Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Andrea Neves: gestão social do Vozes do Morro rompe barreiras

Andrea Neves: gestão social do Vozes do Morro eleva produção musical e transforma a vida de artistas das comunidades.

Andrea Neves: gestão, justiça social e promoção da cultura

Fonte: Agência Minas e Minas em Pauta

Iniciativa do Servas promove qualificação dos músicos e divulgação dos trabalhos autoriais na RMBH; programa já impulsionou carreira de 47 artistas desde 2008

Andrea Neves

Andrea Neves em evento do Voz do Morro

Samba, pagode, rock, black music, rap, sertanejo e funk. A diversidade musical é uma das marcas do programa Vozes no Morro, ação do Governo de Minas e do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) em parceria com o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais(Sert-MG) e Sebrae-MG. A iniciativa valoriza e divulga a produção artística de moradores de vilas, favelas e aglomerados da Região Metropolitana de Belo Horizonte, tendo como orientações privilegiar o ineditismo e promover a inclusão cultural.

“O Vozes do Morro é um programa de democratização, que cria oportunidades e rompe barreiras. A música, com seu poder aglutinador, dá o tom de uma ação que mobiliza centenas de pessoas, abrindo janelas por onde podemos nos enxergar melhor, e porta por onde podemos nos aproximar mais uns dos outros”, enfatiza a presidente do Servas, Andrea Neves.

O programa cria condições para realizar projetos autorais, antes restritos às comunidades nas quais estavam inseridos. Desde 2008, o Vozes do Morro já ajudou a impulsionar a carreira de 47 artistas, por meio da divulgação de clipes e spots nas emissoras de rádio e TV do Estado.

Os selecionados trilham caminhos próprios, com agenda de shows cheia e gravação de CDs com vasto repertório. Em alguns casos, como aconteceu com o cantor e compositor Tom Nascimento, da cidade de Santa Luzia, o artista passa a ser referência nas comunidades e até inicia uma carreira internacional.

Após participar da edição de 2008 do programa, Tom Nascimento fez apresentações na Itália,França e Inglaterra. “Ingressei no Vozes do Morro para fortalecer minha produção artística e o trabalho autoral”, frisa o músico, que já integrou o grupo Berimbrown e se apresentou na abertura do novo Mineirão. Atualmente, Tom Nascimento está na turnê do CD que conta com a participação de grandes nomes da música brasileira, como Chico César.

Porém, Andrea Neves destaca que, muito além de uma carreira bem-sucedida, a proposta do Vozes do Morro é valorizar a produção cultural das comunidades. “Temos histórias maravilhosas de sucesso. Mas costumo ressaltar que nosso objetivo não é esse, embora também seja muito importante. Nossa intenção é fazer com que ele possa reforçar, na comunidade, laços de afeto e de identidade cultural entre os moradores”, esclarece.

A iniciativa oferece ainda cursos de formação gerencial, em parceria com o Sebrae-MG, preparando os artistas para a administração de suas carreiras. O curso “O nosso negócio é música” é inédito, desenvolvido especialmente para o programa e obrigatório para os selecionados, com aulas teóricas e práticas. A capacitação também abrange noções de mercado, estratégias de marketing e técnicas de negociação, entre outras disciplinas.

Aspirantes ao sucesso

Selecionada para a última edição do Vozes do Morro, a dupla sertaneja Douglas e Leon, da Vila Pinho (Barreiro), em Belo Horizonte, está certa de que terá grandes oportunidades na carreira. “Um amigo me apresentou e disse que ia fazer nossa inscrição. O Vozes do Morro abriu muitas portas para nós. Ficarmos mais conhecidos, principalmente em Belo Horizonte, e os pedidos para shows têm aumentado”, conta Leon.

O gosto pela música vem de família. O pai de Leon era sanfoneiro e, desde cedo, o sertanejo aprendeu tocar instrumentos. Seu parceiro, Douglas, tinha uma banda de forró. “Depois que ele começou a cantar sertanejo eu o chamei para fazer uma parceria em 2010”, lembra Leon, que ainda revela que, com a projeção, a dupla planeja gravar um CD com músicas inéditas.

