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PSDB diz que redução de meta do superávit é prova de incapacidade do Governo Dilma

Presidente Nacional do PSDB, Aécio Neves criticou os repetidos erros na condução da política econômica nos últimos anos.

Expectativa para queda do PIB é de 2% para esse ano e de crescimento “zero” ou negativo em 2016.

Fonte: PSDB

PSDB diz que redução de meta do superávit é prova de incapacidade do Governo Dilma

Aécio Neves diz que a responsabilidade da crise é de quem “fez o diabo” para vencer as eleições. Foto: George Gianni

Nota PSDB – Revisão do superávit primário

A revisão para baixo da meta do superávit primário é mais uma prova da incapacidade do governo de cumprir com os compromissos assumidos e decorre de inúmeros e repetidos erros na condução da política econômica nos últimos anos. A medida já era esperada e demonstra que, ao contrário do que havia sido divulgado pelo governo federal, o ajuste ainda é incerto e não será rápido. O cenário para os próximos anos é de um ajuste fiscal difícil e que exigirá um aumento do superávit primário ao longo dos próximos três anos.

Se antes havia a expectativa de crescimento do PIB de 1% este ano, a expectativa agora é de uma queda de 2% e de crescimento “zero” ou negativo em 2016. A queda do PIB se transforma em perda de arrecadação. Segundo a Receita Federal, no primeiro semestre deste ano, a arrecadação de receitas federais teve queda real de R$ 18,3 bilhões, diminuição de 3% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Do lado da despesa, o que se cortou foi investimento público, cortes temporários, sem nenhum ajuste estrutural. Adicionalmente, as despesas de custeio no primeiro semestre deste ano continuaram crescendo muito acima do PIB porque o governo não teve a coragem de fechar um único ministério e ainda está pagando contas atrasadas da primeira gestão da presidente Dilma.

O que mais preocupa na revisão para baixo da meta de superávit primário, de hoje, não é o ano de 2015, mas se o governo terá condições políticas para aumentar o resultado primário a partir do próximo ano e fazer uma economia fiscal (superávit primário) que seja suficiente para evitar um crescimento excessivo da dívida pública até 2018.

Depois de mais de seis meses, tem-se a impressão de que se avançou quase nada e a responsabilidade desse desastre ocorrido com o Brasil é do governo do PT que gastou ao longo dos últimos anos além do crescimento da economia, adiou o pagamento de despesas e “fez o diabo” para vencer as eleições. Se o governo tivesse tomado as medidas corretas no tempo certo, não estaríamos passando por uma recessão, com aumento do desemprego e ainda com um elevado risco de desequilíbrio fiscal. Se o governo tivesse agido com responsabilidade com o país, os brasileiros não estariam hoje tendo que pagar a conta dos erros do PT.

Senador Aécio Neves
Presidente nacional do PSDB
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23/07/2015 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio critica Dilma no toma lá da cá que envolve manobra fiscal

Manobra Fiscal para conter rombo nas contas públicas deixou presidente refém da base aliada que faz ameaças em votações do Governo.

Aécio: “Só vão dar a ela a anistia que busca, se forem atendidos em seus pleitos”, comentou.

Fonte: O Globo

Aécio diz que falta de quórum na sessão desta quarta foi recado claro da base para a presidente

Tucano afirmou que Dilma está refém de seus aliados, que ainda não tiveram pleitos atendidos

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a ausência da base na sessão do Congresso Nacional, inviabilizando a alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para acomodar o rombo das contas públicas, foi um recado para a presidente Dilma Rousseff. O tucano disse que a presidente está refém de seus aliados, que não aprovaram a mudança, porque ainda não tiveram seus pleitos atendidos e estão a espera de uma resposta que ainda não veio. Ele reafirmou a disposição da oposição de brigar no Supremo Tribunal Federal se a mudança, inconstitucional, da Lei de Responsabilidade Fiscal for aprovada.

Segundo o tucano, as dificuldades do governo em aprovar o fim da exigência de cumprir o superávit primário foi um recado claro, “uma violência da base mostrando que não tem limites, que só atende o governo se for atendida”.

