revitalização. Nosso bem estar depende da biodiversidade, que é garantida por uma água de boa qualidade”. Krause destacou os bons resultados alcançados pelo Governo de Minas na Gestão Aécio Neves por meio da Meta 2010, ressaltando o grande investimento em saneamento e as ações integradas de mobilização social e recuperação de matas ciliares.

Projeto Switch

Switch é sigla em inglês para Sustainable Water Management Improves Tomorrows Citiess Health (Gestão Sustentável das Águas para a Saúde das Cidades do Futuro) e é composto por 32 instituições de 15 países, dentre as quais a Prefeitura de Belo Horizonte e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O projeto teve início em 2006 e recebe financiamento da União Europeia.

Ainda voltado para a gestão de recursos hídricos em ambiente urbanos, a diretora de Regulação Metropolitana da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte desenvolve um trabalho na capital mineira.

A Agência de Desenvolvimento da RMBH é uma autarquia vinculada a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru) e ao Conselho de Desenvolvimento Metropolitano. É responsável pelo planejamento, assessoramento, apoio técnico aos 34 municípios da RMBH e dos 14 que sofrem influência direta da capital.

12/05/2010 Posted by | Ação Sustentável, Água, Meio Ambiente | , , , , , , | Deixe um comentário

Programa Minas sem Lixões, criado no Governo Aécio Neves, realiza ciclo de seminários Sustentabilidade na Prática

O programa Minas sem Lixões realizará, no próximo dia 11 de maio, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o “I Encontro Técnico de Operacionalidade de Aterros Sanitários”, dentro do ciclo de seminários “Sustentabilidade na Prática”. O evento, que ocorrerá no Centro de Tratamento de Resíduos Macaúbas, das 8h às 17h, contará com a participação dos gestores ambientais dos municípios mineiros que possuem aterros sanitários ou estão em fase de implantação do empreendimento.

Promovido pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e pela Fundação Israel Pinheiro (FIP), que é parceira do Governo Antonio Anastasia no desenvolvimento do programa Minas sem lixões, o encontro tem como objetivo orientar os gestores para a operação, manutenção e monitoramento corretos dos aterros sanitários, seguindo as normas ambientais. “Um aterro sanitário mal operado causa sérios danos ao meio ambiente e à saúde pública, como a poluição do solo, das águas subterrâneas e do ar”, ressalta Vera Lanza, coordenadora técnica do Minas sem lixões/FIP.

De acordo com ela, o aterro sanitário é uma das técnicas mais seguras e de menor custo para a disposição no solo dos resíduos sólidos urbanos, que devem ser compactados e recobertos com uma camada de terra diariamente. “É fundamental o funcionamento adequado dos sistemas de proteção ambiental, como a coleta e o tratamento do chorume, que é um líquido de cor preta, mal cheiroso e de elevado potencial poluidor, gerado pela decomposição da matéria orgânica”, completa Lanza. Além de palestras com especialistas sobre biogás, consórcios e reciclagem de resíduos da construção civil, a programação inclui visita técnica ao aterro sanitário de Sabará, que também recebe resíduos de Belo Horizonte.

No total, serão realizados pelo programa Minas sem lixões, em 2010, 25 seminários do ciclo “Sustentabilidade na Prática”, voltados para os gestores municipais. As inscrições para o “I Encontro Técnico de Operacionalidade de Aterros Sanitários” são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone (31) 3824.7814.

Metas

Em cumprimento às Deliberações Normativas 52/2001 e 126/2008 do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), todos os municípios com população urbana superior a 20 mil habitantes devem implantar sistemas tecnicamente adequados de disposição final de resíduos sólidos urbanos. Atualmente, estão em operação no Estado 28 aterros sanitários, que atendem a 44 municípios.

