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Minas Gerais: indicado por Cunha é acusado pelo MP por lesar Furnas

Ex-presidente de Furnas Carlos Nadalutti Filho é acusado pelo MP de ser responsável por aditivo com a Marte Engenharia que elevou contrato em 100%.

Procedimento violou lei as licitações. Nadalutti foi alçado à presidência da estatal por indicação do atual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Fonte: Hoje em Dia  

Indicado por Cunha é acusado pelo MP de Minas de lesar Furnas em quase R$ 10 milhões

Ajuste em contrato lesa Furnas em R$ 10 milhões

Por enriquecimento ilícito e danos ao erário, ex-diretores de Furnas, entre eles o ex-presidente Carlos Nadalutti Filho, e uma empresa de engenharia podem ter que devolver R$ 9,940 milhões, resultado de um aditivo contratual apontado como ilegal pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP). Nadalutti foi alçado à presidência da estatal por indicação do então deputado e hoje presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que é também apontado como responsável pela indicação de seu antecessor. Fora da cadeira de presidente de Furnas, Nadalutti hoje é diretor em duas empresas onde Furnas tem participação de 40% – Enerpeixe e Foz do Chapecó, ambas do setor de energia.

No último dia 19 de fevereiro, o MP ingressou com ação civil por improbidade administrativa no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que aceitou a denúncia e vai julgar o ressarcimento dos quase R$ 10 milhões à Furnas Centrais Elétricas. O montante é o valor de um aditivo de 100% do contrato assinado pela estatal com a Marte Engenharia, em 2010, e que estaria em desacordo com a Lei de Licitações. Além da empresa contratada e de Nadalutti, outros quatro servidores da estatal são réus no processo.

O MP pede também uma liminar para o bloqueio dos bens dos réus até o valor da causa. Conforme a denúncia do MP, a natureza do contrato impossibilitava que o aditivo superasse o percentual de 25% do valor inicial do contrato, conforme ordena a Lei 8.666/1993.

“Denota-se que o contrato de prestação de serviços celebrado entre Furnas e a empresa Marte Engenharia possuía prazo e objeto específico, não admitindo a sua prorrogação integral, mas, tão somente, a possibilidade de ajuste do tempo e do valor, este em, no máximo, 25% do preço original. Entretanto, descumprindo a regra expressa da Lei de Licitações, os requeridos permitiram a extensão do contrato, sem nova licitação, criando novo prazo para conclusão e, notadamente, aumento do valor contratado em 100% do preço original”, diz a denúncia.

Nadalutti esteve no comando de Furnas entre outubro de 2008 e fevereiro de 2011. Seu antecessor era Luiz Paulo Conde, também nome da “quota” do PMDB. Ele deixou o cargo em uma tentativa do Planalto de reduzir a influência peemedebista sobre a empresa. Seu sucessor é o atual presidente, Flávio Decat. “Essas diretorias em outras empresas ligadas à Furnas reforça a tese de beneficiamento”, diz o promotor responsável pelo caso, Eduardo Nepomuceno. Ele informou que todos os envolvidos no caso já foram ouvidos pelo MP quando a investigação estava em fase de inquérito, seja pessoalmente ou por meio de cartas precatórias.

A Marte Engenharia, segundo seu registro na Receita Federal, tem como sócios administradores: Cláudio dos Santos Fonseca, Jean Silva Cintra e Américo Esteves Rodrigues. A SNC-Lavallin Miner LLC e a SNC Lavalin Inc aparecem como sócios pessoas jurídicas com domicílio no exterior. Hoje, Fonseca é o presidente da empresa.

Réus alegaram que parecer jurídico embasava aditivo. O contrato original firmado entre Furnas Centrais Elétricas e a Marte Engenharia foi precedido de licitação e celebrado durante as obras de modernização da Usina Hidrelétrica de Furnas. O objeto do contrato era a prestação de serviços de “engenharia do proprietário” para acompanhamento e fiscalização da execução de obras.

A assinatura ocorreu em março de 2008.

Em 17 de março de 2010 foi assinado o aditivo, sem nova licitação, e que reajustou o valor do contrato em 100%, atingindo R$ 19,880 milhões, e deu mais 48 meses de prazo para a prestação dos serviços. Réu no processo e à época dos fatos superintendente de Construções de Furnas, Clóvis Harly de Deus Ribeiro disse que não se lembra com exatidão do caso. “Não tenho como dizer nada porque não me lembro, eram muitos contratos que passavam pela minha superintendência. Mas certamente há algum equívoco e a empresa vai esclarecer”.