— A presidente Dilma Rousseff, para se livrar de um crime de responsabilidade, terá de entregar, necessariamente, mais espaço de poder. E eles sabem disso. Só vão dar a ela a anistia que busca, se forem atendidos em seus pleitos . A presidente está refém de uma estrutura politica que só lhe dá apoio em torno de espaço de poder — comentou Aécio.

Aécio disse ser “risível” o discurso do senador Lindbergh Faria (PT-RJ) , que da tribuna hoje disse que a Oposição será culpada pela paralisação do País, caso o governo seja obrigado a cumprir a meta de superávit primário se a mudança não for aprovada.

— Esse discurso de culpar a oposição é risível. Esse governo começa seu segundo mandato desmoralizado — disse.

Ao comentar a decisão do procurador geral da República, Rodrigo Janot, de enviar ao Supremo pedido de abertura de inquérito para apurar responsabilidades de ministros e parlamentares no esquema de desvios investigados pela Operação Lava-jatoAécio disse que o cerco está se fechando e o que apareceu até agora é apenas a ponta do iceberg e ninguém tem noção do tamanho da pedra.

— O que vem aí pela frente é muito grave e é incontrolável, por mais que tentem controlar. Vamos ter um início de ano turbulento. Do ponto de vista econômico, as medidas anunciadas confirmam o estelionato eleitoral. E a Lava-jato é a constatação, cada vez maior, que esse governo foi sustentado por um esquema de corrupção — disse Aécio.

28/11/2014 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Dilma prometeu dividir a conta de energia com os brasileiros. Não cumpriu.

Dilma havia prometido dividir a conta de energia com os brasileiros e, para isso, fez uma intervenção desastrosa no setor elétrico.

Crise no setor elétrico

Fonte: Estado de Minas

Ônus da energia vai sobrar para o consumidor

Com a redução em R$ 4 bilhões do previsto para a conta de desenvolvimento das empresas do setor elétrico, repasse do que for necessário para fechar o rombo pode acabar nas faturas de luz

Simone Kafruni e Bárbara Nascimento

Para o governo, vale tudo na hora de fazer caixa, inclusive, descumprir compromissos. A presidente Dilma Rousseff havia prometido dividir a conta de energia com os brasileiros e, para isso, fez uma intervenção desastrosa no setor elétrico. Ontem, contudo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o governo vai reduzir o aporte em R$ 4 bilhões naConta de Desenvolvimento Energético (CDE). Com isso, empurrou para o consumidor, no preço da tarifa de energia, o ônus de perseguir o superávit primário, a economia para o pagamento de juros da dívida.

Ao anunciar a redução de R$ 13 bilhões para R$ 9 bilhões na CDE, Mantega admitiu que isso pode se refletir no aumento da conta de luz dos brasileiros, mas não deu muitas explicações. “Não sei exatamente detalhes da CDE. Provavelmente se está passando mais para tarifa e menos para a transferência do governo. (O aumento) já está precificado, as tarifas já aumentaram. Uma parte da conta tem que ser custeada pela tarifa. É normal”, argumentou o ministro.

Nos cálculos do especialista Walter Fróes, da CMU Comercializadora de Energia, cada R$ 1 bilhão em dívidas no setor elétrico se reflete em 1% a mais na tarifa. Portanto, serão 4% de aumento na conta de luz dos brasileiros, uma vez que a CDE não terá o aporte prometido. Para cada ponto percentual de reajuste na energia, o impacto é de 0,03% na inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo o economista André Braz, daFundação Getulio Vargas. Assim, a medida dificultará manter o custo de vida abaixo do teto da meta em 2015, com 0,12% incorporados ao índice oficial por conta dos cortes na Conta de Desenvolvimento Energético.

Ao percentual de 4% se somarão os reajustes decorrentes dos repasses dos empréstimos de R$ 17,8 bilhões concedidos às distribuidoras expostas ao preço da energia no mercado livre e da geração de energia termelétrica, muito mais cara. Por conta dos desarranjos provocados pela intervenção do governo e pela falta de chuvas, o rombo no setor, afirmou Fróes, da CMU, supera os R$ 70 bilhões. “Isso significa que serão necessários reajustes da ordem de 70%, ainda que de forma escalonada”, destacou.

COBERTOR CURTO Para o diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, o corte anunciado ontem foi uma surpresa. Rufino disse que não há como cobrir os R$ 4 bilhões. “Será necessária uma revisão dos gastos assumidos pela conta porque não existem outras fontes de recursos para abastecer o fundo setorial”, destacou. A CDE é usada para cobrir a redução da conta de luz prometida pela presidente Dilma Rousseff, para indenizar as empresas que não renovaram concessões no novo modelo e para subsidiar a tarifa social de energia.

“Se o Tesouro se compromete a aportar um volume – e eu não tenho uma revisão no gasto que justifique a redução desse aporte –, cria um desequilíbrio”, disse Rufino, que não descarta uma revisão extraordinária das cotas pagas pelas distribuidoras para o fundo setorial, com reflexo no aumento das tarifas. O gerente de regulação da Safira Energia, Fábio Cuberos, explicou que só há duas formas de reequilibrar as contas. “Ou corta gastos da CDE ou arruma outra forma de arrecadar R$ 4 bilhões, que, nesse caso, só pode ser elevando mais a tarifa de energia”, pontuou.

Na avaliação do diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, o governo está empurrando os problemas para a frente ao fazer qualquer esforço para fechar as contas este ano. “O governo não tem de onde tirar dinheiro e está deturpando as políticas setoriais. Para o setor elétrico, o impacto é um só: mais aumento de tarifas aos consumidores”, assinalou.

24/09/2014 Posted by | Energia | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio: déficit público alto é consequência de gestão deficiente

Aécio: presidente do PSDB critica preço da má administração da economia que reduziu a economia fiscal, além de aumentar dívida bruta.

Gestão pública deficiente

Fonte: PSDB 

Nota do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), sobre o recorde no déficit público

No ano passado, quando já estava clara para a sociedade o fracasso da política econômica da presidente Dilma Rousseff, uma política baseada no relaxamento do tripé macroeconômico, representantes da equipe econômica sinalizavam que as contas fiscais estavam equilibradas e que não havia preocupação alguma com a trajetória das contas fiscais.

Ainda este ano, em depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, em junho, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou da possibilidade de o Brasil zerar o seu déficit nominal ao longo dos próximos anos. Infelizmente, os dados fiscais divulgados ontem deixaram claro que houve um descolamento da economia real do discurso do governo.

Ao longo dos primeiros nove meses deste ano, a despesa não financeira do Governo Central (governo federal, previdência e Banco Central) cresceu R$ 79,2 bilhões, um crescimento nominal de 13,5% ou um crescimento real de quase 7%, que é mais do que o dobro do crescimento real do PIB. Infelizmente, apesar desse forte crescimento da despesa, o investimento público do governo federalcresceu apenas R$ 1,3 bilhão (2,9%).

Ou seja, a despesa não financeira do governo federal cresceu este ano até setembro R$ 79 bilhões e o investimento público apenas R$ 1,3 bilhão. Em valores reais, houve uma queda do investimento público federal.

É importante destacar que ao longo dos nove primeiros meses do ano, a receita líquida do governo federal cresceu R$ 52,4 bilhões (8,2%), um crescimento maior do que no mesmo período do ano passado, mas insuficiente para fazer frente ao crescimento muito rápido do gasto público.

O resultado foi que a economia do governo federal para pagar a dívida, o chamado superávit primário, passou de R$ 54,8 bilhões ao longo dos nove primeiros meses de 2012, para R$ 27,9 bilhões no acumulado deste ano, uma redução de 49%.

Dada essa forte redução do superávit primário do governo federal, o resultados fiscal do setor público consolidado (governo central, estados e municípios) teve uma nova piora. O resultado primário em 12 meses até setembro deste ano foi de 1,58% do PIB, ante um superávit de 3,17% do PIB há dois anos.

Quando se inclui na despesa a conta de juros do setor público, o déficit nominal do setor público no Brasil nos últimos 12 meses até setembro foi de 3,33% do PIB , o pior resultado desde 2009 quando o Brasil teve um crescimento negativo do PIB.

Infelizmente, a leitura que o PSDB faz da contas públicas é que sua deterioração é estrutural por três motivos. Primeiro, o crescimento do gasto foi nas despesas de custeio e de pessoal, que são gastos do tipo permanente e não podem ser reduzidos de um ano para o outro.

Segundo, várias das despesas do governo federal com subsídios não estão sendo pagas. Essas despesas estão sendo atrasadas e a conta está sendo jogada para o futuro e vai aumentar ainda mais o gasto público no futuro. O melhor exemplo disso são os subsídios do BNDES que não vêm sendo pagos.

Terceiro, o Brasil não pode crescer sem investimento público. Assim, em algum momento será preciso recuperar a capacidade de gestão e investimento do setor público o que significa um maior crescimento da despesa no futuro. Se não houver um controle maior da despesa de custeio, o aumento do investimento público reduzirá mais ainda o resultado primário colocando em risco as contas públicas.

O problema é que o governo federal, por sua irresponsabilidade na administração do tripé macroeconômico, criou uma armadilha fiscal e agora há um novo problema para este e para o próximo governo: como reduzir o gasto público para aumentar o superávit primário para pelo menos 2% do PIB e ainda recuperar o investimento público?

O governo está pagando o preço da má administração da economia que reduziu a economia fiscal, reduziu o crescimento e aumentou a dívida bruta. Se o governo estivesse terminando hoje, já deixaria para o próximo uma herança maldita nas contas fiscais.

Senador Aécio Neves (MG)
Presidente Nacional do PSDB

04/11/2013 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio: relatório do FMI mostra erros na economia

Aécio: documento faz duras críticas à maquiagem feita nas contas públicas. Medidas do governo enfraquecem credibilidade do Brasil.

Economia e gestão deficiente

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves: relatório do FMI mostra erros da política econômica do governo

“É preciso encerrarmos este ciclo e iniciarmos um outro, onde haja transparência, eficiência e seriedade”, diz Aécio

senador Aécio Neves afirmou, nesta quinta-feira (24/10), que o relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra a fragilidade e os erros da política econômica adotada pelo governo federal e comprova as dificuldades de crescimento enfrentadas pelo país.
O documento faz duras críticas à maquiagem feita nas contas públicas e afirma que medidas do governo têm sido responsáveis por enfraquecer a credibilidade do Brasil frente ao mundo. O FMI alertou também para a inflação alta, a falta de competitividade da indústria brasileira e a ausência das reformas que o país precisa.

“O relatório do FMI mostra de forma clara as fragilidades da economia brasileira. Ao apostarmos no crescimento apenas via consumo, abandonamos aquilo que era fundamental, criar condições para que a oferta aumentasse. A maquiagem fiscal grave, que gera insegurança àqueles que buscam investir no Brasil, foi apontada também como um dos quesitos mais graves. A inflação alta para padrão de países como o Brasil é outro alerta importante que nos trás o FMI”, disse o senador Aécio.

Elaborado a partir de entrevistas feitas com representantes do governo e do setor privado, o relatório comprova ainda que as incertezas geradas pela interferência do governo federal na área econômica vêm afetando os investimentos no Brasil.

Tripé econômico

Aécio Neves voltou a defender que o Brasil inicie um novo ciclo com a retomada do tripé econômico adotado pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e que permitiu a estabilidade da moeda, controle da inflação e o crescimento da economia no passado.

“O FMI confirma tudo aquilo que dizíamos já há alguns anos. A flexibilização do tripé que nos trouxe até aqui, de metas de inflação, de câmbio flutuante, de superávit primário, tem feito com que o Brasil perca oportunidades históricas de investimentos que gerem renda e gerem emprego no Brasil. É preciso encerrarmos, rapidamente, este ciclo e iniciarmos um outro onde haja transparência, eficiência e seriedade na condução da política econômica brasileira”, afirmou Aécio Neves.

29/10/2013 Posted by | Polítca | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário