Lucia Hippolito diz maldades contra Aécio Neves pode ter articulação da patrulha da lama

A patrulha da lama se assanha

por Lucia Hippolito

O tabuleiro eleitoral começa a se compor. As tropas de lado a lado se aprontam.

E a patrulha da lama se assanha. Campanha eleitoral é com ela mesma.

Ataques pessoais constituem arma das mais delicadas e perigosas de uma disputa eleitoral. São faca de dois gumes.

Não são poucos os casos de ataques pessoais que provocaram efeito bumerangue, ou seja, voltaram-se contra o atacante, prejudicando-o mais do que à vítima.

A vitimização do adversário é consequência bastante comum, e muito temida.

Por isso, estrategistas de campanha hesitam em usar dossiês, denúncias e outros artefatos do arsenal que pode ser mobilizado em campanhas eleitorais.

No ataque pessoal, a dosagem é questão crucial. Uma denúncia bem feita, uma suspeita bem lançada – em geral pela imprensa – podem ter resultados devastadores.

São inúmeros os exemplos de candidaturas abatidas em pleno vôo — ou ainda taxiando na pista. Na eleição presidencial de 2002, foi devastadora a visão de uma montanha de dinheiro encontrada no escritório do marido da pré-candidata Roseana Sarney.

Até hoje mal explicada, aquela dinheirama foi fatal para as pretensões presidenciais de Roseana.

E até hoje, o senador José Sarney está convencido de que José Serra estava por trás da denúncia contra sua filha.

(Aliás, é curioso constatar que no Brasil metade das malfeitorias políticas é atribuída a José Serra, enquando a outra é atribuída a José Dirceu”. Quando não, “coisa dos dois” em conluio.)

Assim como também foi devastadora a revelação do “escândalo Miriam Cordeiro”, quando, às vésperas da eleição de 1989, uma ex-namorada de Lula veio à TV afirmar que ele tinha tentado convencê-la a fazer aborto.

A aparição da ex-namorada foi armada pelo adversário, pela tropa de choque a serviço de Fernando Collor. (O senador Renan Calheiros, hoje aliado íntimo do presidente Lula, deve se lembrar bem desse episódio.)

Nas eleições de 2006, o PT colou no candidato do PSDB a pecha de privatista, entreguista, alguém que “vendeu o patrimônio do povo brasileiro na bacia das almas”.

Resultado, o candidato Geraldo Alckmin passou o resto da campanha vestido com um constrangedor colete com selos de todas as estatais, pisoteou o legado de Fernando Henrique… E os tucanos nunca mais conseguiram explicar por que se decidiram pela privatização.

Ataque pessoal não é coisa para amador. Ao contrário, é trabalho para profissional altamente competente.

Em geral, o ataque pessoal segue uma regra de ouro: nunca, nunca mesmo, parte do candidato adversário. Os ataques são sempre terceirizados.

É para isto que existe, em todas as campanhas, a patrulha da lama. É ela a encarregada de espalhar denúncias, calúnias, insultos, verdades, mentiras.

Com a disseminação da internet, calúnias e insultos percorrem a rede em velocidade estratosférica. Blogs, twitters, redes de relacionamento, tudo contribui para espalhar tanto a boa notícia quanto a lama.

Alguns partidos já possuem tropas treinadas. Tarefeiros remunerados ou voluntários que “estacionam” em certos blogs e sites — ou são seus titulares –, espalhando veneno e promovendo verdadeiros linchamentos virtuais.

Preço pequeno a pagar pela liberdade de expressão. E vale a pena pagar.

No Brasil, os marqueteiros espalharam a ideia de que “quem bate perde”. Nem sempre é verdade. Os danos podem ser fatais.

Por isso mesmo, a patrulha da lama se faz presente e todas as eleições. Cada vez mais disseminada e sofisticada.

Sob este aspecto, podemos dizer que a campanha eleitoral de 2010 já começou.

A notícia de que o governador Aécio Neves teria esbofeteado a namorada numa festa no Rio de Janeiro espalhou-se pela internet em altíssima velocidade.

A namorada negou tudo, pessoas presentes à festa não viram nada, além de um escorregão da moça na pista de dança, o governador chegou a falar no assunto em indignada entrevista coletiva (era a respeito de outro assunto, mas a pergunta foi inevitável. E ele não se furtou a responder.)

Mas a notícia continua a se multiplicar pela internet.

Junto com a notícia veio a especulação: “já é coisa de Serra, para anular as chances de Aécio?”

“É coisa de José Dirceu, temeroso de que o candidato seja Aécio?”

“É coisa dos dois, que continuam se dando muito bem?”

Não se sabe.

A única coisa que se sabe é que a patrulha de lama da campanha eleitoral de 2010 já entrou em campo.

Leia o artigo da comentarista política da Rádio CBN no seguinte endereço: “A patrulha da lama se assanha”.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/posts/2009/11/04/a-patrulha-da-lama-se-assanha-237968.asp

Armação contra Aécio, a jornalista Lúcia Hipoolito avisa: “A patrulha da lama se assanha

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Governo Aécio Neves vai implementar a Hidrovia Metropolitana do Rio das Velhas

Foi publicado, nessa quinta-feira (29), no Diário Oficial de Minas Gerais, edital para contratação de empresa que irá elaborar o Plano Diretor para implantação da Hidrovia Metropolitana do Rio das Velhas. Previsto no Projeto Estruturador Revitalização da Bacia do Rio das Velhas – Meta 2010, o trabalho deverá conter, entre outras coisas, o levantamento batimétrico do rio, estudo que mapeia seu leito a fim de definir seus pontos viáveis de navegação.

De acordo com a secretária executiva da Meta 2010, Myriam Mousinho, um dos objetivos do projeto é tornar um dos trechos do rio navegável. “Precisamos seguir as exigências do Ministério dos Transportes. Por isso, o edital foi publicado para que seja contratada uma empresa que nos dê os dados técnicos”, esclarece. A coordenadora destaca, ainda, que o objetivo é fazer no Rio das Velhas uma hidrovia voltada para o turismo. “Precisamos mudar a mentalidade e a postura das pessoas em relação ao rio. O Velhas deve se transformar em um local de lazer e estudo para a comunidade”, completa.

De acordo com o edital, que prevê contratação da empresa até dezembro deste ano por meio de licitação, o Plano Diretor deve conter o levantamento batimétrico em área de aproximadamente 117 quilômetros do Velhas, estabelecendo um canal navegável de 50 metros de largura, entre os municípios de Sabará e a fazenda Jaguará Velha. O estudo também deverá definir locais para implantação de terminais de embarque e desembarque de passageiros incluindo a identificação das margens e das feições naturais e artificiais existentes ao longo de toda a área levantada e ao longo dos acessos e bacias de evolução de cada um dos terminais de passageiros definidos.

O plano precisa, ainda, determinar qual a embarcação adequada para as condições de navegabilidade do trecho e determinar o impacto ambiental nas áreas de cada terminal de passageiros projetado. Além disso, um estudo de viabilidade técnico-econômica deverá ser elaborado, considerando-se a implantação de uma navegação comercial regular para o transporte de passageiros. O prazo para entrega dos estudos de viabilidade é de nove meses após a assinatura do contrato. Os estudos de batimetria têm prazo de cinco meses e o projeto das embarcações oito meses.

Meta 2010

Como Projeto Estruturador do Governo Aécio Neves, pretende promover a melhoria da qualidade das águas da Bacia do Rio das Velhas, no seu trecho mais poluído, próximo à Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O objetivo é que a água seja enquadrada na “classe II”, o que significa que poderá ser destinada ao abastecimento doméstico, após tratamento convencional, às atividades de lazer, à irrigação de hortaliças e plantas frutíferas e à criação de peixes.

Entre as ações de Governo, está a implementação de obras de saneamento nas principais sub-bacias da RMBH, com intervenções como ampliação da coleta de esgotos e implantação de estações de tratamento. Além disso, para a melhoria da qualidade das águas, Myriam Mousinho destaca o envolvimento do cidadão como fundamental. “2010 será um marco de recuperação, mas uma série de ações preventivas da comunidade é necessária para a preservação da bacia”, esclarece a secretária-executiva.

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Folha de São Paulo publica artigo sobre Aécio Neve e eleições 2010

A estratégia de Aécio

Da Folha

FERNANDO DE BARROS E SILVA

As razões de Aécio

SÃO PAULO – Aécio Neves inicia qualquer conversa sobre a sucessão de Lula dizendo que não há hipótese de que ele e José Serra não estejam juntos em 2010. Quem apostar o contrário irá perder, como erraram aqueles que lá atrás previam a sua ida para o PMDB.