Criado em 2003 pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), o Minas sem lixões tem como meta, até 2011, viabilizar o atendimento de, no mínimo, 60% da população urbana com sistemas de tratamento e destinação final adequados de resíduos sólidos urbanos, além do fim dos lixões em 80% dos 853 municípios mineiros. Para alcançar os resultados, o programa conta, desde 2008, com a parceria da Fundação Israel Pinheiro (FIP), que promove diversas ações para orientar os municípios, como a realização do ciclo de seminários “Sustentabilidade na Prática” e a elaboração de manuais técnicos, disponíveis nos sites da Feam (www.feam.br) e da FIP (www.israelpinheiro.org.br).

06/05/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , | Deixe um comentário

Projeto Manuelzão e ações do Governo Aécio Neves já revitalizaram mais de 580 km do Rio das Velhas

O maior afluente do Rio São Francisco, o Rio das Velhas, começa a apresentar melhoria na qualidade das águas, isso é comprovado pela volta dos peixes ao rio, que dá sinais de rejuvenescimento. Em dez anos, os peixes que subiam cerca de 200 km na bacia desde o Rio São Francisco agora são identificados ao longo de 580 km, já bem mais próximos as áreas consideradas mais degradadas, que ficam na região metropolitana de Belo Horizonte. Essa foi uma das constatações feitas pela Universidade Federal de Minas Gerais, por meio do Projeto Manuelzão, na “Expedição Rio das Velhas 2009: encontros de um povo com sua bacia”.

Um outro índice que comprova a qualidade da água do Velhas é o parâmetro “Demanda Bioquímica de Oxigênio” (DBO). O estudo é feito pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e mede a quantidade de material orgânico presente na água.

Os dados mostram uma melhora significativa na média de DBO no Rio das Velhas, diminuindo de 15,25 miligramas por litro, em 2003, para 7,6 em 2009. Quanto menor o índice, melhor a qualidade dos corpos de água. A diminuição da DBO e o aumento do oxigênio nos rios é um importante fator para a manutenção e reprodução da fauna aquática.

Este resultado está ligado ao Projeto Estruturador Meta 2010, criada na gestão Aécio Neves e uma iniciativa que reúne governo do Estado, a maioria das 26 prefeituras municipais que fazem parte da bacia do Velhas em seu trecho metropolitano, a sociedade civil organizada e a população em geral. O principal objetivo é elevar a qualidade das águas de “Classe III” para “Classe II”, que prevê a destinação ao abastecimento doméstico após tratamento convencional, às atividades de lazer, entre elas, nado e mergulho, à irrigação de hortaliças e a criação de peixes.

Para isso acontecer uma das principais ações é a eliminação do esgoto não tratado no rio, uma das metas do Plano Diretor dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas. Em janeiro de 2010 foi inaugurado o tratamento secundário da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Onça, o que representa a retirada de cerca de 90% da matéria orgânica presente nas águas, mais precisamente, o tratamento de uma vazão de 3.600l/s.No final do ano passado, o volume de esgoto coletado no Rio das Velhas pela Copasa alcançou 57,33% e a previsão é que este índice suba para 75% até o final de 2010. São 22 ETEs na bacia do rio, 8 em obras e 3 em fase de planejamento.

Poluição Difusa

Paralelo à implantação de grandes empreendimentos em saneamento ambiental, a Copasa realiza importante ação para a Meta 2010. Implantado em 1997, o programa Caça Esgoto é responsável por identificar e retirar o esgoto despejado inadequadamente nas galerias pluviais, nos córregos e nos rios, encaminhando-os para as ETEs. De 2003 a 2008 foram eliminados aproximadamente 550 lançamentos. Atualmente, estão sendo realizados 57 empreendimentos e outros 23 em fase de licitação.

O Caça Esgoto e as operações do Comitê Gestor de Fiscalização Integrada (CGFAI) ligado ao Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) são duas ações governamentais de combate à poluição difusa, (gerada pelo escoamento superficial da água em zonas urbanas e rurais, é dita de origem difusa, uma vez que provém de atividades que depositam poluentes de forma esparsa sobre a área de contribuição da bacia hidrográfica).

Em 2009, o Comitê Gestor de Fiscalização, órgão responsável por promover e planejar o monitoramento da fiscalização ambiental no estado de Minas Gerais, realizou quatro grandes operações integradas na bacia, nas quais foram suspensas as atividades de 37 empreendimentos.  Em todas as operações são feitos boletins de ocorrência, autos de infração e os técnicos e policiais fornecem orientações aos empreendedores para buscarem a legalização ambiental.