Segundo o promotor Eduardo Nepomuceno, a alegação dos réus é a de que “um parecer jurídico sustentava o aditivo ou de que a responsabilidade era de outras diretorias”.

A Marte Engenharia foi procurada e não respondeu aos questionamentos. A reportagem tentou contato com Carlos Nadalutti por meio do seu telefone residencial e por meio da empresa onde atua hoje como diretor, mas também não houve resposta. Marcio Antônio Arantes Porto também foi procurado por telefone, mas não foi encontrado.

Carlos José Ferreira e Marcelo Brandão Carneiro não foram localizados.

A assessoria de imprensa de Furnas se posicionou por meio de nota. “O Departamento Jurídico de Furnas ainda não foi formalmente notificado dos termos da ação nem teve acesso aos autos, razão pela qual não é possível fazer nenhuma avaliação sobre o caso”.

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02/03/2015 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Anastasia abre grande vantagem na disputa pelo Senado

O ex-governador Antonio Anastasia mantém com a folga a liderança na corrida à vaga do Senado por Minas Gerais, segundo Datafolha.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Anastasia tem 32 pontos de vantagem em corrida ao Senado

O ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) mantém com a folga a liderança na corrida à vaga do Senado por Minas Gerais, segundo pesquisa Datafolha. De acordo com o levantamento feito na segunda e terça-feira, Anastasia tem 44% das intenções de voto. A vantagem dele é de 32 pontos diante do segundo colocado, o estreante em eleições Josué Alencar (PMDB), filho do vice-presidente José Alencar (1931-2011), que marcou 12%.

As pontuações de Anastasia e de Josué são as mesmas da pesquisa realizada pelo Datafolha na semana passada no Estado.

Como a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, Tarcisio (PSDC), que ficou com 3%, está tecnicamente empatado com Margarida Vieira, doPSB, que marcou 2%, e também com outros quatro candidatos, todos com 1% das intenções de voto.

Datafolha ouviu 1.295 pessoas, em 54 municípios do Estado. A pesquisa foi registrada naJustiça Eleitoral com os números MG-00080/2014 e BR-00584/2014.

15/09/2014 Posted by | Anastasia,  GOVERNO DE MINAS,  MINAS GERAIS,  PSDB, ELEIÇÕES 2014 | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

PSDB mostra em TV, candidato petista ao lado de Newton Cardoso

A imagem é uma cena da festa de aniversário de 76 anos de Newton Cardoso, em maio deste ano, a qual Pimentel esteve presente.

Fonte: O Tempo

PSDB usa Newton Cardoso para atacar Pimentel

Ao mostrar Newtão –apelido que ganhou pelo porte físico–, o partido tenta colar no petista a marca de ter aliados polêmicos e com alta rejeição

DA REDAÇÃO

O deputado federal Newton Cardoso (PMDB), ex-governador de Minas Gerais, está de volta à cena eleitoral mineira, mesmo não sendo candidato neste ano.

candidato do PSDB ao governo, Pimenta da Veiga, começou a exibir em inserções na TV imagens de Cardoso com o candidato petista Fernando Pimentel, em tentativa de provocar desgaste ao PT.

A imagem é uma cena da festa de aniversário de 76 anos de Newton Cardoso, em maio deste ano, a qual Pimentel esteve presente.

Ao mostrar Newtão –apelido que ganhou pelo porte físico–, o PSDB tenta colar em Pimentel a marca de ter aliados polêmicos e com alta rejeição.

Newton Cardoso ironizou a aparição. Disse que recebeu telefonemas parabenizando-o pela menção na propaganda tucana e afirmou que Pimentel ganhará votos com isso.

“Vai aumentar muitos os votos do Pimentel. Isso é bom demais. Esse Pimenta é meu desafeto, eu o derrotei na convenção [para escolha do candidato do PMDB ao governo mineiro de 1986]. Eles são burros demais”, afirmou.

Newtão disse que sua rivalidade com os tucanos, em especial com Pimenta, explica a aparição. “É coisa pessoal comigo.”

E provocou: “Sou sempre eleito com muitos votos, [tenho] prestígio muito alto. E o primeiro asfalto que fiz aqui em Minas é metade do preço do asfalto do PSDB. Só tem ladrão ali.”