Feita a introdução, o governador de Minas por ora não só recusa a vaga de vice na chapa tucana, como deixa claro que segue disposto a submeter ao partido a alternativa de sua candidatura à Presidência. Aécio reconhece que Serra, líder nas pesquisas, é hoje o nome mais forte do PSDB, mas, a despeito disso, acredita reunir vantagens comparativas em relação ao paulista.

Primeiro, maior capacidade para dissolver a disputa plebiscitária pretendida pelo governo. Serra fatalmente acabará refém da comparação entre Lula e FHC, enquanto Aécio julga ter condições de desmontar essa armadilha, apresentando-se como o nome do pós-Lula. É preciso admitir os avanços, sobretudo na área social, mas é hora de encerrar esse ciclo político que se exauriu e dar ao país um governo mais profissional, diz Aécio. Nem Lula nem anti-Lula, eis o segredo.

O mineiro se vê, além disso, com mais condições de agregar forças políticas e atenuar a vantagem do lulismo no Nordeste, atraindo para a oposição parte da base que hoje tende a fechar com Dilma Rousseff sem convicção. PP, PTB e um pedaço do PSB de Ciro Gomes seriam sensíveis à conversa do mineiro. Embora admita ser difícil, ele acredita que teria inclusive como evitar a aliança formal entre PT e PMDB.

Ainda a seu favor, Aécio teria o estilo jeitoso, que agrada a políticos e a empresários, e a boa estampa, que ajuda a compor um personagem na TV. O excesso de aventuras na vida pessoal talvez seja seu ponto fraco numa disputa tão dura.

Aécio sabe que o jogo pende para Serra e está disposto a apoiá-lo. Será, neste caso, candidato ao Senado. Só não aceita esquentar o banco de reserva até o fim de março para eventualmente ser chamado diante da desistência do titular.

Lei mais na Folha de S. Paulo: As razões de Aécio.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0211200903.htm

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Aécio Neves tem matéria especial na Carta Capital

Por Ana Vasco- Aécio Blog 

A revista Carta Capital desta semana traz uma reportagem especial sobre Aécio Neves e sobre o cenário que levará à definição das candidaturas e das alianças para as eleições presidenciais de 2010. Ela também trata a respeito da decisão que Aécio Neves tomou de assumir sua disponibilidade para candidatar-se à presidência, rejeitar a posição de vice em uma chapa única do partido e pedir o adiantamento do prazo de escolha do candidato, para o PSDB.

“Quero dizer antes de tudo que respeito o Serra. É um grande político brasileiro e entendo a posição vantajosa que ele tem na disputa. E também que não estou em busca de uma saída honrosa. Apesar de não tratar as coisas com obsessão, desejo ser candidato a presidente pelo PSDB”, disse Aécio em entrevista.

De acordo com a reportagem: “O neto de Tancredo Neves é polido. Evita polêmicas e repete o argumento de que será mais útil ao partido como candidato a senador do que como vice na chapa de Serra. Alguns de seus aliados recorrem, porém, a uma metáfora equestre, para explicar a opção. Só vale montar no cavalo com as rédeas na mão, pois quem está na garupa inevitavelmente vai ao chão se o condutor cair, mesmo se for um excelente cavaleiro”.

Apesar de estar em uma posição relativamente desfavorável nas pesquisas, Aécio Neves tem um perfil que é muito adequado para um candidato no atual momento político. É um conciliador, defende os avanços sem mudanças radicais e é contra a polarização partidária. “A primeira coisa que faria na Presidência seria buscar uma agenda mínima comum com o PT”, assegura.

Além de tudo isso, Aécio tem também a fama de agregador. A revista lembra que, com a sua candidatura, a base de sustentação governista seria abalada. Setores de alguns partidos, como o PMDB e o PSB, provavelmente o apoiariam, como também o PDT, PP e PTB. “Minha preocupação é superar essa disputa de poder entre o PT e o PSDB. Fazer uma campanha sem ódio, sem radicalismo, sem essa inócua busca pela paternidade deste ou daquele programa. Isso não é um concurso de pontos. Quero inspirar esperança nos eleitores”, afirma. Avaliando as condições e o temperamento de Aécio e o quadro geral, a reportagem conclui: “Os marqueteiros e estrategistas governistas preferem, de longe, enfrentar Serra”.

Aécio também destacou, na entrevista, alguns temas que devem ser essenciais na agenda do próximo presidente do Brasil. A questão das reformas estruturais – como a reforma política e a da Previdência – são, para ele, uma necessidade urgente para o país. Aécio também defende a adoção de uma política monetária mais ousada que estimule a indústria brasileira. “Devemos ressaltar a necessidade de uma reforma do Estado, fazer diferente do governo atual, que tem inchado a máquina, tem 40 ministérios”, lembra.

Com o auxílio de Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus, a Carta Capital também se lança na difícil missão de imaginar os avanços nos cenários das pesquisas e as chances dos pré-candidatos. Sem grandes conclusões, nos mostra que as decisões tomadas agora são determinantes para o rumo das próximas eleições e para a vitória de qualquer que seja o lado.

Leia mais um trecho da reportagem da “Carta Capital” sobre o governador Aécio Neves.

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Governo Aécio elabora proposta para gerenciamento de áreas contaminas

A versão final da proposta que estabelece as diretrizes e procedimentos para a proteção da qualidade do solo e gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por substâncias químicas foi tema de Workshop realizado, nessa terça (27), pelo Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema). O documento detalha as ações de diagnóstico, intervenção, monitoramento das áreas bem como de sua reabilitação.

No evento, representantes dos Conselhos Estaduais de Política Ambiental (Copam) e de Recursos Hídricos (CERH), de órgãos do Governo Aécio Neves e da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) puderam esclarecer dúvidas sobre o Programa de Gestão de Áreas Contaminadas de Minas Gerais, que será criado após finalização e aprovação da norma.

A elaboração de uma legislação específica para a gestão de áreas contaminadas também está em discussão no Conselho Nacional de Meio Ambiente. Segundo a diretora de Qualidade e Gestão Ambiental da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), Zuleika Chiacchio Torquetti, a discussão de regras específicas em Minas Gerais antecipa o atendimento às futuras exigências da legislação federal como adoção de Valores de Referência de Qualidade (VQRs) de acordo com as características do solo de cada Estado.

“Os valores de referência são necessários para indicar as ações que devem ser adotadas em áreas suspeitas de contaminação”, explica Zuleika Torquetti. Inicialmente serão utilizados os valores de referência adotados por São Paulo que são os únicos existentes no Brasil. “Estabelecer um valor de referência é uma das tarefas mais difíceis já que Minas possui uma grande diversidade de tipos de solos”, afirma Torquetti.

A diretora da Feam explica que o Mapa dos Solos do Estado está sendo elaborado pela Feam e Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec). Em conjunto com outros estudos, como os Inventários de Resíduos Sólidos Industriais e da Mineração e dos dados obtidos com o cadastramento de áreas suspeitas, servirá de base para definição de critérios específicos para Minas. O cadastramento de áreas suspeitas e contaminadas por substâncias químicas está sendo realizado desde 2008 e pode ser feito pela internet, no endereçohttp://sisema.meioambiente.mg.gov.br/

A proposta do texto da Deliberação Normativa começou a ser elaborada em março de 2009, quando foi montado um Grupo de Trabalho reunindo representantes de órgão públicos e privados. A engenheira química do Ministério Público, Paula Santana Diniz, que faz parte do Grupo de Trabalho, observa que a definição de regras claras é essencial para a tomada de ações eficientes. “A maior preocupação é garantir a saúde da população e preservar o meio ambiente.”, observa.

Após finalizada, a proposta da Deliberação será apresentada à Câmara Normativa Recursal do Copam. Se aprovada, será submetida à avaliação dos plenários do Copam e do CERH para publicação de norma conjunta.

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IEF Minas publica portaria que institui o Conselho Consultivo do Parque Estadual Serra Verde

O Governo Aécio Neves por meio do Instituto Estadual de Florestas (IEF) publicou no dia 20 de outubro a portaria nº 201 que institui a implantação do  Conselho Consultivo do Parque Estadual Serra Verde, situado em Belo Horizonte. A posse dos conselheiros está prevista para o dia 25 de novembro, no clube do Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), localizado no entorno do Parque.

Em sua primeira formação, o Conselho Consultivo será composto por um presidente e onze membros efetivos, além de onze suplentes. O mandato dos membros será de dois anos, podendo ser reconduzidos de acordo com os critérios a serem estabelecidos no regimento interno do Conselho. Dentre as Instituições que farão parte do conselho estão o 3° Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, como efetivo, e a 7ª Companhia da Polícia Militar de Meio Ambiente de Minas Gerais, como suplente, representando a defesa social.

Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), como efetivo, e aSecretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), como suplente, representam os órgãos estaduais. O Convívio Núcleo Educacional e Cóccix Companhia Teatral, como efetivos, e a Escola Municipal José Maria Alkimin e a Acadêmicos de Venda Nova, como suplentes, representam o setor de educação da área do entorno do Parque.

Representando órgão público do poder público municipal do entorno da Unidade, estão a Secretaria Municipal Administrativa Regional de Venda Nova, como efetivo, e a Prefeitura Municipal de Santa Luzia, como suplente.

Também compõem o Conselho a Rede Esportiva Social e Associação Comunitária do Bairro Serra Verde, a Associação Comunitária do Bairro Nova York , representantes de Associações de Moradores do entorno do Parque, a Associação Clube dos 50 e a Brigada 1, membros das Organizações Não Governamentais; o Bim Som Centro Automotivo e o Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), representantes dos estabelecimentos comerciais do entorno, o Sub-Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeirão do Onça e o Sub-Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeirão do Mata, membros dos Comitês de Bacia Hidrográfica.

O Gerente da Unidade de Conservação, André Portugal, será o presidente do Conselho do Parque Estadual Serra Verde e dará posse aos conselheiros. Na ausência do Presidente do Conselho, o suplente será um representante do IEF, que o substituirá assumindo todas as obrigações relativas à Presidência.

Segundo Portugal, o Conselho é um mecanismo importante para que a gestão da Unidade de Conservação seja mais transparente perante a comunidade. “Além disso, importantes decisões são tomadas com a ajuda dos conselheiros, principalmente nos anos iniciais de implantação do Parque. Questões como a elaboração do Plano de Manejo, relações com o entorno, fiscalização e educação ambiental contam com influência constante do Conselho Consultivo”, explica o gerente.

De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), cada UC deve ter seu próprio órgão consultivo, presidido pelo órgão que administra a Unidade. O Conselho deve ser composto por representantes da sociedade e dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, com representação paritária entre o poder público e a sociedade civil.

Parque Estadual Serra Verde

Criado em dezembro de 2007, o Parque Estadual Serra Verde possui uma área de cerca de 142 hectares. É o segundo maior parque de Belo Horizonte. A área está localizada em uma região de transição entre os biomas Cerrado e Mata Atlântica. A Unidade de Conservação formará um cinturão verde ao redor da Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais. O Parque também faz parte do Sistema de Áreas Protegidas (SAP), elaborado pelo Governo do Estado para o vetor norte da capital.

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Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais abre linha de crédito para projetos ambientais de sustentabilidade

O presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Paulo Paiva, e o diretor da KeyAssociados, Carlos Delpupo, assinaram, nesta quinta-feira (22), contrato para que a consultoria de sustentabilidade identifique projetos nas áreas de biocombustíveis, eficiência energética e energias renováveis que poderão ser financiados pelo banco.

Esse é o primeiro resultado do protocolo de intenções firmado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo BDMG na assembleia anual realizada em Miami (EUA), em abril de 2008. Os recursos são do SECCI (Sustainable Energy and Climate Change Initiative), uma iniciativa do BID que apoia a energia renovável. A análise dos projetos vai considerar aspectos relativos às tecnologias adotadas, investimentos e o potencial de geração de créditos de carbono.

Paulo Paiva lembrou que o momento reflete o esforço que o BDMG vem fazendo para promover o desenvolvimento de forma sustentável, com melhoria do bem-estar das pessoas. “A partir de agora, com a identificação, em todo o Estado, de projetos que tenham impacto ambiental positivo, estamos dando mais um passo no sentido de fortalecer essa perspectiva de desenvolvimento”.

A KeyAssociados, vencedora da licitação na qual concorreram mais sete empresas, é uma das principais especialistas em sustentabilidade e créditos de carbono do país, tendo desenvolvido projetos relacionados às mudanças do clima em empresas como Vale, ArcelorMittal, Petrobras, Friboi, Marfrig, Sabesp,Cemig, Malwee, Itambé, Schincariol e Rigesa, entre outras. A consultoria tem uma carteira de cerca de R$ 20 milhões de créditos a serem gerados nos próximos 10 anos.

Presentes também ao evento, o diretor da Área de Desenvolvimento Sustentável do BDMG, Ronaldo Locatelli, e o gerente do Departamento de Tecnologia e Meio Ambiente, Carlos Fernando Vianna, e ainda representantes da Cemig, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

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IEF Minas lança campanha contra a pesca ilegal

Instituto Estadual de Florestas (IEF), por meio da Gerência de Proteção da Fauna Aquática e Pesca, lança, no dia 1º de novembro, a campanha Pesca Legal. Trata-se de um incentivo ao registro para legalização de pessoas físicas e jurídicas que estejam envolvidas com pesca. A campanha será realizada em todo o Estado e vai até 31 de julho de 2010.

De acordo com o gerente de Proteção da Fauna Aquática e Pesca, Marcelo Coutinho Amarante, a campanha tem o intuito de fazer com que pessoas que comercializem, explorem, industrializem, armazenem, fabriquem produtos e petrechos de pesca, animal aquático vivo ou abatido, se registrem. Essas pessoas devem se legalizar em uma das unidades administrativas do IEF, de acordo com a legislação vigente.

Amarante explica que, durante a campanha, em vez de aplicarem multas nos comerciantes ilegais, estes são notificados por fiscais e é feito um acompanhamento pelo IEF para que sejam legalizados. “O primordial é que os comerciantes se conscientizem sobre a importância de comprar e vender com nota fiscal. Não há como garantir a procedência de material que vem do comércio clandestino, o que prejudica a saúde pública da população”, afirma o gerente.

Para se cadastrar em uma das unidades do IEF, é necessário o preenchimento do Formulário para Cadastro em duas vias, devendo a 2ª via ser entregue ao requerente após aposição do carimbo de protocolo e a 1ª via deverá ficar retida no IEF para arquivo juntamente com a cópia dos documentos necessários de acordo com a portaria nº 20 de 16 de março de 2009.

Minas Gerais abriga 354 espécies de peixes, o que representa quase 12% do total encontrado no Brasil. A bacia do São Francisco apresenta o maior número de espécies (173), seguida das bacias do Paranaíba (103) e do Grande (88). Para qualquer tipo de pesca deve ser observada os limites permitidos durante a época da piracema que vai do dia 1º de novembro de 2009 até o dia 28 de fevereiro de 2010.

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Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas é organizado pelo Governo Aécio Neves

Minas Gerais recebe, pela segunda vez, o Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas (Encob), que será realizado entre os dias 9 e 13 de novembro, no Center Convention de Uberlândia, Triângulo Mineiro. É a décima primeira edição do encontro, realizado pelo Fórum Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), em parceira com o Governo Aécio Neves, por meio do Sistema Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema). Neste ano, o tema central será “Compartilhando as águas: Compromissos e responsabilidades”, que será abordado em cursos, oficinas e conferências abertas ao público, mediante a inscrição prévia, que pode ser feita diretamente no portal do Encob.

Os encontros contribuem para o desenvolvimento dos trabalhos do FNCBH, que têm alcançado seus objetivos de articular os Comitês de Bacias Hidrográficas em nível nacional de forma descentralizada, integrada e participativa. Por meio deles, ainda, promove-se a avaliação e a discussão da Política Nacional de Recursos Hídricos, identificando os desafios e abrindo espaço para poder público e sociedade civil desenvolver a gestão participativa e integrada das águas.

A estimativa para este ano é que cerca de duas mil pessoas participem do encontro, entre membros dos Comitês Estaduais, representantes dos segmentos municipal, estadual e federal do poder público, participantes de ONGs, centros de pesquisas, universidades, consórcio e associações intermunicipais de bacias hidrográficas. Na programação, há três conferências: “Compromissos e Responsabilidades: O Pacto Federativo pelas Águas”, “Serviços Ambientais e Proteção das Águas” e “Saneamento e as Metas do Milênio”, que acontecerão sempre a tarde.

Cada participante poderá se inscrever para os cursos que serão ministrados durante as manhãs da semana do evento, com as temáticas: noções básicas da gestão de recursos hídricos, os planos de bacia, técnicas de elaboração de projetos, gestão costeira em interface com bacias hidrográficas, hidrogeologia e gestão de águas subterrâneas, sistema de informações, enquadramentos dos corpos de água e gestão dos recursos hídricos.

A primeira edição do Encob foi em 1999, na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo. Nos anos seguintes, os encontros aconteceram nos estados do Ceará (Fortaleza, 2000), Minas Gerais (Belo Horizonte, 2001), Santa Catarina (Camboriú, 2002), Sergipe (Aracaju, 2003), Rio Grande do Sul (Gramado, 2004), Bahia (Ilhéus, 2005), Espírito Santo (Vila Velha, 2006), Paraná (Foz do Iguaçu, 2007) e Rio de Janeiro (Rio de Janeiro,2008).

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Escolas da rede estadual de Minas participam de programa de sustentabilidade e consumo consciente

O meio ambiente ganhou força no currículo de três escolas da rede estadual em Minas Gerais. Participantes do programa “Educação para o consumo consciente e sustentabilidade ambiental”, as escolas estaduais Manoel Soares do Couto, Carlos Góes e Ana de Carvalho Silveira, de Belo Horizonte, iniciaram neste mês a capacitação de professores na temática ambiental. O objetivo é contribuir para que os educadores possam desenvolver projetos com estudantes do Ensino Fundamental em 2010.

A iniciativa do Programa é do Instituto Akatu e da HP Brasil. Em Minas Gerais, as duas instituições atuam em parceria com o Governo Aécio Neves por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE). O programa abrange escolas de todo o Brasil e vai capacitar 120 professores, em 15 escolas, até o final de novembro. Em cada região, há três escolas estaduais participantes, sendo que no Sudeste as instituições escolhidas foram de Belo Horizonte. O Instituto Akatu elaborou o material didático para orientar os professores e deu início, neste mês, às palestras na Escola Estadual Manoel Soares do Couto. “Eu fiquei impressionada com a qualidade do material e a qualidade das capacitadoras. Os professores já estão cheios de ideias”, ressaltou a diretora Maria Geralda Vilela, que aguarda a próxima reunião, que será realizada no dia 24 de outubro.

A partir da capacitação dos professores, cada escola deve desenvolver um projeto específico sobre consumo consciente adequado à sua realidade. O programa “Educação para o consumo consciente e sustentabilidade ambiental” está em fase inicial, mas as possibilidades de atividades são muitas. Segundo a coordenadora do programa, Camila Melo, o Akatu dá apenas o suporte, mas é o professor que vai desenvolver o trabalho. “A gente deixou na mão dos professores. Eles têm um potencial grande para disseminar a ideia de consumo consciente entre os alunos e conhecem os temas que são pertinentes para a escola. Os professores podem trabalhar a economia de água, por exemplo, e falar de um córrego que passa próximo à escola”, esclareceu.

Os projetos serão desenvolvidos com estudantes do Ensino Fundamental, e a expectativa é de atingir 2 mil alunos em todo o país. Nas escolas estaduais Carlos Góes e Ana de Carvalho Silveira, o trabalho com o Akatu ainda não teve início, mas, na Manoel Couto Soares, o ânimo já tomou conta dos educadores. Dez professores participam da capacitação e vão trabalhar o tema com os alunos do 6º ano em 2010.

A professora Maria Lúcia de Oliveira é uma das mais ansiosas do grupo. Este ano, ela já desenvolveu na escola uma ação que chamou de “Projeto Verde”. A atividade mobilizou os alunos do 6º ano em uma série de ações ambientais, desde uma passeata pelo bairro com cartazes educativos até a distribuição de cartas dos alunos aos moradores do entorno da escola sobre a importância do meio ambiente. Com o auxílio do Akatu, Maria Lúcia vislumbra um projeto ainda maior no ano que vem. “Eu achei a palestra um sucesso. Encaixou perfeitamente com as minhas ideias. Dá para pensar em um projeto que tenha um impacto maior na comunidade em 2010”, afirmou. A intenção do instituto é ampliar o programa para outras instituições de ensino em 2011.

Modalidades de ensino

Cada escola participante do programa em Belo Horizonte, assim como nas outras regiões, testará um sistema de ensino. Na E.E. Manoel Couto Soares, a modalidade é presencial. Já a E.E. Carlos Góes fará suas atividades de forma semipresencial, com encontros periódicos com representantes do Akatu e palestras virtuais. Já os professores da E.E. Ana de Carvalho Silveira serão capacitados a distância, com atividades exclusivas pela internet. A partir das experiências das escolas, o Instituto Akatu vai definir qual a maneira mais eficiente de disseminar o conteúdo para outras instituições de ensino público no futuro.

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