Navegação

Um outro objetivo da Meta 2010 é a navegação turística no trecho metropolitano do Rio das Velhas. Uma empresa começou em março deste ano a fazer o levantamento batimétrico, os estudos hidrológicos, a definição do canal navegável e dos locais para implantação de terminais de embarque e desembarque de passageiros, além de determinar o impacto ambiental nas áreas de cada terminal projeto. O trecho analisado abrange cerca de 117km da ponte de Sabará até Jaguara Velha e o estudo deve ficar pronto até o final de 2010.

Estas e outras ações que englobam o programa de revitalização do Rio das Velhas, o maior projeto de recuperação de bacia hidrográfica desenvolvido no país, vão ser apresentadas no II Seminário Internacional de Revitalização dos Rios. O evento será realizado em Belo Horizonte e faz parte de um projeto de criação de um movimento internacional pela revitalização de rios. Um dos objetivos é contribuir para o intercâmbio de projetos desenvolvidos em diferentes pontos do planeta, dando continuidade também nas ações do Projeto Estruturador do Estado de Minas Gerais “Meta 2010”.

O encontro será também uma oportunidade para debater modelos e conceitos diferentes de gestão das águas nas bacias hidrográficas, nas cidades e no campo, com apresentação de novos paradigmas, além de conhecer outras práticas de revitalização de rios no mundo, promover intercâmbio e fomentar novas iniciativas. A inscrição será efetivada após o envio do comprovante de depósito pelo fax (31) 3915-1917 ou pelo e mail:  participativo@meioambiente.mg.gov.br.

28/04/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Anastasia discute fortalecimento e organização do sistema de economia solidária em Conferência Estadual

Entre os dias 28 e 30 de abril será realizada em Belo Horizonte a II Conferência Estadual de Economia Solidária. O encontro, organizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), por meio do Conselho Estadual de Economia Popular Solidária, e pela Comissão Organizadora Estadual, trabalhará o tema “O direito às formas de organização econômica baseadas no trabalho associado, na propriedade coletiva, na cooperação  e na autogestão, reafirmando a Economia Solidária como estratégia de desenvolvimento”.

A expectativa é de que cerca de 250 pessoas participem do evento que vai reunir grupos de todas as regiões do Estado, representantes de empreendimentos econômicos solidários, de entidades de assessoria e fomento e órgãos governamentais. Ao final dos três dias de trabalho, 84 delegados serão eleitos para representar Minas Gerais na II Conferência Nacional de Economia Solidária, programada para os 16,17 e 18 de junho, em Brasília.

A II Conferência Estadual abordará três eixos temáticos propostos pela coordenação nacional do segmento e um eixo sugerido pelos empreendimentos mineiros. O primeiro tema apresentará uma visão contextualizada da economia solidária no atual momento que é caracterizado por uma crise global ou de múltiplas dimensões. A outra discussão será sobre os desafios e as proposições para reconhecimento das formas organizativas econômicas solidárias, o reconhecimento de direitos sociais do trabalho associado e do direito de acesso às políticas públicas para o fortalecimento da economia solidária. O terceiro eixo vai debater os desafios e proposições para a organização de um Sistema Nacional de Economia Solidária, seus objetivos e componentes. Já o quarto eixo de atuação vai tratar da certificação de empreendimentos, produtos e serviços da Economia Solidária, estratégias e desafios.

Para a diretora de Promoção ao Associativismo da Sedese, Juliana Macário, a proposta de se trabalhar a questão da certificação dos empreendimentos, dos produtos e serviços da Economia Solidária é uma reivindicação antiga dos segmentos. “Desde que o Conselho Estadual de Economia Solidária foi criado, surgiu a necessidade de pensarmos numa certificação para os empreendimentos, serviços e produtos da Economia Solidária. Com as Conferências Regionais, que ocorreram nas 10 regiões do Estado, os envolvidos no segmento sugeriram abordar esse tema na Conferência Estadual. A ideia foi bem aceita e o tema vai ser abordado por todos”, explicou.

Serviço:

Evento: II Conferência Estadual de Economia Solidária

Local: Escola Sindical 7 de outubro, rua Nascimento, nº 101, Barreiro, Belo Horizonte

Data: 28, 29 e 30 de abril

Horário: 28, 29 – das 8h às 21h e 30/04 – das 8h às 18h

28/04/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Anastasia: IEF Minas realiza consulta pública para implementação das unidades de conservação do Vertor Norte de BH

Instituto Estadual de Florestas (IEF) realiza consultas públicas para criação de unidades de conservação que fazem parte da primeira fase do Sistema de Áreas Protegidas (SAP 1) do Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Em março de 2010 foram realizadas audiências públicas para criação de cinco das dez unidades previstas para a primeira fase de implantação do Sistema. A partir de maio, serão realizadas audiências para outras cinco. A previsão é que essas unidades sejam criadas em junho.

Os documentos com as informações sobre as unidades propostas estão disponíveis na internet, no endereçowww.ief.mg.gov.br. Os representantes das comunidades, instituições públicas e privadas de todo o Estado poderão conhecer os projetos e enviar suas sugestões até 24 de maio. As informações também se encontram a disposição dos interessados na sede do IEF, na rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/n, Edifício Minas, 1º andar, bairro Serra Verde, em Belo Horizonte, e nas prefeituras dos municípios que onde estão inseridas as unidades.

A criação do SAP no Vetor Norte é uma das medidas do Plano de Governança Ambiental e Urbanística da RMBH (Decreto Estadual no 44.500/07). Foi elaborado como medida compensatória diante dos impactos previstos na implantação e operação de grandes empreendimentos públicos na região.

O gerente de Gestão de Áreas Protegidas do IEF, Roberto Alvarenga, explica que as unidades formarão corredores ecológicos para a proteção efetiva do patrimônio arqueológico, espeleológico, paleontológico, natural e paisagístico existente na região. O IEF estuda a criação de quinze unidades num total de 11 mil hectares de áreas protegidas sendo que as cinco que fazem parte da segunda fase do projeto serão criadas até novembro de 2010.

Alvarenga afirma que o sistema será uma importante ferramenta do Governo de Minas Gerais para a proteção da biodiversidade na região norte da RMBH. “As áreas serão uma referência para ações de planejamento e controle dos processos que envolvam a supressão vegetal, ocupação do solo e proteção do patrimônio natural da região”. O Vetor Norte compreende os municípios de Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Vespasiano, Pedro Leopoldo, Matozinhos, São José da Lapa, Confins, Jaboticatubas, Lagoa Santa, Capim Branco, Baldim, Taquaruçu de Minas e Nova União.

A criação do SAP Vetor Norte insere-se ainda no Projeto Estruturador “Conservação do Cerrado e Recuperação da Mata Atlântica”, uma das principais ferramentas do Governo de Minas Gerais para a proteção da biodiversidade do Estado. Executado pelo IEF, tem como uma de suas metas a criação e implantação de 400 mil hectares em novas unidades de conservação em Minas até 2011.

Unidades propostas para a primeira fase do Sistema de Áreas Protegidas do Vetor Norte da RMBH:

• Monumento Natural Experiência da Jaguara – 36,3 hectares – Matozinhos

• Monumento Natural Vargem da Pedra – 12,08 hectares – Matozinhos

• Parque Estadual da Serra do Sobrado – 376 hectares – São José da Lapa

• Refúgio da Vida Silvestre Serra das Aroeiras – 1.411,2 hectares – Pedro Leopoldo e São José da Lapa

• Monumento Natural Várzea da Lapa – 25,3 hectares – Lagoa Santa

• Refúgio da Vida Silvestre Macaúbas – 1304,7 hectares – Santa Luzia

• Parque Estadual Cerca Grande – 135 hectares – São José da Lapa

• Monumento Natural Salto Antônio – 38 hectares – São José da Lapa

• Monumento Natural Lapa Vermelha – 30 hectares – Pedro Leopoldo

• Refúgio de Vida Silvestre Cauaia – 2047 hectares – Pedro Leopoldo

28/04/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Antonio Anastasia: Conselho Consultivo do Sistema de Áreas Protegidas do Jaíba toma posse

Toma posse nesta quarta-feira (28) o Conselho Consultivo das Unidades de Conservação (UC) do Sistema de Áreas Protegidas do Jaíba, formado pela Reserva Biológica do Jaíba (RBJ), Reserva Biológica de Serra Azul (RBSA), Parque Estadual Lagoa do Cajueiro (PELC), Parque Estadual do Verde Grande (PEVG), Parque Estadual da Mata Seca (PEMS),APA Serra do Sabonetal  e APA do Lagedão. A solenidade será realizada no Hotel Projeto Jaíba, no distrito deMocambinho, às 9h.

A criação de um conselho único para as unidades deve-se ao fato de todos pertencerem aos mesmos municípios,Jaíba, Itacarambi, Matias Cardoso, Manga e Pedras de Maria da Cruz no Norte do Estado, o que acarretaria em conselhos com praticamente os mesmos membros, segundo explicou a gerente da RBJ e do PEVG, Cristiana Batista. Os gerentes de cada uma das unidades atuarão como presidente do conselho quando o assunto se relacionar com as unidades de sua responsabilidade. Além de Batista, assumirão a condição de presidente Neilton Viana, gerente doPELC e da APA do Lagedão, Paulo Fernandes, gerente da RBSA e da APA Serra do Sabonetal e José Luis Vieira, doPEMS.

Principal instrumento de relacionamento entre as Unidades de Conservação e a sociedade em seu entorno, o conselho “vai ampliar a conscientização das pessoas da região. Com isso, poderemos ensinar mais sobre o ecossistema, osbiomas e garantir sua preservação em trabalho conjunto com a comunidade”, afirmou Batista.

O Conselho Consultivo tem como atribuições: contribuir para a administração do Parque; opinar sobre a elaboração do plano diretor, sugerindo diretrizes para compatibilizar as funções de proteção dos ambientes naturais do Parque aos diversos usos possíveis e acompanhar a execução do plano diretor, bem como sugerir as modificações que nele se fizerem necessárias, a partir da implantação e funcionamento do Parque.

De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), cada UC deve ter seu próprio órgão consultivo, presidido pelo órgão que administra a unidade, no caso, o Instituto Estadual de Florestas (IEF), órgão ligado à gestão do Governo Antonio Anastasia. O Conselho deve ser composto por representantes da sociedade e dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, com representação paritária entre o poder público e a sociedade civil.

28/04/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Instituto Mineiro de Gestão das Águas e Instituto dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar de Minas assinam convênio técnico

OInstituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e o Instituto dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar de MinasGerais (ITTAF) assinaram nesta quarta-feira (14), em Belo Horizonte, convênio de cooperação técnica. O objetivo é beneficiar os produtores rurais em regime de agricultura familiar com a regularização do uso dos recursos hídricos considerados insignificantes.

Com o convênio, serão beneficiados os produtores rurais que têm suas propriedades localizadas nos 85 municípios do semiárido mineiro e estão cadastrados no programa “Minha Casa, Minha Vida”. “Ao total são cerca de 750 famílias já cadastradas, que precisam da regularização ambiental para liberação dos recursos do programa”, explicou a presidente ITTAF, Tereza dos Santos de Oliveira.

De acordo com o convênio, o ITTAF será responsável por regularizar os usos considerados insignificantes, ou seja, captações de águas superficiais até 0,5 litro de água por segundo, subterrâneas até 14 mil litros por dia ou acumulações, como pequenos barramentos, de até 5 mil m³. O Igam isentará todos os custos de análise e publicação dos cadastros efetuados durante a vigência do convênio, que se encerra no dia 31 de dezembro de 2010.

“Esta parceria vem somar aos esforços do Igam em desenvolver uma ação diferenciada com os pequenos proprietários rurais de Minas Gerais e em uma área do Estado que tem necessidades de políticas públicas específicas”, destacou a diretora-geral do Igam, Cleide Izabel Pedrosa de Melo.

O procurador do Igam, Breno Lasmar, ressaltou que nos casos de captações que ultrapassam os valores definidos como insignificantes, o ITTAF deverá orientar os produtores a solicitar a outorga de direito do uso da água. Os formulários e as orientações básicas para a obtenção de outorga estão disponíveis no site www.igam.mg.gov.br.

15/04/2010 Posted by | Ação Sustentável, Água, Meio Ambiente | , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio promove Seminário Internacional Gestão de Recursos Hídricos em Ambientes Urbanos e Rurais

Trabalhos desenvolvidos em diversas partes do mundo relacionados à gestão das águas foram apresentados nesta terça-feira (23), durante o Seminário Internacional Gestão de Recursos Hídricos em Ambientes Urbanos e Rurais. O evento, realizado no auditório do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) foi promovido pelo Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), através do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), em comemoração à Semana da Água 2010.

Segundo a diretora-geral do Igam, Cleide Pedrosa, um dos objetivos do seminário foi focar a importância dos municípios na gestão da água em ambientes urbanos e rurais. “Apesar de a legislação definir que a dominialidade das águas é dos estados e da União, os rios estão dentro dos territórios das cidades. Por isso, os municípios devem ter consciência de suas responsabilidades”, afirma.

Ainda segundo a diretora, os Planos Diretores e a Lei de Uso e Ocupação do Solo municipais deveriam contemplar a gestão de recursos hídricos. “O ideal seria os municípios desenvolverem técnicas para acumular a água das chuvas, a fim de reduzir a enchentes, adotando metodologias de drenagem diferentes da canalização, comumente usada hoje em dia”, explica.

Para Cleide Pedrosa, a participação de palestrantes estrangeiros no seminário teve grande importância. “Conhecer essas experiências nos ajuda a nos situarmos. Podemos ver como os outros países resolvem seus problemas com a água e fazer uma análise crítica da velocidade da nossa resposta aos nossos problemas”, completa.

Entre os palestrantes estava o coordenador internacional do Sustainable Water Management Improves Tomorrows Citiess Health (Gestão Sustentável das Águas para a Saúde das Cidades do Futuro) Switch, Kala Vairavamoorthy. Ele apresentou os projetos desenvolvidos e apoiados pela organização na gestão de recursos hídricos em ambientes urbanos. Switch é composto por 32 instituições de 15 países, dentre as quais a Prefeitura de Belo Horizonte e a Universidade Federal de Minas Gerais. O projeto teve início em 2006 e recebe financiamento da União Europeia.

A diretora de Regulação Metropolitana da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte , Maria Elisa Braz, também falou sobre a gestão de recursos hídricos em áreas urbanas e abordou o trabalho desenvolvido na capital mineira. A Agência RMBH é uma autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru) e ao Conselho de Desenvolvimento Metropolitano. É responsável pelo planejamento, assessoramento e apoio técnico aos 34 municípios da Grande BH e aos 14 que sofrem influência direta da capital.

Na parte da tarde as palestras foram realizadas pelo professor da Universidade Federal de Viçosa, Everardo Mantovani, e pelo professor de Engenharia e Recursos Hídricos da Universidade de Nebraska nos Estados Unidos, Derrel Matin, que abordaram a questão da irrigação e áreas de escassez hídrica. O evento foi fechado com a palestra do membro do Conselho Diretor da Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem, Antonio Mendes, que apresentou modelos de gestão em ambientes rurais.

24/03/2010 Posted by | Meio Ambiente | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Parceria do Governo Aécio Neves promove encontro sobre mudanças climáticas

O vice-governador Antonio Anastasia presidiu, na tarde desta quinta-feira (18), a reunião de lançamento da 15ª Sessão da Comissão de Agrometeorologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), a agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU) para o clima e água, criada em 1950, que reúne representantes de mais de 100 países. Pela primeira vez, a Sessão da Comissão de Agrometeorologia será realizada na América Latina. “Mentes brilhantes certamente aqui estarão para mostrar com seu tirocínio, com sua inteligência e com suas luzes qual o futuro do nosso planeta e, portanto, de nossas vidas”, afirmou o vice-governador.

“A universidade, a academia, os institutos de pesquisa que vão definir o padrão do clima. Nós todos, cidadãos, percebemos que há uma mudança do clima no mundo; o regime das chuvas mudou, já houve uma modificação da temperatura e é claro que quem entende disso são as universidades. E nós temos aqui, felizmente, no Brasil e em Minas, um grande centro de excelência que é a universidade de Viçosa que tem condições de colaborar de modo muito efetivo no debate, na discussão e na identificação de soluções para as questões decorrentes dessa mudança climática que nos afeta a todos”, ressaltou Anastasia.

O trabalho da OMM em Minas Gerais, fruto de parceria do Governo de Minas com a OMM, a Universidade Federal de Viçosa e o Instituto Nacional de Meteorologia, serão realizados em julho, no Minascentro, capital. De 12 a 14 de julho, acontece o Workshop Internacional sobre a Crise da Sobrevivência dos Produtores Rurais: Serviços de Clima e Tempo, para, em seguida, de 15 a 21, ocorrer a 15ª Sessão da Comissão de Agrometeorologia.

O diretor da OMM, M.V.K.Sivakumar, lembrou que as mudanças climáticas não conhecem fronteiras. De acordo com ele, representantes de mais de 80 países já confirmaram presença na 15ª Sessão da Comissão de Agrometeorologia. Destacou que são países que se preocupam em buscar suporte técnico e científico para políticas agrícolas que ajudem a reduzir os danos causados por eventos climáticos adversos.

Participaram ainda da solenidade, os secretários de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gilman Viana, e de Meio Ambiente, José Carlos Carvalho; o reitor da Universidade Federal de Viçosa, Luiz Cláudio Costa, entre outras autoridades e dirigentes de organizações da sociedade civil.

19/03/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Aécio promove curso de reaproveitamento alimentar no Centro Mineiro de Referência em Resíduos

O Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) está com inscrições abertas para uma nova turma do Curso Básico de Educação Alimentar, promovido pelo Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi). As aulas integram o projeto Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente e acontecem em março, nos dias 29 e 30 de março das 13h30 às 16h50 e 31 das 9h às 12h30, totalizando carga horária de 10 horas. As vagas são limitadas e as inscrições são gratuitas.

A iniciativa tem como objetivo elevar o nível de saúde e qualidade de vida, visando à produção e à ingestão de uma alimentação de alto valor nutricional e baixo custo. Nas aulas práticas serão preparados doces, bolos, carnes e sucos feitos com cascas, talos, folhas e sementes, elementos geralmente desprezados no dia a dia. “Ao invés de ir para a lixeira, as cascas e sementes dão um sabor especial às receitas convencionais. O resultado são pratos altamente nutritivos”, explica a coordenadora da Cozinha Experimental do CMRR, Fernanda Redig.

Durante o curso, os alunos também terão a oportunidade de aprender boas práticas de manipulação de alimentos, compras e dicas de higiene e nutrição.

A Cozinha Experimental do CMRR é um espaço criado, exclusivamente, para estimular a mudança de comportamento e dos hábitos alimentares, dentro dos princípios do consumo consciente e combate ao desperdício.  Ao final do curso, os participantes recebem certificados.

Serviço:

Curso Básico de Educação Alimentar

Programa Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente

Data: 29, 30 e 31 de março de 2010

Horário: 29 e 30 das 13h30 às 16h50 e 31 das 9h às 12h30

Carga horária: 10 horas

Local: Centro Mineiro de Referência em Resíduos – rua Belém (esquina com avenida dos Andradas), nº 40, bairro Esplanada – Belo Horizonte

Inscrições gratuitas: (31) 3465-1211 e 3465-1206

Vagas limitadas

19/03/2010 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente, Responsabilidade Social | , , , , , , , , , | Deixe um comentário