Milionário, o ex-governador ficou conhecido pelo estilo “trator”, de “atropelo” aos adversários.

Ao longo da sua vida política, porém, sempre contestou o sentido dessa denominação ao dizer que é chamado de “trator” porque sempre realizou muitas obras.

De saída da vida pública, Cardoso agora tenta manter o legado político com o filho Newton Cardoso Júnior, candidato a deputado federal pelo PMDB.

Afirmou que tem recorrido a prefeitos da sua base eleitoral para ajudar o filho e calcula que ele irá vai se eleger com “mais de 140 mil votos”. Pai e filho apoiam a tentativa de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

11/09/2014 Posted by | ELEIÇÕES 2014, PSDB | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Eleições: Aécio se fortalece no Nordeste

Aécio pode ter um palanque forte com a coligação do PMDB cearense. Eunício Oliveira deverá sair como candidato ao governo.

Aécio se fortalece no Nordeste

Fonte: O Globo

Aécio deve anunciar acordo entre PSDB e PMDB no Ceará

Apesar de pressionado, Tasso Jereissati não quer sair ao Senado e ainda espera ser vice de Aécio

O candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) deve anunciar nos próximos dias o fechamento de uma aliança tucana com o PMDB do Ceará. O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) continua muito pressionado a se candidatar ao Senado, mas prefere ser vice de Aécio, o que ainda está em aberto. A coligação do PMDB, que pode dar um palanque forte aopresidenciável tucano no estado, deve ter como candidato ao governo o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), o ex-prefeito Roberto Pessoa (PR) como vice e um candidato tucano para a vaga do Senado, indicado por Tasso.

Eunício se reuniu com Aécio em Brasília na quarta-feira e, nesta quinta-feira à tarde, com Tasso. Interlocutores do peemedebista dizem que ele gostaria de anunciar a chapa já na convenção de domingo, mas depende do PSDB resolver o destino de Tasso.

Apesar de abrir o palanque dos demais integrantes da chapa para Aécio, Eunício, por enquanto, deve se manter neutro: não fará campanha para Dilma, que levou o PT a apoiar o PROS dos Ferreira Gomes, nem para Aécio. Eunício foi ministro de Lula, que é tido como principal cabo eleitoral no Ceará. Mas, além de negociar com o PSDB, está conversando com o PSB de Eduardo Campos.

Fonte: Estado de S.Paulo

Tasso desiste de candidatura, mas PSDB fecha com PMDB no CE

Medida pode prejudicar palanque de Dilma no Nordeste

O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) anunciou sua desistência à candidatura ao Senado nesta quinta-feira, 26, mas seu partido fechou o palanque no Estado com o PMDB, o que pode prejudicar Dilma na região.

Após conversas com PSDB, PR e DEM, o líder nas pesquisas de intenção de votos para o governo do Ceará, o senador Eunício Oliveira (PMDB) fechou a chapa para disputar o Estado com a seguinte composição: Eunicio, candidato ao Governo; Roberto Pessoa (PR), vice; e o senado será ocupado por Luiz Pontes (PSDB), Moroni Torgan ou Chiquinho Feitosa, ambos do DEM.

Jereissati (PSDB) vai para a campanha de Aécio Neves à Presidência. Embora alguns descartem, ele ainda é cotado para vice de Aécio, cujo nome deverá ser divulgado na próxima segunda-feira, 30. As articulações cearenses foram feitas, tendo Tasso como figura central, com o objetivo de garantir um palanque forte no Ceará para o candidato tucano à Presidência.

Fechada a chapa de Eunicio Oliveira, é aguardado o anúncio dos nomes que terão o apoio do governador Cid Gomes (PROS), que já formalizou apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Nesta quinta-feira, 26, Cid cancelou a agenda externa e está em reuniões fechadas com seu grupo político.

Críticas. Antes mesmo de fechado acordo entre PMDB e PSDB para a sucessão no Ceará, Ciro Gomes (PROS), irmão de Cid, disparou duras críticas contra Eunício Oliveira. Ciro o chamou de “riquinho”, “biruta de aeroporto” e “lambanceiro”. Acusou ainda o peemedebista de comprar as eleições no Estado.

As críticas foram feitas na quarta, antes de uma reunião do PROS cearense com aliados, em um hotel de Fortaleza. Ao ser questionado qual seria o perfil do escolhido para suceder o irmão, Ciro respondeu que não será alguém “com conversa mole” e “muito menos lambanceiro como Eunício, que parece biruta de aeroporto”.

Ao comentar as notícias sobre a aproximação de Eunício com Aécio, atacou: “Agora a notícia que temos, é que [o Eunício] virou para o Aécio. É uma ideologia comovente”, ironizou, completando ainda que, “um cara que queria o apoio do Cid até ontem, nunca deu um centavo de emenda para a segurança, nunca deu um centavo para a Saúde no Ceará, só porque quer ser governador, porque é riquinho e quer comprar o poder no Estado do Ceará”.

Na tarde desta quinta, ele e o irmão caçula, o deputado Ivo Gomes (PROS), compartilharam uma imagem no Facebook tendo Riquinho, personagem dos quadrinhos, de um lado, dizendo “Eu quero, pq quero ser governador do Ceará”, e, ao lado, uma foto do presidente do Uruguai, José Mujica, com a seguinte citação atribuída ao uruguaio: “Há pessoas que adoram dinheiro e se metem na politica. Se adora tanto dinheiro que se meta, então, no comércio, na indústria ou que faça o que queira… não é pecado. Mas a política é para servir ao povo”.

27/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Nordeste: Aécio avança em aliança com PMDB

Depois de fechar a chapa “Aezão” no Rio de Janeiro, o senador Aécio Neves está com aliança com o PMDB do Ceará praticamente acertada.

Eleições 2014

Fonte: Valor Econômico

Além do Rio, Aécio avança sobre o PMDB no Nordeste

Depois de fechar a chapa “Aezão” no Rio de Janeiro, o candidato do PSDB a presidentesenador Aécio Neves, está com uma aliança com o PMDB do Ceará praticamente acertada. O anúncio pode ser feito ainda hoje. O candidato ao governo será o líder pemedebista no Senado, Eunício Oliveira. Para o Senado será indicado o ex-senador Tasso Jereissati. O Democratas (DEM) também poderá fazer parte da composição.

Com o acerto do Ceará, chega a quatro o número de seções do PMDB que apoiarão o candidato do PSDB a presidente, muito embora o partido tenha uma aliança formal com a presidente Dilma Rousseff. Aécio fechou também com o PMDB do Piauí, onde o governador Antônio José Moraes Souza disputará a reeleição tendo como candidato ao Senado o ex-prefeito de Teresina Silvio Mendes (PSDB).

A primeira seção do PMDB a aderir à candidatura de Aécio foi a da Bahia, quarto maior colégio eleitoral do país, numa aliança que reúne DEMPSDB e PMDB. O candidato ao Palácio de Ondina será o ex-governador Paulo Souto, que atualmente lidera as pesquisas, e o pemedebista Geddel Vieira Lima será o candidato ao Senado. No último fim de semana foi anunciado o acordo no Rio de Janeiro, o terceiro maior colégio, como governador Luiz Fernando Pezão como candidato à reeleição e o ex-prefeito do Rio Cesar Maia (DEM) para o Senado.

O vice-presidente da República, Michel Temer, deve discutir a questão do PMDB com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (relações Institucionais), em reunião que estava prevista para ontem, mas ainda não havia sido realizada até o fechamento desta edição. Em conversas com pemedebistas, Temer disse que o “que era possível fazer foi feito”. Em todos os Estados em que o PMDB está se decidindo por Aécio Neves a origem da dissidência foram conflitos do PT. Há uma quinta seção dissidente: Pernambuco, que decidiu apoiar o candidato do PSB a presidente, Eduardo Campos.

O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, ficou virtualmente isolado no Ceará, com a decisão do governador Cid Gomes lançar um candidato próprio a sua sucessão. Até mesmo o PSD e o PRB, que estavam comprometidos com sua candidatura, foram cooptados pelo governador. A presidente Dilma em todos os momentos apoiou a decisão de Cid Gomes, muito embora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha prometido ao PMDB tentar uma aliança com o Pros e o PT para o lançamento do nome de Eunício, que lidera as pesquisas no Estado.

PT do Ceará também se dividiu: o deputado José Guimarães deverá ser o candidato ao Senado na chapa formada pelo governador, mas o senador José Pimentel e a ex-prefeita Luizianne Lins decidiram apoiar o senador pemedebista. Dilma é grata ao governador do Ceará por ele ter rachado o PSB de Eduardo Campos no Nordeste e, depois, assegurado o apoio do Pros à sua candidatura. O Ceará tem pouco mais de 6 milhões de eleitores.

A adesão do PMDB à candidatura de Aécio também teve repercussão no partido e pode até prejudicar o andamento das obras para as Olimpíadas 2016. O prefeito Eduardo Paes não só ficou irritado com a recepção do ex-prefeito Cesar Maia como candidato ao Senado, como também teme sobretudo pelo atraso das obras necessárias à despoluição da Baia de Guanabara.

O governador Pezão, recentemente, enviou um ofício ao Ministério dos Esportes solicitando R$ 500 milhões para a construção de uma unidade de tratamento de esgoto. Mas a liberação de meio bilhão de reais requer mais que um ofício, principalmente um entendimento entre o governo do Estado e o governo federal, diálogo improvável à esta altura.Pezão criou um fato para ter resposta à acusação de atraso nas obras, na campanha eleitoral, mas dificilmente terá o dinheiro sem uma boa conversa com o governo federal.

presidente Dilma também enfrenta problemas para fechar a aliança com o PR, que marcou para o dia 30 de junho a reunião da Executiva Nacional que decidirá sobre a aliança. Ontem, um grupo de deputados e senadores esteve com os ministros Mercadante e Berzoini para pedir a demissão do ministro César Borges (Transportes) e a nomeação de um deputado para o cargo. Em nota oficial o PR negou o teor da conversa, confirmada, no entanto, por fontes credenciadas.

Também ontem o senador Aécio Neves conversou com o ex-senador Tasso Jereissati sobre a composição no Ceará. Tasso ainda relutava em disputar o Senado, mas já disse que fará o que Aécio quiser. Na próxima segunda-feira, em reunião da Executiva Nacional do PSDB, o candidato anunciará o nome de seu companheiro de chapa. Tasso era um dos nomes cotados, mas com o acordo do Ceará em vias de ser fechado, as possibilidades mencionadas são o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) e a ex-ministra do STF Ellen Gracie (RJ), numa chapa puro sangue.

25/06/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Aécio fecha acordo com o PMDB do Rio

Aécio Neves fechou acordo com o PMDB do Rio para entrar na chapa do governador Luiz Fernando Pezão, um eleitor declarado de Dilma.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo 

Aécio sela união com PMDB no Rio e divide base de Dilma

Tucano faz acordo com Pezão depois de Campos apoiar petista Lindbergh

Presidente será forçada a dividir palanques no Estado com seus dois principais adversários na corrida presidencial

Alianças políticas costuradas nos últimos dias obrigarão a presidente Dilma Rousseff a dividir com seus principais adversários na corrida presidencial o apoio dos dois maiores palanques montados para as eleições deste ano no terceiro maior colégio eleitoral do país, o Rio de Janeiro.

No domingo (22), o senador mineiro Aécio Nevescandidato do PSDB à Presidência da República, fechou acordo com o PMDB do Rio para entrar na chapa do governador Luiz Fernando Pezão, um eleitor declarado de Dilma, que concorre à reeleição com o apoio do PMDB.

O acordo foi fechado no apartamento de Aécio no Rio, com a presença de Pezão e seu padrinho político, o ex-governador Sérgio Cabral. O apoio do PSDB garantirá a Pezão mais tempo para fazer propaganda no rádio e na televisão e a Aécio, estrutura para fazer campanha no Rio.

O acerto deverá ser anunciado nesta segunda-feira (23) por Pezão e pelo presidente do diretório estadual do PMDBJorge Picciani, principal mentor da aproximação com Aécio. No início de junho, ele reuniu 1.500 pessoas num ato de apoio ao presidenciável tucano no Rio.

Com o PSDB a seu lado, Pezão ampliará de 9 minutos para cerca de 12 minutos o tempo de sua coligação em cada bloco de 25 minutos de propaganda no horário eleitoral, que começa em agosto.

O acordo com o PMDB é o segundo golpe sofrido pela base governista no Rio em poucos dias. Na sexta (20), o PSB do ex-governador Eduardo Campos, outro rival de Dilma na eleição presidencial, selou aliança com o candidato do PT ao governo estadual, o senador Lindbergh Farias.

As duas alianças enfraquecem a campanha de Dilma, reduzindo o empenho que os candidatos dos dois maiores partidos da base governista poderiam ter na campanha da presidente se não tivessem se unido a seus adversários.