Quem também teve contato com o universo da música desde pequeno é Fábio Lúcio, conhecido como Fabinho do Terreiro, do bairro Esplanada, em BH. O sambista, que tem em Paulinho da Viola, Ataulfo Alves, Candeia e Milton Nascimento suas principais referências, começou a tocar cavaquinho aos 14 anos, depois de ganhar o instrumento de presente da sua mãe. Em seguida, passou a se apresentar na capital e a frequentar rodas de samba.

Com mais de 25 anos de carreira, Fabinho enaltece a inédita divulgação do seu trabalho. “Foi a primeira vez que tive um clipe sendo executado na televisão”, frisa. “Isso me deu uma grande projeção musical. O projeto valoriza as pessoas da periferia, da favela, o músico que não tem recursos”, acrescenta o músico ao destacar o lado social da iniciativa.

Um dos integrantes do grupo Raça DMCs, Carlos Rodrigues de Souza, da cidade de Betim, revela que, por acaso, uma abordagem sobre a igualdade social o aproximou do programa. “Eu não queira seguir a careira a artística. Teve um trabalho na escola e resolvemos falar sobre o rap e a igualdade social. O trabalho teve uma boa repercussão e as pessoas me incentivaram a continuar. Resolvi arriscar e deu tudo certo”, recorda.

Coroação do trabalho

Na última quarta-feira (28), 12 artistas solo e bandas selecionados pelo Programa Vozes do Morro em 2011 e 2012 apresentam show no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte. O governador Antonio Anastasia participou do evento e destacou a importância do programa por levar ao conhecimento do público artistas antes restritos às suas comunidades.

“O Vozes do Morro tem o objetivo de identificar talentos que são tantos, milhares e milhares. O mais importante é reconhecer o talento firme de todos aqueles que têm possibilidade de cantar, mas que, muitas vezes, não tinham acesso aos meios de comunicação. Agora vamos reavaliar e avançar ainda mais”, afirmou Anastasia.

Além de Douglas e Leon, Fabinho do Terreiro e Raça DMCs, os artistas que se apresentaram no Teatro Alterosa foram: ADS (Aliados do Senhor), Fabinho do Terreiro, Sem Meia Verdade, Lúcio Monteiro, Marcello Matos, Nascidos do Samba, Raça DMCs, Ralfe Rodrigues, Rannah, Tambor do Matição, Vanderli e Wardel.

O programa recebeu o apoio de padrinhos conhecidos como Fernanda Takai, do Pato Fu; Flávio Venturini, Rogério Flausino, do Jota Quest; Samuel Rosa, do Skank; Vander Lee, Lô Borges, o Renegado, Tianastácia, André Valadão e Victor e Leo.

04/09/2013 Posted by | Gestão Social, Justiça Social | , , , , , , | Deixe um comentário

Anastasia acredita em vitória em Contagem e Betim

Anastasia faz campanha em Contagem e Betim. Governador reforça campanha de Ademir Lucas e Carlaile Pedrosa.

Anastasia: Eleições 2012

Fonte: PSDB-MG

Governador Antonio Anastasia reafirma apoio a Ademir Lucas, em Contagem, e a Carlaile Pedrosa, em Betim

 Anastasia faz campanha em Contagem e Betim

Governador Antonio Anastasia reafirma apoio a Ademir Lucas, em Contagem

O governador Antonio Anastasia percorreu, neste sábado (15/09), os municípios de Contagem e Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para mostrar seu apoio aos candidatos tucanos às eleições de 7 de outubro. Anastasia fez caminhadas acompanhado dos candidatos e destacou a importância da eleição de Ademir Lucas, em Contagem, e de Carlaile Pedrosa, em Betim.

Ao coro de “Volta Ademir” moradores do Bairro São Joaquim, na região da Ressaca, em Contagem, receberam Anastasia e Ademir Lucas com muita empolgação. Eles caminharam pela rua Rodrigues da Cunha, uma das principais vias de comércio da região e ouviram demandas da população

“O que eu estou vendo aqui é que o povo de Contagem quer Ademir de volta. Contagem está com saudade da administração de Ademir, voltada para o social, para as pessoas mais humildes. Ademir está sendo reconhecido pelo povo de Contagem como o favorito a ganhar as eleições e está em primeiro lugar em todas as pesquisas”, disse Anastasia.

Anastasia confia em vitória de Ademir no primeiro turno

Anastasia também destacou a importância do envolvimento das lideranças para garantir a vitória de Ademir Lucas no primeiro turno.

“Vamos trabalhar empenhados, de casa em casa, de rua em rua, de bairro em bairro, partindo daqui da Ressaca para toda a Contagem. Vamos levar o nome de Ademir e de Aldo como a chapa que vai devolver à cidade os seus tempos felizes, de desenvolvimento, de emprego, de prestígio. Ademir terá sempre o nosso apoio. Vamos à vitória e ao trabalho, pois Contagem merece muito”, afirmou Anastasia.

Com muito entusiasmo, Ademir agradeceu a presença do governador, das lideranças políticas e da população de Contagem que participou da caminhada.

“Quero agradecer o que foi feito pela nossa cidade, pela nossa região. Aqui na Ressaca a maioria das obras foi construída durante o meu governo. Vamos fazer mais policlínicas e o segundo hospital municipal de Contagem, sempre com o apoio do governador Anastasia. Estamos fazendo uma bela peregrinação pela cidade com os nossos militantes e com os nossos candidatos a vereador. Temos grandes compromissos com Contagem e vamos juntos fazer de Contagem uma cidade melhor para se viver”, concluiu Ademir.

Anastasia afirma compromisso de Carlaile com o desenvolvimento

Em Betim, Antonio Anastasia participou de comício do candidato tucano, o deputado federal Carlaile Pedrosa. O governador e o candidato foram recebidos com muita festa pela população que lotou as ruas do Jardim Teresópolis, maior bairro de Betim.

 Anastasia faz campanha em Contagem e Betim

Em Betim, Antonio Anastasia participou de comício do candidato tucano, o deputado federal Carlaile Pedrosa. O governador e o candidato foram recebidos com muita festa pela população que lotou as ruas do Jardim Teresópolis, maior bairro de Betim.

“Estou aqui estou para trazer sempre uma palavra de apoio, minha e do senador Aécio Neves, a Betim e a Carlaile. Até o dia 7 de outubro vamos trabalhar com muita firmeza para elegermos o melhor para esse povo tão querido de Betim”, disse Antonio Anastasia.

O governador ressaltou que Betim merece ter um prefeito empreendedor, dedicado, trabalhador e comprometido com as causas do desenvolvimento. Anastasia lembrou os oito anos que Carlaile foi prefeito e afirmou que Betim ganhou muito.

“Durante o período que Carlaile foi prefeito, coincidiu, em boa parte, com o governo de Aécio Neves, onde eu fui secretário e vice-governador, e durante esse período, Carlaile não descansou um minuto, trabalhando muito por Betim. E é exatamente por isso que Carlaile é tão querido”, destacou o governador.

“Quero, aqui no Teresópolis, o bairro mais populoso da cidade, dizer que Betim merece a volta de Carlaile à prefeitura, porque o município quer avançar, quer desenvolvimento, emprego, saúde e progresso”, afirmou o governador.

O candidato a prefeito Carlaile Pedrosa agradeceu o apoio do governador Anastasia e do senador Aécio Neves e afirmou que ao assumir a prefeitura de Betim fará o melhor para a população.

“É uma satisfação muito grande ter o apoio do governador Lançamos nosso plano de governo, que sem dúvida nenhuma, é o melhor para melhorar a qualidade de vida da população de Betim”, disse o candidato.

Reta final da campanha

O governador Antonio Anastasia lembrou que faltam três semanas para as eleições, e que os candidatos aliados estão tendo boa aceitação por parte dos eleitores.

“Os candidatos, não só do PSDB, mas dos partidos aliados, estão tendo um reconhecimento maior por parte do povo. Então, fico muito satisfeito com essa constatação, mas vamos continuar trabalhando. Estamos na frente em várias cidades, mas isso não significa que vamos diminuir o ritmo. Ao contrário, é trabalhar com mais vigor, com mais ânimo, para vencer e vencer bem como tenho certeza que venceremos aqui em Betim”, afirmou Anastasia.

Anastasia: Eleições 2012: Link da matéria – http://psdbmgnaseleicoes2012.wordpress.com/2012/09/15/governador-anastasia-reafirma-apoio-a-ademir-lucas-em-contagem-e-a-carlaile-pedrosa-em-betim/

17/09/2012 Posted by | Eleições 2012, Minas Gerais, PSDB | , , , , , , , , , | Comentários desativados em Anastasia acredita em vitória em Contagem e Betim

Aécio Neves enxergou o futuro quando criou o Aeroporto de Confins

Gestão da infraestrutura, gestão eficiente, modelo de gestão

Fonte: Antônio do Nascimento Caderno Vrum – Estado de Minas, de 29/10/2011

Como o governo Aécio Neves transformou Confins no principal aeroporto de Minas

O aeroporto da Pampulha, hoje denominado Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, pode ter sido considerado um terminal de entrada para o interior.

Em 1933, ele servia de apoio às aeronaves do Correio Aéreo Militar (CAM), que ligavam a cidade do Rio de Janeiro à Fortaleza, voando ao longo do Rio São Francisco até as cidades de Petrolina(PE) e Juazeiro (BA). Por muitos anos, a linha do São Francisco esteve ativada e proporcionava aos ribeirinhos e interioranos a possibilidade de deslocamento rápido na busca do atendimento de suas necessidades primárias.

Se hoje as estradas de rodagem são precárias, o que pensar dos caminhos de 78 anos atrás? As aeronaves não proporcionavam apenas possibilidade de deslocamento rápido. A bordo, geralmente, seguia uma equipe médica com remédios para o atendimento básico a saúde. Não raras vezes, a tripulação era acionada para realizar uma evacuação emergencial. Apesar de todas as agruras, os pilotos do CAM e, posteriormente, do Correio Aéreo Nacional (CAN) cumpriam essas missões com grande satisfação. Aqueles voos representavam a presença do Estado em regiões remotas. Quem voou nas linhas do CAN se lembra com saudades dos bons serviços prestados pelas aeronaves militares, em especial os famosos DC-3.

Até 1984 o aeroporto da Pampulha era o único terminal aeroportuário de Belo Horizonte para atender a aviação regular.

Em 1985, foi inaugurado um terminal moderno e seguro no município de Confins. Começavam as idas e vindas das empresas aéreas de um para outro terminal. A TAM contribuiu para que o aeroporto da Pampulha levasse vantagem em relação ao aeroporto de Confins. Como ela fazia uma concorrência predatória %u2013 sendo na época uma empresa regional %u2013, todas as demais empresas migraram de Confins para a Pampulha.

Em 2004, o aeroporto da Pampulha acomodou 140 voos por dia e atendeu a uma demanda de mais de 3 milhões de passageiros/ano. O que foi um absurdo em termos de desconforto e insegurança. Chegaram até em pensar em construir um novo terminal de passageiros para acomodar a grande demanda.

Como o uso do cachimbo deixa a boca torta, os defensores do Aeroporto da Pampulha atribuíam a sua preferência à dificuldade de deslocamento até um terminal mais seguro e confortável, porém com ligação precária. Em 2004, o aeroporto de Confins, hoje denominado Aeroporto InternacionalTancredo Neves, apresentou uma demanda baixíssima: 388 mil passageiros/ano.

Algo tinha que ser feito para pôr um fim ao desconforto e insegurança do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade e a equipe do governador Aécio Neves teve o bom senso de eleger o aeroporto de Confins como o principal aeroporto da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O governo Aécio Neves não agiu como tem sido comum fazer atualmente. Hoje se cria o problema e depois se busca a solução. Foram oferecidos aos usuários uma ligação confortável de ônibus e acesso que permitia atingir o terminal em cerca de 40 minutos. Aproximadamente 10 minutos a mais do que o tempo gasto para chegar ao Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, partindo do Centro da cidade.

A mudança para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, deixou para o Aeroporto Carlos Drummond de Andrade a demanda de voos regionais, com aeronaves de até 40 assentos, tendo atingido a marca de cerca de 750 mil passageiros/ano em 2010. Trouxe ainda a consolidação do uso de um terminal que já está ficando pequeno. O salto de mais de 100% no crescimento na demanda em seis anos foi muito expressivo. Passamos de 3,5 milhões para 8 milhões de passageiros embarcados e desembarcados/ano. Mais expressiva ainda é a demanda esperada até 2014, face aos indicadores de crescimento do transporte aéreo: já se fala em uma demanda de mais de 20 milhões de passageiros/ano.

Para atendê-la numa fase inicial, será construído um “puxadinho” para abrigar aproximadamente 5 milhões de passageiros/ano, independente do terminal atual. Bem situado, o terminal remoto ficará próximo a uma cabeceira de pista, que será ampliada.

O terminal 2 já teve o seu edital de concorrência publicado e mais de 150 mil metros quadrados serão oferecidos aos usuários, correspondendo ao dobro da área atual. Com ele, os terminais da Região Metropolitana de Belo Horizonte poderão atender a uma demanda de 23 milhões de passageiros embarcados e desembarcados/ano. Toda essa evolução é fruto do bom senso de equipes governamentais que enxergaram o futuro.

Link da matéria: http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2011/10/29/interna_noticias,44748/como-o-governo-aecio-neves-transformou-confins-no-principal-aeroporto.shtml

03/11/2011 Posted by | Aécio Cunha, Aécio Neves, gestão | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Governo Anastasia obtém recursos para projetos de destinação do lixo – Minas já conta 44 Consórcios Intermunicipais

onte: Agência Minas

Bacia do São Francisco e RMBH terão R$ 7 milhões para elaboração de projetos na área de resíduos sólidos

Depois de concluídos, os projetos serão apresentados para pleitear recursos para execução. Governo de Minas trabalha para erradicar os lixões até 2014 

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), órgão do Governo Antonio Anastasia,  através do fomento dos Consórcios Intermunicipais de Resíduos Sólidos, conseguiu, junto aos Ministérios das Cidades e do Meio Ambiente, R$ 7 milhões do PAC Resíduos Sólidos para a elaboração de projetos de destinação adequada do lixo em 151 municípios que compõem a bacia do rio São Francisco e a região metropolitana de Belo Horizonte.

As cidades contempladas fazem parte de 11 consórcios que tem como polo os municípios de Baldim, Betim, Bom Despacho, Divinópolis, Esmeraldas, Formiga, Januária, Matozinhos, Montes Claros, Nova Lima e Vespasiano. Os recursos financiarão projetos de engenharia e estudos ambientais regionalizados para construção de aterro sanitário, aterro de resíduos da construção civil, unidade de triagem, galpão de triagem, estação de transbordo de resíduos domiciliar e ponto de entrega voluntária de recicláveis.

A bacia do São Francisco receberá R$ 3 milhões para elaboração de 166 projetos em 124 municípios. Já para a região metropolitana de Belo Horizonte, o Ministério das Cidades aprovou R$ 4 milhões do PAC 2, beneficiando 27 cidades.

De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Bilac Pinto, a realização dos projetos é um grande passo para que os municípios consigam resolver a questão da destinação do lixo. “Com estes projetos em mãos, se torna mais fácil à captação de recursos junto aos governos federal e estadual, por parte das prefeituras e dos Consórcios Intermunicipais”, disse. Depois de concluídos, os projetos serão apresentados para pleitear recursos para execução. Mais de 4 milhões de pessoas serão beneficiadas.

Consórcios Intermunicipais

Desde 2007, o Governo de Minas vem incentivando a formação dos Consórcios Intermunicipais na área de resíduos sólidos para acabar com os lixões no Estado. A Sedru, em parceria com a Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEAM), vem trabalhado para erradicar os lixões até 2014, prazo estabelecido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) para todos os Estados brasileiros.

“O consórcio é o grande trunfo no caso da política de Resíduos Sólidos, uma vez que paramos de pensar no problema de forma individualizada e começamos a enfrenta-lo de maneira regionalizada”, destacou o subsecretário Renato Andrade.

Até agora, a Sedru iniciou a formalização de 44 Consórcios Intermunicipais de Resíduos Sólidos, beneficiando 435 cidades ou mais da metade dos municípios do Estado.

06/10/2011 Posted by | gestão, Meio Ambiente | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Contra o descaso: População se mobiliza no Centro de Belo Horizonte em movimento que reivindica verbas para o metrô

Fonte: Bloco parlamentar Resulta e Transparência

Movimento BH Quer Metrô reúne jovens, lideranças comunitárias e parlamentares 

Manifestação em repúdio ao descaso do governo do PT com o metrô da capital. População exige liberação imediata de verbas 

         O Metrô de Belo Horizonte completou 25 anos este mês e permanece inacabado, prejudicando o deslocamento de milhares de passageiros de Belo Horizonte e da Região Metropolitana que clamam por um transporte coletivo de qualidade.  Limitado a apenas uma linha, do total de três linhas previstas, o metrô da capital mineira está sem receber recursos do governo federal há quase uma década e opera hoje no limite.

Para repudiar o descaso do governo federal do PT que não investe no metrô de Belo Horizonte, o Movimento BH Quer Metrô, idealizado pelo Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), reúne na capital mineira, nesta quarta-feira (31/08), parlamentares, lideranças comunitárias e estudantes que irão se solidarizar com os milhares de usuários do metrô que estão esquecidos em quase nove anos da gestão petista.

O movimento BH Quer Metrô defende maior atenção do governo federal, com os mineiros que não merecem conviver com as promessas de expansão de linhas que não saem do papel. Durante a manifestação, serão recolhidas na Praça da Estação e Praça Sete assinaturas em apoio à ação do Bloco Transparência e Resultado reivindicando a imediata liberação de verbas para o metrô de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

O livro com as assinaturas será encaminhado à presidente da República Dilma Roussef. O Bloco Transparência e Resultado ainda distribuirá um bolo simbolizando o descaso do governo do PT com Minas Gerais.

Entenda a história do metrô de Belo Horizonte 

1981 – Início das obras do metrô de BH, com a previsão, na época, de operação em 37 km (Eldorado/ S. Gabriel e Calafate/Barreiro);

1986 – Início da operação do metrô de BH com 10 km de linha e seis estações;

1987 a 1999 – 9 novas estações foram sendo inauguradas “à prestação”;

2002 – Inauguradas as últimas estações da linha 1 (Primeiro de Maio, Waldomiro Lobo, Floramar e Vilarinho), que funcionavam parcialmente, foram inauguradas;

2003 a 2011 – Em quase 9 anos da gestão petista, o metrô de BH ficou esquecido sem receber nenhum investimento do governo federal. No entanto, as obras de expansão do metrô foram prometidas nas campanhas presidenciais de 2002, 2006 e 2010 e divulgadas pela imprensa.

2010 – O governo do PT descartou a liberação de recursos para a ampliação do metrô com vistas para a Copa de 2014;

2011 – O sistema conta com única linha de 28 km e não tem perspectiva de investimentos e expansão.

O metrô de Belo Horizonte transporta hoje 160 mil passageiros por dia. A demanda reprimida é muito grande. Se as três linhas previstas estivessem funcionando o número de usuários/dia saltaria para 800 mil, mais que o Rio de Janeiro (640 mil/dia), segundo informações do Sindicato dos Metroviários (Sindimetro).

Mesmo estando em uma das principais regiões metropolitanas do país, o metrô de Belo Horizonte foi o que menos recebeu recursos federais para sua melhoria, ampliação, quando comparado a cidades equivalentes como Salvador, Recife e Fortaleza.

Nos últimos 10 anos foram desperdiçados R$ 84 milhões em estudos, projetos e obras inacabadas para a criação das linhas 2 (Barreiro-Santa Tereza) e 3 (Savassi-Pampulha).

O ramal Calafate-Barreiro chegou a ser iniciado, com serviços de terraplenagem, desapropriações nas áreas de domínio da linha, mas parou em 2004 por falta de repasses de verbas pela União.

O dinheiro gasto na preparação da linha do Barreiro (cerca de R$ 60 milhões) foi investimento perdido.

Somente com a contratação do plano executivo das linhas 2 e 3, o governo Lula gastou R$ 15 milhões. Os projetos não foram concluídos e o dinheiro foi jogado fora.

Se a linha 2 (Barreiro/Santa Tereza) estivesse em operação, o passageiro de ônibus que faz o mesmo trajeto em duas horas, nos horários de pico – e pegando duas conduções –, poderia reduzir o tempo da viagem em quatro vezes, fazendo o percurso em 30 minutos.

O trecho Pampulha/Savassi poderia ser percorrida por trilhos em 20 minutos.

Estadualização

Com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana da Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Governo do Estado de Minas Geraiscom o apoio dos municípios de Belo Horizonte, Contagem e Betim, realizou estudos técnicos de engenharia, econômico-financeiros e jurídicos visando à modelagem da operação do Metrô BH com a participação da iniciativa privada. Não houve resposta por parte do governo federal.

O governo de Minas Gerais defende a estadualização do metrô.

Para a estadualização, será necessária a liberação R$ 1,1 bilhão pela União. O Estado disponibilizaria R$ 400 milhões e os R$ 2 bilhões restantes sairiam da iniciativa privada

LINHA EM OPERAÇÃO

Linha 1 – Contagem – Vilarinho (Venda Nova)

28,2 km de extensão

19 estações

25 trens – 1.026 passageiros por trem

160 mil passageiros por dia

LINHAS PREVISTAS

Linha 2 – Barreiro – Santa Tereza

21 km de extensão

Linha 3 – Pampulha-Savassi

12,4 km de extensão

31/08/2011 Posted by | gestão, Infraestrutura, obras públicas | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Escola da Água criada por Aécio Neves irá funcionar em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte

Disseminar junto às crianças e aos adolescentes mineiros a importância da conscientização no uso diário da água. Essa é a proposta da Escola da Água — projeto piloto do Polo de Excelência em Recursos Hídricos da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) — prevista para ser inaugurada no final deste mês, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

O espaço tem aproximadamente 50 metros quadrados para receber alunos de escolas públicas e privadas de Nova Lima e outras cidades da RMBH. O Governo Aécio Neves está destinando R$ 85 mil, recurso aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), para instalar a escola em parceria com a Ong VerdeNovo, responsável pela gestão do Centro Vocacional Tecnológico de Nova Lima. A ideia é levar a Escola da Água para as demais regiões mineiras.

De acordo com o biólogo Rafael Resck, da Sectes, ao conhecer o projeto do Instituto Internacional de Ecologia (IIE), sediado em São Paulo, o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Portugal, quis implantá-lo em Minas Gerais, estado considerado a caixa d’água do Brasil. “Na era da economia do conhecimento é preciso que as pessoas tenham as informações necessárias para mudar comportamentos que serão decisivos para a sobrevivência no planeta”, afirmou Portugal.

A Escola da Água terá computadores com programas que ensinam como reduzir o consumo de água. Além disso, dois monitores estão sendo capacitados para fazer palestras e responder as dúvidas dos visitantes. Na opinião de Resck, um dos caminhos mais importantes para reverter o processo de desperdício da água pode ser o trabalho direto com as crianças e adolescentes, que certamente vão levar aos pais e à sociedade, a necessidade da preservação e do uso racional dos recursos hídricos.

10/09/2009 Posted by | Ação Sustentável, Água, Meio Ambiente | , , , , , , | Deixe um comentário