Minas Sustentável

Meio Ambiente, cidades sustentáveis

Aécio é destaque no jornal El País

País: senador Aécio Neves está convencido de que o Brasil terá quatro anos muito duros pela frente.

Eleições 2014

Fonte: El Pais 

“Para o PT, o Bolsa Família é o ponto de chegada. Para nós, é o ponto de partida”

O senador do PSDB está convencido de que o Brasil terá quatro anos muito duros pela frente, e crê que o país está perdendo as conquistas sociais

senador do PSDB Aécio Neves pediu mil desculpas pelos poucos minutos de atraso para a entrevista ao EL PAÍS, na sede do partido em Brasília. De sorriso generoso, o neto de Tancredo Neves, personagem símbolo da redemocratização brasileira, respira política desde que nasceu. Talvez por isso fale com naturalidade quando questionado sobre seus índices ainda baixos nas pesquisas eleitorais para a presidência da República. Pelo mais recente levantamento do instituto de pesquisa Datafolha, ele tem 19% das intenções de voto, enquanto a presidenta Dilma Rousseff, 47%.

Eduardo Campos, do PSB, que tem a ambientalista Marina Silva como vice, teria 11% das preferências. “Mais de 60% da população quer mudar tudo. Quando um de nós, e espero que seja o candidato do PSDB, mostrar como combateremos a inflação, como vamos cuidar da educação etc., haverá o casamento entre a expectativa de mudança com o candidato”, avalia o senador. A calma, entretanto, só fica suspensa quando o assunto é o pingue-pongue que se estabeleceu com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre as investigações do esquema de subornos nas licitações do metro em São Paulo, administrado pelo tucano Geraldo Alckmin. O PSDB entrou com uma representação na Comissão de Ética contra Cardozo. “Esse processo foi mal conduzido. O que fizemos foi dizer: “Alto lá”.

Pergunta: Os eleitores de menor poder aquisitivo só enxergam que a renda melhorou. Como o PSDB vai convencer esse grupo de que é preciso mudar e votar no seu partido?

Resposta: Nos últimos seis meses, fui a mais de seis Estados e conversei com as pessoas. Há uma percepção crescente, de que as expectativas que temos do futuro não são as mesmas lá de trás. Nas últimas eleições municipais, no ano passado, isso ficou claro. Nas principais capitais mais pobres do Norte e do Nordeste, nós ganhamos do governo: Salvador, Aracaju, Teresina, Maceió, Belém e Manaus. Onde há, inclusive, o Bolsa Família, que foi o grande instrumento eleitoral do governo, iniciado por nós. Há a percepção de que a população espera mais do governo, coisas que ele não entrega. Do ponto de vista educacional, temos média de escolaridade pior que o Paraguai. Não avançamos nas questões essenciais. Resumindo: não é algo fácil. Mas quando tivermos a oportunidade de falar, num debate, mostrar que as principais conquistas dos últimos dez anos, como o controle de inflação, a credibilidade do Brasil, tudo isso começa a se perder, a percepção vai chegar às pessoas.

P. As pesquisas captam esse desejo de mudança. Mas, não parece que a oposição capitalize esse sentimento. O senhor teve dois mandatos em Minas Gerais reconhecidos. Mas, como senador, não se projeta em nível nacional.

R. Concordo que o sentimento é real, e não há, ainda, a apropriação desse sentimento por nenhum candidato de oposição. Em Minas Gerais temos uma margem de aprovação muito grande, em comparação à presidenta da República, onde conhecem nosso trabalho. Em 2009, véspera do ano eleitoral de 2010, o sentimento do Brasil era de continuidade. Economia crescendo, emprego crescendo, etc. José Serra tinha 38%, Dilma tinha 17%, e Marina, 6%. A então candidata Dilma só foi encostar e ultrapassar Serra no final de julho do ano de eleição, porque aí ela teve visibilidade, encarnou o sentimento da continuidade. Eu não tenho a menor expectativa que haja espaço para crescimento (da intenção das pesquisas), antes de haver o espaço para debater. O que é sólido, hoje: mais de 60% da população quer mudar tudo. Quando um de nós, e espero que seja o candidato do PSDB, mostrar como combateremos a inflação, como vamos cuidar da educação, como faremos os serviços públicos funcionarem, como vamos tratar o setor privado – como parceiro e não como adversário – haverá, com alguma naturalidade, o casamento entre a expectativa de mudança com o candidato. Mas isso vai acontecer a partir da metade do ano que vem.

P. O senhor não acha que a mesma pessoa que deseja mudança tem a sensação que a única coisa que une a oposição hoje no Brasil é a rejeição a Lula? Que a oposição não tem um programa, e faz uma oposição elitista?

R. Esse estereótipo existe em relação ao PSDB. Mas, temos uma história extraordinária. Talvez, tenhamos errado muito na nossa comunicação nas últimas eleições. Um dos meus maiores esforços, desde que assumi a presidência do partido, foi resgatar o nosso legado, pois boa parte do que tivemos em termos de avanço no país foi em função do que ocorreu durante os governos de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Estabilidade da moedaprivatizações, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o início de programas de transferência de renda. Mas, nós não nos apropriamos eleitoralmente disso. Talvez por equívoco, ou por opção, não importa. FHC deixou entre Bolsa AlimentaçãoBolsa Escola,Vale Gás, e outros, 6,9 milhões de beneficiados. Hoje temos cerca de 13,5 milhões de beneficiados do Bolsa Família. O presidente Lula foi beneficiado pela herança bendita do FHC, mas ela se exauriu. Lula teve duas virtudes. Uma foi manter, por um bom período, os pilares macroeconômicos fundamentais, flexibilizados no final de seu governo, e também durante o governo Dilma. O outro, foi a unificação e aprofundamento de programas de renda. A face negra disso é o uso eleitoral, de forma leviana. Chegam perto das regiões mais pobres e dizem que o PSDB vai acabar com o Bolsa Família (BF). Até o ex presidente Lula disse recentemente: os adversários do BF estão de volta.

P. E o Bolsa Família torna-se política de Estado com o senhor?

R. O Bolsa Família está enraizado. Mas, há uma diferença entre o PT e a gente. Para eles, o BF é o ponto de chegada. Para nós, é o ponto de partida. O Brasil não pode viver exclusivamente desse benefício. Um pai de família não pode querer deixar de herança para o seu filho um cartão do BF. O PT se contenta com a administração diária da pobreza. E nós queremos a superação da pobreza. E aí é educação, educaçãoeducação. Eu propus que todo trabalhador que assinar a carteira, receba o benefício por mais seis meses. A lógica do governo é inversa à racionalidade. Ele quer comemorar um milhão de famílias a mais no BF. Eu quero comemorar um milhão de famílias a menos porque se incorporaram ao mercado de trabalho.

P. Como o PSDB vai passar essa mensagem para a população, quando se mostra dividido, com José Serra, fazendo a guerra por sua conta, e a gestão de São Paulo, muito chamuscada por escândalos e possível corrupção?

R. A unidade do PSDB é o principal combustível que temos para mais adiante termos chances eleitorais. Vamos chegar lá. É legítimo que o companheiro Serra tenha suas pretensões, ele tem uma história política respeitável. Mas, as últimas conversas que temos tido apontam na direção da unidade, pois acima de qualquer diferença que tenhamos, há um projeto em comum, que é terminar com o ciclo do PT e iniciar outro, ético, eficiente, meritocrático. O PSDB também passa por uma mudança geracional. Temos 25 anos de partido, e é natural que haja uma mudança. O PSDB governa hoje 52% da população, e 54% do PIB brasileiro. Não esperem do PSDB nas próximas eleições a mesma postura defensiva que tivemos nas últimas três. Estamos resgatando nosso legado, até pra mostrar que parte dos avanços, sem negar o papel do presidente Lula, mas olhando par ao futuro.

P. Educação foi frustrante tanto com o PSDB, que adotou a política de aprovação automática dos alunos, quanto com o PT. Como fica o projeto que está no Congresso, de dobrar o investimento de 5% para 10% do PIB? E como melhorar a gestão do dinheiro?

R. Discordo da primeira parte. Num momento do Brasil saindo de uma inflação de quatro dígitos, o governo FHC teve o grande mérito da universalização do acesso. Quando ele saiu do governo, 97% das crianças estavam na escola. Com o PT, era hora de ganhar na qualificação. Nós queremos chegar, gradualmente, a 10% do PIB em educação.Mas, não adianta apenas investir, tem de qualificar. E Minas Gerais é referência para o Banco Mundial, inclusive com os contratos de metas de médias escolares para cada município mineiro. Daí se assinava um documento, com a superintendência de educação, e o governador também assinava. Pois se essa nota chegasse ao estipulado, os envolvidos ganhavam o décimo quarto salário. Todo mundo ficava envolvido naquilo. As professoras e pais de alunos, etc, se reuniam no final de semana, e davam reforço para os alunos. É o melhor? Não sei, mas é o caminho que achamos para otimizar o caminho.

P. O governo atrela aumento de gasto a royaltie de petróleo.

R. Votamos a favor dessa proposta, mas isso ainda é um terreno na Lua. É coisa do governo marketeiro. Eu, pessoalmente, preferia que se constituísse um fundo, e que o rendimento do fundo financiasse a educação. Até que esses recursos possam vir, é preciso, pois eles só farão diferença daqui a dez anos. E para fiscalizar o uso de recursos deeducação, é preciso uma Lei de Responsabilidade Educacional, onde haja metas estabelecidas. Não vejo o Governo do PT encarar isso. Com crescimento de renda e pleno emprego, a sensação é positiva. Mas esse é o momento de enfrentar contenciosos. Eu não quero que o Brasil seja o país do pleno emprego de dois salários mínimos. Eu me pergunto: Para que o PT quer um novo mandato? De 2008 para cá deveríamos ter criado um ambiente estável, para tonar-nos mais competitivos. Nós assustamos os investidores. Os próximos quatro anos serão muito duros para o Brasil, e por isso mesmo precisamos de um governo rígido.

P. Quando o senhor diz que os próximos quatro anos serão muito duros, passa a sensação de que a recessão está logo ali, virando a esquina. Há quem diga que o Brasil está como a Espanha em 2008, com o governo negando a crise e a crise chegando? O senhor acredita nisso?

R. Acho que em parte, sim. Tenho receio que a marolinha de 2008 vire um tsunami lá na frente. Tenho conversado com muitos agentes econômicos. A situação será dura, não dá para enfrentá-la com paliativos, mas acredito que a chegada do PSDB ao governo permitirá uma reversão de expectativas. O PT veio flexibilizando os pilares da economia e usando instrumentos microeconômicos, como a desoneração tributária, para resolver questões macroeconômicas. Capitalização do BNDES, por exemplo, é via Tesouro. O governo FHC tirou esqueletos dos armários. O governo do PT os enche com novos esqueletos. Aportes no Tesouro passaram de 14 bilhões de reais, há seis anos, para 400 bilhões de reais. Hoje, 400 prefeitos em Minas quase não têm dinheiro para pagar salário. O Governo federal entrava com 56% dos conjunto de investimentos em saúde. Passados dez anos, só entra com 45%. Quem complementa essa conta? Os municípios. O mesmo em segurança pública. A situação é grave, mas o país felizmente tem instituições sólidas. Os últimos fatos (com a prisão dos réus do mensalão) trouxeram um sentimento de que a impunidade não vai prevalecer. Temos imprensa livre, que no que depender de nós, será permanentemente livre. Apesar dos ataques do governo atual, à liberdade de imprensa. Num viés que devemos acompanhar com atenção, pois aproxima setores doPT ao que já assistimos, infelizmente, na Venezuela, e na Argentina. Mas temos democracia sólida, que passou por percalços, afastou um presidente por corrupção, e que prende hoje pessoas que cometeram crimes.

P. A presidenta Dilma Rousseff deu uma entrevista ao El PAÍS que gerou bastante polêmica por ter antecipado a revisão do PIB de 2013.

R. A presidência atua para minar credibilidade de instituições de estado. Constrange o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – responsável pela divulgação do PIB – ao antecipar um resultado que não deveria sequer ter ainda. Nós todos comemoramos a revisão do PIB para cima, mas é uma demonstração que o Governo não tem limites de estruturas de estado. São informações de Estado, e não de Governo. Isso tem efeito na economia.

P. O PSDB capitaliza imagem de um partido mais austero, mas, vocês também têm esqueletos no armário da corrupção, com o mensalão mineiro e os escândalos de suborno no metrô em São Paulo. Como vão lidar com isso?

R. PSDB não tem, em campo algum, medo do debate com o governo. Nem no econômico, nem no social, nem no ético. Por mim, o chamado mensalão mineiro deveria ter sido julgado há muito tempo. Até porque de mensalão não tem nada e o processo vai demonstrar isso. Ali houve financiamento de campanha. E se houve deslize ou crime, (as pessoas) têm de ser punidas exemplarmente e ponto final. Não faço julgamento prévio. Sobre o caso de São Paulo, eu tenho respeito enorme pela conduta ética dos ex-governadores Mário Covas, do José Serra e do (atual) Geraldo Alckmin. Há uma acusação, de um cartel, e se demonstrarem que algum agente político está envolvido, que seja punido. E se tem alguém ligado ao PSDB, que não apareceu até agora, que seja punido também. Diferentemente da reação do PT no caso mensalão, não vamos considerar um crime político quem usou dinheiro público indevidamente.

P. O PSDB em São Paulo vai processar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por ele ter encaminhado o relatório sobre o esquema da corrupção no metro à Polícia Federal. Mas não seria esse o papel dele?

R. A meu ver, não cabe encaminhar um documento adulterado para a Polícia Federal. Queremos que a investigação aconteça, mas algo com uma grosseira falsificação, ser vazado, por quem detinha o documento… Sem que houvesse qualquer operação da polícia. Delegados dizem que receberam informações do Conselho de Administração do Direito Econômico (Cade), e depois de um silêncio de dois dias, o ministro diz que foi ele quem mandou o documento, não acho que seja comportamento adequado. Faltou cautela.

P. Eu vi os documentos (publicados na imprensa). Onde entra a falsificação?

R. Então você deve saber melhor do que eu. Queremos só que a investigação ocorra com isenção. O papel do partido é cobrar que a investigação seja feita. Mas os instrumentos de Estado não podem ser utilizados em defesa de um projeto partidário. Esse processo foi mal conduzido. O que fizemos é dizer: “Alto lá”.

P. A Suíça, semanas atrás, arquivou uma investigação que corria sobre propinas pagas pela Alstom a funcionários de São Paulo, porque o procurador da República, que deveria ter encaminhado os documentos, não os enviou como deveria.

R. Não conheço esse processo.

Anúncios

04/12/2013 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio apresenta projeto de lei que beneficia produtores de cana

Senador quer estender aos produtores atingidos pela seca na área de MG e ES da Sudene a mesma ajuda financeira dada ao Nordeste.

Aécio Neves: senador

Fonte: Jogo do Poder

Projeto de Aécio estende a produtores de cana de açúcar em MG e no ES subsídio dado à área da seca

“Estamos garantindo que produtores de cana das regiões mais pobres de Minas e do Espírito Santo possam sobreviver”, diz Aécio Neves
 senador Aécio Neves apresentou, nesta quinta-feira (07/11), projeto de lei que estende aos produtores de cana-de-açúcar atingidos pela seca nos municípios da Área Mineira da Sudene ajuda financeira dada aos estados do Nordeste. O projeto do senador Aécio corrige injustiça cometida pelo governo federal na Medida Provisória 615, que concedeu subsídios aos produtores atingidos pela seca, mas deixou de fora os municípios de Minas e do Norte do Espírito Santo que também integram a Sudene.

Aprovado o projeto do senador Aécio Neves, os produtores de cana em Minas e no Espírito Santo terão acesso a crédito de até R$ 75,8 milhões. Cada produtor terá direito a receber até o fim do próximo ano R$ 12,00 por tonelada  da safra 11/12 comercializada. O limite é de 10 mil toneladas por produtor.

“Estamos garantindo benefícios para que os produtores de cana-de-açúcar das regiões mais pobres de Minas e do Espírito Santo possam ser atendidos e possam sobreviver. O que nos espanta é essa absoluta falta de critério do governo federal, que considera uns merecedores e outros não, mas todos estão na mesma situação”, afirmou Aécio Neves.

MP 615 sancionada mês passado pela presidente Dilma Rousseff deixou de fora do programa de crédito municípios dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri, do Norte de Minas, e Norte do Espírito Santo, sendo eles municípios do semiárido atingidos pelos mesmos danos causados pela seca e com baixos indicadores sociais.

“A gravíssima seca assolou o Nordeste brasileiro e também municípios de Minas e do Norte do Espírito Santo, mas o governo federal concedeu incentivos apenas para a região Nordeste. Os produtores merecem sim o apoio do governo federal, mas todos aqueles que sofreram prejuízos. Esse apoio, portanto, deve ser estendido a todo conjunto de municípios que fazem parte da Sudene”, disse Aécio Neves.

Os produtores de Minas responderam por 2,13 milhões de toneladas na safra nacional 2011/2012 e 4,18 milhões pelo Espírito Santo.

08/11/2013 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Gestão Pública: Aécio defende redução da burocracia

Aécio Neves: senador promete simplificar tributos, reduzir ministérios e criar secretaria para combater a burocracia.

“Só vamos retomar o rumo quando o setor público compreender que o setor privado não é um inimigo”, afirmou Aécio. 

Aécio defende redução da burocracia pública

Fonte: Folha de S.Paulo

Candidatos atacam política econômica e acenam a empresas

Em discursos separados para empresários, Marina, Aécio e Campos dizem que Dilma foi incapaz de oferecer segurança

Os três principais candidatos que devem enfrentar a presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014 criticaram ontem a política econômica do governo e fizeram acenos ao setor privado, num esforço para conquistar a confiança do empresariado na sua capacidade de conduzir o país.

Reunidos para um fórum organizado pela revista “Exame”, a ex-senadora Marina Silva, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disseram que Dilma foi incapaz de criar um ambiente de segurança para os investimentos privados.

Falando separadamente no evento, os três adotaram o mesmo tom e disseram que o PT errou ao estimular o crescimento econômico promovendo o consumo e ampliando os gastos do governo, sem criar condições necessárias para atrair investimentos.

“Só vamos retomar o rumo quando o setor público compreender que o setor privado não é um inimigo”, afirmou Aécio. “Os investidores precisam saber para onde estamos indo”, disse Campos.

Marina afirmou que o governo precisa estimular a economia com medidas “de forma horizontal, e não no caso a caso, que criam uma relação de desconfiança” entre o governo e o empresariado.

Sem conseguir fazer a economia voltar a crescer com o vigor dos últimos anos do governo de seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da SilvaDilma tem encontrado dificuldades para atrair investidores para seu programa de concessões de estradasferrovias e aeroportos.

Em seu discurso para os empresários, Aécio falou em um “eventual governo do PSDB” e defendeu quatro medidas em termos genéricos: simplificação do sistema tributário, investimento em educação, abertura da economia e incentivo à inovação.

senador tucano disse que reduziria à metade o número de ministérios, que hoje são 39, criando em seu lugar uma Secretaria de Desburocratização, que funcionaria por um ano com a meta de enviar ao Congresso um projeto de reforma do sistema tributário.

“Num eventual governo do PSDB, e falo em tese, obviamente, trocaria metade dos ministérios –deixaria com 21, 22– por uma Secretaria de Desburocratização, que simplifique o setor de negócios e estimule os que querem empreender mais”, disse Aécio.

Marina, que falou por teleconferência depois de Aécio, criticou o que chamou de “amontoado de propostas” e disse que a prioridade do próximo governo deveria ser definir uma “agenda” de ações “independente do político que estiver de plantão”. Marina tenta viabilizar um novo partido, a Rede Sustentabilidade, para concorrer nas eleições.

Campos adotou tom mais ameno ao falar do governo Lula, seu padrinho político, mas foi enfático ao criticar a política econômica de DilmaCampos disse aos empresários que seu partido entregou em setembro os cargos que tinha no governo para “discutir o Brasil com liberdade”.

“É fundamental que a gente coloque as ideias em disputa, que a gente possa permitir ao Brasil ser discutido fora do maniqueísmo”, disse Campos, que pretende se apresentar em 2014 como opção para eleitores cansados da polarização entre petistas e tucanos, que marcou as três últimas eleições presidenciais.

09/10/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , | Deixe um comentário

2014: Aécio defende novas propostas para o Brasil

2014: senador apontou desafios a serem enfrentados para que o país avance na produtividade e se integre às cadeias produtivas globais.

Eleições 2014: Aécio e o PSDB

2014: Aécio defende novas propostas para o Brasil

2014: “As ações equivocadas do governo geram efetivamente dúvidas e incertezas naqueles que querem investir em um ambiente seguro. Esse não é o caminho que devemos seguir“, afirmou Aécio. 

Fonte: Jogo do Poder 

Aécio Neves apresenta propostas para aumentar produtividade da economia brasileira

Senador defende desburocratização, estabilidade dos marcos regulatórios e qualidade no investimento em educação e inovação

senador Aécio Neves apresentou propostas e debateu com empresários, investidores e jornalistas, segunda-feira (30/09), em São Paulo, sobre caminhos para o aumento da produtividade brasileira.

Durante o Exame Fórum 2013Aécio Neves apontou os desafios a serem enfrentados de imediato pelo Brasil para que o país avance na produtividade e se integre às cadeias produtivas globais. Ele propôs a simplificação e desburocratização do sistema tributário e do setor de negócios; a estabilidade dos marcos regulatório, maior abertura da economia nacional e integração das empresas brasileiras; e a adoção de políticas para dar qualidade à educação e estimulo à inovação.

Manutenção de regras

Aécio Neves destacou a importância de marcos regulatórios estáveis na economia como condição primordial para relacionamento com investidores. O senador observou que o atual modelo de gerenciamento da economia pelo governo federal, com forte intervenção e mudança de regras, tem gerado atraso e prejuízos ao setor produtivo e ao conjunto do país.

“O governo hoje atrapalha mais o ambiente de negócios do que ajuda. As ações equivocadas do governo geram efetivamente dúvidas e incertezas naqueles que querem investir em um ambiente seguro. Esse não é o caminho que devemos seguir”, afirmou o senador.

Marcos reguladores

Aécio Neves avaliou como retrocesso a ida da presidente Dilma Rousseff aos EUA para dar garantias a investidores estrangeiros. Ele lembrou que essas mesmas garantias foram dadas pelo então candidato Lula em 2002, na chamada “Carta aos brasileiros“.”É fundamental que tenhamos marcos regulatórios estáveis, que não mudem em função do humor, de circunstâncias conjunturais. Recentemente, algo inacreditável aconteceu: a presidente Dilma teve que se reunir com investidores estrangeiros para garantir que os contratos serão respeitados. Criamos um ambiente hostil aos investimentos, que deveriam estar vindo agora para garantir uma retomada do crescimento,” afirmou o senador e presidente do PSDB.

Metas para educação

Aécio Neves afirmou que a melhoria da educação no país passa pela maior qualidade dos investimentos realizados. O senador defendeu a adoção de metas a serem alcançadas por professores e alunos na rede pública e a flexibilização de currículos às diferentes realidades regionais.

“Temos média de permanência na escola, na América do Sul, apenas maior que o Suriname. Hoje, em cada 4 alunos, um não completa o ensino fundamental. A questão da educação não envolve apenas o investimento, mas a qualidade do investimento. Em Minas Gerais, criamos metas para a área, ao final do ano remuneramos todos os envolvidos na educação a partir do alcance dessas metas.”
Aécio Neves lamentou a aplicação de um mesmo currículo em toda a rede pública, apesar das diferenças entre as regiões do país.

“É incompreensível que tenhamos em um país como o Brasil, um país com várias realidades, um mesmo currículo de Ensino Fundamental e Médio. Os currículos têm que atender à realidade econômica e de mercado de cada uma das regiões do país. Mas não se tem coragem para enfrentar isso.”

Desburocratização

Aécio Neves defendeu também a criação provisória, por 12 meses, de órgão governamental para coordenar a adoção de processos de simplificação e desburocratização tributária e de incentivo a negócios. Ele propôs redução pela metade dos atuais 39 ministérios.

“Em um eventual governo do PSDB, trocaríamos metade lodos atuais 39 ministérios por cerca de 20 e uma Secretaria Extraordinária de Desburocratização, com prazo de 12 meses para apresentar ao país um conjunto de medidas que simplifique e estabilize o setor de negócios e estimule aqueles que querem empreender”, disse durante a palestra.

Abertura comercial

Aécio Neves encerrou sua palestra defendendo maior abertura da economia brasileira, assim como a adoção de políticas para uma verdadeira integração das empresas nacionais às cadeias produtivas globais.

“Somos hoje a sétima maior economia do mundo, mas apenas a 25ª maior exportadora. Falando em importações, a tragédia é maior ainda. De 176 países, somos o último quando se vê a proporção das importações em relação ao PIB. No Brasil, o importador busca trazer determinado produto. Como há taxas altíssimas, prova que não há similar nacional e consegue uma redução tarifária. Temos hoje cerca de 5 mil excepcionalidades do Brasil.”

senador quer maiores investimentos nas áreas produtivas onde o Brasil já tem maior competitividade e cobrou do governo federal iniciativas de estímulo e apoio à pesquisa e inovação. Ele lamentou também o aparelhamento partidário e o desvio de funções das agências reguladoras.

09/10/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , | Deixe um comentário

Aécio defende novas regras para a criação de novos partidos

Senador propõe limitar “portabilidade” para impedir que deputados que deixem partidos levem tempo de TV e recursos do fundo partidário.

Novos partidos: eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Aécio critica lógica ‘mercantilista’, mas elogia Solidariedade

Tucano diz que políticos não deveriam levar tempo de televisão quando trocam de sigla

Provável adversário da presidente Dilma Rousseff em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG)defendeu ontem a criação do Solidariedade, partido que deve apoiá-lo na corrida presidencial.

Apesar de criticar a “lógica mercantilista” da criação de partidos, Aécio disse que a sigla é “bem-vinda” por ser oposição ao governo Dilma.

“Está tudo errado. O Supremo Tribunal Federal errou lá atrás quando permitiu a portabilidade do Fundo Partidário. Hoje há uma lógica mercantilista da criação dos partidos. Cria-se partido, racha-se o Fundo Partidário e vende-se tempo de TV. A regra está errada. Mas já que nasce no país um partido sem viés governista, ele é bem-vindo.”

Apesar de suspeitas de fraudes na coleta de assinaturas de apoio pelo país, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta semana a criação de mais dois partidos, o que abriu a temporada de troca-troca de políticos que pretendem concorrer em 2014.

O tribunal chancelou o Solidariedade, montado pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, e aprovou o Pros (Partido Republicano da Ordem Social).

 Aécio disse que o governo federal fortaleceu a criação de siglas para enfraquecer a oposição, como no caso do PSD, do ex-prefeito Gilberto Kassab: “Já que esse tratamento que o governo deu foi adequado, que seja dada a isonomia para outros”.

Na opinião do tucano, o Congresso precisa limitar a “portabilidade” dos partidos para impedir que os deputados que deixam as siglas levem consigo tempo de TV e recursos do fundo partidário: “A portabilidade deve pertencer ao partido. Quem quiser sair, que saia sem levar tudo”.

Articulador do Solidariedade, o deputado Paulinho da Força disse em entrevista ao Poder e Política, programa da Folha e do UOL, que a tendência da sigla é oferecer apoio à candidatura de Aécio. O deputado disse que a presidente Dilma Rousseff, aliada de sua ex-sigla, o PDT, “não fez nada” e virou sua “inimiga dois dias depois de ser eleita”.

27/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

No Nordeste, Aécio dá início a construção de nova agenda

Aécio Neves afirmou que o Brasil precisa de um governo eficiente para resgatar a credibilidade do país.

Aécio Neves no Nordeste

Fonte: Site Aécio Neves Senador

Aécio Neves inicia encontros regionais do PSDB pelo Nordeste e destaca construção de nova agenda

“Temos uma responsabilidade enorme com o Brasil. Queremos que o Brasil
 dê um salto de qualidade. Por mais bilionária que seja,
a propaganda oficial não vai mascarar a realidade”, diz Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, abriu nesse sábado (21/09), em Maceió (AL), os encontros regionais que o PSDB fará pelo país até o final do ano. Aécio destacou que o partido tem a responsabilidade de apresentar aos brasileiros um novo projeto para o país. Durante os encontros regionais, o partido quer debater os problemas enfrentados nos municípios e estados e formular propostas para a construção de uma agenda a ser apresentada aos brasileiros nas eleições estaduais e nacionais ano que vem.

“É obrigação do PSDB ter um projeto novo de Brasil. Um projeto que passe pela refundação da Federação, com o resgate dos municípios e dos estados, por uma generosidade maior do governo federal no financiamento da saúde, da segurança, pela eficiência na busca dos investimentos para a região. Temos uma responsabilidade enorme com o Brasil. Queremos que o Brasil dê um salto de qualidade. Não podemos aceitar que o Brasil cresça na América do Sul apenas mais que a Venezuela, como vai ocorrer esse ano. Ano passado, crescemos mais apenas que o Paraguai. Não é justo com os brasileiros. Nenhuma propaganda, por mais maciça, por mais bilionária que seja, como a propaganda oficial, vai mascarar a realidade”, afirmou Aécio em entrevista coletiva.

Acompanhado do governador de Alagoas, Teotônio Vilela, do prefeito de Maceió, Rui Palmeira, e do presidente do ITV, deputado federal Sérgio Guerra, além de senadores, deputados e lideranças tucanas, Aécio ressaltou a necessidade da criação de oportunidades para os brasileiros, sobretudo os mais jovens. O presidente do partido lamentou que investimentos em qualificação e outras áreas essenciais para a população, como saúde e educação, sejam comprometidos pela dívida dos estados com a União, que o governo federal se recusa a negociar.

“Os jovens dessa região precisam ter oportunidades, precisam ser qualificados para entrar no mercado de trabalho de forma competitiva. Não é justo que o governador Teotônio Vilela tenha que assinar um cheque de R$ 50 milhões todo mês e repassar à União, porque a União não quer renegociar a dívida dos estados. Esse dinheiro tinha que ficar aqui para investimentos em saúde,saneamento, educação, em qualificação dos jovens. O governo do PT, a grande verdade é essa, vem fazendo muito mal ao país”.

Grandes obras precisam de governo eficiente

Aécio Neves afirmou que o Brasil precisa de um governo eficiente para resgatar a credibilidade do país. Ele lamentou que a população tenha que conviver com o atraso e desperdício de recursos públicos em obras como a Transnordestina, a transposição do Rio São Francisco, a Refinaria Abreu e Lima e a Fiol, todas na região Nordeste.

“A Ferrovia de integração Oeste Leste (Fiol) sem um palmo de trilho colocado. A Transnordestina, programada para estar pronta há dois anos, dos 1.700 Km não tem 300 Km prontos. A Transposição do São Francisco é de doer o coração. Obras há três anos abandonadas. Isso não é normal. Obras custando duas ou três vezes o orçamento inicial e não concluídas. Isso é maior desperdício dedinheiro público que se pode ter. Ninguém vai me convencer que é normal uma obra como a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, ser orçada em R$ 4 bilhões, já ter gasto R$ 30 bilhões e não estar pronta. Isso é assalto aos cofres públicos. O Brasil precisa de governo eficiente para que não percamos definitivamente a nossa credibilidade”, disse Aécio Neves.

Leia também:

Aécio Neves: PT faz cooptação com dinheiro público

25/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio: Vozes do Brasil, coluna Folha #vamosconversar

#Vamosconversar – Aécio: “Precisamos ouvir mais uns aos outros para a construção de um projeto coletivo, capaz de acolher os diferentes sonhos e esperanças”.

Aécio: coluna Folha de S.Paulo

Aécio: Conversa com Brasileiros e as Vozes do Brasil

Aécio: “o diálogo com a população é um processo necessário, irreversível e saudável”. Foto: George Gianni

Fonte: Folha de S.Paulo

Vozes do Brasil

Coluna de Aécio Neves

Semana passada, vivi uma rica experiência ao participar de um debate ao vivo na internet, com convidados de áreas diversas e internautas de todo o país, sobre os grandes desafios nacionais.

Foi uma conversa franca, na qual ficou claro que o diálogo com a população é um processo necessário, irreversível e saudável. E cada vez mais possível com os novos recursos tecnológicos. São fronteiras ampliadas de interlocução, de uma forma nunca antes experimentada por quem carrega a responsabilidade da representação.

Não há mais ambiente para as verdades inflexíveis, soluções generalistas e discursos retóricos vazios. Para representar o desejo coletivo, é necessário dar espaço e ressonância à voz do outro. A impaciência e a revolta que emanaram das ruas são sintomas de uma sociedade que deseja ser ouvida de verdade e com urgência.

Se quer respostas, o brasileiro deseja também contribuir, participar. Viajando pelo país como presidente do PSDB, o que sinto é uma imensa vontade do cidadão de se engajar num projeto de país realmente transformador. Mesmo com sotaques e regionalismos diversos, perdura o sentimento de uma forte unidade, em um cenário de grande diversidade cultural. Se é fato que a maioria reconhece as conquistas das últimas décadas, a percepção geral é a de que ainda não chegamos lá.

Comerciantes, industriais, jovens de todas as classes sociais, gente que quer empreender e fazer acontecer relatam o cotidiano de um país estrangulado, injusto e desigual, com infraestrutura insuficiente e as mazelas de um governo cada vez mais intervencionista, pesado e pouco eficaz. O pior é o sentimento de que muitas conquistas dos brasileiros estão em risco com o baixo crescimento e a inflação alta.

Foi uma boa conversa, mas ainda insuficiente. Precisamos ouvir mais uns aos outros para a construção de um projeto coletivo, capaz de acolher os diferentes sonhos e esperanças. Entre as muitas certezas revigoradas, trago uma constatação: não há rede oficial de rádio e TV capaz de abafar as vozes do Brasilreal.

PS: Não poderia encerrar a coluna de hoje, em que falo de internet, sem manifestar minha solidariedade às atrizes Carol Castro, Rosamaria Murtinho, Nathalia Timberg, Susana Vieira e Bárbara Paz. Para quem não acompanhou, exercendo o legítimo direito de expressão –que deve ser garantido a todo brasileiro, qualquer que seja sua opinião– elas manifestaram a decepção pessoal com o resultado da votação dos embargos no caso do mensalão. Acabaram vítimas de violentos e injustos ataques realizados pelo exército digital, que, aparelhado, tenta constranger e intimidar todos aqueles que não se alinham às causas do projeto de poder instalado no país.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

23/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Nordeste: Aécio busca programa alternativo para o Brasil

Aécio Neves trabalha em nova agenda para o Brasil. Senador esteve ontem em Salvador. Hoje em Maceió participa do encontro do PSDB.

Aécio Neves: Nordeste e 2014

Fonte: Jogo do Poder

Tucanos reúnem-se em Salvador

Visita antecede Encontro Regional do PSDB no Nordeste

Aécio Neves: nova agenda para o Brasil

presidente do PSDB, senador Aécio Neves, e as principais lideranças tucanas na Bahia encontraram-se, nesta sexta-feira (20/09), em Salvador (BA). Aécio Neves cumpriu agenda na capital baiana na véspera do encontro da região Nordeste que o partido realiza, neste sábado, em Maceió (AL), dando início à série de reuniões regionais que fará até o final do ano.

“É um prazer redobrado estar novamente na Bahia. Estamos acabando de chegar de uma visita à grande liderança política nacional, prefeito ACM Neto, e seguimos ainda hoje no final da noite para Maceió. Teremos amanhã o primeiro de vários encontros regionais que permitirão ao PSDB iniciar a construção de um projeto de país alternativo a este que está aí. O Brasil precisa de um projeto de país, até porque o PT abriu mão de ter este projeto, para se contentar em ter exclusivamente um projeto de poder”, afirmou o senador.

Também participaram do encontro o presidente do Democratas, senador Agripino Maia; o secretário-geral do PSDBdeputado federal Mendes Thame; o líder tucano no Senado, senador Aloysio Nunes; os deputados federais pela Bahia Antônio Imbassahy e Jutahy Júnior; o secretário-executivo do PSDB, João Almeida; e o secretário municipal de Urbanismo eTransporte, José Carlos Aleluia, entre outras lideranças.

Maceió

Neste sábado (21/09), as lideranças tucanas do Nordeste se reúnem em Maceió para debater as dificuldades enfrentadas pela população nos estados nordestinos e para formulação de propostas para construção de uma agenda a ser apresentada aos brasileiros em 2014.

Ao longo do ano, o PSDB também fará encontros regionais em Curitiba, Manaus e Goiânia.

“O papel da oposição, até pelas dificuldades que temos de externar as nossas posições, é este que estamos fazendo. Estou aqui como presidente partidário para discutirmos propostas para o Brasil. E não se faz isso de Brasília. Este primeiro encontro do Nordeste, em Maceió, será muito importante. Vamos estar em Curitiba, com grande encontro da região Sul, depois estaremos em Manaus com grande encontro da região Norte, depois em Goiânia, da região Centro-Oeste. Também faremos reuniões em São Paulo e em outros estados do Sudeste”, disse.

23/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

Conversa com brasileiros: Aécio defende gestão pública eficiente

Assista o vídeo: “Estamos conversando com o Brasil real, ouvindo e construindo um projeto para o Brasil”, disse Aécio Neves na TV.

PSDB: Diálogos abertos com a população

Conversa com brasileiros: Aécio conversa com estudantes de SP na TV: “Tenho visão diferente daqueles que estão no governo e acham que o Estado faz tudo pra você. Quem muda o Brasil é você”.

Fonte: Valor Econômico

Na TV, Aécio critica inflação, infraestrutura e educação

O programa partidário do PSDB que foi ontem ao ar em rede nacional mostrou o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do partido e pré-candidato à Presidência da República, em viagem por cidades de quatro Estados brasileiros (Paraíba, Ceará, Mato Grosso e São Paulo), nos quais mostra exemplos e conversa informalmente com moradores sobre inflação, desperdício de recursos públicos, falta de infraestrutura para escoamento agrícola e educação.

Nos dez minutos do programa, que não tem efeitos especiais, aponta os problemas e deixa clara a diferença com o PT em relação ao papel do Estado. O recado do tucano é que o Estado tem que dar as condições, mas quem muda a vida do cidadão é o próprio cidadão.

“Estamos conversando com o Brasil real, ouvindo e construindo um projeto para o Brasil”, afirma o presidenciável, no início do programa, que é aberto com o título de “O PSDB apresenta: Conversa com os Brasileiros“.

Aécio é a única liderança do PSDB a aparecer, o que marca uma diferença em relação ao de maio, quando dividiu a tela com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador Geraldo Alckmin e seu antecessor, José Serra.

Em Campina Grande (PB), primeira parada, o senador conversa com a feirante Suênia sobre o aumento dos preços dos alimentos. Ela relata que fornece 150 refeições por dia e teve de aumentar preço porque comprava o quilo do feijão por R$ 3 e agora não encontra por menos de R$ 6 a R$ 7. “O lucro diminui”, conta Suênia. “Vejo o governo dizendo que a inflação está sob controle”, comenta o senador. No caminho para a próxima cidade, Mauriti (CE), Aécio defende o empreendedorismo, mas diz que as pessoas ficam desestimuladas com o aumento do preço dos alimentos, e conclui: “Governo tem que cuidar da economia, ter tolerância zero com a inflação.”

Em Mauriti, Aécio mostra um trecho abandonado da obra da transposição do rio São Francisco e conversa com o agricultor Francisco, que se queixa da seca, diz que a obra está parada há três anos e confessa não ter “fé” de ver a água passando por ali. “Dá uma tristeza danada ver a obra do jeito que ficou”, afirma Aécio ao agricultor.

A próxima cidade visita é Sorriso (MT), onde Aécio conversa com produtores rurais. “Aqui, a gente percebe o que é o Brasil hoje: da porteira para dentro, não tem país mais produtivo. O problema começa da porteira pra fora, na hora de escoar a produção”, diz.

Os agricultores contam que produzem mais do que esperavam, mas o problema é a falta de infraestrutura para escoar a produção. Relatam que a previsão é que em dez anos a produção de soja, milho e algodão do Mato Grosso seja dobrada e que a estrada é a mesma há 30 anos. “Infelizmente, do ponto de vista de infraestrutura logística, o Brasil parou no tempo. Isso não pode acontecer. Está na hora de inaugurar um tempo onde o setor privado seja estimulado cada vez mais a produzir e o setor público faça a sua parte: utilizar as hidrovias que estão abandonadas, fazer as ferrovias que ficaram pelo meio do caminho e as rodovias essenciais ao desenvolvimento do país”, diz Aécio.

O presidenciável termina o programa na capital de São Paulo. Lá, a conversa é com um grupo de jovens e sobre educação e ensino profissionalizante. O senador fala que o Brasil tem dois desafios: voltar a crescer de forma sustentável, para gerar emprego, e investir em educação de qualidade.

Ele cita o programa de ensino técnico do governo Alckmin, que diz considerar extraordinário. Diz que vê dois “Brasis”: “Um é esse do paternalismo, do Estado que passa a mão na tua cabeça. Mas, do outro lado, é o Brasil do Henrique [o estudante que aparece], que acorda de manhã, olha no espelho, dá um sorrisão e fala ‘vou estudar, trabalhar, porque vou construir um tempo melhor pra mim’”.

Sentado com um grupo de jovens em uma escadaria da capital, o senador conta que, ao assumir o governo de Minas, definiu a educação como prioridade e estabeleceu metas. Quando uma meta era alcançada, todo mundo que trabalhava no local recebia um salário a mais. Isso, segundo ele, garantiu um “salto de qualidade” na educação de Minas, considerada a melhor do país – segundo o Ministério da Educação, como diz.

Um tema da conversa com o grupo são as manifestações de rua. Ele pergunta o que motivou uma jovem a ir às ruas. Ela responde que decidiu ir atrás dos seus direitos. E Aécio comenta que os protestos não foram contra um partido ou um governante. Foram contra todos que fazem política.

“Está todo mundo cansado de enrolação, das mesmas promessas”, diz. Ao ser perguntado por qual razão os jovens deveriam acreditar que um governo do PSDB seria diferente, Aécio dá o recado final. “Eu tenho uma visão diferente daqueles que estão no governo hoje, que acham que o Estado faz tudo pra você. Eu acho que quem muda o Brasil é você.”

20/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , , | Deixe um comentário

Conversa com brasileiros: Aécio ao vivo na internet

Conversa com brasileiros no site http://www.conversacombrasileiros.com.br, Aécio falará com convidados sobre temas de interesse da sociedade.

Conversa com brasileiros: veja como participar

Fonte: Jogo do Poder

Conversa com brasileiros no site www.conversacombrasileiros.com.br, Aécio falará com convidados sobre temas de interesse da sociedade.

Conversa com brasileiros

presidente do PSDBsenador Aécio Neves, participará na noite desta quinta-feira (19/09), logo após a exibição do programa partidário em rede nacional, de um bate-papo que será transmitido ao vivo pela internet.

No  site www.conversacombrasileiros.com.brAécio Neves falará com convidados sobre temas de interesse da sociedade e responderá a perguntas enviadas por internautas durante esta quinta-feira.

O objetivo da iniciativa é reforçar a proposta do PSDB de ampliar o diálogo com a população, discutindo os problemas do país e ajudando na construção de uma nova agenda para os brasileiros.

O bate-papo será transmitido ao vivo pelo site. O endereço para envio de perguntas é contato@conversacombrasileiros.com.br.

Os internautas poderão enviar também comentários. São convidados para o bate papo o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior; o sociólogo Cláudio Beato, o economista Samuel Pessôa e o músico mineiro Cris do Morro.

Conversa com Brasileiros

Em maio deste ano, o PSDB estreou na web o Conversa com Brasileiros, um amplo fórum de discussão com a sociedade sobre os problemas do país e as suas soluções.

O espaço estimula o diálogo entre os cidadãos e seus representantes. Por meio de depoimentos de texto ou vídeo, governadores, prefeitos, vereadores, deputados, senadores e líderes tucanos respondem a perguntas enviadas sobre saúdeeducaçãosegurança, o alto custo de vida e o papel do Estado no cotidiano do país, entre outras.

Bate-papo com o presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves

Data: 19-09-13

Horário: 20h45

Endereços: www.conversacombrasileiros.com.br (para assistir)

contato@conversacombrasileiros.com.br (envio de perguntas)

19/09/2013 Posted by | Eleições 2014, Política | , , , , | 2 Comentários