Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Cemig na Gestão Aécio Neves ganha Prêmio Brasil de Meio Ambiente por preservação da fauna e flora

O programa Peixe Vivo, que atua nas bacias dos rios São Francisco, Paranaíba, Jequitinhonha e Grande, entre outras, recebe, nesta sexta-feira (29), no Rio de Janeiro, o Prêmio Brasil de Meio Ambiente, como o melhor trabalho de preservação em fauna e flora do país.

Criado em 2007 pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o Peixe Vivo realiza atividades em prol da preservação da ictiofauna (peixes) e matas ciliares das bacias hidrográficas onde a Cemig possui usinas, favorecendo as comunidades que utilizam os recursos hídricos como fator de desenvolvimento. Com a ajuda dos diversos segmentos da comunidade, que auxiliam no planejamento de alternativas preventivas, o Peixe Vivo atua em três frentes: os programas de conservação da ictiofauna e bacias hidrográficas, a produção de conhecimento científico para subsidiar esses programas e a promoção do envolvimento da comunidade nas atividades previstas.

Segundo o superintendente de Gestão Ambiental da Cemig, Ênio Fonseca, o Peixe Vivo apresenta resultados sólidos, a partir do esforço para preservar as espécies nativas, envolvendo pesquisadores, técnicos de campo e a comunidade. “O programa abriu espaço e estimulou a participação da sociedade, ganhou destaque também com os resultados obtidos nas ações de campo e estudos sistemáticos realizados”, avalia. Para promover as ações, a Cemig prevê um investimento de R$ 32 milhões entre 2007 e 2013.

Cerimônia de premiação

A premiação acontece às 19h30 desta sexta-feira (29), no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. Participam da solenidade o presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais; o diretor de Geração e Transmissão, Luiz Henrique de Castro Carvalho; os superintendentes de Comunicação Empresarial, Luiz Henrique Michalick, de Gestão Ambiental, Ênio Fonseca, e de Manutenção de Ativos de Geração, Fernando Augusto de Campos; e o gerente Newton Schmidt, responsável pelo programa Peixe Vivo.

O prêmio Brasil de Meio Ambiente é uma iniciativa da Companhia Brasileira de Multimídia (CBM), por meio de seus veículos: Jornal do Brasil, JB Ecológico e JB Online. A premiação é capitaneada pela JB Ecológico, uma das mais importantes publicações da mídia impressa nacional voltadas exclusivamente para a questão socioambiental e o desenvolvimento sustentável.

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29/01/2010 Posted by | Ação Sustentável, Água, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Programa Peixe Vivo aumenta em 400% repovoamento dos rios do Nordeste de Minas

Os Rios Jequitinhonha e Pardo, na região Nordeste de Minas, receberam um volume recorde de peixes nos últimos meses, totalizando mais de 2,5 toneladas de massa. Só no Jequitinhonha, foram 1,5 toneladas, número que supera em mais de quatro vezes o peixamento do ano anterior. Anteriormente, os peixes eram soltos apenas na bacia do Rio Pardo, mas, há dois anos, o repovoamento com espécies nativas acontece também no Jequitinhonha, onde o Governo de Aécio Neves, po meio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) opera a Usina Hidrelétrica Irapé.

Essa é uma iniciativa do Programa Peixe Vivo, criado para garantir a qualidade e preservação da vida aquática e das bacias hidrográficas onde a Cemig atua. Através de projetos, criação e expansão de ações, o Peixe Vivo favorece o desenvolvimento das comunidades que vivem diretamente desses recursos naturais.

Os peixamentos da safra 2008/2009 tiveram início em novembro do ano passado e se encerraram em abril, em Itamarandiba, no Vale do Jequitinhonha. As ações de soltura serão retomadas em meados do próximo semestre, quando as temperaturas voltarem a subir. Dentre as espécies destinadas ao repovoamento estão o piau, a piabanha e acurimba.

Os peixes soltos são produzidos em tanques da Estação de Piscicultura de Machado Mineiro, em Águas Vermelhas, no Norte de Minas, e na Escola Agrotécnica Federal de Salinas, parceira da Cemig na produção de alevinos desde 2004. “A própria comunidade cobra o peixamento nas localidades; não só as autoridades, mas até as crianças já estão se conscientizando com a preservação do meio ambiente”, explica Luciano Xavier dos Santos, zootecnista da Escola Agrotécnica e um dos coordenadores do projeto.

Luciano diz que os peixes são soltos com comprimentos entre 10 e 12 centímetros e com aproximadamente 30 gramas de peso. Esses peixes, denominados “peixes intermediários”, se adaptam mais fácil ao meio ambiente, tendo maior chance de sobrevivência. “Os peixes pequenos são muito vulneráveis a ações de predadores, além de terem dificuldade pela busca de alimentos; o peixe acima de 12 centímetros já estaria adaptado a um sistema de criação doméstico e demoraria um pouco mais a se inserir ao meio ambiente; portanto, os peixes intermediários estão mais aptos a enfrentarem as adversidades naturais”, detalha.

21/05/2009 Posted by | Ação Sustentável, Meio Ambiente | , , , , , | Deixe um comentário