Embora a cúpula do PMDB esteja comprometida com a candidatura de Dilma à reeleição, o partido se distanciou do PT em vários Estados, num sinal do desconforto que a longa parceria com os petistas causa nas bases do partido.

O acordo de Pezão com Aécio abriu espaço na chapa do PMDB para outro adversário dos petistas, o vereador e ex-prefeito César Maia (DEM), que deverá concorrer ao Senado no lugar do ex-governador Cabral, que deixou o cargo com a popularidade em baixa e agora desistiu da disputa.

Com a aliança de Campos e Lindbergh Farias, o candidato da chapa petista ao Senado será o deputado e ex-jogador de futebol Romário (PSB), que já declarou que não votará em Dilma.

Contrário à aliança do PMDB com os tucanos e defensor do alinhamento com o governo federal, mas minoritário dentro do partido, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), divulgou nota em que classificou o acordo como um “bacanal eleitoral”.

“O conjunto de avanços que o Rio e a população vêm colhendo nos últimos anos é resultado de uma soma de forças políticas que têm trabalhado de maneira coerente”, afirmou Paes na nota.

Ele fez referência a declaração anterior do deputado Alfredo Sirkis (PSB-RJ), que na semana passada chamou de “suruba” a aliança feita por Campos com Lindbergh. “Depois da suruba, o que se vê agora é o bacanal eleitoral, e o Rio não pode ser vítima dele”, disse Paes.

24/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio fecha acordo com o PMDB do Rio

Aécio Neves fechou acordo com o PMDB do Rio para entrar na chapa do governador Luiz Fernando Pezão, um eleitor declarado de Dilma.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo 

Aécio sela união com PMDB no Rio e divide base de Dilma

Tucano faz acordo com Pezão depois de Campos apoiar petista Lindbergh

Presidente será forçada a dividir palanques no Estado com seus dois principais adversários na corrida presidencial

Alianças políticas costuradas nos últimos dias obrigarão a presidente Dilma Rousseff a dividir com seus principais adversários na corrida presidencial o apoio dos dois maiores palanques montados para as eleições deste ano no terceiro maior colégio eleitoral do país, o Rio de Janeiro.

No domingo (22), o senador mineiro Aécio Nevescandidato do PSDB à Presidência da República, fechou acordo com o PMDB do Rio para entrar na chapa do governador Luiz Fernando Pezão, um eleitor declarado de Dilma, que concorre à reeleição com o apoio do PMDB.

O acordo foi fechado no apartamento de Aécio no Rio, com a presença de Pezão e seu padrinho político, o ex-governador Sérgio Cabral. O apoio do PSDB garantirá a Pezão mais tempo para fazer propaganda no rádio e na televisão e a Aécio, estrutura para fazer campanha no Rio.

O acerto deverá ser anunciado nesta segunda-feira (23) por Pezão e pelo presidente do diretório estadual do PMDBJorge Picciani, principal mentor da aproximação com Aécio. No início de junho, ele reuniu 1.500 pessoas num ato de apoio ao presidenciável tucano no Rio.

Com o PSDB a seu lado, Pezão ampliará de 9 minutos para cerca de 12 minutos o tempo de sua coligação em cada bloco de 25 minutos de propaganda no horário eleitoral, que começa em agosto.

O acordo com o PMDB é o segundo golpe sofrido pela base governista no Rio em poucos dias. Na sexta (20), o PSB do ex-governador Eduardo Campos, outro rival de Dilma na eleição presidencial, selou aliança com o candidato do PT ao governo estadual, o senador Lindbergh Farias.

As duas alianças enfraquecem a campanha de Dilma, reduzindo o empenho que os candidatos dos dois maiores partidos da base governista poderiam ter na campanha da presidente se não tivessem se unido a seus adversários.

Embora a cúpula do PMDB esteja comprometida com a candidatura de Dilma à reeleição, o partido se distanciou do PT em vários Estados, num sinal do desconforto que a longa parceria com os petistas causa nas bases do partido.

O acordo de Pezão com Aécio abriu espaço na chapa do PMDB para outro adversário dos petistas, o vereador e ex-prefeito César Maia (DEM), que deverá concorrer ao Senado no lugar do ex-governador Cabral, que deixou o cargo com a popularidade em baixa e agora desistiu da disputa.

Com a aliança de Campos e Lindbergh Farias, o candidato da chapa petista ao Senado será o deputado e ex-jogador de futebol Romário (PSB), que já declarou que não votará em Dilma.

Contrário à aliança do PMDB com os tucanos e defensor do alinhamento com o governo federal, mas minoritário dentro do partido, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), divulgou nota em que classificou o acordo como um “bacanal eleitoral”.

“O conjunto de avanços que o Rio e a população vêm colhendo nos últimos anos é resultado de uma soma de forças políticas que têm trabalhado de maneira coerente”, afirmou Paes na nota.

Ele fez referência a declaração anterior do deputado Alfredo Sirkis (PSB-RJ), que na semana passada chamou de “suruba” a aliança feita por Campos com Lindbergh. “Depois da suruba, o que se vê agora é o bacanal eleitoral, e o Rio não pode ser vítima dele”, disse Paes.

24/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Dilma sofreu derrota com revolta da base aliada, diz Aécio

Aécio Neves: “A presidente deve dormir com enxaqueca. Ela sofreu uma fragorosa derrota na convenção do PMDB”, comentou.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio diz que Dilma sofreu derrota com revolta da base aliada

Em lançamento de chapa com tucana para o governo de MG, Aécio afirmou que presidente ‘deve dormir com enxaqueca’

senador e presidenciável Aécio Neves (PSDB) ironizou o governo da presidente Dilma Rousseff em relação ao resultado da convenção do PMDB que decidiu apoiar o PT, apesar da fatia de 41% de peemedebistas terem sido contrários a renovação da aliança. Segundo AécioDilma deve ter sentido dor de cabeça por causa do posicionamento do PMDB, principal aliado da coalizão petista. Para AécioDilma ganhou mais tempo de TV, mesmo não tendo o que mostrar.

Leia também:

PMDB rachado mantém apoio a Dilma

– A presidente deve dormir com enxaqueca. Ela sofreu uma fragorosa derrota na convenção do PMDB. Depois de tudo que foi feito, da distribuição dos espaços ao PMDB no governo, no qual pelo menos um setor do PMDB manda mais que o próprio PT, a oposição à aliança tem mais de 40% dos votos. Para que tanto esforço para ganhar minutos natelevisão se esse governo não tem absolutamente nada para mostrar aos brasileiros a não ser falsas projeções, maquiagens fiscais, indicadores sociais e econômicos extremamente ruins? – ironizou.

Aécio participou nesta terça, em Belo Horizonte, da convenção do PSDB em Minas. O ato reuniu 19 partidos e serviu para oficializar a candidatura do ex-ministro Pimenta da Veiga ao governo de MinasPimenta terá como vice o presidente da Assembleia Legislativa mineira, Dinis Pinheiro (PP), e o ex-governador Antonio Anastasia (PSDB), que concorrerá ao senado. Dezenas de prefeitos, deputados e vereadores do interior participaram da convenção tucana.

DIVISÃO NO GOVERNO

Para Aécio, o PMDB vai entrar dividido na disputa eleitoral, apesar de o PT ter passado os últimos anos distribuindo cargos e cooptando aliados.

– Os peemedebistas estão vendo o que acontece com o Brasil, ninguém quer isso que está aí. O governo do PT é o governo da desesperança. O PMDB em vários estados estará próximo a nós. O resultado da convenção do PMDB é uma derrota de um governo que não teve limites para distribuir cargos. O governo há um ano só faz uma coisa: cooptar forças políticas para ela vença as eleições.

No palanque, o presidenciável tucano mandou um recado para a presidente:

– A boa educação mineira só me permite desejar a presidência uma boa aposentadoria nos últimos quatro anos, afirmou.

ELOGIOS A FH

Aécio acusou o governo petista de enganar a população com informações absurdas sobre a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso:

– O Brasil não merece uma presidente que faz uma comparação tão absurda quanto essa. O presidente Fernando Henrique quando ele deixou o governo a inflação era em torno de 12%. Sim. Mas quando ele assumiu o governo ela era de 916% ao ano e parte desses 12% foi em razão do efeito Lula. Em razão da eleição do presidente Lula que gerou descontrole econômico nos primeiros meses – defendeu Aécio.

12/06/2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2014: PP-RJ estará com Aécio

Senador Aécio Neves, pré-candidato tucano à Presidência, conseguiu atrair para si mais um partido da base governista de Dilma Rousseff.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

No Rio, PP vai apoiar Aécio Neves, afirma Dornelles

Partido, que é aliado de Pezão para o governo estadual, reforça o movimento ‘Aezão’

senador Aécio Nevespré-candidato tucano à Presidência, conseguiu atrair para si mais um partido da base governista da presidente Dilma Rousseff. O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) declarou ontem que o diretório do Rio, terceiro maior colégio eleitoral do país, estará com Aécio. Nacionalmente, o PP é aliado dos petistas e já oficializou o apoio nacional à reeleição de Dilma.

— O PP do Rio vai estar com o Aécio. A dissidência é fato corriqueiro na História da política brasileira — disse Dornelles ao GLOBO.

No Rio, o PP de Dornelles apoia o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), fechado com a petista, e vai ocupar a segunda suplência na chapa de Sérgio Cabral, candidato ao Senado. O nome escolhido foi o de Péricles Olivier, ex-prefeito de Itaperuna. Na próxima quinta-feira, lançamento oficial do movimento “Aezão”, liderado por uma ala do PMDB do Rio que quer apoiar Aécio Neves, os progressistas vão sacramentar o apoio ao tucano. A proximidade entre Aécio e Dornelles vai além da política: os dois são primos.

— Vamos lançar o “Aezão” junto com o (JorgePicciani (presidente regional do PMDB).

A debandada dos partidos governistas pode enfraquecer a votação de Dilma no estado. Em 2010, ela teve 4,9 milhões de votos no Rio, 60,4% do total estadual, e foi eleita com uma vantagem de mais de um milhão de votos sobre o tucano José Serra.

Perdas em outros partidos

Além do PP, que tem cerca de um minuto e 30 segundos de tempo de televisão, o PSD, também aliado nacional do PT, já declarou apoio a Aécio no Rio. E parte expressiva dos peemedebistas, principais aliados dos petistas, vai formalizar apoio ao senador tucano no próximo dia 5, quando Aécio vem ao Rio para participar de um ato organizado peloPMDB de Picciani, e que contará também com a presença de boa parte dos partidos da base aliada de Pezão. Eles não aceitam a pré-candidatura de Lindbergh Farias (PT-RJ) e querem fazer oposição ao partido.

Pelo que sinalizam, no dia em que o “Aezão” for sacramentado, PTBPPS e Solidariedade também poderão fechar com os tucanos.

O PT pode perder ainda mais espaço no Rio: o PROS, da base de Dilma, vai lançar o deputado federal Miro Teixeira ao Palácio Guanabara. Ligado a Eduardo Campos e Marina Silva, ele já recebeu o apoio do PSB e dará a mesma contrapartida na eleição à Presidência. O PR de Anthony Garotinho, fechado com Dilma, sinalizou anteontem que também poderá apoiar Campos. Ele estaria insatisfeito com a “falta de reciprocidade” do governo federal.

03/06/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Aécio busca proximidade com PMDB no Rio

Pré-candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves elogiou as UPPs, principal vitrine do governo do Estado desde 2007.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Aécio elogia UPPs em busca de apoio do PMDB do Rio

Pré-candidato do PSDB disse que, se eleito, levará programa a outros Estados

Em campanha pelo apoio do PMDB do Rio, o pré-candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, elogiou nesta quinta (22) as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), principal vitrine do governo do Estado desde 2007.

Ele prometeu, se eleito, oferecer mais apoio federal ao programa e levar para outros Estados o seu modelo de policiamento em favelas.

“No nosso governo vai haver, sim, apoio e solidariedade. Estratégia para consolidarmos as UPPs em sua segunda fase, que é levar também a essas comunidades o desenvolvimento social“, disse na zona norte do Rio.

As UPPs foram criadas na gestão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que renunciou em abril para concorrer ao Senado. Seu vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), assumiu o governo e tentará a reeleição em outubro.

Os peemedebistas prometem manter a aliança com Dilma Rousseff (PT), mas o presidente estadual do partido, Jorge Picciani, já declarou apoio a Aécio e lançou a chapa “Aezão“, combinando votos em Aécio e Pezão.

O tucano cortejou os peemedebistas durante festa de aniversário de dois políticos do subúrbio do Rio: a vereadora Rosa Fernandes e o deputado estadual Pedro Fernandes, ambos do SDD.

Aécio teve uma passagem relâmpago pela festa: em 25 minutos felicitou os aniversariantes, posou para mais de 30 fotos e subiu ao palco da casa de shows na zona norte.

23/05/2014 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário